Cio

Um conto erótico de Princess_Vadia
Categoria: Heterossexual
Contém 3971 palavras
Data: 21/05/2019 06:26:05

Capítulo Único — Cio

De todas as raças existentes naquela era de seres híbridos, a última que Sakura esperava ser era uma submissa e frágil ômega. Com seus dezoito anos sem nenhum cio, deduziu que seria a primeira beta da família. Que poderia casar-se com um beta e viver sua vida normalmente sem ter que se preocupar em procurar um alfa para dominá-la. Mas foi naquela manhã de quinta-feira quente e ensolarada que tudo aconteceu.

Ela estava assistindo a aula de literatura na faculdade de direito quando um incômodo começou. De início era apenas uma queimação em seu interior, que resolveu-se de imediato quando ela bebeu um pouco de água. Mas alguns minutos depois ela voltou, um pouco mais forte que da primeira vez.

Sakura remexeu-se em sua carteira e cruzou as pernas, tentando controlar a respiração que começava a acelerar. O suor descia pelo seu rosto, como se estivesse com quarenta graus de febre.

Ino, sua melhor amiga, cutucou-a delicadamente para não interromper a explicação do professor. Apesar de ser uma beta, ela sabia que a inquietude da amiga não era normal. E mesmo que não sentisse o odor que os ômegas automaticamente emanavam nos períodos de cio, os alfas da turma estavam tão inquietos quanto a própria rosada.

Sakura olhou em sua direção, e franziu o cenho. Estava concentrada de mais tentando ignorar a queimação para dar atenção para a amiga.

— O que foi? — Ela disse um pouco áspera. O incômodo estava ficando cada mais maior, quase insuportável de se aturar.

— Não sei se você percebeu, mas os nossos queridos amiguinhos alfas estão se segurando para não pular em cima de você. — Ino sussurrou em seu ouvido, fazendo com que Sakura olhasse para trás.

Os alfas assim como os ômegas, eram as espécies mais difíceis de se encontrar, sendo a primeira apenas 17% da população total, e a segunda 35%. Em sua sala possuía dois alfas, Neji Hyuuga e Sabaku no Gaara, que já haviam sentido o cheiro forte de Sakura há minutos, e tampavam os narizes com as mãos em uma tentativa falha de manter-se controlados.

— Por que eles fariam isso? — Sakura murmurou, escondendo sua cabeça entre os braços em cima da mesa, sentindo o incômodo se transformar em uma dor aguda no ventre.

— Porque você está entrando no cio amiga. — Ino disse o óbvio, que Sakura tanto torcia para que fosse real.

— Não. — Ela esbravejou. — Só ômegas entram no cio, e eu não sou uma ômega. — Seus dentes rangeram, e um grunhido se dor escapou de seus lábios. O professor que até então estava alheio a tudo aquilo, parou sua explicação e encarou a garota. Sakura estava mais pálida que o normal, e sua testa molhada de tanto suor.

— Senhorita Uchiha, está bem? — Kakashi perguntou, aproximando-se dela preocupado. Sakura gemeu em dor, e sacudiu a cabeça. — Por que não vai até a direção e pede para ser liberada? Não pode continuar nesse estado. — Ele sugeriu.

Sakura suspirou e assentiu, era mais forte do que ela poderia aguentar. Juntou suas coisas e com as pernas fraquejando arrastou-se para fora da sala de aula. Correu para o banheiro e parou de frente para a pia, sentindo os calafrios dominarem o seu corpo, e um arrepio correr pela sua espinha.

Ela pegou o celular e digitou o número do irmão mais velho, que provavelmente era o único que estava em casa a esse horário da tarde, já que trabalhava no período noturno. Depois de algum tempo em espera, Itachi a atendeu no outro lado da linha.

— Sakura, aconteceu alguma coisa? — Ele perguntou preocupado.

— Itachi… — Ela arfou, sentindo seu interior em chamas. — V-você precisa me buscar. — Pediu.

— Por que? Você está bem?

— Não. — Ela choramingou. — Por favor venha rápido.

— Não saia daí, eu já chego. — Ele finalizou a ligação às pressas.

Sakura abriu a torneira da pia e debruçou-se sobre o mármore, jogando um punhado de água sobre o seu rosto. Estava tão quente, tão agonizante. Suas roupas estavam sufocando-a.

