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Júlia, a reconciliação com Dalilah, minha conversa com a morte - Capítulo Treze

Autor: Noah
Categoria: Heterossexual
Data: 07/12/2017 04:43:33
Última revisão: 11/12/2017 18:24:08
Nota 10.00
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Júlia - Ela queria ser mais que a cozinheira. Acabou se tornando minha última fêmea Judia.

Como contei, tudo na minha fazenda está ligado à cozinha. De fato, duvido que qualquer outra casa seja diferente. As coisas, conversas, discussões mais importantes acontecem na cozinha.

A cozinha é um símbolo. É o lugar aonde mortais vão se reabastecer, vão se reinventar, vão se alimentar. Alimentação é tudo na vida de um ser biológico e a cozinha é palco perfeito e único para essa atividade.

No mundo Judeu, a cozinha é parte tão integrante da realidade Judaica quanto ir à Sinagoga. Manter uma dieta Kosher é tão importante quanto frequentar a Sinagoga e, por isso, ela tem destaque principal. Minha família contava 20 gerações de mulheres judias na árvore genealógica que arrumamos documentação, sabendo que era muito mais além disso, acreditando que nosso sangue dá para ser verificado para o tempo das diásporas.

Hitler matou mais de 100 pessoas de minha família, mas não nos exterminou. Hoje, lamento não ter crescido naquela época ou o matava sabendo meu poder e o Poder do Exército Brasileiro!

As mulheres ancestrais falavam que somos da tribo de Judá pelos costumes e tecidos. Fato é que vovó, mamãe, Sarah, Estherzinha e suas filhas e Hannah com, Lilian, Elza e quando nascer as outras gêmeas, são todas judias legítimas.

O mesmo se aplica a Kamilah e Francisca e suas filhas.

Fico honrado com isso. Para ser Judeu nato a mãe tem que ser judia; pais não contam. Renata lamenta Ercilha não ser e, agora, está em processo de conversão. Franscisca se desenvolve cada vez mais no Judaísmo e tomando conta de Déborah, agora judia também.

Sem digressão. Isso foi após o evento de Hannah

Com a questão da Dona Joanna e seu ataque cardíaco, contei que minha mulher Sarah decidiu contratar outras moças para ajudá-la no dia a dia da nossa fazenda, que alimentava mais de 100 almas todos os dias.

Para registro, hoje são quase 200 almas a cada refeição, todos os dias. Temos cristãos, católicos, protestantes, muçulmanos todos à mesma mesa, amados de forma e modo iguais, como vovô por parte de mamãe me dizia:

- "Um homem poderoso não constrói cercas altas, mas uma mesa maior e mais farta!", coisa que levo a cabo sempre.

Joanna contratou três gurias: Júlia e outras duas. Falei sobre elas antes, mas o foco é em Júlia, daí somente indicando os nomes.

Joanna tinha Hannah como o xodózinho dela. Sempre foi assim; nunca disputamos; nunca questionamos. Desde o nascimento, Joanna cuidava da alimentação Kosher da pequena Hannah como se fosse sua netinha. A amáva profundamente como ainda a ama!

Júlia tinha 18 anos quando foi contratada. Nova e inexperiente, mas com conhecimento que a ressaltou entre as outras candidatas na cozinha industrial, aprendeu muito pela demanda que a sede exigia, com ressalva que ela não sabia cozinhar Kosher, o que vimos não ser problema. Falo "vimos", mas essas ordens e escolhas vieram de Sarah, a Senhora da casa, que eu jamais mudo mas respeito.

Ela é minha Senhora e a casa é dessa Anja Judia, minha Alma Gêmea!

Voltei de uma excurção pelas minhas terras e estava, bem, todo melado de suor, feno, terra e trigo de cavalgar nas minhas terras. Faço isso constantemente, então nada anormal.

Ao chegar, escolhi ir para as cocheiras a fim de dar água para meu animal. Fui e amarrei minha montaria no alpendre para que comesse e bebesse e se recuperasse de nossa viagem, mas não havia água no cocheira.

O que eu não esperava ver é uma morena linda, cabelos castanhos claros até a cintura, olhos esverdeados, pele morena bem clara e um corpo cheio de curvas, perfeito, com ancas largas, coxas redondas e viçosas, a famosa "saboneteira" perfeita, seios médios pontudos debaixo do uniforme, debruçada no açude, tirando água para minha montaria no alpendre ao me ver voltar.

Estava só de shorts, sem calça, botas ou camisa, já que queria jogar água no corpo antes de entrar na sede e fazer a famosa "lambança", para "delírio" de Sarah (rs!). Sim, tomo bronca dela e é engraçado ver uma pequena de 1.60m reclamar de um homem de 2.10!

Fiquei calado a princípio, sem ser notado, mas saí da sombra e sorri, cumprimentando Júlia!

- "Olá guria! Como estás? Buscas água para os animais e para mim, se te posso pedir, pequena?"

Ela se assustou, olhando para mim só com shorts em sua frente, jogou o balde longe de si com o susto e começou a puxar seus cabelos para trás. Sorri. Esperei ela se recompôr.

- "Senhor Noah! Perdão! Não devia estar aqui! A senhora Joanna vai me matar! Aqui tem água para seu cavalo e tudo mais que o senhor quiser!"

- "Relaxa, pequena! Ninguém vai te matar ou nada do gênero! Prazer em conhecê-la! Feliz em tê-la a serviço de minha casa! Ouvi falar de ti e teu trabalho em outras fazendas, apesar de tão jovem! Acho que aprenderás a trabalhar aqui sem tempo, pequena!"

