Casa dos Contos Eróticos

Feliz Dia dos Pais Vol. 2

Autor: Pedro
Categoria: Homossexual
Data: 13/08/2017 00:16:06
Nota 10.00
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Naquela noite, eu não conseguia dormir de jeito nenhum, pensava no meu pai, no que ele havia dito, rolava na cama, vendo meu filho dormir tranquilo ao meu lado. Levantei meio suado, louco por um copo de água.

Dei de cara com ele, meu pai, ele estava apenas de cueca, parado em frente a geladeira, nos olhamos.

—Não conseguiu dormir? - ele perguntou.

—Você também não - eu disse.

—Eu não devia ter dito nada- ele falou.

Fui até ele, eu usava apenas uma cueca, meu pai olhava meu corpo, sem se conter, eu cheguei perto dele, sentindo seu cheiro, seu calor.

—E agora? - ele perguntou.

—Quer saber, pai? - eu disse- Me leva pra tua cama, me leva agora!

Eu encostei meu corpo no dele, nos beijamos então, um beijo quente, molhado, demorado, cheio de sentimentos, ele chorou, eu também, baixinho.

—Porque isso é errado? Se sua boca pertence a mim? - ele disse baixinho.

—Vem - eu disse puxando ele pela mão.

Entramos no seu quarto, sua cama estava bagunçada, tudo ali tinha seu cheiro, ele sentou na cama, me olhando.

Eu sentei no seu colo, sentindo o corpo forte dele, lambi seus lábios, sentindo seu gosto, ele puxou meu corpo para o dele, nos beijamos com vontade, nossas bocas se engolindo enquanto as línguas se exploravam, ele deitou comigo por cima dele, senti ele no meio das minhas pernas, rolamos na sua cama, enquanto nossas bocas se exploravam e nossos corpos se encaixavam, eu sentia pela primeira vez o toque dele, o toque de homem dele, não de pai, ele puxava meu corpo em cima do dele, foi quando ele me puxou bem forte que eu senti o que tinha dentro da sua cueca.

Minha bunda sentou em cheio no seu volume e eu senti, o seu pau duro, o pau do meu pai duro como pedra, ali, embaixo do meu corpo, me tocando, me beijando, eu desci a mão pelo seu corpo peludo, e apertei aquele pau, ele me encarou, com seus olhos verdes, a sua boca aberta, eu segurando ele com a minha mão, sentindo como ele estava duro e como pulsava só para mim.

—Você está tão duro - eu falei, sussurrando.

—É por você - ele disse baixinho, beijando minha testa- É sua culpa!

—Eu quero ver- eu disse parecendo um moleque curioso.

—Quer? - ele disse provocante, era a primeira vez que ele era safado comigo, e eu definitivamente havia gostado daquele tom.

Ajudei ele a tirar a cueca, seu pau saltou, batendo na barriga, eu peguei aquele pau, olhando nos olhos dele.

—É lindo, pai- eu disse.

E era realmente um pau lindo, tão grosso que minha mão não fechava, uma cabeça grande, vermelha e brilhante, veias irrigavam todo o seu pau, era grande e seu saco pesado, com duas bolas grandes, havia pelos brancos ao redor dele. Eu segurava, meus olhos brilhando, ele me olhava segurar seu pau, eu puxei a pele, mostrando mais a cabeça dele, seu pau babava pra mim, sentia o calor daquele caralho nas minhas mãos.

—Quer chupar seu pai? - ele disse no meu ouvido, passando a língua, me deixando arrepiado.

Deitei no meio das suas pernas, olhando nos olhos dele, do meu pai, enquanto segurava seu cacete com as mãos, o cheiro do seu pau invadiu meu nariz, meu corpo todo se arrepiou. Eu abri a boca, ele abriu junto, ansioso. Levei a língua até a cabeça do seu pau, quando relei ali, ele fechou os olhos, deixando a Cabeça cair para trás, eu senti o gosto dele, a textura, brinquei com a baba presa na língua, olhando pra ele, meu pai voltou a me olhar, mordendo o lábio inferior.

—Era exatamente assim que eu imaginava - ele disse - Agora seja um bom menino, me coloca dentro da sua boca, por favor!

