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Eu e os Gêmeos! (02) - O Gosto do Mastro

Autor: Leandi
Categoria: Homossexual
Data: 20/11/2017 23:40:19
Última revisão: 20/11/2017 23:41:43
Nota 9.80
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• C A P Í T U L O . 02 •

| O Gosto do Mastro |

...

Cauã - Eai, te perguntar, gostou do que viu?

Eu - Vi o quê?

Cauã - O nude que te mandei.

Eu - Quando? - Perguntei meio assustado.

Cauã - Ontem. Tu me mandou um e acabei retribuindo. Só peço que não conte pra ninguém.

FIQUEI BOQUIABERTO, EU MANDEI NUDE PRO GÊMEO ERRADO!?

Eu - MANDEI? - já tava pensando na merda que eu fiz. - Saí correndo sem explicar.

Entrei em casa e subi pro quarto muito rápido e peguei o celular. Tinha umas mensagens do Carlos, mas eu fui logo procurando a do Cauã.

Não achei nenhuma mensagem recente dele, fiquei sem entender nada.

Abri a conversa com o Carlos.

Tinha meu nude que enviei e uma mensagem dele.

- BONITÃO? QUE ISSO? Bem grandinho em..

E era essas que tinham. Fiquei com uma raiva pois comecei a entender o que estava acontecendo. Logo que li recebi outra mensagem dele.

- Bom dia, dormiu bem em, só abriu a mensagem agora haha..

- Você tem algum problema? Quase tive um treco cara.

- HAHAHAHAHAHAHHAHAHAHA.

- ESTÁ RINDO DO QUÊ? Você é muito idiota cara.

- Desculpa, não foi a intenção. Mas foi engraçado.

- IDIOTA. Na hora que você sorriu eu tinha certeza que era o Cauã.

- As vezes tento sorrir igual a ele, sempre dá certo.

- BABACA!

- Também te amo! Mas agora é sério, da pra se engasgar legal no teu brinquedo em...

(Tenho 17cm, grosso, moreno mais escuro que minha pele, e uma cabeça proporcional).

- Quê?

- Haha, da pra se engasgar legal nele.

Eu li e fiquei sem entender muito.

Passamos 1 semana mandando nude um pro outro. Virou rotina, mas pessoalmente era como se nada tivesse acontecido.

Por causa das férias comecei a ir mais na casa do Carlos, e Cauã toda vez que me via vinha todo sorridente, carinhoso, e nisso começamos a conversar mais. Ele é uma pessoa bem sentimental, focado no que quer. Quer ser Neurocirurgião e ter uma família alegre. Com 16 anos e tão certo do que quer é uma coisa que me fez admirar.

Terceira semana de férias, Carlos me chamou pra almoçar lá com ele e Cauã. Fui.

Cauã que me atendeu e veio todo feliz, me abraçando, falando que estava com saudades. Carlos veio logo depois e quando viu Cauã me abraçando fechou a cara e voltou pra cozinha. Fui até lá.

Eu - Fala ae, Cáh.

Carlos - Oi. - disse seco.

Eu - Iii, o que foi?

Cauã - Ciumento pra caramba ele. Tem ciúmes até da faca que ta na mão dele.

Carlos - Eu vou é enfiar essa faca na tua cara. - disse com raiva.

Eu - Eu não vim aqui pra ficar nesse clima chato não.

Cauã - Da licença que eu não sou obrigado a aturar crisesinha não. Vou arrumar meu quarto. - e subiu.

Eu - Pra que isso, Carlos? - Perguntei sério.

Carlos - Você e o Cauã, todos amiguinhos. - Com um tom irônico.

Eu - Somos amigos sim, assim como sou seu.

Carlos - Ah ta bom. - disse fazendo pouco caso.

Eu - Vou embora. - disse me virando pra sair.

Ele me segurou no braço e disse: - Vai não, to fazendo um almoço especial pra gente, e ainda tem muito pra acontecer. - Os olhos dele lacrimejavam.

Eu - Ta bom, eu fico. - e dei um abraço forte nele.

Carlos - Te amo, meu amigo.

Eu - Também te amo, MEEEEUUUU MEU MEU amigo.

Carlos - Nossa, meio ciumento você.

Eu - Sou bastante, mas me controlo pra não ficar dando esses seus pitis aí. - rimos.

Ele foi colocando as coisas pra cozir e eu me sentei numa cadeira que tinha no canto da cozinha. Ele veio e se sentou do lado. Começamos a conversar sobre diversas coisas, até que ele coloca a mão na minha perna. Nem levei maldade, éramos bem íntimos que nem liguei. Sua mão foi alisando minha perna no meio da conversa até que sinto ele dar uma apertada no meu pau.

Eu olhei assustado pra ele e disse: - Sua mãe vai aparecer.

Carlos - Ela está trabalhando, fica tranquilo.

Eu - E seu irmão?