- "O... O... Obrigada, Senhor Noah! Não quis interromper..."

- "O quê? Eu me lavando ou tu dando água para os animais, guria?"

- "O senhor! Dando água para sí ou lavando os animais.... Arghhhhhh! O contrário, senhor Noah!!! O contrário!!!! Deusss!", soltando os braços ao lado de seu corpo lindo, suspirando e olhando para o chão em sinal de respeito e submissão e, bem provavelmente, pela confusão e nervosismo que mostrava.

Ri gostoso e alto, do meu jeito alvoroçado!

- "Ok! Então bebo água dos meus animais e, possivelmente, preciso de sela e espora para ter bons hábitos!"

- "Nãooooo! Deus!!!!! Deusssssss!!! Sou uma idiota!!!! Não, senhor Noahhh!! Não!!!!"

- "Pequena. Terminas o que fazias aqui antes e vá-te para a sede e me fazes café forte e um chá inglês! Consegues fazer isso sem gaguejar tanto ou peço à Joanna, já que não me destes a água que pedi?"

- "Simmm!!! Não!!!! Quer dizer, sim... faço o café e chá!!!! Deusss!! Sim, faço sim, senhor!!! Obrigada!!!"

Sorri, enquanto a via sair do alpendre tropeçando nos degraus, olhando para mim assustada! Gostei dela: linda de corpo, linda mesmo, mineirinha linda! Adorei seu embaraço e só pensava nas suas curvas enquanto saia para preparar o chá...

A noite falei com Sarah sobre ela. Conto tudo para ela, sem exceção.

Daí o evento da Hannah aconteceu. O que narro foi após aquele evento.

- "Tu a desejastes? O que tem nela que não te dou?...", ela redarguiu, triste, arrumando seus cabelos loiros.

- "Não é sobre tu, prenda! Tu me fazes completo! Só a curiosidade e vontade que senti.. Nada que não tenhas em ti! Mas tu sabes como sou... Peço perdão por isso, prendinha!!.. Talvez tu merecesses um bagual com atitude diferente... Um guri da cidade grande... Peço perdão", fiquei chateado mesmo e segurava o chôro.. Tinha as mulheres mais lindas do planeta e estava com os olhos em Júlia... Devo ser um doente ou um homem sem caráter, ou ambos...

Saí de seu quarto triste, pesando 500 kilos por assim dizer, caminhando pesado olhando o chão, e fui para o celeiro. Sarah veio logo após, vendo a tristeza com que deixei seu quarto, e pedi para ela sair, negando conversar mais sobre isso ou ser consolado.

Estava mal. Triste.

Ela insistiu, então aceitei: nada nego à minha Sarah. No meu rádio passava essa canção (https://www.youtube.com/watch?v=FHw4MXNAmEw). Sim, todas as passagens de minha vida foram eternizadas por músicas.

Ela começou:

- "Eu sei de tua natureza e nunca a rejeitei. Tu tens 5 mulheres além de mim. São as mulheres mais lindas desse planeta, Noah. Penso em mudar isso as vezes mas não quero de fato, pois amo cada uma de minhas irmãs; é tua natureza e te aceitei desde antes como tu és. Só peço que mantenhas a descência dessa casa que tu mesmo exiges e que não me deixes às escuras em tuas aventuras, as quais não posso te acompanhar. Não te sou suficiente? Ou minhas outras irmãs, que precisas possuir nossa cozinheira também?"

- "Prenda. Tu és minha alma e tu me és suficiente em qualquer coisa que posso pensar ou desejar. Fato é que não sei explicar quando sou assolado pelo desejo como fui e jamais te trocaria por tais desejos, mas não posso ignorá-los também. Devo ser um homem ruim, mal, ingrato e indecente. Peço perdão, amor meu, alma minha! Não te mereço, amor...", confesso que estava triste e meus olhos lacrimejavam direto, escorrendo lágrimas por minha face, escondendo-se em minha barba.

- "Não sei o que te assolas amor, mas sei que não és indecente, mal ou ingrato. Tu és o homem perfeito que eu sempre desejei! Tu és meu homem para toda a minha vida, no juramento de sangue que te fiz. És meu Judeu. És meu gigante. Te pertenço e sou tua cativa. Mas não sei o que tu buscas em outras mulheres que não o tenhas encontrado em mim ou em minhas irmãs, porém não mudo tua natureza livre, fogo e guerra, como mamãe me falou desde que eu era pequena, e que papai preconizou como o soube também por mamãe. Ela me disse que tu fostes sentenciado a seres totalmente sozinho a despeito das que te amassem. Eu discordo. Sei que te vi feliz pois vi teus sorrisos e amor com nossas trigêmeas. Teu amor, carinho e a bondade do teu coração superam em muito teu tamanho imenso! Talvez o que dizes ter tua alma, em pedaços, nos teus filhos seja, de fato, quem tu és."

Continuou: - "Eu te vi homem completo e feliz quando me tornei tua mulher, ainda mais quando tu soubeste das nossas tri-gêmeas. Tu ainda me amas? Devo estar fraca após tantos filhos...", falou, com os olhos azuis marejados, para meu desespero.

Revoltei-me e me lancei ao chão ante aquela Deusa Grega, beijando seus pés:

- "Sarah!!! Tu és a mesma guria que iniciei quanto tinhas 14 anos de idade!! Eras completa! Sou completo! Tu és minha alma gêmea, meu espírito, meu corpo e se queres prova de sangue, me sangro aqui, em tua frente e agora. É tu falares palavra e te mostro, prendinha!! Tu trazes significado à minha existência!! Pedes minha vida aqui e agora e t'a dou já, sem pensar, na tua frente nessa solidão de meu celeiro, amor!"

