O DEVORADOR DE MUNDOS (PARTE 01)

Um conto erótico de O BEM AMADO
Categoria: Heterossexual
Contém 1131 palavras
Data: 25/02/2020 23:16:36

Roxana, A Dama da Lua, estava sentada em seu trono observando através do olho que tu vê; repentinamente ela sentiu um calafrio percorrer sua espinha …, algo estava fora do lugar …, algo tenebroso estava a caminho …

A linda mulher de cabelos platinados, levantou-se do trono e caminhou até o terraço do Castelo do Ar; olhou ao redor, tentando pressentir o que estava errado …, logo percebeu que não havia nada errado, mas sim, havia algo tenebroso proveniente das profundezas da escuridão. Mentalizou um apelo. Em poucos minutos Ilana, a Guerreira de Órion materializara-se ao seu lado. “A Senhora me chamou, minha Dama?”, ela perguntou, sempre com seu tom de voz firme e determinado.

-Sim, chamei – respondeu a Dama mantendo o olhar fixo no horizonte – Senti uma vibração …, uma ameaça vinda da escuridão eterna …, preciso que você vá até lá e impeça essa maledicência chegue ate o mundo exterior …

-E o que ela quer, Minha Dama – perguntou Ilana, ainda sem pessoalidade.

-Ela quer a mim – respondeu Roxana, sem demonstrar hesitação – Ela vem para plantar sua semente maligna dentro de mim …, por isso, é vital que você a impeça …, mas, tenha muito cuidado …, ela é perigosa e ardilosa …, pode assumir mil faces …

-Terei todo o cuidado, Minha Dama – respondeu Ilana, aproximando-se de sua líder e tocando sua mão – Faço tudo pelo seu bem-estar …, sabes disso …

-Sim, eu sei, meu amor – respondeu Roxana, dirigindo o olhar para o rosto firme de sua capitã – É por essa razão que preciso que tenhas todo o cuidado …, perder-te seria demais para mim!

Sem esperar por resposta, Ilana desapareceu no ar, deixando Roxana a sós, envolvida em seus temores e preocupações. Horas depois, ao entrar em seus aposentos, a Dama da Lua percebeu uma outra presença …, uma presença doce e sutil. Caminhou até sua cama e vislumbrou o corpo desnudo de Ilana, que jazia sobre ela, tendo um olhar lânguido e cheio de desejo. Roxana livrou-se de suas vestes e atirou-se sobre o corpo da guerreira.

Foi uma sucessão devastadora de beijos profusos, ousadas carícias e um desejo insaciável que não conhecia limites; Roxana mergulhou seu rosto entre as pernas de Ilana, saboreando seu sexo quente e úmido, apreciando seus gemidos insanos que surgiam a cada novo orgasmo que seu corpo experimentava. Logo depois, foi a vez da guerreira apreciar o sabor agridoce do sexo ardente de sua amada; o ambiente era tomado por gemidos, gritos abafados, suspiros e respirações ofegantes.

O clímax aproximava-se a passos largos …, e aconteceu quando Ilana pôs a mão entre as pernas, puxando para fora um pequeno membro fálico, fruto de sua origem hermafrodita; ela, então, colocou a Dama sobre a cama, abriu suas pernas gentilmente, e penetrou-a com um único e profundo golpe; Roxana gemeu alto ao sentir-se preenchida pelo falo de sua amante; copularam freneticamente, como se tempo e espaço nada significassem …, e depois de horas, o gozo conjunto sobreveio quente e caudaloso, levando as amantes aos píncaros de uma sensação inédita que as colocou fora do doce combate.

Exaustas, ofegantes, mas felizes e satisfeitas, Roxana e Ilana adormeceram profundamente, deixando para trás um mundo de preocupações, medos e temores. Abraçadas como sempre, usufruíram do calor de seus corpos, enquanto o manto da noite cobria céus e terras, trazendo consigo o profundo silêncio que a todos os receios acolhe.

