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QUANDO UM MENINO SE TORNA UM HOMEM. 14

Categoria: Homossexual
Data: 08/11/2017 03:28:48
Última revisão: 08/11/2017 04:07:11
Nota 10.00
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Fui falar com Leandro, verifiquei tudo e ele estava se saindo bem, gostava daquele jeito dele em levar a sério o curso, da maneira como ele se empenhava.

Uma hora depois dispensei os alunos e fui verificar Gabriel, a pressão estava estável, a febre tinha cedido... Liguei pra Dani e ela quase teve um trouxo quando contei pra ela:

-Mentira amigo! -To bege aqui do outro lado.

-Verdade Dani! -To cuidando dele aqui.

-Tira ele dai agora! -Vamos transferir ele pra um hospital particular, ele não tem plano como seu dependente?

-Tem sim! -A carteirinha dele ta la em casa.

-Então amigo, vai pra casa pegar agora, cata algum documento dele lá, nem que seja xérox, deve ter alguma coisa com você.

-Tem Dani, claro que tem xérox dos documentos dele na pasta de documentos.

-Então vai separando isso, que eu daqui vou ligando pra doutor Paulo. -Não melhor, espera ai... Quem ta de plantão é Doutor Gerson.

-Doutor Gerson, isso mesmo... Como não pensei nele amiga. Isso vai ligando pra ele, que vou correr aqui.

Sai do hospital feito louco, do lado de fora Léo me esperava, veio ao meu encontro dizendo que precisava falar comigo. Respondi que mais tarde, que ele me ligasse mais tarde porque estava com uma urgência. E sai, saindo...

Peguei a carteirinha do plano dele, documentos e voltei voando pro Salgado Filho, Dani do trabalho já tinha conseguido falar com Doutor Gerson, e já tinha uma ambulância pronta pra vir buscar Gabriel.

No Salgado Filho, já estava resolvendo tudo pra ele sair e ter a transferência coisa que pro hospital foi rápido já que com a saída de Gabriel já iria vagar um leito, logo a ambulância chegou e fomos rumo a um ótimo hospital particular de primeira aqui no Rio de Janeiro.

Estava no saguão a espera, quando meu telefone tocou, vi que era meu amigo Breno; ele sempre fazia isso, ligava pra mim; pra tocar e eu saber que ele estava mandando msg pra mim. Desliguei o telefone e olhei no zap, já tinha um oi dele na msg. Dei oi, e ele começou a escrever, resumidamente disse que queria conversar comigo, que o tal Rodrigo tinha armado pra eles na fábrica hoje e que o marido dele o Fernando saiu da fábrica arrastando ele, irmão e a porra toda e dizendo que não ficava mais lá. Enfim... Meu amigo queria desabafar, e na verdade eu também. Falei por alto o que estava acontecendo e então ficamos de nos ver na sexta feira. Aquele dia tinha sido de fortes emoções pra mim, e ao que parece pro meu amigo lá na fabrica deles também.

O próprio doutor Gerson veio falar comigo, já tinham estabilizado o quadro do Gabriel, já estavam fazendo uma bateria de exames, e que eu não me preocupasse porque ele estaria em bons cuidados. Eu sabia disso, mas ainda sim me preocupava com a saúde precária de Gabriel. Mas fui pra casa. Precisava descansar, liguei pro curso dizendo que cancelasse a aula, que não poderia ir. Realmente o dia tinha sido uma correria só. Leandro me ligou na hora que ia tomar um banho:

-Posso ir ai???

-Léo meu amor; to extremamente cansado, não to com pique pra transar hoje, nem aula eu vou ir dar.

-Tudo bem Renato! -Eu só quero conversar com você não vou me demorar...

Aceitei e fui tomar banho. Logo em seguida um tempinho depois o interfone tocou e mandei que deixasse ele subir. Ele tocou a campainha. Eu atendi a porta, só de camiseta e short, ele sentou, ofereci algo pra ele beber, ele aceitou tomar uma cerveja comigo, e começou a dizer:

-Renato! -Tipo; você é um cara legal, nosso lance é maneiro, mas tem um carinha ai que tipo... Curto muito ele, já ficamos no passado e ele agora ta super afim de mim..