Ela fechou a torneira e saiu rapidamente do banheiro, agradecendo pelos corredores estarem vazios. Ela enviou uma mensagem para Ino, avisando que

Quando Sakura cruzou os portões do colégio, o carro de seu irmão já estava estacionado na calçada. Itachi abriu a porta e correu até o encontro dela. Ao aproximar-se da irmã, de imediato soube o que estava acontecendo. O cheio que ela exalava era forte o suficiente para que sentisse há um quarteirão de distância.

— Você está no cio. — Ele colocou a mão sobre seu ombro, conduzindo-a até o carro com delicadeza.

— Isso é uma droga. — Sakura pestanejou, sentando-se no banco do passageiro enquanto o irmão ligava o carro. — Faz isso parar Itachi.

— Vou te levar para casa. — Ele disse nervoso, sentindo o cheiro adocicado dela aumentar de intensidade. Sakura sobre o banco contorcia-se em dor e frustração, com os olhos cheios d’água e a blusa pingando suor. Itachi sabia que a dor que ela sentia era imensa, porque o primeiro cio era sempre o mais insuportável. Então tratou de acelerar o veículo para chegar em casa o mais rápido possível.

Quando estacionou de frente para a residência, pegou o corpo pequeno da irmã no colo e a carregou até a parte interior da casa vazia. Seus pais estavam no trabalho e Sasuke ainda estava no colégio. Isso fazia com que o problema dela fosse exclusivamente seu.

Itachi a levou até seu quarto no andar de cima. As cortinas cor-de-rosa estavam fechadas, e ele as manteve assim, colocando a irmã sobre sua própria cama.

— Dói muito Itachi. — Ela choramingou, apertando com força a camisa do uniforme, sentindo-se cada vez mais sufocada. Odiava o fato de ser descobrir-se ser uma ômega, e odiava mais ainda saber que teria que passar por isso uma vez a cada dois meses. Era uma tortura.

— Droga! Droga! — Ele murmurou, vendo-a ofegar baixinho. Passou os olhos sobre a cômoda dela e ligou o ar-condicionado, a fim de deixar o ambiente mais fresco para ela, mesmo sabendo que de nada adiantaria.

Sakura ao sentir uma forte pontada no ventre, soltou um grito desesperado. Passou a mão sobre seu corpo, apertando seu seio dolorido. Era semelhante a ser queimada viva, algo agonizante e doloroso.

— Você vai ter que se aliviar sozinha. — Itachi disse, aproximando-se dela e pousando a mão sobre sua testa, limpando o suor excessivo. Sakura olhou em sua direção e franziu o cenho, sentindo suas bochechas corarem com as palavras do irmão.

— Mas dói muito. — Ela desceu as mão até sua saia, por cima da intimidade ainda coberta pelo pano. Itachi observou cada ato dela, soltando um suspiro frustrado. Seu instinto selvagem estava começando a gritar dentro de si, mesmo que fosse contra todas as suas vontades.

Ele sabia que os efeitos da masturbação no cio eram quase nulos, assim como remédios e brinquedos. Apenas um alfa poderia resolver o problema dela, mas arrumar um alfa no qual ele confiasse nesse momento seria algo impossível de fazer, ainda mais quando Sakura claramente estava em seu limite.

— Tente se tocar, eu vou ligar para nossos pais. — Ele disse saindo de dentro do quarto o mais rápido possível, já imaginando a hora em que se descontrolaria perto dela. Ele era um alfa, e muitas vezes seus instintos falavam bem mais alto do que qualquer pingo de consciência.

Sakura o viu bater a porta e deixá-la sozinha. As lágrimas escorriam pelas laterais de seus olhos enquanto soluçava alto. Abriu sua camiseta social com força, arrebentando todos os botões de uma só vez.

Subiu a saia e enfiou a mão dentro de sua calcinha, praguejando ao sentir sua intimidade melada e pegajosa de lubrificação. Ela desceu os dígitos até tocarem a sua entrada.

Um gemido sôfrego escapou de seus lábios enquanto iniciava os movimentos circulares com o dedo anelar em seu clitóris. Subiu a outra mão até seus seios e abriu o fecho do seu sutiã, rodeando e apertando os bicos rijos.

Sentia a lubrificação escorrendo pela sua entrada e encharcando sua calcinha. E mesmo quando começou a movimentar seus dígitos mais rapidamente, sentiu como se aquilo não fosse o suficiente. A sensação era desesperadora, e seu corpo gritava implorando por mais.

