SANGUE RUIM - Sexta parte

Um conto erótico de Ehros Tomasini
Categoria: Heterossexual
Contém 3264 palavras
Data: 06/03/2018 00:21:52
Assuntos: Anal, Heterossexual, Oral

SANGUE RUIM - Sexta parte

Quando Eudes chegou, as duas já tinham dado um trato no mulato. Mas não fizeram sexo. Esperaram o rapaz chegar, para começarem as filmagens.

- Uau, vejo que já estão prontos para gravar. E você, boazuda, quem é?

- Esta é Beta, minha funcionária. Sempre quis fazer um filme de sacanagem. Convidei-a para a nossa estreia. - Disse Anitta.

O jovem assoviou. Dispôs rapidamente a parafernália de fios, câmeras, holofotes e outros apetrechos de cinegrafistas. Só então, explicou:

- Estive pensando num roteiro simples: um cara sofre um acidente automobilístico e para nesta mansão, para obter ajuda. Está todo machucado, então vamos precisar simular o sangue. Eu trouxe anilina rubra. Nós a usaremos.

- Ué, o roteiro é só isso? Não vai ter sexo? - Estranhou o mulato.

- Claro que sim, cara. Sexo acontece em todo o resto do filme. Isso, não precisa de roteiro. Faça com as mulheres o que bem entender e elas concordarem...

- Eu não vou participar desse filme. Cedo meu lugar a Beta.

O cara deu um suspiro. Não ficou claro que era de alívio, por a namorada não ter que dar pro mulato. Ele ficaria com ciúmes. Mesmo assim, ainda insistiu:

- Ficaria melhor para o meu roteiro se o cara acidentado transasse com duas, ao mesmo tempo. Quando mais putarias, melhor para o demo que pretendo editar. Mas, quem sabe é você.

- Eu tenho uma amiga que, decerto, gostaria de participar. Quer que eu a chame? Ela não mora muito longe daqui.

O cinegrafista ficou indeciso. Pretendia aproveitar a luz do dia para as cenas externas. Falou:

- Seria ótimo, se tua amiga for boazuda. Mas eu queria terminar as filmagens hoje mesmo. E tem a cena da chegada do personagem, depois que sofreu o acidente. À luz do dia, o sangue estaria mais visível.

- Mas, à noite, seria mais verossímil. De dia, quem visse o acidente, poderia socorrê-lo. Ele não precisaria vir até a mansão. - Intrometeu-se Beta.

"Jorge" a apoiou:

- Ela tem razão. Gravaríamos de dia só as cenas seguintes, quando o sujeito despertasse de um desmaio, por exemplo...

- Não sei, cara... Quanto tempo acha que leva para ir e voltar aqui com tua amiga?

- Cerca de uma hora. Pena que não tenho telefone, nem o número dela. Senão, era só ligar.

- Puxa, é o primeiro cara que vejo não usar um celular. Eu não saberia viver sem o meu. - Disse Beta.

- Façamos o seguinte: eu estou de carro, portanto dá pra te levar e trazer mais rápido. Tem certeza de que irá encontrar essa tua amiga em casa?

O mulato titubeou. Foi sincero:

- Não, não tenho. Mas não custa nada arriscar, né?

Pouco depois, o jovem dava partida no carro. Deixara tudo arrumado para começar as filmagens. Como estavam sozinhos, "Jorge" aproveitou para dizer:

- É o seguinte, cara: te esperei logo cedo e, como você não apareceu, aproveitei para dar uma foda com uma puta do bar. Já tinha dado outras, de madrugada, com a nega que estamos indo à procura. Estou extenuado, amigo. Me deram uma gemada com suco, mas ainda não me sinto em condições de encarar uma sessão de fodas, ainda mais com duas, entende?

O sujeito esteve indeciso. Depois falou:

- Está bem. Eu entendo. Poderia eu mesmo atuar no demo, mas tenho a pica pequena. E quanto maior, mais visível em cena, melhor. Então, adiamos as filmagens para amanhã, ok?

- Agradeço. E agora, voltamos?

- Não, cara. Estou afim de tomar umas. Andei muito à procura de materiais de filmagens. Estou de garganta seca. Conhece algum bar legal, que não seja o puteiro? Não quero ter que me lembrar do que passei ontem lá.

O mulato sorriu. Disse:

- Tem dois bares melhorzinhos perto da pensão onde eu moro. Poderíamos ir para lá.

- Vou achar mulher, lá? Estou afim de foder...

