A PIZZARIA Fase 3 - capítulo 9

Um conto erótico de Carlao
Categoria: Heterossexual
Contém 2503 palavras
Data: 29/10/2019 13:49:20
Última revisão: 29/10/2019 14:01:09
Assuntos: Heterossexual

A PIZZARIA – FASE 3 - CAPÍTULO 9

Atenção:

Atendendo aos pedidos, esse é o oitavo capítulo da Fase 3, da série “A PIZZARIA”. Antes de prosseguir com a leitura, leia, neste mesmo site, a fase 1 da série original (A PIZZARIA), do mesmo autor.

A “Fase 3 ” apresenta o total de 20 capítulos mais longos e será postado um, ou dois, semanalmente nesse site, até o final.

Caso alguém se interesse em receber os 20 capítulos de uma vez, os mesmos serão enviados em arquivo único PDF, com 240 páginas, aproximadamente, através de e-mail, mediante o pagamento de R$10, 00 (dez reais) em depósito bancário no Banco do Brasil, Bradesco ou CEF (Lotéricas) sem a necessidade de identificação do depositante e/ou do envio do comprovante do depósito. Basta fazer o pedido através do e-mail do autor.

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Obrigado.

A PIZZARIA – FASE 3

CAPÍTULO 9

No sábado à tarde decidi não sair de casa e optei por tomar algumas cervejas assistindo ao futebol na TV. Como a Ticiane já havia chegado de Belo Horizonte, a Vera resolveu ir à cidade vizinha afim de estar com ela na casa da sua outra filha, Kátia. Assim, após o jogo fui leva-la à rodoviária, torcendo para que uma blitz da lei seca não me abordasse nesse trajeto.

Achei melhor que ela se fosse mesmo, pois nunca poderíamos saber se o Lelis iria novamente aparecer em nossa casa atrás da Denise. Mas, se ele viesse, certamente iria “bater com a cara na parede”, pois, pelo que eu conheço da minha esposa, mesmo em silêncio, a intuição me dizia que ela queria ficar com o Magno novamente. Entretanto, o cansaço me dominara nesse final de semana, de tal forma que, agora, a minha única opção seria mesmo as loiras geladas.

Todavia, a minha mulher estava inquieta, demonstrando querer “aprontar”. Então, ela veio me perguntar:

—Você acha que o Lelis está na Dona Cida, Edu?

—Deve estar sim, Denise. Amanhã é domingo, dia de descanso né?

—E além do mais ele já ficou bom tempo a sós com você aqui.

E, fingindo-me de desentendido em relação à sua pretensão, comentei com ela:

—Nossa Denise. Você passou a noite com ele e já tá querendo de novo?

Não gostando da minha observação, ela me retruca zangada:

—Quem disse que eu tô afim dele, Edu?

—Se liga cara! Encerrou.

Eu pensei em provocá-la dizendo-lhe que ela estaria doida de vontade de ficar com o Magno, mas, me abstive dessa vez, porque essas conversas nos excitam e sempre terminamos transando. Deduzi que o Magno, assim como eu, estaria cansado de buceta e, por isso, o dia já estaria encerrado nesse aspecto.

Por eu ter me excedido com as bebidas, acabei adormecendo logo sem sequer tomar banho ou jantar. No entanto, acordei bem mais cedo do que o costume, ainda mais em se tratando de um domingo. Denise dormia sono profundo no canto da cama, vestindo camisola curta, e sem calcinha. Sua bucetinha depilada, inteira à mostra era bom convite a uma trepada matinal mas, ainda sentindo um pouco o efeito da ressaca, sem contar que eu me apresentava com o corpo suado, por ter apagado sem tomar banho, decidi não despertá-la e fui me lavar.

Ao sair do banheiro veio a fome, e então resolvi ir à cozinha fazer o café, já pensando em tomá-lo com os pães amanhecidos quando, nessa hora, o telefone toca: era o Magno, perguntando-me pela Vera. Daí eu lhe expliquei que ela fora à cidade vizinha, ao encontro das duas filhas.

Então, ele me comunicou:

—Edu, antes de dormirmos, a Alessandra me pediu pra eu convidá-los pra sairmos nós quatro de novo.

—Sairmos quando, Magno?

—Daqui a pouco, Edu!