-Sei você veio aqui pra me dar o fora é isso...

-Cara num é bem assim, é que tipo...

-Na boa Léo, ta de boa mano. Você curte esse cara, vai fundo parça...

-Você intende...

-Super intendo! De boa mano, o lance da gente é bom, foi bom, mas foi passageiro, eu mesmo sabia que você não é do tipo de carinha que ia se amarrar a mim e casar comigo, e ter família comigo.. Essas coisas...

-Pô! -Você é um fofo sabia, eu até queria ser isso tudo pra você, mas acho que ainda to muito novo pra se amarrar em alguém, esse menino mesmo eu gosto dele pra caralho, mas nem rola de ficar de namorinho e compromisso.

-Eu sei, já percebi isso em você, mas tu ta certo mano, tem mais é que curtir a vida mesmo.

-Então de boa?

-De boa, Léo... Respondi sorrindo.

-Eu vou nessa então irmão...

-Há não né Léo! -Você também, não precisa sair correndo, mata essa cerveja ai comigo, relaxa.

Ele sorriu e já emendou: -E você, não ta precisando relaxar um pouco?

Olhei e já vi a cara de devasso dele querendo pica, ai sorri e disse: -Querer eu quero, mas to tão cansado pra fuder...

-E pra ser mamado bem gostoso? -É só ficar sentadinho ai de boa e curtir...

-Léo, minha pequena puta, você não tem jeito, só você pra me fazer rir uma hora dessas. Tirei o pau pra fora do short que já tava começando a ficar duro e ele já veio afoito caindo de boca. Fiquei tomando minha cerveja e vendo ele engolindo meu caralho, aquilo tava muito bom, me fez esquecer de todos os problemas. Dei um tapinha de leve na cara dele e disse:

-É a despedida isso?

-É pra você nunca mais esquecer do seu aluno putinho.

-Não me esquecerei, jamais esquecerei.

Ele deu um sorriso safado com a cabeça do meu pau roçando nos lábios olhando pra mim, como uma vadia de estrada e tornou a engolir ele até o talo. Um tempo depois dessa chupeta gostosa, eu anunciei que ia gozar e o puto botou só a cabecinha dentro da boca, pra que eu enchesse a boca dele de leite. Gozei feito bicho na boca do moleque. Ele sorria e me mostrava minha porra na boca dele e depois engoliu satisfeito, foi até o banheiro e saiu me dando tchau enquanto eu ainda estava pelado e estasiado no sofá. Tentando recobrar minhas forças pra levantar e tomar outro banho.

No dia seguinte, Dani foi pro hospital ficar com Gabriel, eu que fui trabalhar, pedi pra sair mais cedo do trabalho, e fui pro hospital atrás de Gabriel, ele começava dar sinais de melhora, no outro dia ele já estava mais coradinho e conversando pouco. Na sexta depois que sai do trabalho fui me encontrar com meu amigo Breno . Tomamos uma coca num barzinho, chamei ele pra ir jantar la em casa, ele mandou msg pra Nando. Eu fui na frente com meu carro e ele atrás dirigindo o dele. Chegamos, subimos, eu fazendo a janta e ele me ajudando na cozinha, nós dois conversando, e matando as saudades um do outro, ele me falando as coisas da fábrica, e que Nando e ele ficariam agora só em casa que eles iriam descansar, me contou que na quarta eles foram pra Paquetá, enfim... Parecia que estava muito bem meu amigo agora com o companheiro dele, e eu dando forças pra ele, dizendo que Nando tinha tomado a decisão certa e que eles seriam mais felizes fora da fábrica. Fiquei chocado quando Breno me contou da safadeza desse tal de Rodrigo tentando arrumar confusão entre ele e o marido mandando uma garota da fábrica agarrar ele, achei muito legal à atitude de Breno de voar nele; e então disse:

-Jesus Amado! -Quer dizer que você pulou sobre a mesa e caiu por cima do tal Rodrigo com cadeira e tudo?

-Estava com muito ódio dele irmão. (Respondeu Breno).

