Casa dos Contos Eróticos

Raphaelo 10

Categoria: Homossexual
Data: 14/02/2018 18:30:52
Nota 10.00
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Raphaelo ao terminar o beijo ficou olhando Paulo encantado, ainda mais encantado estava Paulo. A muito ele precisava de um beijo, de se sentir vivo novamente, amando e sendo amada, e ali esta uma oportunidade de um novo amor e porque não?

Tudo bem que Raphaelo era muito, mais muito mais novo do que ele, mas ao que parece, Raphaelo queria tanto quanto ele aquilo tudo e então sem dizer uma só palavra ele se entregou aquele momento mágico e voltou a beijar Raphaelo, mas dessa vez com mais volúpia. Ele chegou tirar a camisa de Raphaelo e começar a beijar e chupar de leve seus peitos. Mas Raphaelo pediu para parar.

Ele ficou meio que espantado com o pedido e voltou-se para o rosto de Raphaelo buscando uma resposta e ela veio. Raphaelo respondeu:

- Eu quero Paulo, mas aqui não, nesta sala de vidro, um dos teus seguranças pode passar por fora da casa e nos ver. Sentiria-me envergonhado perante algum empregado da casa, me vendo transando com você.

- Você tem razão. Vem vamos para o meu quarto...

Eles desceram a escada e por sobre a enorme cama macia de Paulo, os dois deram lugar ao desejo. Paulo se sentia saciado, vendo a força da juventude daquele jovem menino, chupando-o com desejo e tesão. E logo eles estavam transando. Fizeram um sexo maravilhoso. Não foi um sexo calmo e amoroso, nem tão pouco um sexo animal, forte e com tapas e coisas do tipo. Foi um sexo de desejo, de volúpia, de entrega e principalmente de putaria e safadezas. No fim os dois estavam exaustos e dormiram como duas crianças inocentes.

Pela manhã e após o café que tomou sozinho, pois Paulo já tinha ido para o trabalho. Raphaelo ligou para ele:

- Bom dia querido. (Raphaelo evitou dar um bom dia chamando ele de amor, afinal tudo era muito recente, e ele nem sabia onde aquilo iria parar)

- Bom dia meu anjo. Dormiu bem?

- Sim! - E acordei ainda melhor feliz e pensando em você.

- Isso é bom! - Pois também acordei pensando em ti. Te vi dormindo feito um anjo, não quis acordá-lo.

- Poderia ter feito. - Adoraria ter podido tomar um café da manhã ao seu lado.

- Haverá outras oportunidades, eu lhe asseguro. Mas já que me ligou, em parte foi bom, porque preciso lhe avisar que durante o almoço passarei ai para te pegar e te levar para conhecermos algumas escolas, mas preciso ser breve. Devo ser breve, te pego por volta de meio dia e só poderei ficar contigo até no máximo as quatro, pois pretendo ainda chegar ao trabalho antes do termino do expediente para assinar alguns documentos e deixar sobre a mesa de minha secretária, para que ela possa despachar ainda no primeiro horário de amanhã. E infelizmente estes documentos só estarão prontos por volta das três horas da tarde, caso contrário eu os assinaria agora pela manhã e teria o resto do dia livre.

- Tudo bem querido, como queiras... Mas e sobre aquele meu amigo, você disse que queria conhecê-lo, é sobre o emprego, se lembra?

- Sim claro! - Infelizmente não poderei atendê-lo durante o dia. Façamos assim: - Peça a eles que reúna todos os documentos que tiver e que venha até nossa casa, quando voltarmos da visitas as escolas, peço ao meu motorista que me deixe na empresa e depois vá contigo buscar o rapaz trazendo vocês até em casa e depois ele retorna para vir me buscar na empresa. Peça ao seu amigo que me aguarde, e tão logo possa está retornando ao nosso lar eu atendo ele e vejamos o que posso fazer por ele. De acordo?

- Sim; claro! - Por mim está tudo bem.

