Chantagens – parte 1

Um conto erótico de Peti_rj
Categoria: Heterossexual
Contém 2795 palavras
Data: 15/09/2020 08:01:33

Moro no quarto andar de um prédio de 12 andares. Meu apartamento fica de frente para a rua, e como é uma rua de pouco movimento, bem arborizada, tenho silêncio e privacidade, ou ao menos eu imaginava ter.

Já estava alguns dias sem sexo e cheio de tesão acumulado, então não hesitei em colocar um pornô na televisão. Passei os olhos rapidamente em minha coleção de dvds e, sorteando, peguei um antigo chamado “Noiva Infiel” com a deliciosa Marcia Imperator. Tratei de colocar o dvd e me acomodar no sofá, mas não sem antes dar uma ajeitada no ambiente... Desliguei a luz, reduzi o som, peguei uma toalha, fechei a cortina da janela e dei play no filme.

Já na primeira cena, a excitação estava lá no alto, com meu pau já expelindo o pré-gozo, mas me controlo para não terminar logo. Quando começou a segunda cena, mais tesão, meu pau já escorregava na mão de tanto lambuzá-la com o líquido inicial, e a vontade de gozar beirava o limite. Estava mais que pronto para gozar, mas queria segurar mais um pouco. Então a terceira cena do filme, um ménage feminino, e paro de me controlar e explodo em um gozo delicioso, que há tempos estava querendo sair, lambuzando toda a toalha. A cena de duas mulheres e um cara ao mesmo tempo é sempre um tesão fora do comum e me permiti gozar tudo o que estava preso.

Segui assistindo ao filme, agora me masturbando de leve, uma vez que a ereção não desapareceu por completo, pois tinha muita vontade acumulada. Esfregava o gozo por todo o pau, deixando-o bem lambuzado e escorregadio. Quando começa a quarta cena, um novo ménage, mas desta vez masculino. Marcia dá para dois caras ao mesmo tempo. Meu pau logo voltou a plenitude da ereção. Tratei de acelerar a masturbação e após mais alguns minutos de cena, um novo orgasmo jorrou e lambuzou ainda mais a toalha.

Satisfeito com os dois orgasmos, apesar de ainda estar com alguma ereção, fui tomar um banho para repor as energias. Liguei a água morna e deixei a água cair sobre meus ombros, me relaxando como em uma massagem. Olhei para meu pau, meia-bomba, mas ainda com porra para liberar do saco e comecei a me masturbar novamente. Fiquei lembrando das cenas de ménage e logo meu pau ganhou vida mais uma vez, mas agora o orgasmo não vinha então, quando percebi que demoraria para gozar, decidi apenas terminar o banho e ir assistir tv e relaxar um pouco.

Segundos após sair do banho, meu celular toca, então me enrolo na toalha e vou até a sala atender. Era uma amiga, vizinha do prédio de frente ao meu. Já havia saído algumas vezes com ela e seu marido por conta de amizades em comum, mas nunca tivemos nenhuma intimidade para justificar aquela ligação. Sequer imaginava que ela tinha meu telefone. Atendi:

- Alô?

- Oi Pê! Tudo bem? Aqui é a Marise. Lembra de mim? Esposa do Andre. Que mora no prédio em frente.

- Oi Marise! Sim, claro que lembro de você. Sei quem é. Tá tudo bem, sim. E vocês? Como vai o Andre?

- Nós não estamos nada bem.

- Eita! O que houve? Estão doentes? Alguma coisa que eu possa ajudar?

- Na verdade, de saúde, sim, estamos bem, claro. Me refiro a outro problema que estamos passando. E sim, respondendo sua pergunta, você pode justamente ajudar a resolver esse problema.

- Não entendi, Marise.

- Então, deixa eu te explicar direito. Não sou de dar rodeios. Gosto de ir direto ao ponto, então vou te falar: Vi você se masturbando. Na verdade assisti à todo o seu processo da minha janela. Me masturbei juntinho com você. Quando você gozou a primeira vez, e jorrou na toalha, eu não aguentei e gozei juntinho. Fiquei de pernas bambas e até ia me retirar, mas aí vi que você continuou e então resolvi te acompanhar e fiquei até o seu segundo orgasmo, onde de novo, quando você jorrou mais uma vez na toalha, eu gozei nos meus dedos...