Arranquei minha faca da cintura e a pús no meu pescoço, puxando-a começando a sangrar meu pomo de Adão e minha garganta.

Sarah viu o sangue e pulou e puxou minha mão para não causar mais dano ao meu pescoço, já que estava resolvido a tirar minha vida naquele momento pela angústia que senti ao ver Sarah julgar-se não mais desejada por mim.

- "Elohimmmm!!! Noahhhh!!!! Não fazes isso, amor!!!! Pára agoraaa!!! Se tu perdes tua vida, eu serei a primeira a me jogar morta pela minha própria mão no teu caixão. Serei seguida por Hannah, Esther e as minhas irmãs logo após. Teu filhos farão o mesmo em seguida. Tu nos fazes completas e mulheres melhores do que naturalmente seríamos. Tu nos ama individual e conjuntamente como nenhum homem jamais amou uma mulher!! Tu fazes tuas crias conosco serem jóias da corôa do Criador. Jamais brincas com isso de novo, Noah Whitaker. Jamais, ou tu me magoas para além de reparo, amor!... Amor?? Amor?????????? Noahhhhhhhhhhhhh???????????????"

A merda, porém, é que na emoção do momento eu, de fato, cortei meu pescoço muito profundamente, acabando por causar uma pequena incisão na minha jugular e uma grande hemorragia.

Sarah notou e, médica que era, logo pegou o lençol e fez pressão no corte, colocando minha cabeça em seu colo, gritando do celeiro suas irmãs.

Eu não quis, ou talvez quis, mas não percebi que minha faca muito afiada foi além do que esperava. Comecei a me sentir cansado e fraco, com o corpo pesado, e ouvia de longe a voz de Sarah, descansado que fiquei em seu colo empapado de meu sangue.

- "Deus!!! Vanessa!!!!!!!!!!! Teixeiraaaaa!! Noah está partindo!!!!!!!!!! Amor, tu sangras sem parar!!! Meu Deus!!! Vanessa!!!!! Vanessa!!!!!!!!!!!!!!! Traz minha maleta médica!!! Preciso agora da braçadeira hemostática ou vamos perder o Noah!!!!!!!!!!!!"

Eu não esperava isso, ou esperava, não sei, mas cortei mais que esperava da minha garganta e estava a morrer de fato. Vanessa veio gritando com puro horror, trazendo a maleta médica de Sarah; Estherzinha, Hannah e Kamilinha vieram tão desesperadas quanto Vanessa e Franscisca ficou branca, literalmente.

- "Deus!!!!!! Noah está morrendo, mamãe!!!!!!! Meu Noah está morrendo!!!!! Vou morrer junto!!!! Noah está morrendo!!!", gritou Kamilinha.

- "Papai está morrendo!!! Mamãe, o que tu fizeste com ele??? Mamãe, papai está morrendo!!! Está sangrando!!! Deussss!!! Meu Deussssss!!! Papai está morrendo!!!!", gritou Esther e Hannah.

Eu senti as coisas ficarem pálidas, escuras e ví minhas fêmeas alí e relaxei, feliz, deixando meu pesado corpo cair ao chão. Decidi morrer. A herança estava dividida após Dalilah, então achei que era a melhor coisa a fazer.

Vi Renata aparecer aos gritos, mas eram flashes do que eu via. Só ouvia os gritos dela falando: "Priminho!!!! Tu és minha vida!!! Sou tua Rezinha!!! Priminho!!! Eu me mato após tu!!! Tu és minha vida, primo!!!! Lembra das nossas gurias, primo!!!!" após uns segundos.

Eram flashes de novo e eu cai no chão do celeiro. Eram só flashes e vi nada mais, apagando para o descanso dos guerreiros!

Vi meus gurizinhos e gurizinhas vindo e chorando perto. Sentia suas lágrimas correndo no meu corpo. Relaxei mais e deixei me cair completamente.

Sarah trabalhava rapidamente, pinçando a jugular e colocando um agente cicatrizante em cima, estancando a hemorragia em segundos. Sarah é extremamente eficiente e decidiu pela cirurgia por suas habilidades.

Vi Teixeira e Argemiro entrarem no celeiro e vi seus rostos sérios, rolando lágrimas de seus olhos e apaguei novamente.

Voltei novamente, cuspindo sangue, sendo carregado para a sede, e disse - "Eu te amo, Sarah! Sempre te amei! Com todas as minhas forças, com todo meu coração!! Eu te amo, minha mulher!"

- "Também te amo, meu homem maluco!! Se tu morres, tu vais ter meu sangue ao teu lado, meu amado!! Deixa teu desejo e teu corpo irem ao seu curso. Tu és meu que sei, amor! Se tu morres agora tu terás meu cadáver ao teu lado, meu doidinho amado!"

Apaguei. Sarah fez um procedimento cirúrgico em seu quarto, dando pontos internos e externos.

Todos lhe perguntaram o que aconteceu. Ela contou que fiquei triste e quis provar meu amor para ela, acabando por causar o acidente.

