Fudeção na pensão.

Um conto erótico de Homem Sério
Categoria: Homossexual
Contém 2558 palavras
Data: 15/07/2019 14:02:44
Última revisão: 15/07/2019 22:27:43

Somos de uma família do interior, sou o único filho homem e tenho três irmãs, duas mais velhas e uma mais nova que eu e todas casadas, menos eu. Tenho 38 anos e uma namorada de cinco anos de relacionamento, mas sendo sincero nem penso em me casar.

Nosso pai já faleceu e minha mãe teve um diagnostico a mais de um ano de câncer. Agora ela passara por um tratamento que durará de 60 a 120 dias e será na capital. Ela ficará internada na Santa Casa e eu ficarei hospedado em uma pensão. Por sorte da nossa família uma tia tinha uma amiga que era dona Terezinha que tinha uma pensão perto da região hospitalar. No primeiro dia fiquei na casa mais popular que ela tinha, que confesso que achei horroroso, mas minha tia interveio e ela arranjou uma vaga nas novas instalações que ela havia acabado de inaugurar.

Esqueci-me de apresentar meu nome é Magno, sou tímido, nossa família já teve uma vida mais confortável, mas agora estamos na média nada muito abastardo. Minhas irmãs todas se casaram logo e já tenho oito sobrinhos. Ouço dizer que sou atraente, acho que são meus olhos cinzas-azulados, boca pequena com lábios finos, rosto alongado, narigudo afilado, cabelos curtos e grossos com uma careca aparente. Tenho 1,85cm, peso 80kg, não engordei porque sempre gostei de nadar. Era um esporte solitário como eu gostava.

Voltando as novas instalações da d. Terezinha essas eram adaptadas podendo receber pessoas com pós-operatório, de muletas, cadeirantes e por ai vai. No segundo dia que estava lá chegou um jovem, que também era de uma cidade do interior, que tinha sofrido um acidente e se quebrou bastante. Puxei papo com ele e ele foi falando tudo que aconteceu e que iria ficar um bom tempo por aqui para tratamento e depois fisioterapia.

Ele era um rapaz bem afeiçoado, bonitão e forte. Garotão de 19 anos, que adorava uma aventura, dirigia em alta velocidade e o carro caiu de uma ribanceira e ele se fudeu. Mas, dos males o menor, esta vivo e vai ficar bem e sem sequelas, só uma fase longa e chata de recuperação. Seu nome era Richarlyson , acho que ele estava querendo falar e conversou bastante, rapidamente me contou tudo na sala, enquanto terminavam de arrumar o quarto que ele iria ficar. Eu estava em quarto muito bom, mas eu o dividia com outro senhor. Na estrutura da casa o meu quarto era mais bem localizado que o do Richarlyson, porque tinha menos empecilhos. Ele estava acompanhado do pai e de um primo, o pai voltaria a noite para cidade deles e o primo ficaria com ele mais dois dias para adaptação. Eles estavam tendo uma conversa ruim porque teria que ajuda-lo no banho e outras tarefas íntimas que nenhum homem gosta de fazer para o outro.

Eu cheguei do hospital e fui tomar banho e ele estava de porta aberta e me viu passando e me chamou e ficamos de conversa. Estava me interessando muito pelo Richarlyson, sempre oculto esse meu interesse pelo mesmo sexo. Na natação tinha essa grande vantagem a meu favor porque sempre tinha algum cara nu no vestiário. Eu nunca aceitei isso, cidade do interior o cara que se expunha tinha que ir embora ou era um cabeleireiro cheio de gestos afeminados, que mais pareciam uma mulher.