E quando os primeiros raios de sol da manhã invadiram despudoradamente os aposentos de Roxana, ela acordou e viu-se só em sua cama …, Ilana partira para sua missão, e o coração da Dama sentiu um doloroso aperto de quem perdera algo que lhe era extremamente valioso. Logo, ela viu-se obrigada a deixar seus medos de lado, pois o ambiente enchera-se de criadas, prontas para servi-la como sempre o faziam.

Montada em seu dragão de asas rubras, conhecido como Elrod, Ilana seguia pelas fendas do tempo/espaço, dirigindo-se para o local mais perigoso do Universo …, o canto mais recôndito e esquecido …, a morada do Devorador de Mundos …, e ela sabia que era um ambiente ameaçador e repleto de armadilhas …, ela o conhecera muito tempo antes, quando fora treinada por seu Mestre da Luz Eterna, mas com a orientação dele, sagrou-se vencedora de algumas batalhas.

Todavia, agora, não se tratava apenas de mais uma batalha com o fito de manter protegido o resto do Universo da sanha voraz do Devorador …, sim, ele …, Hagar, o Devorador …, filho da escuridão …, diziam as lendas que ele fora o único que nascera e frutificara no mundo da escuridão, tornando-se seu predileto e herdando todos os poderes maléficos que o levaram a uma tentativa frustrada de conquistar o Universo, submetendo todos os viventes a uma eternidade mergulhada em escuridão, dor, sofrimento e abandono, e que foi rechaçada pelas forças lideradas por Roxana e pelo Mestre da Luz Eterna que acabou por sucumbir ao final da contenda.

A visão de um pequeno planeta que orbitava nos limites fronteiriços da escuridão, chamaram a atenção da guerreira, sussurrando algo no ouvido atento de Elrod, que, imediatamente, agitou suas enormes asas, planando em direção ao planeta.

Assim que pousou, Ilana foi recebida por Melida, a Senhora daquele antro de perdição, onde todos os viventes desviados encontravam algo para saciar seus desejos pérfidos e inaceitáveis. Melida sorriu e perguntou o que a Guerreira de Órion fazia em seus domínios.

-Preciso de acesso a mundo da escuridão – respondeu Ilana sem perda de tempo – Tens algum incauto disposto a ganhar para me conduzir.

-Eu mesmo te conduziria, linda guerreira – respondeu Melida com um sorriso sarcástico – Mas, não posso fazê-lo …, todavia, tenho alguém que possa lhe ser útil …, e isso vai custar alguma coisa.

Ilana sorriu com ironia e limitou-se a dizer: “Sei o que queres, sua vadia! Vamos logo com isso, que não tenho muito tempo!”. Em poucos minutos, Ilana desfrutava de uma refeição nos aposentos de Melida, apreciando uma dança exóticas de mulheres com três seios, cujos movimentos eram reproduções grosseiras de um coito forçado.

Ilana não queria perder muito tempo, e assim, despiu-se e partiu para cima de Melida; a guerreira saboreou os enormes peitos da libertina, dedilhando seu sexo liso e úmido; ouvindo os gemidos insanos de Melida, Ilana jogou-a sobre a cama e ordenou que abrisse as pernas, enquanto ela sacava seu membro já rígido e pulsante.

Meteu o membro nas entranhas da libertina, golpeando com movimentos rápidos e profundos, ouvindo-a grunhir e mugir com voz gutural a cada gozo que varria seu corpo, enlouquecendo-a de prazer; Ilana não lhe deu trégua, mamando os peitos e golpeando cada vez mais forte e profundo. Por algum tempo, a guerreira aplicou a deliciosa tortura no corpo de sua parceira, e não fosse sua pressa em sair dali, poderia permanecer por horas e até mesmo, dias, penetrando o sexo insaciável de sua parceira; acelerou seus movimentos até que o gozo sobreveio intenso e volumoso. Algum tempo depois ...

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