Marise ia falando sem parar, narrando o que assistiu e o que havia feito em simultâneo. Eu? Paralisei. Não conseguia acreditar no que ouvia. Aquela mulher, casada, estava ao telefone comigo, narrando uma situação sexual para mim, ainda que não tivéssemos intimidade para tanto.

- ...Quando você saiu, fiquei aqui pensando sobre você e tudo o que aconteceu e depois de ver o vídeo que fiz de você, resolvi te ligar e fazer uma proposta. Como eu disse, eu e meu marido não estamos bem. Descobri tem pouco tempo que ele está me traindo, então resolvi pagar na mesma moeda. E quando vi você pela janela...

- Espera... Marise, desculpe. Você tá rápida demais. Antes de qualquer coisa, você me viu pela janela? Como assim? Eu estava com a cortina fechada...

- Ah, Pê, sua cortina não veda nada. Dá pra ver tudo com a luminosidade da tv.

- Puts! Bom saber... Ok. Agora, me explica o que você quis dizer com “vídeo que fez de mim”?

- Ah, assim que te vi vendo filme pornô, comecei a gravar. Ia fazer uma zoação, mas quando vi você colocando o pau pra fora, fiquei gravando para meu prazer. E agora, pra te ter na minha mão e você não poder negar minha proposta.

- Como é que é?

- Pê, é o seguinte: quero trair meu marido com você, e você não vai dizer não.

Já sabia através de nossos amigos em comum que Marise era uma pessoa que tinha a fama de conseguir tudo o que deseja, custe o que custar. Sua fama realmente condizia com suas atitudes e eu agora estava vivendo exatamente um exemplo de como ela é. E por mais que estivesse em posição de ser chantageado, a verdade era que ela nem precisaria de nada para que eu atendesse sua vontade, uma vez que estava louco por sexo. Além disso, Marise era um mulherão de se notar e desejar. Dona de uma silhueta definida, típica gostosa de academia, com coxas grossas e bem definidas, panturrilhas durinhas e trabalhadas, abdominal sequinho, em desenvolvimento de definição, e seios médios, firmes, sempre bem desenhados pelas blusas justas que frequentemente usa. Uma mulher de pele clara, muito bonita, com cabelos loiros chapeados, dignos de horas de tratamento em salão. Ela era uma mulher desejada, mas aparentemente não pelo marido.

- Qual a proposta afinal, Marise?

- Então, quero que você venha aqui no meu apartamento e me foda na minha cama. Quero que você me faça gozar e me lambuze igual lambuzou sua toalha!

- Como assim “na sua cama”!? E o seu marido?

- Não se preocupa com ele, que ele está no futebol. Ou com a amante. Aquele filho da puta!

- Entendi. Ei! Espera! O futebol dele é hoje!

- Isso! Isso mesmo! É pra você tratar de vir pra cá agora mesmo e me fazer gozar!

- Porra, Marise! Daqui há pouco ele estará de volta!

- Ainda dá tempo, então trata de vir logo!

E desligou! Fiquei olhando para o telefone por alguns segundos e então olhei pela janela na direção da janela de Marise, e lá estava ela, apoiada pelos braços, olhando também na minha direção, e me chamando com o dedo. Olhei no relógio e faltavam ao menos uns 30 minutos para ele chegar do futebol. Corri no quarto, peguei uma camiseta e vesti uma bermuda, sem cueca mesmo, e corri para o elevador. Saí do meu prédio correndo, atravessei a rua e cheguei na portaria do prédio de Marise. Interfonei e ela abriu. Passei pelo porteiro, Seu Tuca, e o cumprimentei. Chamei o elevador e enquanto esperava por ele, Seu Tuca puxou assunto, afinal ele me conhecia e sempre conversávamos quando ele estava na rua e me via chegando em casa. Por sorte ele apenas puxou assunto sobre o que sempre conversávamos. O elevador chegou, entrei e logo estava subindo para o andar de Marise. Assim que o elevador terminou de subir, abriu a porta, a escuridão do corredor se fez presente, com exceção à um faixo de luz que saía do apartamento de Marise, ao final do corredor, de frente para o elevador, de porta aberta, me esperando. Saí do elevador e o corredor se acendeu todo. Acelerei meus passos e fui até a porta. Chamei por Marise, mas não a escutei. Entrei, fechei a porta atrás de mim e chamei novamente por ela, mas segui sem resposta. Era minha primeira vez naquela casa então fui explorando, buscando por Marise. Nada na sala, nem cozinha. Segui pelo corredor em direção ao quarto e assim que entrei, me deparei com a cena que jamais sequer seria capaz de sonhar:

Marise estava de pé, apoiada pela mão esquerda no armário ao lado da cama, vestida com um espartilho de bojo, branco, em tule e renda, transparente na parte do corpo, prendendo uma meia-calça branca transparente. Entre estas duas peças, uma micro-calcinha fio-dental, branca, transparente. Vestia também luvinhas brancas transparentes que subiam apenas até o pulso, e uma tiara branca na cabeça. Completando o visual, um pequeno buquê de rosas brancas na mão direita. Ela estava vestida como uma noiva erótica. Linda! Deliciosamente maravilhosa! A visão daquela mulher, naqueles trajes, naquela pose, me desejando... Após admirar por alguns segundos aquela delícia de mulher, olhei na direção de seu rosto e vi um sorriso de canto de boca e brilho no seu olhar. Ela sabia que eu a desejava. E ela sabia que teria o que ela queria. Ela fez sinal com o dedo, me chamando, e avancei sobre ela como um lobo atacando sua presa. Voei para cima dela. Abracei-a, com minhas mãos envolvendo sua bunda, puxando seu corpo contra o meu, pressionando meu pau em sua virilha, beijando-a com sofreguidão, com pressa, com tesão... Joguei-a na cama e ela suspirou de tesão:

- Ahhh que delícia! Nem me comeu e já está me deixando maluca! Vem, gostoso! Vem fuder essa noivinha! Vem meter nessa noivinha, igual você viu no filme...

- Você é uma putinha muito gostosa... Vou abusar dessa noivinha gostosa... Vou te fazer gozar bem gostoso...

- Isso, gostoso! Vem, mete essa piroca gostosa na minha buceta que tá morrendo de tesão! Me faz gozar gostoso, que o filho da puta do meu marido faz tempo não está comparecendo! Mete em mim e faz ele virar um corno, que é o que ele merece! Vem! Mete em mim! Me lambuza! Lambuza minha buceta com essa sua porra! Vem!

Marise estava descontrolada de tanto tesão. Meti a mão em sua buceta e pude sentir o quanto ela estava molhada de tesão. A pequena calcinha estava encharcada com seus líquidos. Ela estava tão tesuda com aquela fantasia, que apenas puxei a calcinha para o lado e enfiei meu pau, sem nenhuma preliminar, sem nenhuma calma... Apenas puxei a calcinha para o lado, encostei a cabeça do pau na portinha daquela buceta molhada e enfiei, sem dó. Marise cravou as unhas nas minhas costas e me puxou ainda mais para dentro dela. Com as unhas, meu pau deu uma inchada extra e fiz ela sentir meu tesão também ao extremo, ao que ela gemeu alto, chamando por mim, pedindo por pica, clamando por porra.

Marise largou das minhas costas e me puxou pela bunda, me arranhando. Comecei a me movimentar e em pouco tempo eu metia de forma intensa, bruta, esfolando aquela bucetinha maravilhosa.

- Mete, safado! Mete fundo! Mete forte! Mete, cachorro! Mete nessa buceta quente! Mete, que o corno não gosta! Mete e me faz mulher de novo, meu safado! Me fode, Pê! Me fode! Me fode, porra!

- Vou esfolar essa buceta, sua puta!

- Ahhh! Isso! Me fode! Me xinga!

- Puta safada! Vou alagar essa buceta pro corno!