-Ta certo, eu faria o mesmo Breno, você ainda fez pouco, tinha era que dar uma coça nesse cara.

-Tinha mesmo; mas deixa ele. Agora mesmo que ele vai ficar puto, porque não vai mais ver o Nandinho, se fudeu ele.

-Olha vocês tem que ter cuidado hein! -Esse cara não vai deixar isso assim, ele ainda vai aprontar uma pra vocês.

-Vai nada; agora ele nem vai ver mais a cara da gente.

-Sei não Breno! -Coração dos outros é terra que ninguém pisa. Escreve o que to te falando.

-Ele que venha com graça, deixa ele... Breno querendo mudar de assunto disse:

-Mas e você e o Gabriel, me conta essa história!!!

-Pois é menino; eu não te falei que ele tava na merda num hospital público.

-Que horror!

-Bota horror nisso! -Mas agora ele ta bem, ta melhorando aos poucos, hospital de primeira linha. Só me preocupa o que o médico disse que ele ta sem andar.

-Ué mais porque isso?

-Poque ele ficou fraco demais a ponto de não conseguir mais andar, agora vai ter que ganhar peso, melhorar, ai depois fazer reabilitação pra reaprender a andar, bastante fisioterapia, essas coisas amigo.

-Coitado dele. Sabe que eu gosto dele. Sempre achei ele tão fofinho desde criança.

-Pois é, ele é fofo mesmo, apesar de ter me aprontado né, por isso que tá pagando.

- Mas apesar de não acreditar nisso, eu te falei que você é de Iansã, povo de Iansã é guerreiro, e quem faz aos filhos de Iansã, pagam bonitinho. Acontece isso ai, ficam definhando.

-Há você sabe que não sou de acreditar nessas coisas; mas se você ta dizendo, deve ser mesmo, porque cada lágrima que derramei por ele, hoje vejo ele pior, e só não ta muito ruim ou morto porque acabei entrando na vida dele de novo.

-Pra você ver amigo, você salvou ele pequeno e agora depois de adulto, salva ele de novo. Isso é carma, ta escrito que vocês, tem que passarem a vida de vocês juntos, por causa de alguma coisa de vidas passadas de vocês. Da pra ver isso.

-É pode ser Breno, vai ver que você tem rasão.

-Eu gosto dele, não acho que Gabriel seja um mau caráter, só pisou na bola, por mim você perdoa ele e restaura a união de vocês.

-É vamos ver, deixa ele sair do hospital, deixa ver o que aconteceu com ele, pra ele ficar desse jeito.

-Mas mudando de Pau pra cacete Breno; menino, nem te contei que estive na Pavuna.

-Na Pavuna? -Sério?

-Sim...

-Faz anos que não vou lá, uns 4 anos já.

-Há continua tudo a mesma merda, nada mudou tanto por lá. Passei na porta da sua casa, ela ta agora pintada de uma cor tipo salmão, um trouxo assim...

-E você foi fazer o que lá? -Não vai me dizer que foi ver seus pais?

-Fui né!

-Mas não conseguiu ver eles.

-Como você sabe que não consegui?

-Bom... Eu não quero falar nesse assunto, as vezes fico sabendo das coisas dos vizinhos que contam pra minha mãe, pra avó do Nando, gente que elas ainda tem contato.

-Cara eu toquei a campainha, e como não vinha ninguém eu vim embora, quando estava descendo a rua, vi minha mãe no muro.

-E você não voltou pra falar com ela?

-Não tive coragem Breno.

-Melhor assim...

-Porque você diz isso? -O que você sabe?

-Há mano, se te conto, é certo você sofrer.

-Então deixa Breno. Deixa, melhor eu não saber de mais nada deles.

-Isso mano! -Melhor! (Disse Breno sorrindo pra mim)

A janta já estava pronto, comemos, e conversamos mais um pouco, depois Breno foi pra casa, Nando estava ligando pra ele e mandando msg. No dia seguinte fui ver Gabriel, ele estava na mesma, ainda falando pouco pelo cansaço, mas estava feliz de me ver com ele. O tempo ia seguindo, algumas semanas depois ele finalmente teve alta.