Carlos - Ele vive no quarto, não vai descer. - e continuou apertando.

Fui colocando minha mão na sua perna, até chegar no pau por cima da bermuda ainda.

Ficamos nos alisando por um bom tempo, até que ele abriu minha bermuda.

Eu - Isso não, Cauã pode aparecer.

Carlos balançou com a cabeça que sim e fechei a bermuda. Ele voltou a fazer a comida e ficamos conversando sobre coisas aleatórias.

Carlos - Cara, não entendo a Thaís (o rolo dele).

Eu - O que houve?

Carlos - Ela diz que me ama mas não vai assumir nada comigo por que tem medo do pai. Mas ela já namorou em casa com 12 anos, 12 anos. E agora com 14 ta dizendo que o pai vai implicar.

Eu - E você pretende fazer o quê?

Carlos - Eu quero muito ficar com ela, eu amo essa garota.

Eu - Você vai ter que ter paciência.

Carlos - Estou tendo muita já.

Eu - E assim, você só tem 16 anos cara, talvez seja só uma paixão.

Carlos - EU AMO A THAÍS, QUERO ME CASAR E TER FILHOS, VOCÊ NÃO SABE O QUE É ISSO!- Disse gritando comigo, até me assustei.

Não sabia o que responder depois desse ataque dele, nunca gritou comigo e isso foi muito estranho.

Cauã - Ta gritando por que, Carlos? - disse entrando na cozinha.

Carlos não respondeu e se virou pra continuar cozinhando. Me levantei da cadeira e fui indo pra sala, Cauã veio atrás.

Cauã - Alê, onde você ta indo?

Eu - To indo embora. - disse com voz de choro.

Cauã - Ta chorando por quê? O que aconteceu? - e segurou na minha mão.

Eu - Desculpa, mas tenho que ir. - dei um abraço nele e fui pra casa.

Fui pro quarto, peguei o celular e liguei pra Débora.

- Amigo, que saudades.

- Eu quero te ver. - e comecei a chorar.

- Ahh Alexandre, assim você me deixa de coração partido. O que houve?

- Eu só queria tua companhia mesmo.

- Ta bom, então vamos ficar conversando. Pode ser?

- Claro.

Ficamos conversando por bastante tempo, umas 2 horas, até que ela teve que desligar pois o caso dela tinha chegado e precisavam fazer umas coisas (se é que me entendem).

Desligamos e deitei na cama pra ver se conseguia dormir.

TIMM DOMM - Campainha tocou.

Desci com aquela vontade e olhei pelo olho mágico quem era. Quando vi quem era bateu uma alegria e logo abri o portão.

- Me desculpa, por favor, eu não queria ter gritado com você. - e começou a chorar.

Eu - Carlos, não chora, por favor. Entra.

Ele estava com dois potinhos na mão.

Eu - Parou de chorar?

Carlos - Desculpa mesmo, sério! - colocou os potes na mesa e me abraçou.

Eu - Não faça mais isso, por favor!

Continuamos abraçados até ele parar de chorar.

Carlos - Trouxe comida pra gente almoçar.

Eu - Você ainda não almoçou?

Carlos - Claro que não. Te chamei pra almoçar comigo e não vai ser diferente. Ainda ta quente a comida, vamos?

Era um potezinho pra cada um, subimos pro meu quarto e começamos a comer e conversar.

Acabamos e ficamos deitados na cama, ainda conversando. Coloquei a mão na perna dele e ele parou de falar, apenas se virou e ficou olhando nos meus olhos.

Fui passando minha mão pela perna dele e depois no volume que já se formava na sua bermuda. Comecei a apertar seu pau e ele apenas sorria olhando nos meus olhos.

Carlos colocou a mão na minha barriga e foi alisando, depois foi descendo a mão e apertando meu pau.

Aquile momento por mais que fosse novo pra mim, eu me sentia totalmente livre, totalmente seguro do que estava fazendo. Parecia qur a intimidade que criei com meu amigo não deixava eu ter medo de iniciar algo.

Devagar fui descendo a bermuda de moletom que usava. O pau dele fazia um volume imenso na cueca. Olhei pra ele e só ele me deu um sorriso. O sorriso dele é lindo, me encanta sempre. Fui descendo pra parte de baixo da cama ficando com o rosto de frente pro volume que seu pau fazia.

Passei a mão naquele pacote e abaixei um pouco sua cueca. Seu pau deu um pulo e eu meio que me assustei, pois era realmente grande. 18 cm provavelmente, e era grosso também. A cabeça era grande e porém proporcional ao membro inteiro, era realmente lindo.

Comecei a masturba-lo e ele foi fechando os olhos e dando una sorrisinhos de prazer. Aquele sorriso tava me deixando louco e a única coisa que queria era fazer ele sorrir mais, e eu ser o motivo disso.