—Nossa. Que isso Magno, tão cedo assim?

Não me animando muito com a ideia, perguntei-lhe:

—A Alessandra tá afim mesmo, Magno?

Sem cerimônia, ele me respondeu afirmativamente:

—Sim, Edu. E eu quero a sua cunhada de novo.

—Humm.

Foi então que eu me lembrei do Lelis e perguntei a ele:

—Mas o seu cunhado está aí, Magno? Ele é barra hein?

—Sem problema, Edu... e corrigiu:

—Aliás, temos problema porque ele vai sair com o nosso carro, Edu.

—Portanto, estamos a pé!

—Mas aonde o Leleco irá no seu carro a essa hora Magno?

—Ele me disse que marcou com uma loirinha que mora num sítio. Amiga dele da vez passada.

E tentou dizer o nome:

—Ela se chama......ro...

—Seria Rose, Magno?

—Isso mesmo, Edu. Você conhece?

—Conheço Magno. Loirinha gata viu!

Daí, ele me advertiu sorrindo:

—Cuidado, Edu. Não fique falando bem dessas gatas não, porque se a minha mulher ouvir isso você terá problema, hein.

—Tranquilo Magno. Sou um túmulo!

Infelizmente, ele estava certo, pois, em se tratando de eu ficar com a Alessandra, todo cuidado seria pouco. E nem digo por ciúme, até porque eu não seria tonto em imaginar que ela ainda me amasse, principalmente agora que surgira o malsinado Tobias na sua vida. Mas, ao contrário da Denise, e de algumas outras, Alessandra era especial e exigia exclusividade. Era sim, uma mulher séria, e porque não dizer, direita, se comparada com as demais. Era mulher para poucos. Consolei-me.

Tudo nessa vida tem um preço, de tal forma que, sabe-se lá porque, eu parecia sentir-me umbilicalmente ligado a ela. E mesmo após tanto tempo, eu ainda não sabia definir ao certo se isso seria amor, ou fetiche de ter sido o primeiro homem da sua vida e ela a minha primeira mulher, logicamente, desconsiderando-se os nossos casamentos. E esse preço a ser pago seria eu subordinar-me aos seus desmandos, inclusive oferecendo novas e boas oportunidades de alcova para o seu marido. Que o diga a Denise e, recentemente, a minha encantadora cunhada.

Antes de continuar, notei que ele pestanejara um pouco, talvez querendo me questionar se eu já havia comido a Rose. Mas, discreto como sempre, Magno nada me perguntou e tampouco eu quis mencionar algo em desabono à loirinha gostosa, ainda mais depois de ele ter me alertado quanto a isso. Assimilei que nada faria para desagradar a Alessandra, principalmente agora que eu ganhara o seu delicioso cuzinho.

No íntimo, eu percebia que, em se tratando da sua esposa, Magno demonstrava preferência para que eu fosse o outro, e isso, de certa forma, enchia-me de orgulho. Ter a mulher que amo, com a condescendência do seu marido, era tudo que eu poderia desejar, e portanto, da mesma forma, eu deveria retribuí-lo. Como dizem, “uma mão lava a outra!” Então, antes de continuar, doravante, eu decidi que nas minhas conversas com o casal eu iria parar de mencionar outras pessoas com as quais eu já tivesse ficado.

Por isso, pensei comigo:

—Segredo deve sempre ser “a alma do negócio”.

Em seguida, ele me falou:

—Pois é, Edu. Ele me disse que ela – Rose - mora com o pai idoso e que o marido viajou. Por isso irá dormir por lá.

E completou:

—Acho que ele só retorna na terça feira, entende.

Fiquei feliz com a notícia, pois essa vinda do Leleco, sem mulher e nada para nos oferecer estava atrapalhando sobremaneira os meus encontros com a amada. Parece que nunca mais seria como naqueles saudosos tempos em que a Denise curtia o Magno a todo instante, e eu, a minha doce princesa Alessandra. Como era lindo e feliz aquele nosso mundo mágico cheio de fantasia e cumplicidade! Parecia termos firmado um maravilhoso e silente pacto de fidelidade entre nós quatro.