Trouxe ele pra nossa casa, Marta minha assistente, cuidava de tudo, de ajudar dar remédios na hora certa, e comida da dieta dele, enfim... Ajeitei ele no quarto e deitei-me do lado dele e disse:

-Agora que você esta aqui me diga o que aconteceu, porque sumiu, como ficou assim tão doente?

-Primeiro preciso te agradecer pelo que você está fazendo comigo de novo.

-Não precisa agradecer..

-Sério! Eu vacilei com você e você ainda me ajuda e cuida de mim novamente. Você é um anjo na minha vida.

-Se você não trair mais o seu anjo, o céu já vai agradecer...

Gabriel esboçou um sorriso e disse: -Nunca mais, eu te amo cada dia mais, não tem como não se apaixonar por um cara tão especial como você.

Eu olhei pra ele sorrindo e dei um selinho nele e depois disse:

-Conta pra mim; to esperando...

-Então! -Eu achei que você não perdoaria mais, e não teria sentido eu ficar aqui vivendo com você depois do que eu fiz, dai lembrei do único parente que tenho, que é minha tia Marcia, liguei pra ela, contei da situação e que precisava ficar lá, ela não me negou moradia, apesar de ter a casa cheia de filhos. Eu fui, e como você sabe, lá não tem conforto, eu dormia no chão, em um colchão velho na sala, a comida lá é na base do arroz, ovo e feijão, ou salsicha, não estava mais tomando meus remédios, ai comecei com tosse, dava febre, ia nos postos lá que não tem porra de remédio nenhum, só tomava,dipirona, ou amoxilina,não dava pra manter minha saúde bem, assim fui piorando, minha tia me internou numa upa que fiquei uns dias e ai assim que deu vaga me mandaram pro salgado filho e foi assim que fiquei no estado que você me encontrou.

-Por dois beijos, olha o que te aconteceu, não tinha necessidade de nada disso acontecer, era pra estarmos felizes aqui juntos, você já esta terminando outro período da sua faculdade. Lamentável cara.

-É eu sei, mas é por isso que te peço que me de só mais essa chance. Só mais uma.

-Eu já te dei essa chance, você já esta aqui de novo, mas Gabriel eu juro por tudo que é mais sagrado, se você cometer o menor dos deslizes, eu juro que posso te ver apodrecendo dentro de um hospital, que saio até de perto pra fingir que não te vi. Eu não vou querer saber de você nunca mais, você ta me intendendo?

-Sim! -Eu não vou fazer mais isso, estou dando minha palavra, eu não seria burro por duas vezes. Não se preocupe, eu aprendi a lição.

-Assim espero...

O tempo foi passando, e dividia meu tempo, em trabalho de dia e aulas a noite, nos dias que estava em casa era levando Gabriel pra fisioterapia, ele já andava de moletas, estava começando a se recuperar, alguns meses depois, tudo já estava voltando o normal, Gabriel estava bonito novamente, reabilitado, andando. Já fazia planos pra voltar a faculdade no meio do ano, mas agora em outra faculdade, não queria mais ir pra aquela, pra não ver o tal Marcelo e nem ficar relembrando do dia que tinha dado a merda toda. E assim ele se transferiu outra faculdade, em outro lugar totalmente distante e diferente de onde ele fazia. Agora nossa vida estava começando a entrar no eixo, tudo ia bem até que no fim de uma aula Léo veio até a minha e disse que precisava falar a sois comigo.

Eu estranhei e esperei todo mundo sair de sala e então disse:

-Fala Léo o que você quer?

-Eu quero lhe agradecer, pelo belo presente que o senhor me deu...

-Presente? -Que presente?

-Eu estou com HIV professor, HIV... E Tenho certeza que foi o senhor que me passou.

Gelei na hora e atônito disse:

-Como? -Eu não estava transando com ninguém além de você.

-Não? -E com quem você transou antes de mim?

-Só com meu companheiro Gabriel, só com o Gabri... Não consegui terminar o nome dele, a ficha caiu; fudeu!!! Se estou contaminado só poderia ser de Gabriel. -Para tudo!!! Então não houve só dois beijos? (Minha cabeça estava um nó pensando isso tudo).

