Revoltada por ser trocada por viado, fui a uma putaria grupal com o moto-taxi.

Um conto erótico de LapinhaBaiana
Categoria: Heterossexual
Contém 2060 palavras
Data: 07/09/2020 00:26:32

Num sabadão de sol e calor Negão me liga:

- E aí Negona, afim de dar um rolé amanhã na casa de um amigo?

Eu já estava possessa da vida com a ida de Zezéu pra Natal, respondi na lata:

- Claro, Negão. Só se tiver muita cachaça porque tô afim de ficar louca.

- Vai ter com certeza. Mas vai ficar louca também em cima da minha pica. Amanhã lá não se acanhe em me dar essa buceta quente não, viu.

- Só a buceta? Você tá ficando fraco, Negão.

- Eta negona foguenta do cabrunco!

- Sim. Amanhã que horas?

- Umas 10. Te pego em sua casa.

- Feito!

Dia seguinte ele me pegou em casa já era quase 11. Seguimos pra fazenda de um amigo dele. Havia lá 2 carros e um bocado de moto.

A casa era bem grande. Adentramos, já que estava tudo escancarado, e um pagodão baiano tocando do outro lado da casa.

Atravessando a sala havia de cara um casal se lascando aos beijos e amassos. Chegamos na piscina havia umas piriguetes assanhadas dentro, uns caras bebendo e conversando em pé.

- Ô-rrô meu parceiro! - Chegou um doido falando com Negão. - Chega aí meu broder.

Negão falou com os caras.

- E essa malandra aí, quem é? - Perguntou um com cara de gaiato.

- Lapinha - Respondi.

- Jogou duro, malandro. Tá comendo em um bom prato.

Eu não ligo pra esses palavreado mas estava atordoada, larguei eles lá, tirei a roupa e me joguei na piscina. Olhei com cautela as piriguetes e não tinha nenhuma conhecida. Ao menos não foram metidas e tiradas a pão com ovo e logo se entrosaram comigo. Uma delas gritou logo pra um cara lá me levar uma cerveja.

- Na hora. Vocês que mandam. - Respondeu ele me levando a cerveja.

Com meus tímpanos calibrados, conseguia conversar com as meninas e ouvir alguma coisa lá dos rapazes.

- Cara, é verdade? Fiquei sabendo de uma onda assim mesmo, pô.

- Foi. Trocou por um viado.

Eu já tava cansada desse assunto e queria liberdade.

Falei às meninas:

- Banheiro aqui encontro aonde?

- Vai no da sala que ficou para as mulheres. Os dali tem um trancado e outro que ficou para os homens.

Lembrei que havia visto um na sala.

Quando passo na sala, ouvi um geme-geme, um bate-bate de virilha, curiosa né, botei a cara no corredor e dei de cara com um homem branco, meio coroa arretado, até bonito o safado, cabeça pelada, todo forte mas com uma barriga saliente, em cima de uma piriguete que mal saiu do ovo. Estavam no maior love, de porta arreganhada. Pararam, me olharam, ele riu e disse:

- Seja bem-vinda!

A piriguete deu uma chupada no pescoço dele, pensei: Misericórdia! - Eu acenei com a maior vergonha (logo eu... a puritana da Bahia) e entrei para o banheiro.

Voltando pra piscina chamei Negão de lado:

- Até quando você vai ficar revivendo essa história na minha mente?

- Que história?

- De Zezéu.

- Foi mal, Negona, o cara que disse que conhecia vocês e o assunto rolou. Mas todo mundo sabia já.

Nesse meio tempo chegou um cara.

- Bal, você mesmo meu chapa. Arruma aí 50 conto pra rachar a farinha.

Olhei pra Negão.

- 50 reais de cada pra comprar farinha, uma coisa tão barata?

- Relaxa, Negona, vai curtir o sol, a piscina, toma aqui mais uma cerveja.

Ele mesmo abriu, peguei a lata, e fui pra piscina.

Os caras nenhum ficou de sunga, eu doida pra ver as malas. Ficaram de bermuda, sem camisa, caíram na água e foi a maior farra e algazarra.

Negão, tadinho, todo magrão alto, sem coxas, a bermuda ficou no meio da bunda (mas redondinha... uma fofura durinha). Se bem que ele é um magro gostoso.

Umas meia hora depois o cara que pediu o dinheiro chegou, levantou os braços e ficou paradão lá com a cara pra cima, sorriso largo, segurando um saquinho e gritou:

- Cadê o rebanho de aspirador?

Os cara da piscina foram a loucura e começaram gritar juntos iguais uns bocó:

- Uh! Uh! Uh! Uh!...

Saiu tudo da água, e só ali vim perceber a que tipo de farinha eles se referiam.