— Itachi! — Ela chamou pelo irmão, com a voz trêmula de agonia. O mais velho do lado de fora precisou fechar os olhos e suspirar para tentar se acalmar. Seu membro fisgou ao ouvir os gemidos da irmã mais nova, e sua mente bombardeava de pensamentos impuros.

Fodê-la, o lobo dentro dele implorava para fodê-la.

— Itachi por favor, faz parar. — Ela suplicou manhosa, mal tendo controle de si mesma. Só queria que aquela sensação fosse embora.

Itachi desistiu de tentar ligar para os pais e entrou no quarto novamente, arfando apenas com o cheiro forte dominando seu olfato e a visão que teve dela masturbando-se.

As pernas de Sakura estavam abertas, e sua saia havia subido até a cintura. Sua mão movimentava-se por dentro da calcinha circularmente. A camiseta social branca e o sutiã estavam abertos, e os seios subiam e desciam de acordo com a respiração ofegante.

Oh, Itachi quis muito fodê-la.

Os lábios rosados de Sakura estavam entreabertos, e deles escapavam gemidos deliciosos, que o mais velho julgou ser a melhor das músicas. Seu membro estava pulsando de tanto tesão. Ele aproximou-se dela ligeiramente, medindo suas próprias ações.

Sakura sentiu-se tão envergonhada, ainda mais por Itachi presenciar cada movimento seu. Os olhos dele pousaram nos dedos dela, e sua boca se abriu em puro êxtase, gemendo apenas de imaginar-se dentro dela.

— Me ajuda. — Ela pediu chorosa, imaginando como seria tê-lo dentro de si. Não queria saber se ele era seu irmão. Sakura só queria que aquela maldita dor parasse. Ela só queria um alfa para fodê-la tão forte que perderia os sentidos.

Itachi sentiu-se cada vez mais tonto. O cheiro era bom demais, excitante demais, e estava ficando muito forte. Sakura chorava descontroladamente, e ele sabia exatamente como fazê-la sentir-se melhor. — Que se fodesse a moralidade.

— Tá. — Ele assentiu, sentindo seu membro pulsando e sua boca salivando. — Eu vou te ajudar. — Caminhou em passos lentos até ela, subindo na cama e deitando-se ao seu lado. Ele virou-se na direção dela e desceu sua mão até sua intimidade, adentrando no tecido da calcinha. Sakura retirou sua mão e o deixou agir.

Os dedos de Itachi escorregaram facilmente pela lubrificação dela, fazendo-o arfar com sua quentura.

— Você está encharcada. — Ele murmurou, roçando seus lábios no lóbulo dela. Sakura gemeu sentindo-o pressionar o seu clitóris e descer até a sua cavidade. Ela rosnou baixinho. Seu corpo entrou em um transe e todos os seus membros formigaram.

Itachi subia e descia os dedos por toda a extensão de sua intimidade, fazendo a pele dela eriçar com uma intensidade desumana. Os olhos verdes de Sakura se fecharam e suas mãos apertaram com força os lençóis abaixo de si. Itachi comprimiu os lábios e continuou com os movimentos. Sua única intenção era ajudá-la e aliviar a dor, não podia fazer mais do que isso. Tinha que se controlar.

Ele desceu um pouco mais dois dígitos, e a penetrou com lentidão, ouvindo com prazer o gemido arrastado que escapou dos lábios dela. O interior de Sakura tremeu, e a sensação foi tão boa que sentiu-se no paraíso. Itachi aos poucos foi afundando os dedos longos com mais precisão dentro do interior quente dela, e quando a intimidade melada o engoliu por completo, ele iniciou os movimentos.

Sakura gritou desesperada. Era a sensação mais maravilhosa que havia sentido em sua vida, mas mesmo assim não parecia o suficiente. Os dedos dele moviam-se dentro de si, mas o calor só aumentava a cada estocada. Seu corpo implorava por mais.

— Não está funcionando. — Ela disse arfando. Ouvia com clareza o som dos dedos molhados do irmão entrando e saindo rapidamente do seu interior.

Itachi grunhiu deleitoso ao sentir seu membro pulsando mais uma vez. Seu corpo estava começando a esquentar, e o suor escorria pela sua pele. O cheiro doce de Sakura misturado com o de sexo impregnava o cômodo, deixando tudo ainda mais lascivo.