Por volta de meio dia como combinado, eles saíram para visitar os colégios e Raphaelo ficou encantado com tudo que viu a cada novo colégio, que visitava parecia ser ainda melhor e mais luxuoso que o outro. Piscinas olímpicas, quadras de esportes luxuosas, salas de música, bibliotecas e tantas outras coisas que ele jamais sonhou em ver num colégio, e que nunca teria no antigo colégio público que ele estudou. Foram apenas quatro escolas que eles visitaram, por fim tanto Raphaelo quanto Paulo decidiu-se pelo terceiro colégio, voltaram até ele e foram tratar da matrícula, ou da pré matrícula. Precisava preencher uma ficha, com pré requisitos para se estudar naquela escola. A escola não aceitava qualquer candidato. Só os de grande prestígio. Raphaelo, quando foi preencher a ficha, nem sabia o que dizer. Nada ou quase nada do que se pedia ali ele era apto. Tinha requisitos como se falar em três idiomas no mínimo e quais eram os idiomas. Coitada de Raphaelo, se já dava graças a Deus de poder conseguir pronunciar um português razoável. Local da antiga escola. Era até uma piada ele colocar ali o nome da escola pública que ele estudava, mas enfim... Ele colocou. E tantas outras coisas que Raphaelo deixou em branco. No fim ele teve a Imprenção de que para estudar ali não se podia ser um humano normal e sim um robô de alta tecnologia dotado das melhores funções humanas com capacidade mental de Qi mas avançado do planeta Terra.

Ele finalmente entregou o formulário. O diretor deu uma olhada, e soltou um pequeno riso comedido, bem discreto. E então falou:

- Infelizmente, seu pupilo não é apto nem para varrer o pátio dessa escola. Que dirá de estudar nela. Lamento não poder ajudá-lo, sei que é um homem de grande prestígio. Mas nem em um milhão de ano ele poderia ser aceito em nossa Escola.

Nesse momento Paulo lembrou também de como ele foi humilhado e massacrado quando Hans Vecnor procurou matriculá-lo em uma escola de bom nível também. Paulo apenas olhou profundamente para o Diretor e depois olhando para Raphaelo apenas disse:

- Venha vamos embora desse lugar. Os dois saíram da sala do diretor sem nem olhar para trás. O diretor tão pouco se importou, continuou olhando de cabeça baixa examinando uns papeis.

No carro no banco de trás Paulo percebeu o quanto Raphaelo estava calado na dele. Ele sabia o que o rapaz estava sentindo e pensando, ele também já tinha passado por aquilo no passado. O carro chegou até o prédio da empresa de Paulo. E Paulo disse:

- Olha não fica assim não, nós daremos um jeito. Você vai ver.

- Que jeito se nem pra ser faxineiro naquela escola eu sirvo. Poxa e até que eu tinha gostado dela.

- Quem não serve para diretor é aquele homem, não se deixe abater, vai agora lá buscar seu amigo, esquece isso, e traz ele aqui para ajudá-lo.

- Tudo bem! (Disse Raphaelo mais animadinho com a idéia de poder ajudar Tisiu).

- Isso assim que eu gosto. De te ver sorrindo, levanta essa cabeça rapaz, calma que eu resolvo tudo. Eu sempre resolvo tudo. (E então Paulo deu um beijo apaixonado em Raphaelo, o motorista não pode deixar de ver curioso a cena pelo retrovisor do carro, ele deu um sorrisinho de satisfação, gostava muito do patrão e parece que finalmente depois de tanto tempo, seu patrão estava feliz novamente).

O elevador abriu e Paulo passou feito um furacão em direção a sala dele dizendo em voz alta para a secretária:

- Em minha sala já...

A moça levantou-se às pressas e largou tudo o que estava fazendo. Entrou fechou a porta e já foi ouvindo Paulo falar:

- Preciso do telefone do dono ou dona do colégio Liceu Abrantes Albuquerque. Veja se tem alguma notícia em algum jornal ou revista fazendo referencia aos donos e ligue para esse veículo de comunicação e diga que eu especialmente preciso do contato do responsável por essa escola. Se possível até o contato pessoal, dou-lhe 20 minutos para resolver isso é o máximo de tempo que disponibilizo para aguardar esse contato.

- Sim senhor! - Já lhe trago este contato, com licença.

- Tem toda! (E a moça saiu apressada).

Passados 15 minutos ela de sua mesa interfonou para a sala de Paulo e disse:

- Peço licença para poder entrar e levar-lhe o contato que me pediu.

- Tem toda, estou no seu aguardo.

A moça entrou e disse- lhe entregando o papel como o nome e o telefone para Paulo:

- Este é o telefone do celular da proprietária da escola, ela é a única pessoa responsável de maior escalão da escola e única dona. Tomei a liberdade de saber um pouco mais sobre ela, afim de que lhe possa ajudar com algumas informações.

- Pois bem! - Hoje sim fizestes jus ao salário que ganha. Contratei-te para que me surpreendas sempre de tal maneira que tu fizestes agora, em 15 minutos me trouxe mais do que te pedi. Pois então me passe essas informações.