A minha frente, meu aluno com cara de choro, e eu estático sem saber o que fazer nem o que pensar...

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Na reta final; sempre uma nova surpresa; em: QUANDO UM MENINO SE TORNA UM HOMEM.

Não percam as emoções finais!!!!

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****Uma nota aos meus leitores:-No diálogo entre eu e Breno, ele fala sobre Gabriel pequeno, então... preciso explicar que Breno sempre fez parte da minha vida assim como sempre fiz parte da vida dele, como mais que amigos, como dois irmãos ao longo de todos esses anos. Breno conheceu Gendson, Breno viu Gabriel ainda garoto, enfim... Ele acompanhava todo esse processo da minha vida, assim como eu acompanhava todo processo da vida dele com Fernando. Por diversas vezes nos encontrávamos, pra almoçar, pra passear, só que não coloquei esses detalhes ao longo da história pois ela ficaria muito grande, se fosse contar cada pequeno detalhezinho de tudo. Então resolvi por apenas esse diálogo especificamente desse dia em que nos encontramos e ficamos conversando em meu apartamento. Aos leitores que não leram meu conto anterior e não intendem quem é esse Breno que aparece nessa história, sugiro que leia a anterior 'DERREPENTE O AMOR', e ai vocês saberão quem é Breno e Fernando e conseguiram intender tudo que falei nesse capítulo de hoje. No mais, deixo beijos pra vcs com amor e carinho do RENATINHO...

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BREVE NA CDC ❄"REVELAÇÃO"❄:

"Chegamos ao Rio de Janeiro, fazia um calor insuportável, nossa tia já nos esperava, depois dos comprimentos fomos com ela e seu marido pra casa dela no morro da Rocinha.

Aquilo tudo era estranho pra mim que vinha de uma cidade pacata do interior, tudo naquela cidade grande me dava medo, do vidro do carro eu ia vendo tudo abismado e já sentindo saudades da Fazendo do seu Neiras, lugar onde nasci e me criei."

O recomeço;

Um reencontro;

Uma saudade...

Tudo isso em: ❄"REVELAÇÃO"❄; breve, aqui na CDC.

Comentários

10/11/2017 20:27:36
Bruninhooo: No próximo capítulo vc vai descobrir meu amado querido...
10/11/2017 20:26:55
Biel Vans: Acredite amigo. E veja o que aconteceu no próximo capítulo. bjs
09/11/2017 18:32:09
Caramba não acredito nisso
09/11/2017 18:30:15
Meu Deus do céu,espero que você e o Biel não estejam com nada
09/11/2017 04:48:33
VALTERSÓ: é por ai No próximo capítulo eu explico isso
09/11/2017 04:46:49
VALTERSÓ: então
09/11/2017 02:01:57
MUITO PROVAVELMENTE LEO CONTRAIU HIV DO NAMORADINHO NOVO DELE. E QUER ACUSAR VC. MAS NÃO ME ADMIRA QUE GABRIEL ESTEJA CONTAMINADO E QUE PROVAVELMENTE VC TB ESTEJA. LAMENTÁVEL. POR VIA DAS DÚVIDAS QUE TODOS FAÇAM O EXAME PRA DETECTAR QUEM É SOROPOSITIVO E QUEM NÃO É. MAS, QUANDO A CABEÇA DE BAIXO E DE CIMA NÃO PENSA, O CORPO VAI PADECER. ISSO É FATO.
08/11/2017 20:25:23
lipegg: ja fui la ler e ja comentei. Adoro teus contos.
08/11/2017 19:04:07
Nossa não acredito rentinho aq e o vini so que troquei de nome mais postei outro conto ta meu anjo
08/11/2017 18:46:59
nayarah: pois é, passado fiquei eu quando léo me jogou essa bomba.
08/11/2017 18:46:06
kitty: mas tarde vou postar iutro capitulo, já, já vc vai saber de tudo meu amor...
08/11/2017 15:13:22
Ai meu Deus pode ter sido alguma transfusão não pode?Senhor que o Gabriel não tenha feito asneira.Torço muito por biel e nato.
08/11/2017 15:05:33
Mas como assimestou passada.....

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