— Eu quero você Itachi. — Ela disse sem medir as palavras, em um tom arrastado, quase como um gemido, fazendo todo o corpo do irmão se arrepiar. Ela não pensou naquele momento no quão errado aquilo poderia ser, pois sua mente gritava apenas por sexo, sexo e mais sexo. E seu irmão mais velho alfa era o único que poderia ajudá-la.

— Eu não posso fazer isso Sakura. — Ele murmurou, ainda movimentando seus dedos dentro dela. Itachi estava arrepiado, e seu membro estava começando a dar sinal de vida.

Itachi apesar de estar claramente com uma imensa vontade de tomá-la ali mesmo, tinha que pensar nas consequências que aquilo poderia lhe causar. Tinha que pensar em seus pais e também em Sakura que não estava agindo racionalmente.

— Itachi eu estou implorando. — Ela disse baixinho, apertando com força seus seios. — Eu preciso do seu pau em mim.

Ele estava pronto para negar, mas quando um grito de dor escapou novamente dos lábios dela enquanto seu corpo se arqueava sobre a cama, Itachi percebeu que precisava fazer algo em relação a aquilo. Sakura estava sofrendo e seus pais teriam que entender de alguma maneira. Sem contar que seu corpo também implorava pelo dela. Seu lobo estava lhe rasgando por dentro.

— Eu faço. — Ele assentiu, retirando seus dedos de dentro da irmã. Sakura de imediato sentiu a falta dos dígitos, e acabou soltando um muxoxo frustrado. — Vou fazer você se sentir melhor bebê. — Curvou-se sobre o corpo dela e afundou seu rosto na curvatura do seu pescoço, exalando o cheiro entorpecedor e cheiro de ferormônios que ela produzia.

Itachi retirou a blusa e o sutiã já abertos da ômega, e puxou sua saia para baixo. Os seus lábios tocaram a pele do pescoço alvo, e desceram pela sua clavícula e colo, até chegarem aos seios. Ele rodeou os bicos com a língua, enquanto descia as mãos para as coxas fartas dela.

Sakura suspirou extasiada com cada toque dele. Seu corpo reagia de uma maneira inebriante e de seus lábios entreabertos só escapavam gemidos arrastados.

Ele desceu mais seus lábios até sua cintura. Puxou a calcinha dela e a arrastou pelos calcanhares, jogando o pano em um canto qualquer do quarto. Itachi segurou seus tornozelos e os levantou, de modo com que os joelhos dela ficassem dobrados e toda a sua intimidade ficasse exposta para si.

A garota suspirou ao sentir a respiração dele roçar contra aquela área tão sensível e necessitada de atenção, causando espasmos por todo o seu corpo.

— Está tão molhada para mim. — Ele grunhiu, vendo a intimidade rosada dela pulsar. Itachi deslizou o dígito lentamente por toda a extensão da sua intimidade e friccionou o seu clitóris, enquanto depositava vários selares em sua virilha. Sakura gemeu manhosa, segurando com força os fios negros compridos do irmão e lhe conduzindo a continuar com os movimentos. O alfa colocou a língua para fora, e segurando as partes internas das coxas dela passou a língua por toda a área.

Sakura olhou para baixo e o viu abocanhando sua intimidade, grunhiu apenas com aquela visão. Soltou um suspiro sôfrego ao senti-lo chupando-a deliciosamente bem. Itachi sugava seu clitóris e deslisava a língua até a sua entrada, penetrando-a superficialmente. Ele cravou as unhas na pele pálida dela, deixando marcas vermelhas por toda a extensão.

— Itachi… — Ela suspirou timidamente, sentindo-o brincar com a língua em sua entrada. Aquilo era demais para que ela aguentasse, e seu corpo estava em uma sensibilidade incrível, a ponto de não aguentar poucos segundos a mais antes de se despejar na boca dele. Ela se remexeu nos lençóis enquanto Itachi sugava cada vestígio de seu gozo, fazendo-a gemer falhadamente.

Ele subiu com a língua pela sua barriga e seios, passou pelo pescoço até finalmente chegar a seu maxilar. Itachi a segurou pela nuca, puxando-a para um beijo quente e molhado, mordendo os lábios cheinhos da irmã.

