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A primeira sensação de comer um cuzinho

Autor: eusougay
Categoria: Homossexual
Data: 08/11/2017 12:55:58
Última revisão: 11/11/2017 11:08:36
Nota 8.67
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A minha primeira vez foi muito interessante porque eu “aprendi” a meter . Estava eu e meu colega Raulzinho em sua casa vendo filmes de terror e sua mãe tinha saído. Do nada me bateu um tesão, o pau ficou duro. Era comum isso acontecer. Falei para ele olhar e mostrei meu pau que ainda não arregaçava tudo. Ele gritou “hein” e eu ri. Pedi para que colocasse a mão, assim ele o fez. Ficou acariciando meu pau, pela promessa de que eu daria um pacote de biscoito passatempo para ele. Suas mãos eram pequenas e suaves, branquinhas como o leite. Eu passei a mãos pelas suas costas e pedi que mamasse. Incrivelmente o fez, tão novinho, Raulzinho mamava com delicadeza, na expectativa de ganhar um biscoito passatempo . Eu não aguentei de tesão e acabei ejaculando na boca dele. Ele se levantou rápido, fez cara de nojo e foi embora. Mas eu dei o biscoito e intervi para que não contasse nada a ninguém.

As nossas brincadeiras eram frequentes , e a intimidade entre nós aumentava, de acordo que eu crescia. Nossa situação avançou e eu já comecei a assediar seu cuzinho. Minhas mãos de vez em quando toca no seu cuzinho. Ele saltava gemidos e arrepios , a cada dedada que ganhava. Nesse dia, arranquei sua cueca branca e já fui enfiando como um doido. Ele deu um berro e eu tirei. Comecei a meter mais devagarinho e cuspia o máximo que podia. Foi o novinho mais apertadinho que comi. Depois de alargar com os dedos, meu pau entrava pela primeira vez com bastante dificuldade, muito estreito, e eu tive aquela gozada de me arrepiar todo o corpo. Vestimos, eu peguei um pacote de biscoito passatempo e dei a ele.

O tempo foi passando e eu tive que fazer todo um processo para comer o cu do Raulzinho outra vez. Foi quatro anos de muita investida. Na última vez eu fiz ele cagar sangue por quase uma semana. Achar outro parceiro não é tão simples. Toda vez que me via corria. Agora, ele fazia academia e seu bumbum estava grande. Uma delícia. Eu já perdi as contas de quantas vezes eu punhetei pensando naquela foda. A gente se esbarrou um dia numa padaria e joguei aquela conversa. Ele sorriu e senti um ar de dúvida . A coisa fluiu e à tarde ele me ligou falando que estaria sozinho . Eu fui lá e fui recepcionado com um sortinho lindo e apertadinho. Ele usava lentes com olhos verdes, a pele queimada de praia, e os cabelos estavam cacheados com luzes. Convidou-me para entrar e foi já me enquadrando.

- Se você quiser comer meu cu vai ser do meu jeito. – Eu me lembro dessa frase até hoje. Minha resposta foi o sorriso de uma criança que ganhou o doce preferido. Ele me puxou e me beijou com intensidade. Aquele cheiro e gosto de morango me tomou. Sem reagir fui guiado ao sofá e sentei. Vi-o abrir minhas calças e brincar com meu pau ainda na cueca. Eu estava tão excitado que meu pau babou na cueca. Ele ria e me encarava ,pois a mamar , a molhar toda a cueca com sua saliva. Eu apalpei seu bumbum e abri-o para tocar no cu. Sem força r eu brinquei como o dedo ali . Sua boca foi indo para o saco e me cheirava. Nessa situação, toquei no seu cu e empurrei . Meu dedo foi até mais fácil que eu esperava. Ele tão cheio de tesão como eu disse que queria foder e que não tinha tempo. Antes fizemos um 69, a meu pedido , e eu enfiei a língua no seu cu, que por sinal, tinhas sinais de arrombamento.

- Você deve tá dando direto, não é Raulzinho!!! - Ele não respondeu só mamava com mais força ainda. Ordenou para que eu sentasse no sofá, jogou a camisinha e veio para se sentar. Encapado direcionei e a cabeça foi. Ele veio rebolando e o pau encaixou até embaixo. Tudo no seu cu e começou o vai e vem. Caí de boca no seu peito, suado e sarado, e comecei a chupar. Seu rebolado e gemido de puta fez com que eu gozasse, mas o pau continuou duro. Ele apoiava-se no meu ombro e eu o punhetava sem pressa. Eu socava para cima e sentia a delicia do meu saco colar no seu cu, as vezes. Aumentei o ritmo da punheta , ele franziu a testa, trancou o cu e gozou com porra vindo ao meu pescoço. Seu pau também não amoleceu e continuei a punhetá-lo com meu peito todo melado. Tive que mandá-lo destrancar o cu. Ele devia sentir saudades da minha piroca.Todas as vezes em que eu descabaçava-o e o melava o cu,fazendo cagar sangue. Dei um tapa naquela bundona, toda minha, sarada, estourada, gulosa. Quantos paus invadiram ali, mas foi eu o primeiro. Tudo isso veio a mente. O meu prazer de ser ativo e dá prazer, fazer o parceiro delirar no meu pau. E Raulzinho agora, quase homem, pois tamanho tem, mas ainda tinha quatorze anos , quicava com o cu até que quase ia sair e depois descia para que entrasse tudo. De repente, aparece sua mãe e nos dá aquele sermão. Estávamos fodendo e a porta aberta possibilitando a qualquer um ver a gente.

Ela ficou chocada a principio, mas disse que não tem nada a ver com nossas vidas. Perguntou ao filho se ele foi obrigado a algo. Com certeza ela não sabia das fodas de Raulzinho com outros caras. Deu mais sermão e disse para sermos mais prudente e responsáveis. Infelizmente o clima esfriou naquele momento, e a reação dela, foi bem acima das minhas expectativas.

Comentários

20/11/2017 12:36:27
Gostei. No fim o flaga da mãe é q broxou.
08/11/2017 21:10:47
~mais ou menos.
08/11/2017 21:10:23
MUITOS ERROS. COMPLICADO ISSO. BEM MACHISTA A FALA "FELIZMENTE FUI O PRIMEIRO"... COMO SE ISSO IMPORTASSE E NÃO O PRAZER EM SI.

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