Rapidamente com minha mãe

Um conto erótico de Scaramouche
Categoria: Heterossexual
Contém 1287 palavras
Data: 28/01/2018 14:30:55

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Oi pessoal, meu nome é André, tenho 19 anos e possuo uma mãe maravilhosa, tão gente boa como é bonita. Ela tem um corpão, pele clara, sem bronzeado, cabelos curtos, até os ombros, coxas grossas, seios grandes e uma bunda redonda e volumosa. Minha mãe é bonita arrumada, mas é muito mais atraente dentro de casa, com as camisolinhas sexy que usa para dormir. Só eu posso ver isso.

Um dia, estavamos conversando no quarto eu, ela e meu pai, então ela deitou na cama onde agente tava e se inclinou para ele. Ela vestia uma camisolinha super sexy, rendada e colada ao corpo, que não cobria toda sua bunda. Então, quando ela fez isso, seu bundão ficou virado pra mim e meu pai nem percebeu, porque estava de costas.

Ele se levantou da cama em direção ao banheiro e eu fiz algo impensado, mas que não me arrependi, coloquei a mão em minha mãe e alisei sua nádega. Ela olhou surpresa para mim e se levantou, disfarçando na volta do meu pai. Eu estava nervoso e com vontade de rir, porque já era habituado a conquistar mulheres, mas minha própria mãe foi a primeira vez.

Voltamos a conversar normal, ela disfarçando o ocorrido, então eu não me controlei e na primeira chance disse pra ela, baixinho:

- Mãe, vai lá no meu quarto me desejar boa noite, quero falar contigo...

Minha mãe me olhou estranho, aquilo não era normal entra agente, mas uma hora depois ela bateu no meu quarto e falou:

- André, o que você queria, eu já vou dormir.

- Entra, mãe – eu disse, vendo ela atrás da porta.

Minha mãe entrou sorrateiramente em meu quarto, com a mesma camisolinha que tinha vestido, e meu coração acelerou, porque ela nunca tinha feito isso. Eu disse:

- Senta aqui – batendo na cama.

- Fala logo, já tenho que ir dormir – ela disse, sentando. Eu estava deitado, enrolado com um fino lençol, eu disse:

- Calma, pra que a pressa? Papai já foi dormir?

- Sim – ela disse – Porque tenho que trabalhar amanha.

- Ainda tá cedo.

- Já vai dar meia-noite – ela disse.

- Calma, você vai já...

Então botei uma mão em sua coxa, e ela viu, mas não disse nada.

- O que você queria?

- Sabe o que era, eu fico chateado toda vez que o pai te trata desse jeito...

- Que jeito?

- Você sabe, saindo de ti.

- Ah, era isso?

- Sim.

- Eu já to acostumada – ela brincou.

- Não devia. Você é uma mulher extraordinária. Muitos homens dariam tudo pra ta perto de ti. Não pode ser assim.

- Nem sempre é assim.

- Não pode ser nunca! – falei – Acho que a idade do pai atrapalha.

- Ele não é tão velho assim.

- Isso porque você não pegou um cara novo, para ver como é...

- Ah é? – ela perguntou sorrindo, olhando nos meus olhos.

- É claro – eu disse rindo também.

- É só isso?

- Não.

- O que mais você queria dizer? Eu já vou me deitar.

- Deita aqui comigo...

- Pra que?

- Pra me fazer companhia, só um pedaço...

- Você não acha que já tá muito grandinho? – ela riu.

- Isso é bobagem. Sempre é bom ter companhia.

- Mas agora tenho que fazer companhia a seu pai, porque amanha vou trabalhar.

- Ele já tá dormindo. Fica aqui.

- Não posso, amanhã vou trabalhar – ela disse, levantando da cama e ficando de pé. Mas eu disse:

- Mãe, pera! Fica aqui só um pedaço, cinco minutos, aí você vai.

Ela me olhou afastando o lençol e liberando a cama, então pensou.

- Cinco minutos, vai... – eu insisti.

- Tá. Só cinco minutos, viu – e voltou a sentar do meu lado, deitando no espaço que eu tinha criado.

Meu pau já tinha se animado quando toquei sua coxa e ficou super duro quando ela deitou do meu lado. A ideia de ter minha mãe de camisolinha do meu lado, naquela madrugada, me excitava. Eu disse:

- Entra no lençol.