Acordei com um peso no meu peito. Era meu filho Luccas, Matheus e Déborah, minha guriazinha com Francisca e um monte de gurizinhos em cima de mim, em minhas pernas... Abri os olhos e vi Sarah no lado esquerdo, trocando o curativo, Vanessa no lado direito, Hannah dormindo no sofá, segurando meu pé, Kamilinha dormindo no outro pé esquerdo. Franscisca fazia algo que não me lembro com as mãos, tipo uma fieira que viria a saber um suéter meu. Esther dormia com a mão no meu peito e Pedrinho, meu maninho, tinha vindo à fazenda e estava coberto a distância, no divã.

A esposa de Pedrinho, Priscila, estava fora do quarto, mas eu a via, de portas abertas, falando algo com Joanna e Júlia. A última concordava com algo que não sabia o que é e saia rapidamente.

De novo apaguei. Estava muito fraco e sentia minha gurizada sobre mim e a mão de Sarah me cuidando, adicionando antibióticos no soro que estava em meu braço. Confesso que eu estava feliz ao ver toda minha família naquele quarto. É assim que um homem, um guerreiro, deve morrer.

De novo voltei e sentia minha garganta doer muito. Meus gurizinhos estavam sobre mim. Não tocava mais a mão de Sarah e busquei uma, sendo abraçado por Esther que me segurava com força e amor e Dalilah, que ainda não tinha visto.

Dalilah sorriu, muito nervosa, sem saber se eu a aceitaria ou não, e disse:

- "Papai? Sou eu papai! Aonde tu estavas com a cabeça, papai? Tu não sabes que tua vida e a minha são uma só? Quase me mato, papai!". Beijou-me e ficou calada, chorando em meu peito, e dormi novamente.

Acordei de novo com alguém puxando minha barba. Era Déborah em sua curiosidade. Luccas puxava os pêlos do meu peito e Matheus passava os dedos nos meus lábios. Tossi sangue de novo e eles se afastaram.

Vanessa veio e me limpou os lábios. Sarah estava do lado e segurou minhas mãos, com grandes olhos médicos em mim.

Apaguei de novo.

Voltei e sentia a cabeça de Sarah no meu peito. Vi outra cabeça loira como Vanessa do lado e toquei, arrumando os cabelos. Quando vi, não era Kamilah ou Vanessa como pensei, mas Dalilah novamente.

Senti a raiva de antes por um momento, mas fui tomado pelo amor que tinha por ela e fiz foi arrumar seus cabelos em uma trança e fazer carinho nela. A vi levantar a cabeça com os olhos cheios de lágrimas, chorando alto e falar algo que não entendi. Nunca vi uma mulher chorar tanto quanto Dalilah...

Apaguei.

Acordei novamente e sentia lábios em meu peito e meu rosto. Olhei e vi Déborah, minha guriazinha, e beijei seus pequenos lábios. Ela era minha alma como Sarah era. Olhei e vi Dalilah de novo com os olhos cheio de lágrimas e ela me beijou nos lábios e se deitou em meu peito em um chôro efusivo como jamais vi na vida. Puxei seus cabelos sem a machucar e trouxe seu rosto para mim.

- "Papai!!!! Deus!!!! Papai!!!! Não quero nada de ti!! Usei tua herança e sou uma párea fétida e nojenta que não merece nada de ti!! Não quero nada de ti, papai, porque não tenho direito a nada! Fui uma estúpida, doente, idiota, ignorante, insensível, e não tenho nem mereço nem quero nada de ti, papai!"

- "Mas ainda sou tua prendinha que tu fizeste com mamãe quando tu ainda eras guri. Não tenho e nem quero direito a nada, mas quando eu soube que tu ias morrer eu amolei a faca pra morrer junto, papai. Se tu queres, fala e eu me mato aqui, papai e deixo meu sangue correr no teu corpo, papai."

- "Eu sou tua filhinha e te amo muito papai. Eu mereci cada côro que tu deste em mim, papai. Eu não quero nada e jamais vou pedir ou esperar nada papai. Só não morre, porque eu quero morrer no teu lugar, sofrer no teu lugar, dar minha vida no teu lugar, desde que eu saiba que meu papai está bem!"

- "Eu te amo papai, com toda a minha alma, com todo meu coração. eu sou tua papai! Tua prendinha! Sempre fui, sempre vou ser! A coisa de falar que eu era putinha é mentira, papai! Eu só fui do Rodrigo e jamais fui de outro homem porque eu sei que isso ia te machucar, papai! Eu só fui dele porque o senhor nunca me quis, papai! Senão eu seria somente tua, papai! Eu jamais iria me deitar com outros homens porque meu sangue é o teu sangue, papai!"

- "Só não me deixa, não morre, porque eu vou me matar junto de ti porque não sei como viver sem ser contigo, papai! Só não morre, papai! Eu prometo sair da sede quando eu souber que o senhor melhorou, papai!! Não me expulsa antes disso, por piedade, papai!!! Eu te imploro, paizinho!!!"

Olhei profundamente em seus olhos e vi verdade e amor lá, sem sombra de malícia. Sorri e abracei ela. Ela me olhou e começou a chorar efusivamente. Levantei sua cabeça e beijei seus lábios, seus olhos e a deitei novamente, com sua cabecinha em meu peito até apagar novamente, segurando firmemente seus cabelos em mim.

Acordei novamente e ainda segurava firme os cabelos de Dalilah sem largar e ela me olhou. Kamilah trouxe comida e retirou minhas mãos dos cabelos de Dalilah, tentando tirá-la de mim, ao que rejeitei a comida e a puxei novamente para mim, para minha boca. Beijei seus olhos e só falei roucamente:

- "Eu te amo, filhinha!". A deitei novamente em meu peito e apaguei novamente, sem comer.