Mantinha amizades sempre muito formais e levava uma vida padrão, o único desvio era não ter casado ou ter filhos com a minha idade. Mas frequentava as festas da cidade, da igreja e familiares. Não falava palavrão e procurava não chamar atenção. Minha namorada mesmo, eu não tinha tesão nenhum, ficava na maior enrolação e ao longo de todos os anos fizemos sexo uma meia dúzia de vezes. Sempre me tesava quando via algum cara pelado, ficava de olho no pau do cara as escondidas. Também tinha um primo que me saciava na imaginação. Ele era o Waguinho que ao contrário de mim, já tinha se casado duas vezes e não dava certo porque ele era tarado e sempre traia as mulheres de uma forma vexamosa. Ele gostava muito de mim e sempre que ia a minha casa ficava comigo só falando de sexo, ficava pelado na minha frente e até bater punheta ele batia comigo vendo. Eu ficava falando para ele parar de boca pra fora, adorava vê-lo peladão se exibindo. Ele era muito ousado, ás vezes vinha passar a mão na minha bunda e até mesmo pegar no meu pau na brincadeira. Eu dava corda despitadamente, eu aproveitava as visitas dele e me inspirava e conseguia a transar com minha namorada, outras vezes não aguentava e batia uma punheta antes. Quando íamos para fazenda, tomávamos banho juntos e dormíamos no mesmo quarto e ele só pensava em putaria. Eu me excitava muito com ele e ele não demonstrava nenhuma suspeita a meu respeito, só queria me levar para pegar mulher.

Richarlyson teve seu primeiro dia sozinho, tendo que se virar e fazendo as necessidades com dificuldades, mas nem tomou banho. Chegou sábado ele já ia para o segundo dia sem banho, porque o cuidador que eles contrataram não apareceu. Ele me viu e falou: “oh, Magno, o moço que viria me ajudar me deu o bolo, já estou há três dias sem banho.” Eu enchi minha cabeça de caraminholas, mas não tive a esperteza de oferecer ajuda. Eu só disse: é mesmo? -Temos que fazer alguma coisa para te ajudar.

Richarlyson: “a dona Terezinha está tentando me ajudar, não quero ficar falando com o meu pai, porque ele ainda está puto comigo.”

Eu tinha acabado de chegar do hospital e ia tomar banho. Richarlyson: “você me da uma força até o banheiro?” Eu nem acreditei que poderia entrar no banheiro com aquele rapagão, gostosão e bonito e iria vê-lo peladão. Fiquei trêmulo, nervoso, comecei a gaguejar para dizer sim tranquilamente. E tudo seria consentido e ninguém na pensão iria pensar mal de mim.

Falei com ele que só iria vestir um short e pegar toalha e a nécessaire e que voltaria e o ajudaria. Ele logo interferiu e falou: “uê, podemos tomar banho junto?” Eu gaguejando: ôôô, si sim, sim.

Ele precisava de ajuda para tudo como tirar a roupa e não ficava em pé. Peguei os apetrechos de banho dele duas cadeiras de plástico e pus no banheiro e depois o busquei de cadeira de rodas.

Eu usava short sem camisa e tirei o short dele, expondo o pau dele que quando vi de perto ficamos meio sem jeito, mas só que eu estava adorando. Richarlyson tinha um corpo bonito, ele era parrudo, corpo definido, pelos finos e escuros na pele clara. Ele era mais baixo que eu, tinha um peitoral arqueado e definido, coxas grossas, panturrilhas calibradas, assim como a bunda. As costas eram largas e abaixo da cintura descia para o rego uma trilha de pelos bem fininhos. Bíceps e os ombros definidos.

Agora, o pau era lindo. Grosso, cabeça rosada exposta a pontinha avermelhada e parecia que estava se avolumando. As bolas eram grandes e os pentelhos fininhos e escassos emoldurando todo o conjunto.

Eu não aguentei e meu pau subiu, felizmente usava um shortão de basquete bem longo e largo, que não exibia meu mastro duro. Breno deixava um sorriso sem graça na face. Peguei a duchinha e joguei um pouco de água no pau dele. Eu queria mesmo era ensaboar aquele piru que estava cada vez mais desenvolvido. Também não podia lavar aquele cuzinho. Mas a cabeça, os cabelos e o rosto eu passei minha mãos, assim como o sovaco.

Eu já estava desorientado de tanto tesão, procurei enxuga-lo logo e pus na cadeira de rodas e o levei para a cama e combinei de vir jantar com ele no quarto dele depois que acabasse meu banho.