- Ahhh! Gostoso filho da puta! Alaga essa buceta, que o corno não usa faz tempo! Lambuza essa buceta, seu safado!

- Piranha! Querendo me chantagear? Vou esfolar essa buceta pra você aprender!

- Ahhhh! Que saudade dessa sensação de prazer! Tô gozando, desgraçado! Ahhhhhhh! Como isso é gostoso.... Puta que pariu! Que gozada gostosa...

- É, puta? Gozou? Mas ainda não acabou, não! Vai gozar mais!

- Ahhhh safado!!! Isso!! Ah, que homem gostoso! Ah, se eu soubesse antes... Teria feito o maridinho de corno muito antes... Ahhh, safado! Não para, que eu vou gozar de novo... Não para! Continua, desgraçado! Ahhh!

Segui metendo meu pau, fundo, rápido, forte, entrando e saindo apressadamente daquela buceta deliciosa e esfomeada. Segurei em seu pescoço para me apoiar, apertando-a e deixando-a com dificuldade para respirar. Marise se excitou com a submissão e, gemendo, chegou a um novo e intenso orgasmo. Percebi suas mãos caírem para os lados, se entregando, perdendo as forças, curtindo o orgasmo. Vê-la daquela forma, saciada, feliz pelo orgasmo, me excitou também e acelerei ainda mais meus movimentos, entrando e saindo com ainda mais intensidade daquela buceta escorregadia de tanto gozo, e quando senti que ia gozar, tirei meu pau de dentro e tratei de gozar por sobre toda a sua virilha, lambuzando sua calcinha com minha porra. E segui me masturbando, expelindo o máximo de porra que conseguia, jogando golfadas forte de porra que atingiram seu queixo, até não ter mais nada no saco para jogar para fora, e acabei caindo ao seu lado na cama. Marise, excitada pela situação, mas ainda se recuperando da intensidade do seu orgasmo, passou o dedo pelo queixo, onde a porra tinha alcançado, limpou e levou o gozo até a boca, onde sorveu meu gozo e ainda lambeu o dedo.

- Hmmmm... Que porra gostosa... Na próxima vou querer provar dela direto na garganta... Vou querer beber desse leite farto... Ficar com a boca toda cheia de porra... Deixar ela toda lambuzada... Aliás, me dá esse pau aqui para eu chupar, que daqui há pouco o corno chega e ele vai beijar a esposinha com a boca gozada, para aprender a não me sacanear.

Marise se ergueu da cama o suficiente para cair de boca no meu pau e me chupar, lambendo o que tivesse de gozo nele e lambuzando sua boca para quando o marido chegasse. E com a situação que ela estava preparando, lembrei-me de que ele estaria por chegar e então tratei logo de me ajeitar novamente para sair rapidamente dali. Marise riu da minha forma acelerada de sair, como se estivesse fugindo, o que não deixava de ser verdade, enquanto ela estava sem medo de ser flagrada. A verdade é que acredito que ela desejava ser flagrada. Pelo jeito dela de ser, tenho quase certeza de que é o que ela quer que aconteça. Que ele apareça, a veja fudendo com outro, decida brigar com ela e ela virar a mesa com as informações que ela tem de estar sendo traída, e ainda acabar fazendo-o assistir a tudo.

- Pê, não precisa correr. O corno está chegando, mas vai virar corno de agora em diante, pra pagar por todo corno que colocou em mim.

- Marise, adorei te fuder e vou adorar continuar a te fuder e abusar de você, mas esse lance com o seu marido, não quero ser pego no meio, porque vai dar merda.

- Pê, relaxa. Vou te mostrar hoje mesmo que ele será um mansinho. Aguarde. Vou te mandar em vídeo!

- Falando nisso, apaga aquele vídeo que você fez, hein.

- Tá maluco, safado? Você agora é meu e vai fuder comigo sempre que eu quiser. Seu vídeo é minha garantia!

- Piranha safada você, hein!

- Kkkkkkkk Você só tinha conhecido a certinha, né? Rsrsrs Pois bem, agora você é meu! E prepare-se, porque hoje foi só aquecimento. Quero você amanhã aqui, cedo! Saia do trabalho e venha direto pra cá, que quero abusar de você sem pressa!