Acordei e ainda a prendia em seus cabelos.

- "Papai, posso fazer xixi?", Dalilah me perguntou, sorrindo mas em desespero...

Sorri:

- "Vai. Volta logo. Te espero agora! Corre!". A guria foi e em segundos estava junto a mim, dando-me seus cabelos em uma trança para eu puxar e segurar sua cabecinha no meu peito.

- "Voltei, papai! Não tenho direito a nada do senhor! Mas fiquei perdida ao saber que o senhor ia morrer e ia me matar junto, pai!! O Teixeira me impediu de me matar, pai... Por isso vim aqui, para me matar com certeza da tua morte, pai! Te amo, papai! Peço perdão de tudo, papai!!"

Não tinha voz para responder, mas sussurei:

- "Tu és sempre minha guriazinha! Tu és de papai! Tu vais sempre ser minha guriazinha! Ordeno-te que mudes para a sede, ala norte, aonde minhas filhas estão, para teu quarto e para tua família. Hoje eu te recebo novamente como minha prendinha que és!", ao chôro alto de Vanessa que a tudo observava.

Ela deitou-se no meu peito e lá ficou pelos 5 dias seguintes, chorando sem interrupção, beijando minhas mãos, meu peito, minha cabeça. Dalilah só saiu do quarto para se banhar e se alimentar. Eu tinha definhado 30 kilos.

Algumas semanas após, Sarah me acordou com um grito: "Tu eras pra morrer!! Não morreu!! Tu levantas dessa cama agora e tomas tua força de novo!!! Agora!!!! Não me casei como um homem morto!!!! Tu és guerreiro e tens de voltar ao teu combate!!! Tu não és frouxo!!! Acabou isso!! Te ajudo a levantar!!! Andas!!!".

Estava fraco mas aquela era minha mulher! Levantei, cadavérico, lutando contra uma tontura imensa, e fui de encontro a ela, apoiado por Dalilah e Esther.

Ela me abraçou e falou:

- "Vamos comer juntos hoje, como uma família completa!!".

Vi a minha ninhada a minha volta e ela, literamente, me tocou comida! Não vomitei na hora e comi tudo que ela me deu, tentando controlar meus enjôos. Dalilah tinha voltado a morar na fazenda conforme ordenei e Esther ouviu e confirmou minha ordem, e Sarah passou a me dar cinco refeições por dia, até que retirou os pontos. Ela me cuidou e me curou perfeitamente, fazendo um procedimento plástico no corte de modo a ficar uma cicatriz bem pequena, quase imperceptível. Fez a reconstrução da jugular e da minha garganta, de modo que me recuperei totalmente do "acidente".

E foi assim pelas duas semanas seguintes, com Dalilah e Júlia com Sarah se revezando no meu quarto todos os dias e noites!

Sarah me trouxe de volta à vida!!!!

- "Tu não vais fazer essa vergonha com Dalilah ou tuas fêmeas. Tu perdoastes Dalilah, então vives ao que fizestes!!!"

A amei intensamente nessas semanas e ela só não ficou grávida porque já estava da nossa sexta filha como contei!

Dalilah vinha sempre me ver. Eu a recebi inteiramente e a pús para ser auxiliar de sua irmã Kamilah. Dalilah nunca mais teve o status que tinha antes, mas foi amada tanto quanto antes e eu apronfundei meu contato com ela, como conto em capítulos futuros.

Uma noite, Sarah me perguntou sobre Julia de novo. Disse não saber de nada disso ou se ela queria a mesma coisa de novo, que eu não aguentaria... ao que ela sorriu:

- "Tu sabes sim. Conheço teu corpo, teu sangue, tua força de macho. Essa vontade não vai embora, vai? Rss"

Sorri, andando. Pedi:

- "Sarah! Após tudo que passei, Júlia? Sério?"

- "Amor... Júlia chorou todos os dias aos teus pés, sem quem a pudesse consolar! Eu te amo, mas vejo o amor dela também e a pequena, por qualquer razão, te ama profundamente e ficou desolada e fez o mundo por ti quando tu estavas semi-morto na cama... Nunca vi alguém cozinhar tanto e tão bem como ela! A própria Joanna ficou escandalizada com seus esforços!! Ela preparou pratos que nós jamais ouvimos!! Ela faz comida Kosher parecer o alimento dos deuses!! Não posso negar o ciúmes que sinto dela tanto quanto não posso negar o amor dela por ti, Noah!... Ao menos dás a pequena desfecho se tu nada mais sentes por ela. Se tu sentires, me contas e entendo, só não me tenhas às escuras, sem saber!!".

Voltei ao celeiro e aquilo tudo ficou no passado e eu corria como antes fizera e cavalgava meus alazões como antes, deixando meus guardas comendo poeira por horas, até eu voltar.

Um dia, voltando, vi Júlia na região da cocheira e desmontei de meu alazão para ela dar água. A ví voltando da cocheira com o balde de água nas mãos e falei:

- "Agradeço teu cuidado por mim... Tu és um tesouro desta casa! Somos honrados por tê-la aqui e tu fazes comida Kosher parecer um manjar dos deuses! Estou-lhe grato por isso, pequena!"

- "De nada senhor Noah. Feliz em ver tua recuperação tão rápida..."

- "Minha recuperação é tua também. Senti teu chôro aos meus pés, ou estou enganado!"

Ela escondeu seus olhos, respondendo:

- "Todos estamos felizes! Eu estou feliz também!"