Eu chupei rapidamente a Cabeça dele, a minha boca se enchendo d'água, seu gosto invadindo toda a minha boca, eu engoli mais um pouco, sentindo o latejar de suas veias, segurei suas bolas com as mãos, enfiei ainda mais, abrindo bem a boca para que aquele pau entrasse de acordo, fui socando ele até que eu engasguei, tirei o pau babado da boca, sorrindo pra ele, meti a rola dele na boca, agora com mais vontade, apertando suas bolas com minhas mãos, fui engolindo ele até finalmente socar seu pau por completo.

—Meu filho - ele gemeu baixinho - Meu filho, olha pra mim, olha!

Com a rola dele atolada na garganta, eu olhei, eu vi os olhos dele, tão belos, tão cheios de malícia, brinquei com a língua, e ele passava a mão no meu rosto. Eu sentia suas mãos grandes no meu rosto, enquanto a minha boca sugava seu pau, seus olhos nos meus, nossos corpos se unindo, eu olhava a expressão de prazer no rosto do meu pai, naquele rosto másculo, e pela primeira vez na vida eu conseguia ver o brilho de sensualidade naqueles olhos, pela primeira vez eu sabia que era responsável pelos seus gemidos. A boca dele, maravilhosa, seu calor subia pela minha boca, me possuindo, me dominando por completo. Eu enfiava seu pau afoito, engasgando. Ele pegava a minha barba com sua mão.

—Calma, meu filho-ele dizia calmamente.

Eu tirei o pau dele da boca, vendo como a minha saliva brilhava naquele pau.

—É lindo, pai- eu gemi com a voz bem baixinha —É lindo!

—É seu agora - ele disse sorrindo, com uma voz mansa mas incrívelmente sensual.

Eu amei o jeito como ele falou que seu pau era meu, para agradecer eu enfiei a fundo seu pau na boca, sugando, fazendo um movimento de vai-e-vem desenfreado, levando ele a loucura, senti ele agarrar minha Cabeça com força, enquanto eu afundava seu pau na minha boca, olhando dentro de seus olhos, fazendo ele gemer mordendo seus lábios, o barulhinho da minha boca sugando seu pau só era interrompido pelos seus gemidos, bem baixos, lembrando que meu filho estava dormindo o quarto ao lado.

Eu chupei suas bolas, chupando seu saco, enfiando aquelas bolas na boca, enfiando meu nariz os seus pelos, cheirando ele, lambendo sua virilha, enquanto ele gemia, deliciado com a minha boca, fui beijando seu corpo, até ficar em cima dele, beijei sua boca, fazendo ele sentir seu gosto na minha boca, ele agarrou minha bunda, senti um calor imenso subir pelo meu corpo.

—Não acredito que você está aqui, na minha cama- ele disse no meu ouvido.

—Eu vou fazer você acreditar - eu sussurrei.

—Meu filho, meu deus, como eu fiquei esses anos todos sem o seu amor?

—Do mesmo jeito que eu, pai- eu falei, passando as mãos no seu peitoral, apertando seus músculos - Nossa pai, você é muito gostoso! Como é bom falar isso pra você!

—Fala tudo, meu filho- ele disse beijando minha testa- Fala tudo o que você quiser...

—Sempre quis me deitar assim com você - eu falei em tom de confissão - Sentir seu corpo forte, seu cheiro, pai, eu amo seu cheiro - Beijava seu peito enquanto eu falava- Seu gosto, meu deus, acho que vou me viciar em você...

—Meu filho, eu quero te experimentar, deita aqui do meu lado, eu preciso te experimentar - ele disse.

Ficou por cima, beijando meu peito, circulando com a língua os meus mamilos, sua barba raspando pelo meu corpo, ele deu uma mordida no meu mamilo, soltei um gemido, ele me olhou nos olhos, sorrindo, aquela cara de macho, a sua lingua desceu pela minha barriga, penetrando meu umbigo, sentia meu corpo tremendo, meus pelos se arrepiando, ele mordeu meu pau por cima da cueca, sentindo como eu estava duro, eu acariciava seu rosto, puxando seus cabelos levemente, ele tirou a minha cueca, meu pau ali, na sua cara, ele pegou com as mãos, me olhando, beijou a cabeça, puxando a pele, exibindo minha cabeça, meu pau babava, ele sorriu, enfiando a língua na fenda, sugando a minha baba.