— Me fode logo. — Ela pediu enquanto ele chupava o seu pescoço. — Por favor Itachi, eu não aguento mais. — Implorou, fincando as unhas grandes nas costas ainda cobertas do irmão. Ao ouvir aquelas palavras Itachi perdeu o último fio de controle que possuía.

— Eu vou. — Ele sorriu ladino, mordendo o lábio inferior. — Vou te foder bem gostoso meu amor.

O alfa levantou-se, com ambas as pernas em cada lateral do corpo dela, e puxou sua camiseta para cima, passando-a pela cabeça e a retirando. Sakura deleitou-se de cada centímetro do corpo malhado exposto dele, desde o abdômen definido até a linha em V.

Ela levou as mãos até a ereção nítida da calça dele e acariciou o local, fazendo-o gemer rouco. Sakura arfou apenas de imaginar todo aquele volume dentro de si, indo o mais rápido e forte de podia. Seu corpo estava ardendo de tanta ansiedade.

Itachi desafivelou o cinto de sua calça e a puxou para baixo. Sakura observou cada movimento dele com a boca salivando. A cueca boxer saliente e molhada de pré-gozo. Ele segurou a barra de sua última peça e deslizou para baixo, fazendo seu membro duro pular para fora gotejando. Sentindo-se aliviado ao ter sua ereção livre do aperto da calça.

Ele abriu mais as pernas de Sakura e acomodou-se entre elas, apoiando-se em seus joelhos. Segurou a base de seu membro e pincelou em seu clitóris, fazendo-a contorcer-se de prazer. Seu membro subia e descia, rodeando a entrada dela mas sem penetrar.

— O que está esperando? — Ela perguntou revirando os olhos de tesão. Itachi sorriu de canto e passou a mão sobre seu pênis, masturbando-se. Ele acabaria com a dor dela, e faria tão bem que Sakura jamais se esqueceria.

Ele garrou as coxas dela e a puxou contra o seu quadril, encaixando-se em sua entrada úmida, sentindo a quentura dela o engolir por completo. Um gemido uníssono escapou dos lábios de ambos, sentindo um desejo animalesco dominar o interior deles.

Itachi abaixou sobre o corpo dela e tomou sua boca em um beijo violento e possessivo, enroscando suas línguas de uma maneira obscena e chupando seus lábios. Ele desceu uma das mãos para a cintura dela e apertou a carne macia, onde mais tarde as marcas vermelhas apareceriam como resultado.

Sakura gemia entre o beijo, sentindo-se preenchida pelo pênis do irmão. Suas paredes internas ardiam de uma maneira deliciosa. Quando ele iniciou os movimentos lentamente na intimidade encharcada dela, e um grito esganiçado escapou dos lábios da mais nova.

Ela fechou os olhos e mordeu o lábio inferior, sentindo as estocadas ficarem mais rápidas e irem cada vez mais fundo dentro de si, não dando nem mesmo tempo para que ela se acostumasse com o seu tamanho.

— Tão deliciosa. — Itachi rosnou, tendo seu membro esmagado pelo interior dela. Ambos estavam ofegantes e suados, e o barulho de suas intimidades se chocando só os deixava ainda mais excitados.

Era bom demais para Sakura senti-lo em cada pedacinho dentro de si, e seus gemidos agoniados só provavam o quão prazeroso aquilo era para ela, dando ainda mais motivação para que o alfa a penetrasse com mais força.

Itachi afundou seu rosto entre os cabelos da ômega e encheu seu pulmão com o cheiro dela, fazendo todo o seu corpo entrar em um estado de êxtase. Era tão gostoso que poderia chegar a um orgasmo apenas com ele.

Afastou seu rosto dela e a viu com os lábios entreabertos e as bochechas rosadas, e seus cabelos colando no rosto molhado de suor. Sakura ela linda. A coisa mais linda que Itachi já havia visto.

Ele saiu do interior dela sem se incomodar com os resmungos de incômodo que Sakura soltou, e bruscamente a virou de bruços no colchão

— Empina pra mim. — Ele ordenou, fazendo Sakura ofegar frustrada. — Fica bem empinadinha para mim amor. — O cheiro dele e a dominância de sua voz a fez obedecê-lo sem contestar.

Itachi segurou o quadril dela depositando um tapa em sua bunda, e em seguida a penetrou com brutalidade. Sakura escondeu seu rosto no travesseiro e apertou com força os lençóis brancos de sua cama. Ele novamente iniciou os movimentos lentos.