- Ah, para isso, tem um na avenida. Lá, é frequentado mais por mulheres, apesar de eu achar que tem muitas lésbicas. Topa?

- Deixa eu ligar para as meninas, adiando as filmagens...

Pouco depois, entravam no bar. Apesar de ficar na avenida, ele tinha a entrada voltada para uma rua lateral, pouco movimentada. Estava lotado. Até parecia que ninguém que o frequentava tinha emprego. Havia mais pessoas do sexo feminino. Alguns casais de lésbicas, outros de bichas. Uma mulher chamou logo a atenção de Eudes. Era uma magrinha, bonitinha. Tomava uma dose de alguma bebida vermelha.

- Campari. Adoro mulheres que bebem Campari. Seus beijos são amargos. Aprecio o sabor.

O mulato olhou na direção em que ele apontava. Ficou surpreso por reconhecer a jovem. Tratava-se da doidinha que ele havia visto desacordada no banheiro da pensão. Alertou o jovem:

- Aquela mulher é maluca. Eu a conheci, ontem. Se eu fosse você, não iria querer nem conversa com ela...

- Ah, seria uma personagem ideal para esse meu primeiro filme. A loucura dela justificaria a foda imediata. Acho que ela faria uma participação marcante. Quero conhecê-la.

Quando a moça viu os dois homens se aproximando de onde estava bebendo, reconheceu logo o mulato.

- Você de novo? Eu disse para não me procurar...

- Nosso encontro aqui foi apenas uma coincidência. Mas meu amigo tem uma proposta indecorosa pra te fazer.

Ela olhou bem para Eudes, depois pediu que se sentassem à mesa. Ele foi logo dizendo de que se tratava. Ela mostrou-se interessada. Mas avisou logo que era virgem, e queria se manter assim.

- Você não cede o cuzinho? - perguntou-lhe o rapaz.

- Para quem, para esse monstro? Esse cara tem uma pica enorme. Não sei se vou aguentar. Mas topo.

O jovem bateu palmas. Ela acertou quanto queria ganhar pela participação no filme. Ele concordou. Pediram uma cerveja para brindarem ao compromisso. A jovem parecia ter ficado interessada no cinegrafista. Perguntou seu nome.

- Oh, desculpe. Não nos apresentamos. Meu nome é Eudes e meu amigo se chama Jorge. E você?

- Sabrina. Gostei de você. Queria que você fosse meu parceiro no filme. O moreno é muito chato. Não gosto dele.

O mulato apenas sorriu. Ia dizer que a recíproca era verdadeira, mas não quis fomentar a animosidade entre os dois. Não demorou muito e os dois jovens conversavam animadamente, como se fossem amigos de velhos tempos. "Jorge" tinha ficado ali, esquecido. Não participou da conversa. Ficou tomando sua cerveja, observando a clientela. Percebeu que uma morena linda olhava de forma insistente para ele. Mas ela estava acompanhada, e pelo jeito, por uma sapatão. Só que esta estava sentada de costas para ele, e não devia tê-lo visto. O mulato sustentou o olhar que lhe era dirigido. Aí, a companheira da morena notou que esta estava alheia ao seu papo. Olhou para trás. Viu "Jorge" e fechou a cara para ele. Depois, levantou-se e sentou-se ao lado da morena, abraçando-a. Olhava para o mulato, de forma desafiadora. Ele não mais a encarou. Temia uma nova confusão por perto de onde morava. Desviou sua atenção para uma morena sentada sozinha.

Esta parecia estar esperando alguém. De vez em quando olhava em direção à rua, ansiosa. Quando se sentiu observada por ele, no entanto, relaxou. Passou a prestar mais atenção ao mulato. Ele fez-lhe um sinal, oferecendo o copo. Ela o chamou para a mesa.

- Deem licença, que o prazer me chama. - E levantou-se, caminhando em direção à morena.

- Olá, não estou atrapalhando? Vi que está ansiosa, à espera de alguém...

- É verdade. Marquei com uma amiga, aqui. Mas ela está demorando. Talvez nem venha. Qual é a tua graça?

- Jorge. E você, como se chama?

- Vera. Mas tenho uma proposta a te fazer, Jorge...

- E qual seria?

- Terminemos essa cerveja e saiamos daqui. Não gosto deste bar. Vim só para encontrar minha amiga. Tem outro bem melhor perto daqui, onde poderemos comer alguma coisa. A comida daqui é péssima.

- Bem, já está mesmo na hora do almoço. Paguemos nossas contas e vamos embora já.