—Meu Deus, como você é lindo- ele disse- Que pau! Olha isso, filhão!- ele lambeu a cabeça fazendo charme com sua língua, sorrindo com cara de safado, beijando meu pau, a sua boca sugou a minha cabeça, eu tremia, sentindo o calor da boca dele enquanto ele abocanhava a minha cabeça, a cara dele de safado, sorrindo com meu pau na boca.

—Delicioso - ele gemeu- você é delicioso.

—Me chupa, pai- eu pedi.

—Não precisa pedir, meu filho! - ele disse rindo.

Enfiou meu pau na sua boca, eu puxei seus cabelos, minhas pernas bambas, ele engoliu meu pau com facilidade, sugando meu caralho, com seus olhos nos meus, enfiando meu pau com vontade na sua boca, eu gemia baixinho, deixando ele me possuir com a boca. Meus olhos se perdiam na sua beleza, no seu rosto másculo, na sua barba branca, na sua boca engolindo meu pau, nos seus braços fortes, eu estava no céu, completamente vidrado naquela boca deliciosa me engolindo com toda vontade do mundo. A boca dele salivando, molhando meu pau, escorrendo pelo meu saco que ele massageava, me deixando a ponto de explodir.

—Que boca maravilhosa - eu soltei- Nossa, pai, que boca é essa?

Ele não me respondia, só me chupava, passando a mão na minha barriga, puxando meus pelos carinhosamente. E enfiava, meu Deus como enfiava meu pau naquela boca, sem dúvidas era de longe o melhor boquete que eu já havia recebido, eu passava a mão no seu rosto, fazendo carinho nele enquanto ele me engolia.

Ele tirou meu pau da boca, eu achei que já tinha visto tudo de bonito ali, mas ver meu pai com a boca escorrendo saliva no meu pau foi um espetáculo a parte. Ele sorriu pra mim.

—Porra, filho! Eu poderia ficar aqui pra sempre, só te chupando...

—Vamos fazer isso, pai!

Ele riu pra mim, passando a mão no meu saco, brincando com as minhas bolas, apertando com suas mãos, meu pau pulsando, todo babado. Ele levantou a minha bunda, abriu minhas nádegas com as suas mãos, ele me encarou.

—Pisca esse cu- ele pediu- pisca, meu filho!

Dei uma piscada com o cu, ele gemeu, se derretendo inteirinho por conta do meu cu.

—Caralho, que coisa linda - ele disse, cuspindo no meu cu- Pisca! Isso, meu filho, assim, pisca, chama seu pai, chama...

Eu piscava, ele cuspia no meio do meu cu, passando o dedo pelas minhas pregas, admirando meu cu, ele veio bem perto, beijou meu cu, foi comi se ele me desse um selinho, a barba dele raspando na minha bunda foi uma coisa deliciosa, eu gemi pra ele.

—Quer a minha língua aí dentro?

—Quero, pai! Eu quero!

—Então eu vou colocar - ele disse.

Ele passou a língua tranquilamente na minha bunda, beijando e mordendo minhas nádegas, me deu um leve tapa gostoso na bunda, e enfiou seu rosto no meio da minha bunda, senti sua barba, sua língua entrando dentro de mim, eu mordi os lábios para não gritar, estava maravilhoso aquilo, aquele homem sabia como chupar um cu, enfiando a sua boca com vontade em mim, a sua lingua gostosa e incrivelmente rija, entrando no meu cu, eu tremia tanto que achava que ia ter um treco, ele afundava mais e mais seu rosto no meio da minha bunda, e chupava meu cu com todo seu desejo, a sua boca me queimava, eu sentia meu cu piscando sem que eu fizesse esforço, enquanto ele me comia com a sua lingua, com toda a sua boca, puxando minha bunda mais e mais para ele, me devorando, aquele homem enorme, me puxando pela bunda, com aquelas mãos fortes na minha bunda. Eu alcancei a sua cabeça, puxando ele mais para mim, esfregando minha bunda na cara dele, rebolando na boca dele, ele intensificou as lambidas, me fazendo delirar. Quanto mais eu me esfregava nele, mais ele chupava meu cu, as mãos dele agarradas na minha bunda, me apertando com toda a a sua força, sua língua agora entrava com tudo no meu cu, socava ela com força, me fodendo com vontade, a sua saliva me lubrificando e eu mordendo a fronha para não gritar de tesão.