Assim que voltei para o banheiro, fui abrindo o chuveiro e ensaboando o meu pau e batendo uma punheta que me fazia travar o cu e esporrei como se fosse a primeira vez. Na verdade essa foi a primeira experiência quase sexual com alguém do mesmo sexo, porque as intimidades com meu primo Waguinho não conta.

Jantamos no quarto dele e assistimos um pouco de TV e depois fui dormir. No domingo ele conseguiu um cuidador, mas como o pai dele estava com problemas financeiros e não queriam pagar o valor cobrado, o cara sumiu depois do terceiro dia. Eu mais que depressa me ofereci para ajuda-lo e ele falou com o pai. Ele demonstrou ficar contente com a minha ajuda. Richarlyson se mostrava agradecido e brincalham, como se quisesse quebrar o gelo, fazia piadinhas inocentes e puxava papo de sexo.

Quando preparamos para o banho ele me perguntou: “por que você não toma banho também?” “Só eu que fico peladão aqui, você tá com vergonha?” eu ri e falei: o moleque, tem ninguém com vergonha aqui não. Ele continuou com o leque de reclamações, como o cuidador ensaboava o pau dele e deixava ele cheirosinho. Eu falei: Richarlyson, você quer eu ensaboe seu pau e sua bunda é isso? Nesse momento ele ficou sem graça, mas logo começamos a rir. Ele falou que o cuidador usava luvas e que essas partes ele era bem ligeiro e que ele tentava evitava ficar excitado. Nós gargalhamos nessa hora. Ele aproveitou e falou em tom choroso, que eu nem era da família dele e como homem eu não ia querer mesmo tocar nas partes intimas dele. Eu fiquei brincando com ele e chamando ele de chorão e reclamam.

Em seguida comecei tirar a roupa dele e o menino ficou todo animado e engraçadinho e eu tentando por moral nele, mas estava foda para o meu lado. Eu estava ficando de pau duro e ele também, pelo menos eu ainda não tinha tirado meu short. Eu comecei zoando ele e dizendo: vou jogar água gelada em você seu taradinho. Nem vou te tocar enquanto esse pau continuar subindo assim. Ele morrendo de rir e fazendo teatro começou a falar: “Magno, sabe quanto tempo que não gozo?” “Depois do acidente nada.” Imaginei que aquelas bolas deveriam estar cheias de esperma querendo pular para fora daquele piruzão.

O pinto dele estava meia bomba e ficava cada vez mais grosso, olhar para o pau dele estava me deixando desorientado. Comecei ensaboando os cabelos dele, tudo muito calmamente e quando me posicionei na frente dele, ele balançou a cabeça a fim de me molhar e ria e falava: “fica pelado também, pô.” “Aposto que você tá de pau duro.” Fiquei todo sem graça e meu pau começou a baixar. Falei: tá bom quer me ver pelado vou ficar. Distanciei e tirei meu short e a cueca. Ele olhou para mim e falou: “Que pintão, falei que você estava era de pau duro.” Eu ri e mandei ele calar a boca. Ficamos de brincadeira por um tempo e chegou a hora de lavar as partes intimas...risos. Pegar no pinto dele sem luvas. Quando toquei o menino ele gemeu e ficou de pau durão. Eu também fiquei, foi foda, afinal era primeira vez, mesmo que não sendo sexualmente, que pegava em um pau duro. E de um homem bonito e de pau bonito. Quando toquei nas bolas ele começou a gemer, fechou os olhos e gozou. Eu olhava aquilo e nem acreditava. Ele teve uma ejaculação precoce, não tinha nem um minuto que estava lavando o pau e as bolas dele.

A respiração dele ficou acelerada e o vi recuperando o fôlego e tentando me pedir desculpas e se justificando. Para não ficar fazendo papel de otário, fiz piadinha também e o “pior” é que tive que limpar a porra... risos. Passei a esponja e disse que ia jogar no lixo. Mas aquilo tudo estava demais para mim, tomei meu banho logo e saímos do banheiro. Depois voltei ao banheiro e bati uma porque no meu quarto tinha um colega.