A moça deu um leve sorriso de satisfação e disse:

- Bem o Nome dela é Marry Abrantes de Albuquerque. Ela nasceu na França, sua mãe uma mulher da alta sociedade brasileira e seu pai da alta sociedade francesa. Percebendo o défte de uma escola de alto nível para a sociedade carioca, eles fundaram o colégio em 1940, teve três filhos mais hoje vivos, esta somente Marry. Ela tem 68 anos e adora festas e jantares. E ao que parece uma pessoa muito dócil e compreensiva, de alta influência na sociedade. Muito alegre e falante, perdeu o seu esposo há cinco anos, ele era um grande empresário, os dois tiveram um filho que morreu tragicamente afogado num acidente na piscina da mansão dele, ao que me consta o garoto tinha por volta de cinco anos e brincando próxima a piscina caiu e afogou-se, depois nunca mais tiveram filhos e seguiram por décadas casados juntos. E tudo que posso lhe informar no momento é isso.

- Já é o suficiente. Agora pode me deixar à só preciso falar com esta senhora.

A moça saiu e Paulo ligou para a mulher. Conversou com ela, explicou-lhe que gostaria de fazer uma parceria com a empresa dele e a escola dela, e claro falou em dinheiro com rico é o mesmo que falar em banana para macaco. Paulo era experto e logo conseguiu um jantar com ela naquela noite. Pediu sua secretária que arrumasse reserva para o restaurante mais chique e assim as 19hs como combinado ele esperava a senhora que chegou as 17:30 no restaurante. Os dois se conheceram e começaram uma conversa muito agradável. Paulo notou que ela era realmente uma dama da alta sociedade, seus brincos, anéis e colar de esmeraldas combinando com elegante vestido de tom verde água, deveriam valer uma pequena fortuna. Logo ele expôs seu plano para ela. O colégio faria uma espécie de propaganda em seus torneios de jogos sobre sua empresa, e em troca sua empresa investiria na escola.

A velha sorriu de canto a canto da orelha. Ela disse que o colégio precisava de uma reforma nova. E que pretendia aumentar o espaço de laboratório e de informática. Paulo prontificou-se de resolver todos esses problemas e no meio da conversa que já se fazia um tanto descontraída ele soltou exatamente o que ele queria falar com a velha:

- Madame Marry!

- Oras, por favor! - Chame-me apenas pelo meu nome.

- Agradeço embora o título seja tão apropriado para tão lisonjeira senhora.

- O senhor me encanta senhor Paulo, es de uma figura ímpar e de uma classe que já não vê mais.

- Agradeço ao seu lisonjeiro, mas devo lhe dizer que por partes quis conhecê-la pessoalmente, para que me desfizesse dá má impressão que tive de sua escola.

- Como assim, má impressão, ao que o senhor refere-se exatamente? (Disse a mulher mudando o rosto para um tom mais sério).

- Bem é um assunto um tanto delicado, mas a senhora tão nobre e dona de um colégio tão distinto do qual me encantei muito, fico até constrangido em lhe informar do quanto fui destratado hoje ainda em seu estabelecimento.

- Como? - Mas isso é um ultraje, não posso admitir tal despautério. Diga-me o que se passou, para que possas tomar a decisão cabível.

- Então Marry! - Ainda alguma hora atrás esteve em seu estabelecimento, a fim de matricular, um pupilo meu. Um jovem rapaz que veio do interior e esta precisando de ajuda. Abriguei em minha casa e desde então venho mantendo-o como um filho de certo que compreendo que ele não tenha a classe e elegância para freqüentar sua escola, mas com a condição que ele se encontra agora sobre meus cuidados, acredito que em pouco mais de seis meses colocaria ele a altura de ser digno a freqüentar sua escola. Porém hoje quando pretendia conversar com seu diretor a respeito disso e até sobre um possível encontro com a senhora, para fazermos este acordo para o qual estamos aqui agora. Ele simplesmente nos tratou como se fossemos pessoas simplórias. Disse até que o rapaz não servia para nem para limpar o pátio da escola. Isso me deixou profundamente chocado e decepcionado. Como lhe disse entendo até que ele não tenha ainda a altura para freqüentar sua escola, mas não ha necessidades de nos tratarmos como cachorro. Acredito que se fazem necessários funcionários que tenham mais classe e educação para representar melhor seu estabelecimento.

- Sim, concordo inteiramente com o senhor! - De pronto lhe peço desculpas pelo ocorrido, e que o senhor aguarde uma resposta minha. Eu pessoalmente cuidarei desse caso, e quanto ao rapaz, considere-o já um membro de nossa instituição e lhe asseguro que eu pessoalmente tratarei de que ele seja tratado com honrarias e pompas necessário dignas de um lorde em meu estabelecimento. Verei o que posso fazer quanto a este diretor, ao que muito me espanta, ele ter feito algo tão estúpido, pois já esta conosco há 12 anos e nunca tive nenhum problema com ele, porém não posso admitir tamanho respeito da parte dele. Certamente eu pessoalmente irei entrar em contato com o senhor amanhã pelo seu telefone e lhe passarei o dia em que podes trazer a documentação do rapaz.

