Sendo Chupado na balada e gozando três vezes pra boqueteira loira

Um conto erótico de Domadordecus
Categoria: Heterossexual
Contém 933 palavras
Data: 12/04/2020 01:58:14

Agarrava-me e experimentava os bagos como se fossem uvas. Na frente de outros desconhecidos, uma desconhecida me despia e se deleitava em meu sexo. Primeiro as bolas, passava a língua, enquanto triunfante agarrava meu mastro como se fosse uma bandeira. Eu urrava de tesão, meu corpo estava quente, a boca dela era apertada e molhada. O sofá de couro branco já molhado pela quentura de nossos atos. A cor avermelhada de seus lábios se tingindo em minha pele branca com um misto de saliva e suor. Escorrendo de tua boca pequenas babas. Ela tão branca como eu. Seus cabelos longos e dourados como as manhãs de verão. Sua vaidade a atua destes tempos.

Sua gula, altamente exagera. Se deliciava com minha pica na boca. A cabeçola batia fundo em seu céu da boca, indo e voltando. Golpeando forte a parede da boca. Eu já sem me importar com quem estava perto, começo a urrar como um animal e exigir:

- "Engole tudo vagabunda"

- "Que delícia de chupada, caralho"

- "Ta gostando da minha rola?

Ela murmurava alguma coisa. Tirava meu mastro para respirar, dizendo "ta uma delícia seu gostoso" Ria fazendo cara de safada e batia minha pica babada contra seu rosto. Voltara a chupar um pouco mais, só a cabeça, somente para me provocar, mamadas rápidas. Me olhando nos olhos. Me deixando maluco. Em poucos instantes ela começa uma sucção insana. Engolindo o pau inteiro e eu me amolece e eu esporro jatos quentes em sua boca. Depois de engolir tudo. Ela volta a passar a língua no meu membro inteiro. Limpando-o da primeira jatada. O que faz o sangue bombar e o meu pau ainda continuar exuberante. Mesmo após a primeira gozada. Meu pau ficava jateando pequenas quantidades de esperma que perfumava ainda mais o seu rosto. O ambiente envolta de nós já cheirava a porra. Todos nos olhavam curiosos e excitados.

Ela arranca sua blusinha, pula em cima de mim me deitando no sofá de couro. O bico de suas tetas estavam duros, seus pelos arrepiados. Me beija com ainda mais faminta por mim. Caçando minha saliva, sugava a minha língua como se fosse uma rola. Bêbada e devassa. Arrancava sua calça exibido sua bela raba em uma calcinha fio dental. Tira a calcinha também. Pula em cima de mim, e senta a buceta de pelos loirinhos na minha boca. Enquanto eu chupava sua grutinha toda molhadinha. Ela rebolava na minha língua. Gemendo alto, de olhos fechados e suada. Segurando minha cabeça e controlando aonde eu a chupara. Eu a apertava seu rabo volumoso e a pressionava seu grelho contra minha boca. O que me dava profundidade para além de chupar seu grelinho duro, também me lambuzar de seu melzinho passando pelos grandes e pequenos lábios. Seu corpo inteiro tremia incendiava em brasa. Em poucos minutos ela gozou gostoso na minha boca. Mas mesmo assim, eu não parava de passar minha língua nela. Eu me melei completamente em seu gozo. E só parei de beber diretamente da fonte porque ela saiu de cima. Se jogou pra trás, me xingando de filho da puta. Eu adoro quando elas me xingam. Meu pau que estava meia bomba enrijeceu de uma vez.

Ainda ofegantes, ríamos febrilmente. Mas nunca satisfeitos. Ela Sacode os peitões insinuando uma espanhola. Ela desce para chão, me pede para sentar, afasta minhas pernas. Entra no meio delas. E com suas mamas carnudas abraçam o meu cacete. Sua pele era lisa e cheirosa como uma rosa branca. Sua cara de putinha de deliciava a cada gemido que eu soltava. Depois de uma meia hora entre suas mamas carnudas e suculentas. Indo e vindo. Indo e vindo com mais força. Gozo outra vez, agora seus peitões. Enquanto eu jorrava leite de macho por todos os cantos um pouco foi parar em seus lábios. Ela passou o dedo limpando e depois lambeu. dizendo que a porra docinha como a minha era um desperdício não engolir.

Ela, novamente me abocanhava com a língua, para não deixar nenhum resquício de porra. O cheiro de sexo já estava completo no ambiente. Sua cara cheirava a esperma como o de uma boa boqueteira. Sua boca macia abraçava o meu pau com gentileza, cada vez mais fundo. Ela conseguiu o deixar duro novamente em questão de poucos minutos. Até conseguira a proeza de engolir-me até as bolas. Bufava com tudo na boca. Tirava da boca, me beijava devagar, me provocando. Escorria para meus ouvidos e vinha dizendo algumas putarias, enquanto tocava-me uma punheta. Eu completamente entregue a essa puta, só urrava clamando-a vagabunda.

Eu a coloco ajoelhada e de tanto tesão que estou sou tomado pelo espírito domador que há em mim. Eu agarro sues cabelos pela parte de trás, pressionando sua cabeça contra a minha pica. Assim, fodia a sua boca como se fosse uma buceta. Eu de olhos fechados bombava a sua boca, urrando como um lobo. Eu a fodia sem me importar com nada. Ela se tocava com a mão direita, tão rápida quanto eu socando pica boca adentro. Eu tirava e punha até o fundo. Tirando e pondo.Até que gozo pela última vez empurrando sua sua cabeça contra a minha pica. Com tudo na boca jorro grandes jatos de porra direto em sua garganta. Ela tenta tirar o meu pau da boca, mas eu seguro um pouco mais. Até que vou tirando aos poucos e ela me olhando com um olhar vazio e submisso. Me agradece pela gozada. Se limpa um pouco da maquiagem completamente destruída. Pega suas roupas, me da um cartão com seu nome e número e vai em direção ao banheiro.

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Comentários

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Que gostoso, fiquei daquele jeito! Dá uma lida nos meus também, espero que goste.

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