- "Todos? É somente isso então?", falei, aproximando-me dela e segurando seu queixo, trazendo seus olhos esverdeados contra os meus cinzas. Senti todo seu corpo tremer e suas mãos ficaram inquietas.

Olhando-me profundamente, vi seus olhos lacrimejarem e ela respondeu:

- "Senti tua falta, mas não me compete sentir tal coisa ou pedir mais do que eu posso ter, patrão!"

- "Então pediu mais? O que mais pedistes, pequena?"

Ela tentou tirar o queixinho bem feito de minha mão mas não o permiti, segurando-a firme e forçando-a a olhar diretamente para mim.

- "Trocaria minha vida pela tua, moço!... Tu és minha própria existência!!! Sei que não tenho esse direito, mas te amo com toda a força do meu corpo, meu espírito, minha alma, Noah!! Nunca senti isso por alguém, nunca fui tocada por homem algum, nunca um homem segurou meu queixinho como você está fazendo agora, e eu peço desculpas por falar isso para o senhor, mas é a minha verdade mais única e mais íntima.", e começou a soluçar, fazendo lágrimas rolar de seus olhos esverdeados pelo seu rosto perfeito.

- "Desde quando, Julia?", me atrevi.

- "Desde que te conheço... Peço perdão pela ousadia, mas desde a primeira vez que te vi não faço mais que te amar... perdão por ser tão atrevida em falar isso para o senhor..."

- "Júlia! Sou homem de algumas fêmeas e muitos filhos! Tu sabes, não?"

- "Todos meus, Noah... todos os teus filhos são meus, sem exceção e completamente!!! Eu trocaria a minha vida para evitar que a Hanninha ficasse doente e busquei fazer o que pude para ajudar a menina!! Eu vejo ela como minha filhinha como as outras senhoras dessa sede. Não me sinto melhor ou pior que elas, mas outra mãe adotiva dos filhos e filhas do homem que amo e desejo para mim... perdão, Noah..."

- "Se tiver tua permissão, quero me tornar Judia também! É o meu povo agora. Meu povo que eu amo!"

Me aproximei dela e lhe tomei os lábios em um beijo longo e bem delicado. Ela era pouco mais alta que Sarah, então me abaixei e tomei seus lábios com vontade. A princípio ela não abriu a boca, mas forcei minha língua e ela cedeu. Percebi que ela não sabia beijar e continuei a explorar seus lábios, língua, dentes, bebendo sua saliva e colocando a minha dentro de sua boca.

Conforme a beijava, puxei seu corpo mais para mim, sentindo suas mãos no meu peito. Agachei-me um pouco e a puxei para cima, em sua cintura, encaixando ela no meu membro que fazia um volume absurdo na minha calça. Senti seu corpo estremecer e suas mãos passaram a alisar os pêlos do meu peito, passando para meu pescoço, me abrançando mais apertado.

Segurando ela no ar, dei estocadas suaves com meu membro entre suas pernas. Ela sentiu e deu um suspiro mais forte, roubado pelo meu beijo, e separou mais suas pernas para me sentir mais em seu corpo. Após uns minutos, a pús de volta no chão e me afastei dela.

Ela estava vermelha, suada, e me disse, simplesmente:

- "Você roubou meu coração e alma com um olhar. Agora me roubou meu primeiro beijo e é o primeiro a sentir meu corpo, como você é o primeiro corpo de homem que eu senti. Roubou meu primeiro abraço também!..."

- "Pequena, se não me controlo roubo tua virgindade e teu corpo inteiro com o prazer e vontade que tu me causas!"

- "Noah, meu corpo sempre te pertenceu. Você tem direito sobre mim e sua vontade é soberana sobre a minha. A hora que você quiser, te dou meu corpo e minha alma para sempre. Só me deixa continuar nessa casa e alimentar meus filhos e filhas, minhas senhoras e você. Não me despeça por esse contato que tivemos, por favor, ou não vou ter mais razão para viver, que não nesse lugar que eu chamo de minha casa."

Ante o que me disse, a tomei novamente, a ergui e apoiei contra a parede, sugando seu pescoço, mordendo e marcando ela. Em seguida tomei seus seios médios e firme e os apalpei com vontade, beliscando e puxando seu mamilo para seu delírio e gemido alto.

A levei para dentro do celeiro aonde eu possuia minhas fêmeas e comecei a tirar suas roupas, deixando-a nua na minha frente. A coloquei carinhosamente no colchão e passei a tirar minha roupa sob seu olhar atento a cada pedaço que eu desnudava.

Ouvi seu gemido "Meu Deus... Que homem gigante... Meu Deus!... Minha mãezinha...".

Percebi seu medo mas escolhi ignorar. Cobri seu corpo com o meu e voltei a beijá-la forte.

Chupei seu pescoço, beijando forte e marcando ele com manchas vermelhas naquela pele clara. Mordi forte na sua nuca até ver sangue sair de sua carne aonde meus dentes entraram e a marquei como faço com minhas fêmeas, ouvindo seu grito alto e seu chôro pela dor de ser marcada.

Desci beijando seu colo e fui para seus seios. Chupei muito, forçando os bicos para fora e mordendo eles com firmeza, sem ferí-la. Ela gemia alto e segurava meus cabelos com suas mãos.

Desci pela sua barriga e chupei e mordi ela em volta de seu umbiguinho totalmente escondido. Marquei todo seu corpo com chupões fortes e mordidas, fazendo-a sentir-se possuída por um macho.