Nem dormi direito, passei o dia no hospital totalmente disperso, sem nenhuma concentração, só pensando em chegar a tardinha e tomar banho com Richarlyson. Quando cheguei ele ouviu minha voz e já começou a me chamar: “Magno? Magno?” fui ao encontro dele sorrindo e ele já reclamando. Como ele esta com aquelas estruturas de metal em um dos joelhos e imobilizado nos dois braços, cumprimentei ele, fazendo um carinho na cabeça e no pescoço na altura da nuca e ele alterou o semblante e fez uma cara de felizão. Ele: “você vai me dar banho ?” com uma cara de safado inocente. Eu ri e falei: você tá me saindo um malandrinho safado, hein?

O conduzi para o banheiro e quando fui ajuda-lo a tirar o short, ele já estava de pau duro, pulou para fora um pauzão, parecia que nem tinha visto o mesmo no dia anterior. Ele sorria safadamente. Tirei minha roupa também e fiquei peladão, deixando ele manjar minha rola de igual para igual. Richarlyson: “você tem um pintão.” Ele tem razão, meu pau tem 18 cm, forma cilíndrica, cabeça uniforme. Ele o viu ou duro ou meia bomba.

Eu caprichei mais no banho dele, estava achando gostoso demais poder alisar, massagear e ainda poder pegar no pau dele. Falei para ele que desta vez eu iria caprichar na bundinha dele, que iria ensaboar aquele reguinho e deixa-lo limpinho. Ele me chamou de safado e disse: “tesão fudido.” Eu o ensaboava e já ia secando, impedindo que a água molhasse aquele estrutura toda de ferragens. Quando cheguei ao pau duro dele, fui bem carinhoso e suave, fingindo não ter vontade de acariciar aquele pau gostoso. Usei o sabonete liquido no pau dele e fui fazendo lentamente o movimento de cima para baixo, ou seja, estava batendo uma pra ele de leve e rindo e ele falando como se estivesse grogue de tanto tesão. Ele gemia baixando e incontrolável. Aproveitei e levantei um pouco as pernas dele e fui lavar o rego dele. Estava a fim de enfiar a ponta dos dedos no cuzinho dele e o fiz. Ele gemia o tempo todo. Enxuguei logo e voltei para o pau dele, que estava todo melado. A cabeça do pau dele brotava o pré-gozo, quando tirei a mão ele implorou: “num para não, para não.” Eram suplicas de tesão, que resolvi atender ao pedido e continuei batendo para ele e os gemidos foram aumentando. Eu estava inclinado e ele abria e fechava os olhos, quando ele viu o estado que meu pau estava, ele com a voz tremula disse: “seu cacetão tá durão, porra.” E gemeu e começou a gozar, o esperma pulou e respingou em mim. Escorreu pela minha mão, saltou no peitoral dele, foi muito intenso.

Assim que acabou começamos a rir. Eu só disse: ah, seu filho de uma puta. Ele fez a cara de falso choro e o pinto ainda estava duro. Tive que o lavar todo de novo. Ficamos mais de uma hora no banheiro. Por sorte, ninguém bateu a porta. Por volta de oito horas fui jantar com ele no quarto dele. Ele perguntou se eu não podia dormir lá com ele. Fomos atrás da d. Terezinha, que estava e falamos com a D. Manuela que era a assistente da pensão. Ela falou que por ela não tinha problemas, que tínhamos que ver os novos valores com d. Terezinha.

As aventuras continuam?

Abraços a todos.

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Comentários

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Show... Faltou um boquetinho no acidentado... rsrsrs

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Tesão bom danado. Vejo que o guri está doido para mamar teu cacetão Magno. Dá logo de mamar para ele...

Conte-nos mais...

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Eu amooo seus contos... fiquei curioso para conhecer o primo tb

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DELÍCIA DE LEITURA. CREIO QUE VC TROCOU O NOME DE RYCHARLISSON POR BRENO EM UM PARÁGRAFO. MAS DE RESTO FOI TUDO PERFEIT. PARABÉNS. CONTINUE RAPIDINHO ESSAS SAFADEZAS DESSES DOIS NO BANHO. TÁ GOSTOSO DEMAIS.

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Delícia de conto! Mas você deu uma bobeira gigantesca: Não chupou esse pintão gostoso. No seu lugar, eu teria caído de boca.

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