- Você pode pagar a minha? Estou sem dinheiro trocado. Lá, dividimos o almoço.

Ele chamou o garçom, meteu a mão no bolso e mandou tirar as duas cervejas que tinha na mesa. Ele deixara a sua na mesa de Eudes. Olhou para lá. O cara trocava um demorado beijo com a doidinha. Iria embora sem avisá-lo. Não iria interromper a futura foda do cara.

Pouco depois, chegava com a morena a um restaurante enorme, a três quadras do que estavam. Ele não conhecia o lugar.

- É novo. Abriu dia desses. Adoro a comida daqui. - Disse ela.

Sentaram-se à espera de atendimento do garçom. Ela teve uma atitude estranha: arrebitou o bumbum e girou o olhar, varrendo o ambiente. Demorou-se olhando para um grupo de três rapazes que estavam numa mesa próxima. Os caras também olharam ao mesmo tempo para ela. Depois, ficaram cochichando um com os outros. O mulato arrependeu-se de estar ali. Pressentia encrenca. Resolveu testá-la. Levantou-se e disse:

- Vou ao sanitário. Se o garçom aparecer, peça o que quiser a ele. Volto já.

Ela pareceu nem prestar atenção ao que ele disse, entretida, olhando para os caras. "Jorge" caminhou em direção ao banheiro. Antes de entrar nele, no entanto, deu uma olhada para trás. A morena tinha se levantado e ia em direção à mesa onde estavam os rapazes. O mulato entrou, cuspiu no mictório, e tirou a enorme jeba das calças. Estava chateado. Não tivera sorte na escolha da companhia para o almoço. Devia ter ficado com Eudes e a doidinha. - Pensou.

Demorou-se mijando. Quando voltou para a mesa, não viu mais a morena. Percebeu que faltava um dos jovens que estava na mesa próxima. Os outros olhavam para ele, divertidos. Pareciam zombar do cara. Ele não deu a mínima. Pouco depois, o garçom se aproximou do mulato. Perguntou:

- A senhora que estava sentada nessa mesa me pediu um galeto completo. Procede, senhor?

Ele ficou indeciso. Depois disse:

- Melhor suspender, amigo. Ela não estava passando muito bem. Deve estar no sanitário, agora.

- Desculpe-me, senhor, mas ela foi embora com um jovem daquela outra mesa. Já fez isso a semana passada com um cara que trouxe aqui, e terminou tendo uma confusão danada. Por isso, não te atendi logo que chegou. Não a atenderia, se tivesse vindo sozinha. Perdão pela sinceridade.

- Oh, eu te agradeço, cara. Por mim, não haverá confusão. Traga-me uma cerveja bem gelada. E suspenda mesmo a refeição.

O garçom se afastou. Os dois jovens ficaram observando o mulato, rindo de vez em quando da cara dele. Ele deu um tempo. Depois, levantou-se e caminhou em direção aos rapazes. Estes ficaram tensos. Levantaram-se ao mesmo tempo, intimidadores, quando o mulato chegou perto. Porém, este perguntou:

- Viram uma nega que chegou comigo? Não a estou vendo por perto...

Os caras deram uma gostosa risada. Um colocou a mão no ombro de Jorge e falou, com um sorriso gozador:

- Ela acabou de sair com um cara, otário. E ainda deixou um pedido de almoço pra tu pagar...

Jorge fez uma cara de contentamento. Os caras estranharam. Perguntaram de quê ele ria. Jorge explicou:

- Aquela nega está com uma gonorreia do caralho. Tentou me convencer a sair com ela, mas eu é que não sou besta. Fico feliz que um otário, como vocês dizem, tenha saído com ela.

Os caras se entreolharam, surpresos. Jorge agradeceu a informação e voltou ao seu lugar. Os caras ficaram lá, confabulando. Depois, um deles pegou o celular e fez uma ligação. O mulato sorriu. Tudo estava correndo como ele planejara. Não demorou muito, e o cara que estivera sentado com os amigos retornou. Olhou para Jorge e fez-lhe um sinal com o polegar, agradecendo. O mulato continuou com um sorriso nos lábios, sem dar muita importância ao cara. Esperava a mulher aparecer de volta. Não teve que esperar muito. Ela esteve indecisa, à porta do restaurante, depois entrou, sem dirigir sequer um olhar ao mulato. Caminhou em direção à mesa dos rapazes. O que havia saído com ela a barrou. Ela insistiu. O cara a arrastou para fora e ela quis reagir. Levou dois murros do sujeito, que a deixaram prostrada. O cara entrou e sentou-se à mesa. Chamou o garçom. Conversaram, e ele apontou para a mesa do mulato. Jorge fez que não viu.