- Agradeço-lhe imensamente, acredito que iremos nos dar cada vez mais, e nossa parceria será algo muito bom para ambos.

Paralelamente a isso, Tisiu esperava conversando com Raphaelo na sala:

- Meu amigo, você ta montado mesmo. Mano... Nunca vi tanto luxo.

Raphaelo sorriu e disse: - Nem tanto, isto tudo pertence a Paulo e não a mim. Mas estou aproveitando a oportunidade que ele está me dando.

- E eu vou aproveitar também. Mas ele está demorando né, eu não to reclamando não mano, mas cê sabe né loirinho, eu moro bem longe daqui e depois vai ser foda pra voltar pra casa. Além disso, minha barriga ta roncando cara.

- Calma, ele deve estar muito ocupado, mandei duas mensagens já e ele ainda nem visualizou. Quanto a tua fome, eu também estou meu amigo. Vou pedir à empregada que coloque uma janta para nós dois la na cozinha. Ele vai chegar a qualquer momento e se ficar tarde de mais, dou um jeito de você passar a noite aqui.

Quando os dois acabaram de jantar e voltaram a sala o carro de Paulo chegou. Ele entrou Raphaelo apresentou o Tisiu e foi ai que Pulo se deu conta que já passava das 21hs e tinha esquecido completamente de Raphaelo e do rapaz. Ele então pediu para que os dois o acompanhasse até seu escritório.

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MAIS UM CAPÍTULO MEUS QUERIDOS LEITORES. ESPERO QUE ESTEJAM GOSTANDO, E DEM UMA OLHADINHA LÁ NO MEU CONTO, "NA PAZ DO SEU SORRISO", JÁ ESTAREI PUBLICANDO CAPITULO NOVO SE POSSÍVEL HOJE AINDA OU NO MAIS TARDAR AMANHÃ.

BEIJOS A TODOS E ATÉ O CAPITULO 11...

Comentários

10/03/2018 14:20:24
vit.will: Pode apostar que ele vai sambar na cara da sociedade.
15/02/2018 13:53:06
engraçado como é a discriminação entre classe social ,como o dinheiro também tem o poder de subir a cabeça das pessoas , mais raphael vai entrar nesse escola com uma entrada triunfal e vai sambar na cara dessas pessoas
15/02/2018 02:23:33
Sharon Martins: Mas gente quem é Bruno que vc tanto fala? Não existe bruno nessa história...
15/02/2018 02:22:26
VALTERSÓ: pode ser que eles venham a se arrepender, mas acredito que ali foi mais um comentário de espanto mesmo, Tisiu nunca entrou num lugar como aquele e ficou maravilhado, me pareceu que foi mais por esse lado. O amor dos dois ainda vai ser algo muito bonito.
15/02/2018 02:17:51
THIrjthiago: Vc shippa tudo em todos os contos... kkkkk
15/02/2018 02:17:20
Geomateus: to continuando, ja saiu outro capitulo agora.
15/02/2018 02:17:00
Bruninhooo: Virá muitas bombas em breve.
15/02/2018 00:28:23
Excelente história excitante capítulo,que bom que Paulo vai mostrar pra esse diretorzinho mequetrefe como se deve tratar qualquer pessoa indiferentemente da sua condição financeira todos merecem respeito. E Bruno o que será que anda fazendo?
15/02/2018 00:21:44
DINHEIRO, CHAMA DINHEIRO MAS TB GERA INVEJA, AMBIÇÃO E OUTRAS COISAS RUINS. SINCERAMENTE NÃO GOSTEI MUITO DA FORMA DE TSIU SE COLOCAR. CREIO QUE RAPHAELO E PAULO VÃO SE ARREPENDER DE AJUDÁ-LO. MAS QUEIRA DEUS QUE NÃO. CURIOSO COMO A DONA DO COLÉGIO VAI TRATAR O DIRETOR. RSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSS ADOREI A TRANSA DE PAULO E RAPHAELO. TORÇO POR UMA RELAÇÃO MUITO BOA E GOSTOSA ENTRE ESSES DOIS. TANTO UM QUANTO O OUTRO MERECEM E PRECISAM SER FELIZES.
14/02/2018 22:39:24
Muito bommm!Rapha e Paulo ai eu shippo!
14/02/2018 20:14:11
Muito bom continua.
14/02/2018 19:04:56
Tô adorando a história,só tô sentindo falta de umas bombas pra agitar a história kkkkk.

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