E então o interfone toca. Era Seu Tuca, avisando que o marido de Marise havia chegado. Ela tinha pedido ao porteiro para avisar a ela, ou seja, ele já tinha uma muito boa ideia do que eu havia ido fazer lá e estava acobertando. Olhei para Marise e ela ria, debochada. Ia me despedir dela e ela me empurrou:

- Nada de beijos... Estou guardando a boca bem lambuzada pra quando ele chegar. Eu vou te mostrar depois. Relaxa. Agora vai, que a noite aqui será quente...

Marise riu de quase gargalhar e então saí pela porta, indo chamar o elevador. Aguardei um pouco e quando soou que havia chegado, abriu a porta e eis que sai de dentro dele o marido dela, surpreso por me ver ali. Andre me cumprimentou, sorrindo, com cara de cansado, talvez pelo futebol, talvez pela amante, mas seguiu para seu apartamento sem questionar o motivo da minha presença ali, naquele andar, naquela hora. Entrei no elevador ao mesmo tempo em que ele inseria as chaves na porta de seu apartamento. Ele entrou, eu desci. Chegando à portaria, Seu Tuca me dá boa noite e comenta: - “É... O que Dona Marise quer, Dona Marise tem...”

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Comentários

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O cara depois de duas punhetas com gozadas ainda foi comer uma tarada com sucesso??? 😒👎🏽👎🏽👎🏽

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Rsrs Valeu Dom! Na verdade gostei da colocação do Kabel. Apenas respondi os detalhes que ele questionou. E curiosamente, acredite ou não, após respondê-lo, recebi um anúncio de lente de camera de celular que faz zoom até enxergar a lua de perto, então, a imaginação é uma coisa que beira a realidade rsrsrs Curto crítica. Uso elas para corrigir ou melhorar meus contos. O que não suporto são os que fazem comentários desnecessários. Tipo, acredita num filme de Super-Homem, ou um Velozes e Furiosos, com carros pulando de prédios, mas não pode acreditar em uma mulher ter lingerie que possa parecer com a de noiva... Ou que possa ver um vizinho da janela do seu apartamento, morando em frente... Aliás, todas as coisas que citei no conto, não só são possíveis, como já vivenciei cada uma delas em momentos totalmente distintos. Enfim, esses, eu nem dou atenção, mas faço questão de diminuí-los ao tamanho do comentário que postam. Valeu pela atenção e espero que curta a continuação, pois dela vem detalhes mais intensos...

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Deixa o kabel viajar aí! Kkk

Mas o conto tá massa !

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Kabel, Obrigado pelo comentário. Deixa eu tentar explicar: prédio na rua sempre tem algum outro imóvel em frente. Não quis mencionar a existência de outro em frente no início para dar ênfase ao ambiente inicial da história. Sobre a cortina, bem, essa posso dar como experiência própria, pois tirei a ideia de uma cortina que eu tinha em casa. A costura da cortina é de tal forma que impede a visão de um ângulo, mas permite de outro. E, se inserir claridade do outro lado, ela não apenas permite sombras, mas na distância é como se sequer existisse. Essa posso dizer sem medo, pois tive uma cortina dessa forma. E foi inclusive dessa cortina que tive que surgiu a ideia desse conto. Quanto ao celular gravar, bem, faz parte da imaginação. Sei que existem celulares capazes de gravar com zoom incríveis, mas a ideia aqui era mais a imaginação. Além do que, em momento algum o personagem viu ao vídeo. Assim como você, ele acreditou na existência dele, sem ver o quanto ele era algo que pudesse identificá-lo, ou até mesmo se era real. Espero que com essas justificativas (e com a continuação) sane suas questões. E muito obrigado pela crítica!

Diferente do megatop leitor Safado1999 que deve assistir porno e reclamar de todas as histórias inventadas, ao invés de gozar com o desenrolar...

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Caralho cara, como pode a mulher ver vcs e masturbando do outro lado da rua, contou as gozadas, viu o filme é tinha a roupa de noivinha? Vai tomar no cú seu mentiroso, nota? Zerooooo

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