Desci ao seu sexo com poucos pêlos castanhos claros e os beijei, puxando com os lábios, ouvindo seu gemido de prazer. Olhei em seus olhos e ví suas lágrimas e boca aberta pelo prazer que sentia e sorri. Ela me sorriu de volta.

Mordi suas coxas e sua virilha, marcando entre suas coxas, até que cheguei ao seu sexo.

Dei um beijo nele e olhei sua reação. Ela não sabia o que fazia. Era claro que jamais alguém havia chegado até alí.

Eu abri sua bucetinha e vi seu clitóris pequeno e muito inxado, sua minúscula uretra e sua vagina, selada com uma pele esbranquiçada, seu hímem.

Olhei para ela e sorri. Voltei e dei um beijo de língua em seu sexo, bem babado e chupado, forçando a língua em seu clitóris, em movimentos circulares, em seguida passando na uretra, descendo até a entrada de sua bucetinha. Forcei a língua dentro dela, para que entrasse, e ouvi seu gritinho e gemido mais alto, tentando fechar as pernas.

A coisa é que suas pernas estava abertas ao lado de meus ombros, então muito arregaçada e sem ter como fechar. Comecei a explorar e forçar minha língua contra seu hímem. A cada vez que forçava mais, ela gemia alto e contorcia todo o corpo, e eu mantinha a pressão nele até sentir que, aos poucos, ele cedia e ficava mais fraco e tenro.

Percebi um pouco de sangue saindo dela e chupei ele todo. Ela gemia e chorava baixinho e segurava meus cabelos, me olhando explorar e abrir seu corpo.

Voltei com a língua e fiz uma pressão forte contra sua vagina, sentindo, aos poucos, vencer sua resistência e ir cedendo, saindo um pouco mais de sangue que chupei e bebi.

Vi que já tinha começado a romper sua virgindade mas queria consumar o ato com meu membro, como uma moça deve se tornar mulher.

Levantei e a vi assustada, olhando meu membro duro como aço, com a glande toda babada do meu líquido seminal. Peguei sua mãozinha e passei na cabeça, tirando muito do líquido, em seguida guiei para sua boca. Ela entendeu e começou a chupar os dedos, sentindo meu gosto, com aqueles olhos esmeralda olhando atentos para mim.

Beijei sua barriga, seus seios, já totalmente marcados e voltei a sua boca.

Deitei-me e deixei um pouco do pêso do meu corpo cair sobre os seu, ao que ela gemeu.

- "Tu queres que te faça mulher aqui ou queres esperar até estares mais preparada?"

- "Noah.. Eu sou tua e te pertenço desde o momento que eu te vi. Você já me abriu um pouco porque doeu e ví sangue nos teus lábios. Não me deixa meio-mulher, me completa e me faz tua mulher, completa, pertencente ao meu senhor! Eu te amo, Noah.. Entende isso, amor..."

Ao ouvir aquilo, peguei o membro e coloquei na entrada de sua vagina. Sabia que sentiria dores porque a glande cobriu a vagina inteira como se fosse um tampão nela. Olhei para seus olhos e comecei a deixar meu quadril descer, forçando seu sexo.

Ela apertou os olhos e tentou fechar as pernas, sem poder. Pôs as mãozinhas nos meus braços que suportavam meu pêso e os apertou conforme eu forçava seu sexo.

Olhando para ela, dei uma estocada mais forte, sentindo entrar a cabeça até seu hímem e ouvindo seu lamento alto, seguido de um chôro incontido da dor que sentia. Novamente estoquei novamente, mais forte e mantive a pressão, até sentir uma dor intensa na minha glande e sua bucetinha rasgar e abrir como uma flor e ceder ante seu invasor.

Ela deu um grito alto e começou a chorar. Eu tomei seus lábios, beijando-a, falando em seu ouvido:

- "Tu desejastes isso. Tu querias ser minha. Sentes como é ser minha fêmea!... É assim que elas sentem e sei que tu imaginavas como era e como sentirias! Agora tu sabes, amorzinho... Meu coraçãozinho lindo!"

- "Dói muito, Noah... Parece que está rasgando tudo por dentro, amor... Nóooo! Tem dó de mim, moço... Tá me machucando muito, Noah... Estou ficando toda rasgada amor..."

Sorri e deixei o pêso do corpo cair sobre ela, penetrando sua bucetinha até o final. Senti a carne macia do cólo de seu útero, mas forcei tudo até que todo os 26cm entrassem nela, forçando o útero mais para o fundo, para seu chôro alto e desespero.

Ela começou a chorar bem sentido, não alto, mas sentido, e eu sentia o caldo quente do sangue de sua virgindade saindo. Deixei meu pêso cair sobre ela e ela sentir o pêso de seu homem que desejara lhe cobrindo como fêmea que era.

Ela respirava e soluçava alto, entre seu chôro e exclamações:

- "Minha Nossa Senhora... Que homem grande e pesado, mãezinha... Me rasgou até o fundo e nem sinto meu corpo com esse pêso todo... Me ajuda, Nossa Senhora... Me dá força pra aguentar esse homem que eu amo tanto, mãezinha!..."

Levantei meu tronco, apoiando-me nos braços, e comecei a meter nela devagar, com carinho, lentamente, até que senti sua vagina ficar bem molhada e reduzir o apêrto em meu membro, adaptando-se a nova realidade de mulher possuída.

Comecei a estocar olhando seus olhos, e confesso que fui tomado de um amor e carinho imenso pela guria que acabara de fazer mulher. Não queria machucar ela mais, mas tinha fome de seu corpo e voltei a estocar fundo nela.