Não demorou e o garçom chegou com uma cerveja geladíssima na mesa.

- Cortesia dos rapazes daquela mesa. Deixaram mais duas pagas, senhor. Disseram que é pelo senhor ter avisado que a vigarista está infectada.

O mulato agradeceu ao garçom, depois fez um sinal com o polegar para os rapazes. Sorveu um gole da nova cerveja, pois o resto que sobrara na outra garrafa já estava quente.

Depois de ingerir a quarta cerveja, saiu do restaurante. A morena não estava mais lá. Encaminhou-se para o restaurante chinês. Chegou bem na hora em que uma comitiva adentrava o bar. Eram cinco chineses parrudos, um deles numa cadeira de rodas. Dois deles se postaram na entrada. Um disse, sem querer deixar que o mulato entrasse:

- Restarante fechô. Vote depôs.

- O velho chinês, no entanto, quando o viu, pediu que os visitantes deixassem o mulato entrar. Abriram espaço. Ele sentou-se a uma das mesas, olhando em volta. Todos os clientes eram orientais. Ficou cismado. A chinesinha apareceu para recepcionar os visitantes, mas o mulato notou que ela estava bastante tensa. Parecia aliviada em vê-lo ali.

O cadeirante entrou no escritório com o velho chinês, e fecharam a porta. A chinesinha ficou atendendo. Mas, quem veio perguntar o que o mulato queria foi a coroa atendente.

- O de sempre?

- Sim, mas não traga agora. Algo está acontecendo aqui, e quero ver o que é.

- Não devia se meter nesses assuntos dos outros. Ruim para a saúde.

Então, Jorge teve a certeza de que algo estava errado, mesmo. Disse:

- Chame a chinesinha. Quero falar com ela...

Pouco depois, a mocinha estava perto dele. Mas não se sentou à mesa. Disse baixinho:

- Meu pai está encrencado. Este aleijado é da máfia chinesa. Meu pai pediu dinheiro a ele dizendo que seria para o meu casamento, mas pretendíamos fugir para os States. Ele deve ter descoberto. Veio cobrar a grana ao meu pai.

- Ele não tem o dinheiro?

- Não, não tem. Depositou em meu nome, lá nos Estados Unidos. Disse que era para eu poder viver lá. Encomendou até uma festa para o seu enterro.

- Estou sabendo. Quer que eu chame a Polícia?

- Melhor, não. Os sujeitos podem ficar com raiva e promover uma chacina aqui. Eu queria que você pudesse me tirar daqui e me levar para qualquer lugar, longe deles.

- E o teu pai?

- Ele já aceitou seu destino. E eu não poderia salvá-lo. Por favor, ache uma maneira de me tirar daqui...

Ele pensou um pouco. Depois disse:

- Não é salutar eu estar me envolvendo com problemas dos outros. Não ganho nada com isso. E já tenho passagem pelo presídio, isso esculhambaria minha vida.

- Por favor. Salve-me e eu serei tua. Farei tudo o que você quiser.

- Não é um pouco tarde para isso? Cadê teu noivo?

- Ele é filho do aleijado. Meu pai me prometeu em casório a ele, em troca de ajuda financeira para montar este restaurante. Eu nunca quis o sujeito. Ele emana ruindade, como o pai.

- Ok. Traga-me duas lâminas afiadas e espere que eu me livre dos dois caras da entrada. Depois, corra atrás de mim, o mais depressa que puder. Traga-me as lâminas já, mas embrulhadas em algo.

Quando a jovem entrou na cozinha, no entanto, foi barrada pela atendente. Esta disse:

- Não posso deixá-la sair. Eles me matariam.

- Eu sei que você veio trabalhar conosco para servir de espiã, sua concubina gorda. Saia da minha frente, ou vai sobrar pra ti.

Mas a mulher se armou de um macete de cortar carne, e avançou para a chinesinha. Esta rodopiou o pé no ar, acertando a gorda. Antes desta cair, teve um punhal cravado no coração. A jovem a aparou, para ela não fazer barulho na queda. Embrulhou duas facas-peixeira numa toalha de prato e levou-as para o mulato. Entregou-as, sem que o resto da clientela percebesse.

- Tome. O resto dos clientes devem ser aliados dos mafiosos. Nunca os vi por aqui.