Abaixei minha cabeça em direção ao seu pau, passei a língua na ponta da cabecinha e percebi que ele abriu o olho e me encarou. Parei e ficamos nos encarando até ele balançar a cabeça que sim e fechar os olhos novamente. Lambi a cabeça por inteira e coloquei dps na boca. O gosto era diferente, um salgadinho diferente. Fiquei chupando só a cabeça e comecei a ouvir gemidos leves do Carlos. Logo depois senti sua mão na minha cabeça fazendo carinho. Esse gesto me fez perceber que ele estava gostando e eu estava fazendo bem. Comecei a colocar um pouco mais do seu pau na boca, não conseguia colocar tudo pois era grande e era minha primeira vez, não sabia como fazer.

Tirei o pau da boca e comecei a chupar suas bolas. Elas estavam depiladinhas e Carlos começou a gemer um pouco mais, percebi que ali ele era mais sensível. Sua respiração estava mais ofegante, então parei e lambi seu pau da base até a cabeça, colocando ele na boca de novo. Aquilo era tão gostoso, chupar aquela rola enquanto ele gemia de prazer.

Sua respiração foi ficando mais acelerada e eu parei de chupar.

- Não para, por favor! - disse Carlos com a voz meio trêmula.

Então voltei a chupar e ele disse que ia gozar, e começou a gemer mais alto. Meu pensamento não foi outro a não ser continuar ali, chupando enquanto ele ia ao ápice. Só senti um jato indo no céu da minha boca e não tive outro impulso a não ser engolir. Continuei com seu pau na boca até sair todo a goza que tinha pra sair. Deixei o seu pau limpinho e parei de chupar.

Olhei nos olhos dele e ele sorria meio incrédulo.

Carlos - Não acredito que fizemos isso!

Eu - Foi ruim?

Carlos - Eu não acredito que fizemos isso!

Subi até a parte de cima da cama e fiquei de cara a cara com ele.

- Está arrependido disso? - perguntei sem entender.

Carlos levantou, subiu a bermuda e saiu do quarto.

Me levantei pra ir atrás, mas acabei sentando na cama e fiquei sem entender. Comecei a me sentir mal por aquilo, como se eu tivesse perdido meu amigo.

Dois minutos depois Carlos entra no quarto com um copo de água na mão.

Carlos - Bebe, pra tirar o gosto de goza da boca.

Eu bebi e fiquei olhando pra ele.

- Primeira vez que você fez isso? - me perguntou sério.

Balancei a cabeça que sim.

- Foi muito gostoso! - e sorriu, me fazendo desmoronar por dentro. - mas agora preciso ir.

Me levantou e me deu um abraço muito aconchegante.

Ele saiu do quarto e caí na cama meio perdido do que havia acontecido.

Fiquei ali por uns 20 minutos.

TRIIIIMMMMM - Celular tocou.

- Alô, Cauã?

- Preciso conversar - disse chorando.

- Onde você está?

- No seu portão.

Desci e busquei ele indo pro meu quarto.

Eu - O que houve?

Cauã - Eu confio em você e preciso que guarde um segredo.

Eu - Claro, mas me fala logo, estou preocupado.

Cauã - Eu estou apaixonado.

Eu - E que problema tem nisso?

Cauã olhou nos meus olhos e vi um medo enorme no seu olhar.

Cauã - O Carlos vai me matar!

Eu - POR QUÊ? - Disse já alterado.

Cauã - É um homem!

Caí sentado na cama perdido.

O irmão gêmeo do meu melhor amigo que acabei de chupar me conta que está apaixonado por um homem.

O QUE ESTÁ ACONTECENDO?

Fiquei uns segundos em silêncio.

Eu - Ta, calma. Isso não é um problema gigante.

Cauã - Não seria se meu irmão não gritasse comigo quando eu contei isso pra ele.

Eu - Você contou pro Carlos? Quando isso?

Cauã - Agora! Ele gritou comigo dizendo que não gosta de viado. Que homem que gosta de outro homem merece porrada.

Eu não acredito no que acabei de escutar.

∆ CONTINUA ∆

VOLTEI. E agora toda semana tem capítulo novo. Provavelmente toda segunda.

COMENTEM E ME DIGAM OQ ESTÃO ACHANDO.

Bjs do menino Leandi 😘

Comentários

04/12/2017 18:46:04
Novo site galera! Visitem! contos e muita putaria https://kxcontos.blogspot.com.br/
27/11/2017 22:05:09
CARAMBA ESSES GÊMEOS SÃO PROBLEMAS. SAI FORA DISSO RAPIDINHO.
22/11/2017 15:07:39
Caracas. Quero ver onde essa trama vai dar. continua
22/11/2017 15:06:39
Caracas. Isso vai ser interessante o desenrolar dessa trama. Continua.
22/11/2017 09:33:51
muito bommmm...
21/11/2017 03:17:57
Parece-me detalhado demais. Mas, não deixa de ser interessante.

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