Mas, Infelizmente, depois que eles se foram, eu descuidei-me e a Denise trilhou por caminhos tortuosos. Tive que reconhecer um “mea culpa”, pois também vacilei achando-me um Don Juan tupiniquim, situação que nada acrescentou à minha vida, que não fosse a perda do meu verdadeiro amor. Agora, chorar o leite derramado era tardio. Se bem que, numa cômica e literal inflexão, eu literalmente derramara o meu leite para muitas gostosas. Se valeu ou não a pena, só mesmo o tempo irá dizer.

Daí eu lhe respondi:

—Ótimo Magno.....que ele fique por lá né?

—Sim, tomara! Mas como faremos Edu?

—Nós poderíamos sair no meu carro, Magno.

E observei:

—Só torcer pra Denise não acordar quando eu estiver tirando o carro da garagem.

Então, ele mudou o assunto perguntando-me:

—Falando da Denise, como ela está Edu?

—Ela está bem Magno. Ainda dormindo sem calcinha, e com a bucetinha de fora!

Nessa hora, ele riu e comentou:

—Você é foda, hein, Edu.

E, saindo da sua costumeira seriedade, atrevidamente, completou:

—Você sabe que eu gosto da bucetinha da sua mulher, né Edu?

—Sim, Magno. Nós sabemos.

Daí, em homenagem à amada Alessandra, e como eu já sabia de antemão que a Denise estava doida de vontade de foder com ele, decidi dar esse presente a ela, agradando a ambos com um só gesto:

—Porque não deixamos esse lance da Vera pra depois do almoço ou à tarde e daí você viria agora “pegar” a Denise aqui em casa, Magno?

—Hummm.

Então, ele me falou:

—E como eu faria pra ir até aí, Edu? O Lelis já tá saindo com o meu carro.

—Estou literalmente a pé!

Eu lhe respondi:

—Fica sossegado, Magno. Eu vou te buscar agora mesmo!

Ele explicou-me:

—Mas a Alessandra ainda não está pronta pra sair, Edu.

E completou:

—Na verdade, ela ainda não acordou, pois me falou desse programa (sairmos os quatro outra vez) na madrugada, antes de dormir.

—Sem problema, Magno. Venha sozinho.

—Mas me espere na calçada, fora de casa, pra não nos atrasarmos ok.

—Tranquilo amigo. Pode vir que eu estarei te esperando no portão.

Nessa hora, o meu pau endureceu motivado pelo tesão da nossa conversa, já pensando na foda dos dois.

E como a Denise ainda continuava dormindo profundamente, fui até ela e levantei a sua camisola até a altura dos seios, deixando-a toda despida na parte de baixo, com a barriga, a bunda e as lindas pernas morenas à mostra. Em seguida, vesti-me rapidamente, e fui à casa da Dona Cida buscar o Magno.

No trajeto, fui meditando aonde eu havia chegado: nunca poderia me imaginar saindo de casa num domingo cedo para buscar macho para comer a minha mulher! Eu sabia que isso era errado, mas o fazia motivado pelo estranho e às vezes incompreensível desejo que eu sentia pela Alessandra. Mulher tem mesmo dessas coisas, tentei autoconsolar e me lembrei de um antigo ditado que dizia: “mulher deixa o rico pobre, e o pobre sem vergonha!” E agora eu, literalmente, fazia o papel do pobre sem vergonha. Mas, outro adágio consolou-me: “tudo por um milhão” no caso, “tudo pela Alessandra”. Afinal, quem vai dar é a Denise. Dane-se.

Quando lá cheguei, ele já me esperava no portão, e embarcou. Quando retornamos deixei o carro estacionado na rua, defronte à nossa casa.

Em seguida, adentramos em silêncio e como Magno já conhecia o local dirigiu-se até o quarto e eu o segui. Quando ele vislumbrou a Denise toda à vontade, seminua na cama, agora com a bucetinha lisa inteira à mostra, de pernas entreabertas, ele só exclamou:

—Nossa, que tesão ela está!

Daí eu lhe pedi:

—Tire a roupa, Magno. Pegue essa gostosa!

—Foda ela!

Sem esperar nova ordem, rapidamente ele desvencilhou-se da bermuda, juntamente com a cueca. Logo se livrou da camiseta e dos chinelos, ficando totalmente nu. Sua enorme vara de vinte e quatro centímetros balançava de tesão, enquanto ele espiava a minha esposa adormecida na cama.