Ele respirou fundo, depois saiu com uma peixeira em cada mão. Nem bem despontou na porta, atingiu os dois parrudos na barriga. Eles ficaram surpresos e quiseram reagir, mas o mulato tornou a golpear, fazendo-os cair no chão. A chinesa passou por ele correndo, em direção à rua. Ele a seguiu em disparada. Mas, ninguém os seguiu.

- Temos que passar na pensão onde moro. Preciso pegar algo, lá. Você tem dinheiro?

- Aqui, não. Mas posso pegar num caixa eletrônico.

Pouco depois, estavam num motel barato, de subúrbio. O mulato conhecia a dona, e ela não o denunciaria. Devia a ele, por ter-lhe salvo de um assalto ali, anos antes. Ela o atendeu com muito carinho. Ele explicou rapidamente sua situação. Ela hospedou-o num quarto onde dava para ver todos os arredores. Daquela janela, poderia ver quem se aproximasse do local.

- Vieram correndo até aqui? Estão empapados de suor. - Perguntou a coroa.

- Sim. Estávamos sujos de sangue, então não poderíamos pegar uma condução. Só depois, quando tive que passar na pensão onde moro. Troquei de roupas, mas a dela continua suja de sangue. - Apontou para a chinesa.

A dona do motel foi pegar umas roupas limpas e voltou para perto do casal. Entregou dois vestidos.

- Veja se te cabem. É da minha filha mais nova.

Coube. A chinesa havia tirado as roupas, mostrando seus seios pequeninos e eriçados a Jorge, sem nenhuma vergonha. Ficou sem sutiã e sem calcinha, por baixo da roupa. O mulato estava de cacete duro. A dona do motel percebeu.

- Bem, vou deixar vocês a sós. Logo os chamarei para comer alguma coisa. A comida ainda não está pronta...

- E você, está pronto? - Perguntou a chinesinha, fechando a porta do quarto, quando a coroa saiu.

- Pra você, sempre estive.

Ela atirou-se nos braços dele. Estava trêmula. Beijou-o com sofreguidão, depois caiu no choro. Ele perguntou:

- Não quer tomar um banho antes, para relaxar? - Ele estava retirando uma pistola que estava guardada às suas costas. Depositou-a num móvel do quarto.

- Não. Quero me dar primeiro para você. Você não sabe o quanto me contive, percebendo teus olhares gulosos. Mas não podia ceder. Meu pai iria ficar zangado comigo.

Ela pulou e o abarcou com as pernas. Estava ainda de vestido, mas nua por baixo. Ficou beijando-o, enquanto ele continuava de pé, tirando as calças. Ficou só de camisa de malha branca. Depois, apontou a cabeça da pica e esfregou na xoxota dela.

- Devagar, amor. Eu sou virgem ainda...

- Melhor ainda.

Ela estava muito excitada. Sua xana pingava gozo. Ele tentou invadi-la por ali.

- Ahhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhh, dói.

Ele a pegou pelas nádegas e a suspendeu um pouco.

- Uhhhhhhhhhhh, o que você vai fazer?...

- Relaxa. Você vai gostar...

Ela não relaxou. Nem quando ele aparou um pouco, com a mão, do gozo dela e passou-lhe entre as nádegas.

- Não. Por aí, agora não. Vai doer. Tenho medo.

Mas ele já não a escutava. Havia tempos que desejava fodê-la. Agora, tendo a oportunidade, não conseguiria mais se conter. Apontou a cabeçorra para o buraquinho dela e depois soltou-lhe o corpo. Como estavam ambos suados, ela escorregou pelos flancos dele. Gritou, quando sentiu a trolha lhe rasgar as pregas. Quis subir mais o corpo, mas escorregou de novo.

Então, sentiu o cacete ir entrando, devagarzinho, arrombando seu cu virgem. Chorou mais de arrependimento por perder a virgindade anal tão tardiamente, pois a havia guardado para um casamento que não se realizaria. Nunca tivera coragem de dar uma foda com alguém, temendo que o noivo a rejeitasse depois. Então, começou a chorar de felicidade, por ter finalmente se decidido a ceder seu cabaço.

FIM DA SEXTA PARTE

Siga a Casa dos Contos no Instagram!

Este conto recebeu 0 estrelas.
Incentive Ehros Tomasini a escrever mais dando estrelas.
Cadastre-se gratuitamente ou faça login para prestigiar e incentivar o autor dando estrelas.

Comentários

Foto de perfil genérica

Vejo que tem acompanhado esta série, Gutão. Agradeço os comentários.

0 0