Amei Júlia naquele momento tanto quanto Renata ou Kamilah...

Ela começou a relaxar mais e tornar seu chôro em pequenos lamentos e gemidos de prazer, e mantive o rítimo, sem forçar demais seu sexo já arregaçado. Mantive a sequência das estocadas sem parar, até que senti ela fechar os olhos e começar a dar pulos em seu tronco, pernas e braços. Ao sentir seu orgasmo, enfiei novamente o pinto inteiro, empurrando o cólo de seu útero e deixei meu peso novamente cair sobre ela.

Ela se debatia mas não tinha o que fazer, já que estava totalmente presa debaixo de mim!

Deixei ela se debater até se acalmar e me apoiei novamente em meus ombros.

- "O que aconteceu, Júlinha? O que foi isso?", perguntei, sorrindo, sabendo a resposta.

- "Ficou tudo escuro, Noah! Senti o céu e cada célula do meu corpo vibrar! Teu cacete estava inteiro dentro de mim e me senti a mulher mais amada e feliz desse planeta, Noah!"

- "Feliz que sentistes isso, pequena. Tu ficas linda tendo um orgasmo, amorzinho! Eu te amo sim, Júlia! Agora é minha vez..."

Comecei a estocar mais forte e ela começou a gemer mais algo, quase gritando, e fiquei no "bate-estaca" em seu corpo até começar a sentir a vontade de gozar. Quando estava no limite, deixei sobre seu corpo, pondo meu pêso contra ela, e comecei a rebolar e assentar bem a uretra na entrada do cólo de seu útero.

Ouvi seu gemido mais alto quando acertei e parei lá, somente rebolando e estocando curto, até que meu orgasmo chegou e eu forcei aquela boquinha macia e comecei a jorrar jatos de meu sémem diretamente em seu útero!

Ela se contorcia, apesar de ter seus movimentos limitados pelo meu pêso, e sentia meu leite invadir seu corpo outrora virgem e puro, agora devassado, possuído, tomado, pertencente a um homem. Não contei, mas sentia jatos saírem sem parar, como quando amo Sarah, e não me movimentava para ter certeza que tudo estava entrando diretamente em seu útero, como gosto de fazer principalmente quando sou o primeiro homem a possuir a fêmea.

Ao terminar, deitei sobre ela, beijando seu pescoço e olhei para ela.

- "Como tu te sentes, pequena? Como estás?"

- "Eu me sinto tua, Noah... Eu estou no céu e nunca mais me dou a nenhum outro homem, amor. Sou tua para sempre e jamais quero outro macho tocando meu corpo. Ele é teu sempre que você quiser essa criada tua te servindo, amor! Eu te amo muito, Noah... Não fica mais longe de mim, tá?"

Sorri e beijei seus lábios e sai de seu corpo.

Seu sexo estava bem vermelho rubro, aberto, com o tunelzinho do amor à vista e com muito sangue também, mas sem meu esperma descer.

Ela pediu ajuda para se levantar e eu a trouxe nos braços, beijei-a novamente, e a ajudei que ela se vestisse, vestindo-me após.

Ao sair do celeiro, ela viu Sarah, que lhe observava com olhar misterioso. Passou por ela, somente dizendo: "Senhora Sarah, com licença! Já faço o café da senhora!..", e seguiu seu caminho mancando fortemente.

Sarah não olhou para ela com ciúmes ou ódio. Simplesmente olhou e veio me ver. Eu tentava me livrar do lençol com o sangue da guria mas Sarah viu e, literalmente, me pegou no pulo... Rss

- "Estás satisfeito agora, homem?"

- "Estou satisfeito agora que tu estás aqui, amor..."

- "Não vou mandá-la embora. Não vou fazer retaliação alguma contra ela pois gosto da guria. Mas mantenhas a descência dessa casa que tu nos força a manter."

Beijei Sarah, mas ela não quis e se afastou, voltando para à sede. Chorei pela sua negação. Ela voltou após alguns minutos e me tomou nos lábios, pedindo perdão por me ter negado quando lhe busquei.

Possui Júlia outras vezes, sempre com conhecimento de Sarah, e vocês podem imaginar o produto desse amor.

Júlia vive conosco há anos e é nossa cozinheira chefa, apesar de não falarmos isso para Dona Joanna. Ela trata todos os meus filhos com minhas fêmeas como se fossem dela própria e é super discreta em nossos encontros, bem como foi explicando sobre seus filhos Miguel, Samara e Tamima, nascidos aos nossos cuidados e pelas mãos de Sarah: Samara e Tamima, de pele branca, cabelos castanhos e olhinhos cinzas como o papai.

Esse anoJúlia se batizou Judia, tornando Samara e Tamima judias também.

Todos sabem mas ninguém fala nada, o que eu gosto e prefiro, e não há diferença entre cuidado, amor e carinho entre a gurizada, todos sendo tratados igualmente, respeitados, levando umas palmadas no bumbum de vez em quando, vivendo como irmãos e irmãs!

Esse é o capítulo com Júlia, minha penúltima fêmea.

Comentários

08/12/2017 08:00:37
Muito bom!!!
07/12/2017 23:32:19
Novo site galera! Visitem! contos e muita putaria https://kxcontos.blogspot.com.br/
07/12/2017 13:20:41
Delicia de conto, parabéns !! Minha esposa tb é bem putinha safada, confira nossas aventuras ... Temos um blog para maridos liberais: https://clubedosmaridoscornos.blogspot.com.br

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