Eu nunca sabia que Negão curtia. Ele se misturou com os caras, e foi tudo pra uma mesa junto da piscina. Só depois que os homens usaram chamaram as meninas. Eu sou louca, mas não a esse ponto. Só eu e mais duas não quisemos porque não curtimos.

Outro cara entrou na casa e trouxe o outro que vi trepando. Ele veio todo alegre arrumando a mala ainda dura dentro da cueca (só ele estava de cueca, nem sunga foi). Ele me deu uma olhada de tarado e não desgrudou mais os olhos. Negão percebeu.

Com uma cara de tarado, ele perguntou:

- Porra! Quem é?

- Tira o olho, traíra, já tem dono. - Respondeu Negão mas em forma de brincadeira.

O coroa se chegou até a beira da piscina.

- Prazer! Túlio. Mas me chama do que você desejar.

Apertei a mão dele.

- Prazer! Lapinha.

Algum tempo depois o cara que entrou pra chamar ele voltou com a piriguete que ele tava comendo. Ele voltou com a rola dura dentro da bermuda, enquanto arrumava o pacote dentro dela, e a piriguete arrumava o biquíni.

Estava comendo. Kkkkkkk. Estavam errados não, óbvio.

Os caras ficaram mais alegres do que já tavam. Foi um tal de um suar de nariz, dança-dança, meteram arrocha, voltaram tudo pra piscina, ali começou a piriguetagem.

Negão me puxou pra beira, me arrancando beijos fortes, apertado minha bunda, meus peitos, me meteu a mão na buceta que pensei que ia arrancar meu pinguelo. Outras piriguetes já tavam com a rola dos caras na mão, tinha homem beijando uma e com a mão enfiada na bunda da outra.

Falei baixinho no ouvido de Negão pra não me acharem tirada a falsa moralista:

- Não tô muito a vontade.

Eu realmente não estava a vontade ali. (oh... a virgem donzela com vergonha de tomar na buceta junto com as outras).

- Vamos pra outro lugar então, quero essa bucetona gulosa.

Os olhos de Negão estavam igual brasa, ele ficou sério e com cara de tão tarado que chega estava escorrendo saliva pela canto da boca.

Na sala só havia um casal que já estavam furando em pé, no canto da parede.

Negão me jogou deitada no sofá, puxou meu biquíni pro lado e fez o que de melhor fazia, deu uma bela abocanhada na minha buceta que chega arrepiou até o couro cabeludo, o cu deu uma estufada logo de tanto tesão. Aí fiquei a vontade.

Negão deu uns beijos no meu cuzinho fazendo bico, deu umas lambida que merecia aplausos, e me deu uma chupada louca nele. Fiquei maluca.

Negão voltou, me arrancou beijos na boca, abriu o velcro da bermuda, puxou a pica dura pra fora, e tô sentindo empurrando a porra na minha buceta.

- Cadê a camisinha, Negão? Tira.

- Porra negona! Esqueci. Mas só hoje. Libera aí.

E foi metendo assim mesmo.

- Não Negão. Você é gostoso mas já tenho 3 diabinhos. Arruma camisinha com alguém aí.

- No cu então.

- Pode ser.

Negão desceu mais a rola, empurrou e largou ela dentro do me rabo. A rola de Negão tava tão melada e meu rabo tão melado de tanta lambida, tão estufado de tesão que a porra do cu nem precisou ser lubrificado, a pica de Negão escorregou e parou no fundo. Apesar que ele tem a pica comprida mas não é tão grossa, parece uma serpente.

Eu no sofá de pernas pra cima, Negão em cima de mim comendo meu cu, deitado corpo a corpo, socando igual louco condenado a forca, e não gozou tão rápido igual das outras vezes.

Eu estava tão louca de tesão no cu, aos beijos quente com Bal que nem vi o coroa chegar, só ouvi a voz:

- Caralho... issss... porra sacana... tá comendo é a porra do chicote.

(Chicote aqui na Bahia é um dos apelidos do cu).

Negão não se importou e continuou ali doido em cima de mim. Eu também não liguei.

O coroa colocou uma porra de um rolo grosso e duro pra fora, por baixo da cueca e ficou massageando a pica.

Fiquei abismada porque ele havia acabado de trepar com a piriguete a mais ou menos uma hora atrás. Bem, só não sei se ele havia gozado.

Ele me olhou com cara de safado maluco tarado; eu vi porque eu estava com a cara pra cima. Ele ficou balançando a cabeça com boca de quem fazia: iiissss....

Ele olhou por baixo de mim, e passou a mão na minha bunda.

- Calma aí, amigão. Lá fora tem muita mulherada, porra. - Disse Negão.

- Caramba velho, mas não que dá o rabo.

- Tem sim. Fulana da a bunda, cara.

Olhei pra Negão assim e perguntei:

- Como tu sabe, safado?

- Ela é rodada. - Respondeu ele.