—Beija a minha boca - eu pedi quase em desespero - quero sentir meu gosto em você.

Ele veio pra cima de mim como um animal, me beijando com força, senti meu gosto, meu cheiro nele, agarrei seu corpo, as nossas bocas quase se engolindo, as mãos dele me apalpavam e as minhas apalpavam ele, apertando seus músculos, puxando seus pelos, ele fazia o mesmo, levantei seus braços, enfiando a boca nas suas axilas, o seu cheiro de macho gritava no meu nariz, eu Enfiava o nariz ali, fucinhando ele, meu pai acariciava minha nuca, me puxando bem mais forte, enfiando minha cabeça debaixo do seu braço, eu lambia sua axila, mordendo, beijando, lambi seu peito, deitando a cabeça no meio do seu peitoral, beijando, olhando ele nos olhos.

—Você é tudo que eu imaginava - eu disse - Tudo, pai!

—Eu quero te comer - ele disse.

—Me come, pai- eu pedi- Me come, eu preciso disso.

—Deita aqui com seu pai- ele pediu.

Deitei ao lado dele, papai me agarrou, me colocando de lado, fazendo eu levantar uma perna, apertando minha bunda, ele colou seu corpo no meu, o seu peitoral forte nas minhas costas, cuspiu na sua mão, passando na minha bunda, enfiou um dedo, eu gemi pra ele enquanto ele me agarrava com seu braço, me apertando junto a ele.

—Meu filho, que cu delicioso você tem- sussurrou no meu ouvido enquanto seu dedo entrava em mim- Não sabe o quão maravilhoso é esse rabo, e ele vai ser meu, sou o homem mais sortudo desse mundo.

Eu não conseguia formar uma frase direito, só gemia pra ele, sentindo seu dedo grosso entrando no meu cu, meu pau doía de tão duro, meu corpo sentia o calor do corpo dele, o seu braço forte me segurava com Força.

—Eu vou entrar agora- ele avisou, beijando minha nuca.

A ponta do pau dele foi encaixada bem na porta do meu cu, ele pincelou seu pau babado ali, mordendo meu pescoço, então a Cabeça entrou, eu perdi a respiração, ele beijava meu pescoço, e não parou um minuto, foi entrando, me agarrando mais e mais, a sua pica entrando, quando ele estava todo dentro de mim, completamente encaixado no meu rabo. Ele me puxou pelos cabelos, me encarando.

—Pronto, filho- disse baixinho - Estou dentro de você!

—Eu não quero mais que você saia- eu disse baixinho.

Ele beijou meu olho, rindo, senti seu hálito quente, ele beijou a minha boca.

—Agora presta atenção - ele falou- olha como eu vou te comer, porque eu quero que você me coma assim...

A primeira bombada foi inacreditável, eu apertei o braço dele, cravando minhas unhas nele. Ele beijava meu pescoço, minha nuca, me acalmando, seu pau era grosso, sentia ele rasgar meu cu, cada bombada eu dava adeus a uma prega, sentindo ele entrando forte, me agarrando com seus braços enormes, eu que era tão grande quanto ele, me senti pequeno, indefeso, perto daquele homem poderoso.

Meu cu se abria para aquele pau majestoso, ele enfiava com vontade, fincando seu pau dentro de mim. A rola dele entrava e saia, fazendo com que eu gemesse bem baixinho, sentindo sua força.

Seu corpo grudado ao meu, ele metia tão bem, tão rápido e forte, as vezes ele rebolava com o pau inteiro fincado em mim, cutucando minha próstata, eu sentia meu pau babando, se molhando, cheio de tesão.

—Era isso que você queria, filho? Era assim que você imaginava quando me desenhava? Você queria meu pau dentro de você?

—Eu sonhei com isso durante tanto tempo e nem nos meus sonhos mais eróticos eu cheguei perto dessa sensação...