Minha mãe se cobriu e virou de lado, então colei meu corpo no dela. O volume do meu short ficou tocando em seu bundão e eu perguntei:

- Não é bom uma companhia?

- Humrrum... – ela se limitou a isso.

Eu então segurei sua cintura e fiquei roçando o short em sua bunda, na camisola. Eu olhei debaixo do lençol e fiquei doido quando vi suas nádegas com o fino tecido, rendado, e meu pau estourando na cueca. Ela não se movia então resolvi tirar logo tudo e ficar nu.

Baixei o calção e a cueca junto e colei denovo nela, com o pau entre suas nádegas. Nossa, que sensação! Minha mãe se espantou com o calor e olhou para trás:

- Já chega, André, tenho que ir dormir – mas eu disse:

- Calma, espera um pouco mais.

Eu comecei a apertar e abrir suas nádegas, colocando meu pau no meio. Minha mãe comentou de costa pra mim:

- Eu não sabia que você era tão tarado!

- Esse seu bundão deixa qualquer um louco!

Coloquei então a cabeça inchada entre suas pernas, na entrada, e pressionei o tecido:

- Vai, mãe, deixa eu botar...

- Tá louco? Sabe que não.

- Porque?

- Você sabe muito bem...

- Calma mãe, relaxa.

Enfiei a mão pela renda do shortinho e afastei o tecido para o lado, liberando toda a bunda. Fui sentindo a umidade entre suas pernas e o calor aumentando cada vez mais, até que minha cabeça esbarrou em algo peludo e molhado. Nossa, a sensação foi demais quando eu fui empurrando, com minha mãe calada.

A cabeça já tinha entrado pelos lábios, quando eu tirei e botei denovo, até a metade da minha vara. Minha mãe soltou um leve gemido e segurou minha perna.

- Foi pra isso que me chamou?

- Você sabe que foi – eu disse, enfiando ainda mais o pau nela.

Quando minha barriga bateu em sua bunda, tirei tudo lentamente, todo babado, e botei denovo. Fiquei metendo lento, mas profundamente em minha mãe, que já não reclamava.

Segurei sua cintura com as duas mãos e comecei a aumentar a velocidade. Minha mãe passou a gemer mais alto e eu disse:

- Fala baixo.

- Termina logo.

- De jeito nenhum! Agora que eu tenho você quero passar a noite toda – disse afastando o tecido da camisola e tirando um peito para fora. Ela olhou para mim e disse:

- Você tá doido? Se seu pai acordar?

- Vamos trancar a porta do quarto?

- Não. Goza logo.

Ela falou isso, mas foi a primeira a se tremer na cama e a me azunhar, quando eu repeti varias vezes aquele movimento. Eu disse em seu ouvido:

- Tá gozando, safadinha?

Minha mãe me olhou, sorrindo, e disse:

- Goza também.

- Calma, quero que suba em mim.

Minha mãe então se colocou ao meu lado, sem certeza se devia fazer aquilo, porque não queria chamar atenção, e subiu no meu colo. Eu afastava o tecido de sua camisola com a mão e ela pocisionou-se bem em cima, sentando devagar. Que visão! O corpão de minha mãe sentando no meu colo, com o seio do lado de fora.

Ela é alta e aquela posição chamava mais atenção. Com certeza meu pai não ficaria feliz de chegar naquele momento, mas nós continuamos a transar. Ela se acostumou a subir e a descer na minha pica e sentava até sua bunda bater em minhas pernas.

Eu não consegui agüentar, seu peito do lado de fora com a aureola rosada a minha disposição, eu gozei. Gozei dentro. Gozei como nunca na vida!

Ela então se inclinou sobre mim, me dando um beijinho no rosto, e se levantou sorrindo. Ajeitou a camisola, cobrindo a bunda e voltando o seio pro ligar, e voltou para a cama com meu pai.

Esta é uma história real, que teve muitos desdobramentos, mas fica por aqui. CONTINUA.

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Comentários

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E a continuacao!!! A obra fica inacabada...

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Estou voltando para comentar a coletânea da sua obra. Li todos os contos em que o tema é o relacionamento mãe e filho... por motivos pessoais, é um tema que me atrai. O conto é bom quando nos faz fantasiar... e eles me estimularam bastante. Parabéns! ... Espero que continues escrevendo, pois

é muito gratificante para nós.

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