- Mas ela tá dando pra Fulano, agora. - Disse o coroa.

- Mas depois você come. Vai lá porra.

O coroa deu uma lambida nos lábios, me deu uma piscada e saiu.

Daqui a pouco um e outro bota a cara pra dentro, e comentava:

- Caramba! No cu, velho.

Outro dizia:

- O negão tá bem servido.

Outro dizia:

- Ô tora do cabrunco.

Ops! Pelo visto um ali observou a rola de Negão. Bem, não é da minha conta.

Quando finalmente pensei que ia sair com o cu todo esfolado, Negão começa gritar em cima de mim... urrar na verdade; sei que foi de propósito pra chamar atenção, e mais uma vez um bota-bota de cara pra dentro.

- Porra! Largou dentro.

Negão se tremia todo em cima de mim urrando, parecendo que estava tendo um ataque de epilepsia. Se largou em cima de mim, me deu beijos malucos, arrancou a rola de dentro do meu chicote, sentou no chão com a cabeça em cima do sofá, relaxando.

Concluo amanhã, queridos e queridas. Bebi em casa mesmo e tô louca. Meu passarinho foi cuidar do pai e tô em casa num feriadão porque a porra do corona e das mortes voltou subir aqui na cidade. Divulgaram queda, mas fontes confiáveis informaram que é estratégia política. Mas não tô aqui pra falar de doença nem política.

#########################

Amores, desculpa a demora. Eu estava sem estrutura emocional pela perda de uma grande amiga, e pra completar meu filho me mostrou no facebook fotos de meu ex-marido traíra, com meu ex-amigo traíra em algum lugar de Santa Catarina, curtindo neve. Não sei porque ainda insisto em ver fotos deles porque isso ainda acaba comigo, mesmo tendo meu passarinho Robertinho aqui do lado me comendo todo dia. Pra piorar meu filho mais velho tá chegando em casa tarde, vive sempre com dinheiro no bolso, diz ele que o tio, irmão de Zezéu que dá dinheiro; mas não confio no irmão de Zezéu, ele pode acobertar já que ele é louco pelos meus filhos e certamente não gosta mais de mim. Sobre chegar tarde ele diz porque fica com amigos trocando idéia (vejo mesmo com outros rapazes por aí) mas quem é mãe sabe que ficamos sempre preocupadas, afinam essa juventude de hoje tá perigosa.

Já disse a ele: só não quero que você vire bandido nem dê a bunda pra conseguir dinheiro senão eu não espero polícia nem facção te matar porque eu mesma te mato. Ainda avisei pros vagabundos da rua e da rua onde eu morava antes: se souber que algum vagabundo botou filho meu em mal caminho, comparsa deles podem me matar, mas mando antes ao menos meia dúzia deles pra cidade do pé junto.

Mas sobre dar o rabo gente, tô brincando, não sou preconceituosa. Se souber que ele anda dando eu só dou uma surra de arrancar a pele, esvazio a bunda gorda dele a socos e arranco a rola dele a cortes de alicate de unha, mas deixo vivo. Prefiro mil vezes uma bicha em casa do que bandido apanhando de polícia, de grupo rival ou morto por causa de malandragem. Tenho amigas que perderam filho por cursa disso e percebo o quanto é doloroso. Já vi rapazes crescerem e não chegarem aos 18 por causa de vida torta. Seria frustrante ver filho meu, cada barra de negão bonito dar pra viado, mas em relação a vida banida, prefiro que lasquem o cu na madeira.

Ótima noite a todos! Vão desculpando a demora e a revolta mas é que esse feriadão eu em casa mexeu comigo.

Beijos!

Siga a Casa dos Contos no Instagram!

Este conto recebeu 15 estrelas.
Incentive LapinhaBaiana a escrever mais dando estrelas.
Cadastre-se gratuitamente ou faça login para prestigiar e incentivar o autor dando estrelas.

Comentários

Este comentário não está disponível
Foto de perfil genérica

Vc sumiu gostosa. Sempre procuro a continuação.

0 0
Foto de perfil genérica

Pena q tu não gosta de polícia safadona, senão ia em qq lugar dessa Bahia só pra ver se essa buceta eh assim pegano fogo como tu diz. Tesão do caralho. Pena esse po q rolou aí mas hj em dia isso eh normal. Ninguém mais tem grilo qnto a isso mais não

0 0
Foto de perfil genérica

Maravilhos conto Lapinha...tava com saudades dos seus textos, tomara que o próximo conto venha logo.

Nota 10 mulher...

0 0
Foto de perfil genérica

Baiano relatando uma história é viagem,hehehehehehe... Muito bom,Lapinha. O bicho pegou legal depois,não foi? Quanto aos últimos parágrafos,fica de olho no moleque mesmo. Não queremos que sua preocupação atrapalhe sua vida sexual e seus belos relatos.

0 0