—Eu guardei aquele seu caderno, bati muita punheta imaginando seus pensamentos para me desenhar daquela forma.

—Eu cheirava suas cuecas, eu me masturbava olhando os desenhos que eu tinha feito de você... Imaginava você assim, sendo meu homem.

—Não precisa mais imaginar, tá me sentindo dentro de você? Olha isso, filho, olha como meu pau pulsa dentro de você, sente!

—Pai, eu não sei se vou conseguir ir embora...

—Não vai

—E meu filho?

—Nós dois criaremos ele.

—Como nosso filho?

—Não, como nosso, como nós somos agora, como homens...

—Pai?

—Filho?

—Você acha...

—Eu tenho certeza - ele disse.

—Mas como?

—Eu me apaixonei pelo meu pai, você se apaixonou por mim, o que acha que seu filho sente por você?

—Mas...

—Vai me dizer que nunca reparou em nada...

—Alguns olhares...

—E como você começou a me amar?

Ele tinha razão, mas será? O que eu faria se meu filho assumisse isso?

—Me beija - pediu meu pai.

Eu beijei sua boca, o seu pau entrando e saindo, meus pensamentos todos loucos, pensava no meu pai, pensava no meu filho, meu pau duro como pedra, babando, meu cu sendo devorado, o pau do meu pai latejando dentro de mim.

—É pecado- eu disse baixinho.

—É não vale a pena ir para o inferno por conta disso? Sente isso meu filho, olha como a gente está... Eu nunca fiquei assim com ninguém, a não ser com meu pai...

E ele metia, mas metia pra arrancar meu couro, me fodendo com força, me puxando para ele, me amando. Rebolei no seu pau, ele batia na minha bunda, quando eu me exaltava, ele me acalmava e quando ele se exaltava eu o acalmava.

—Agora me come- ele pediu- Vem filho, antes que eu goze dentro de você, come seu pai, vem!

Trocamos de posição, eu cuspi na mão, passando naquele cu, ele gemeu pra mim, agarrei ele com força.

—Sente papai, sente meu pau.

Fui entrando naquele cu, enfiando meu pau nele, beijando o pescoço suado do meu pai, mordendo ele, papai gemia baixinho, eu bombava dentro dele, meu pau entrando naquele cu delicioso, tão quente, tão macio, ele de olhos fechados me recebendo.

—Nossa pai, que cu delicioso - eu gemi no ouvido dele - Vou te comer até você pedir para eu parar...

—Eu não vou pedir, meu filho- ele disse - Eu preciso de você dentro de mim.

Eu lambia sua nuca, metendo bem gostoso nele, os gemidos dele me hipnotizando, meu corpo estava suado assim como o dele, os lençóis enrolados nos nossos corpos, eu metia com fúria, mordendo o ombro dele.

—Isso filho, come assim, come seu pai- ele gemia.

Subi nele, pegando nossos paus juntos com a minha mão, olhava meu pai suado, gemendo, batendo uma para nós dois, sentindo nossas rolas pulsando juntas, gozamos quase que juntos, a explosão de porra se misturando em nossos paus, eu segurava nós dois ainda, sem conseguir soltar, sentindo a chuva de gozo na mão, na barriga dele, no seu pau, no meu.

—Isso foi lindo- ele disse.

Deitei no peito dele, espalhando nossa porra na barriga dele, ouvindo o coração dele bater, observando as gotas de suor escorrendo pelos seus músculos. Ele beijou a minha testa com carinho.

—Feliz dia dos pais - eu disse.

Já passava da meia noite, era domingo de dia dos pais.

—Feliz dia dos pais pra você também - Ele disse baixinho, beijando minha boca.

—Feliz dia dos pais - ouvimos uma terceira voz — Tem espaço pra mais um nesse presente?

Meu menino estava parado na porta, usando apenas uma cueca que estava e estufada com o volume do seu pau, o corpo forte e jovem, o sorriso no rosto, a barba menor que a nossa, a cara de moleque safado. Ele apertava o seu pau, olhando fixamente para nós dois.

Comentários

14/08/2017 05:56:47
cadê ? kero mais
13/08/2017 00:39:39
UAU.

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