Doido de desejo lhe ordenei baixinho:

—Chupa ela, Magno!

—Faz bem gostoso nela!

Então, ele se curvou e aproximou-se da safada. Quando tocou lhe a língua na coxa nua, bem acima do joelho, ela ainda dormia. Entretanto, ao perceber o contato Denise involuntariamente se mexeu, entreabrindo ainda mais as pernas, e arreganhando lhe a buceta. Nessa hora eu vi a boca do Magno encobrir lhe o sexo, dando-lhes frenéticas passadas de língua, com fortes lambidas no clitóris, enfiando a língua no canal da entrada.

Sem nada entender, ela despertou assustada. Tentando fechar as pernas, murmurou:

—O que é isso Edu?

—Que doideira é essa? Deixa eu dormir, tarado!

Nessa hora Magno tirou lhe a boca do sexo, e a despertou de vez com um demorado beijo nos lábios.

Eu só a ouvi exclamar surpresa, olhando para os lados!

—MAAAAAAA

—Onde está o Edu?

Eu lhe respondi:

—Estou aqui, amor. Tá tudo tranquilo.

Começando a entender a situação, ela perguntou-nos:

—Cadê a Alessandra?

Eu lhe respondi:

—Ela não veio. Ele veio sozinho pra ficar com você amor.

E daí, pedi a ele:

—Fode a minha esposa, Magno.

—Poe tudo na bucetinha da cachorra!

E fui involuntariamente me excitando:

—Faça essa piranha gozar, cara!

—Tô mandando, caralho!

Percebendo a situação, Denise agira rápido e já havia se livrado da camisola, ficando totalmente nua na cama, com as pernas abertas, à espera do macho.

Então, ele pincelou a cabeça da enorme tora na entrada da sua gruta, que a sugou com sofreguidão. Pouco a pouco os vinte e quatro centímetros da verga foram sumindo nas suas entranhas, até que as pélvis de ambos se encontraram.

Denise gemia de tesão na enorme vara do macho, até que iniciou um intenso movimento dos quadris, gritando:

—Aiiiiiiiiii Ma.

—Me fode gostoso safadooooooooo

—Deixa esse corno ver você me comer Ma!

—Quero ser puta de novo!

—Aiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii

—Maaaaaaaaaaaaaa

—Que pauzão gostoso Maaaaaaaaaaaaaaaa.

Nessa hora, o macho solta um ensurdecedor urro, dando sinais que estaria gozando junto com a minha esposa:

—UUUUUUUUUUUUUUUUU

—UUUUUUUUUUUUUUUUUU

—TESÃO DE BUCETA!

Passados uns instantes, os dois foram diminuindo os movimentos até ficarem inertes, com ele ainda por cima da minha mulher. Dando-se por satisfeito, o vi tirar o cacete respingando porra da buceta, aparentando sinais de amolecimento. Quando ele a deixou de vez, Denise virou-se de ladinho e nos abraçamos, entrelaçando as nossas pernas. Meu joelho ficou molhado após encostar no seu sexo lambuzado, que escorria esperma, manchando lhe as coxas e o lençol.

Ao nos ver abraçados, Magno nos deixou a sós na cama e dirigiu-se até o banheiro da suíte, carregando consigo suas vestes. Agora mais tranquila, Denise me afagou o rosto, e após beijar-me agradeceu por aquele momento, dizendo-me:

—Obrigada pelo presente, amor,

—Amo você!

—Eu também te amo, Denise.

Eu pensei em entrar novamente no banheiro com a Denise para tomar outro banho, dessa vez na sua companhia. Entretanto, como o Magno já estava vestido, dando-nos sinais de querer ir embora, para não atrapalhar a despedida de ambos, deixei-os a sós, e fui até a cozinha pegar a chaleira para esquentar a água do café.

Magno não quis esperar para tomarmos o café juntos, preferindo fazer o desjejum na casa da Dona Cida, em companhia da sua esposa e da velha tia. Por isso, pedi à Denise para cuidar da chaleira, e lhe avisei que eu levaria o amigo até a casa da idosa, e que na volta eu compraria os pães e as roscas na padaria.

E assim o fiz.

Continua no próximo capítulo ...

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