— Itachi… — Ela gemeu alto, tão alto que toda a vizinhança poderia escutá-la. Itachi curvou-se sobre o corpo dela e beijou suas costas. Ele queria sentir aquele gosto para o resto de sua vida.

No meio as estocadas, em um ato impensável, o alfa abriu sua boca e cravou seus caninos no pescoço da irmã, fazendo-a abrir a boca em um grito silencioso. Seu quadril movia-se freneticamente contra ela, sentido-a tremer abaixo de si. O gosto do sangue de Sakura ainda estava em seu paladar, mas isso não o impediu de continuar com as estocadas.

Ela sentiu um forte incômodo com a mordida dele, e uma sensação estranha em seu interior. Uma sensação boa e ruim ao mesmo tempo. Não sabia como explicar.

— Goza pra mim Sakura. —Ele sussurrou rente ao ouvido dela, puxando o cabelo em sua nuca com força. Sakura arfou, sentindo o seu corpo inteiro formigar internamente. Era tão louco, tão insano. Era muito excitante.

— Mais forte Itachi. — Ela pediu manhosa, sentindo-o apertar firme a sua cintura e estocar o membro em sua intimidade.

— Porra… — Itachi grunhiu enquanto ela se contraia, apertando o pênis dele com suas paredes íntimas. Ele agarrou com força o cabelo dela e a bombeou rapidamente.

Uma onda de prazer percorreu todo o corpo de Sakura, e em um gemido longo o seu orgasmo explodiu como uma bomba. Itachi sentiu o líquido dela jorrando pelo seu membro, e aquilo foi o suficiente para que em mais três estocadas ele se despejasse jatos de esperma dentro dela.

Suas cabeças e seus corpos inebriados com aquela sensação maravilhosa. Itachi sentiu suas pernas fraquejarem e caiu ao lado da irmã. Virou a cabeça para o lado e a viu com os olhos fechados e a derme brilhante de suor. Seu peito movia-se para cima e para baixo tentando controlar a respiração, e uma de suas mãos estava sobre seu próprio pescoço, mais especificamente sobre a marca de mordida de Itachi.

Oh droga, não era para que isso tivesse acontecido.

— Você me mordeu. — Sakura afirmou, com a voz baixa. Seu interior ainda formigava, e podia sentir o sêmen de Itachi dentro de si, vazando por sua cavidade. — Porque você me mordeu? — Ela virou o rosto para encará-lo.

— Eu não sei. — Ele suspirou, olhando para o teto. Nem ele mesmo entendia o motivo de seu ato imprudente. Ele não havia pensado direito na hora, e acabou agindo por impulso.

— E o que vamos fazer agora? — Ela perguntou. Itachi queria muito respondê-la, mas não sabia como. Havia a mordido, e criado com sua própria irmã o elo mais forte que existia no mundo. Algo no qual não poderia mais voltar atrás. — O que vamos fazer Itachi? — Ela repetiu a pergunta.

A porta da sala então se abriu, e dela cruzou Mikoto preocupada. Havia visto os recados do filho mais velho e voltou para casa o mais rápido possível. Ela subiu as escadas e parou de frente para a porta da filha, batendo desesperadamente na madeira.

— Sakura, Itachi? Abram a porta agora! — Mikoto exigiu, tentando não acreditar no que acontecia realmente dentro daquele quarto. Seus filhos não poderiam ter ido tão longe assim.

— Primeiro. — Itachi olhou para a irmã. — Vamos arrumar um jeito de explicar isso para a nossa mãe.

Sakura assentiu, fechando os olhos nervosa com as batidas incessantes da mulher na porta. Eles dois estavam muito ferrados, ainda mais com a mordida que Itachi havia lhe dado. Era algo muito mais sério do que apenas transar com a irmã mais nova.

— E depois, temos que resolver o seu problema. — Ele curvou-se sobre ela, depositando um selinho em seus lábios. — Você ainda tem uma semana de cio pela frente. — Sussurrou em seu ouvido.

— Então temos muito trabalho a fazer. — Sakura sorriu para o mais velho. No final das contas, não era tão ruim assim ser uma ômega.

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Comentários

Foto de perfil de Jota,S

Sensacional!

Um enredo criativo e excitante, incesto sem culpa, e cria uma enorme expectativa pela sequência.

Parabéns!

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