Casa dos Contos Eróticos

O castigo - parte 4

Autor: S. Costa
Categoria: Heterossexual
Data: 12/08/2017 22:20:18
Nota -
Ler comentários (0) | Adicionar aos favoritos | Fazer denúncia

- Tá gostando seu corno? Tá gostando? Esse teu amigo que é macho de verdade, ele come a minha buceta como tu nunca comeu. Ela dizia olhando para ele.<br>

- Aaah que pau gostoso. Aaaaah, tua pica não é nem metade disso, mostra aqui essa piroquinha seu broxa.<br>

O Alex se sentou no sofá, nitidamente embriagado, abriu o zíper e colocou um pequeno pênis semi-ereto para fora da calça, tomando um tapa bem forte da Vera na cara.<br>

- Faz tempo que essa piquinha não levanta né Alex? Olha só como ele me come com vigor, aprende! Aprende seu corno!<br>

Vera então mordeu o pau do Alex que gritou:<br>

- Aiaiaiaiai para amor, para por favor! Para que ta doendo Vera! Tá bom, já chega!<br>

Ela soltou a pica dele rindo junto com o Ricardo, e falou:<br>

- Agora me beija, pra eu beijar o Ricardo com a boca bem limpinha.<br>

Não aguente. Tive náuseas e corri para o carro com uma mistura de raiva pelo Alex ser tão besta para a mulher dele, como de tesão também.<br>

Chegando no trabalho no dia seguinte, eu tava me sentindo muito estranho. Eu sentia que deveria falar algumas verdades para o Alex, mas toda vez que lembrava eu tinha a impressão que não era a primeira vez que isso acontecia. Tirei o dia para ficar andando pelos corredores da empresa, disse que estava olhando as instalações para prevenir a empresa de que outro funcionário nos processe pelas condições de trabalho, porém eu estava mesmo era distraído pensando na noite anterior.<br>

Subi ao andar onde ficam as salas dos diretores e fui caminhando lentamente até a minha sala, parei na frente da sala do tigela.<br>

- Meu amigo, o que você tá fazendo com a sua vida? Fiquei me indagando em silêncio, levantei a mão pronto para bater... Mas desisti.<br>

Voltei para a minha sala cabisbaixo. "E se fosse por mim, será que o Alex faria alguma coisa?" Vinha pensando, abri a porta e quando ia entrar na minha sala o Ricardo sai de dentro da sala dele falando:<br>

- Vou buscar ela hoje às 19:00.<br>

Eu fiquei olhando, o Ricardo passou por mim e me deu um bom dia que foi forçadamente respondido.<br>

- É meu amigo, desse buraco só quem pode te tirar é você mesmo... Sussurrei olhando para o chão enquanto eu entrava.<br>

Os dias passaram, e as coisas nunca mais foram como antes. O Ricardo e o Alex ainda pensavam que eu não sabia de nada, e eu fingia que nada tivesse acontecido. Até que o Ricardo apareceu na minha sala perguntando:<br>

- Cadê meus parabéns Saviola?<br>

- Parabéns por quê?<br>

- Hoje é meu aniversário bicho!<br>

Eu não tenho facebook. Eu não tenho agenda. Meus compromissos que anota é o meu estagiário em uma planilha que fica no computador dele e eu não tinha a menor necessidade de saber o dia do aniversário do Ricardo, porque mesmo que ele tivesse me falado eu não faria questão de lembrar. Quis falar isso pra ele, mas da minha boca só saiu:<br>

- Ô meu parceiro, felicidades! Tá um ano mais próximo do trintão, daqui a pouco vai estar se aposentando. Falei sorrindo, meio falso, mas sorrindo. Ele riu e respondeu:<br>

- Vei ter um almoço lá em casa, chamei daqui da companhia apenas você e o Alex que são amigos mais próximos, e que convivem comigo até mesmo fora do ambiente de trabalho. Leva a patroa, eu ainda não sei quem é que põe essa coleira no teu pescoço.<br>

Eu ri, apesar de não ter visto a menor graça. Mas aceitei o convite e cheguei em casa contando para a Vanessa:<br>

- Amanhã vai ter um jantar de um amigo meu lá da empresa, você quer ir amor?<br>

- A gente vai voltar muito tarde? Ela perguntou enquanto servia o jantar.<br>

- Eu acho que não, vamos só comer e voltar.<br>

- Preciso comprar um vestido então, pode ir comigo por favor? Ela sabia que eu não negaria, mas era muito educada para simplesmente comprar sem avisar.<br>

- Claro que posso, amanhã eu volto do trabalho mais cedo e te levo.<br>

No outro dia eu saí mais cedo e fui levar a Vanessa para comprar as roupas. Fiquei em uma padaria dentro do shopping tomando café e comendo pão de queijo quando ela vem já sinalizando que queria ir para casa.<br>

A Vanessa é uma mulher muito bonita, e não digo isso porque ela era minha esposa (vocês vão entender esse "era" ao final da nossa pequena saga) pois todo mundo sempre a elogiava.

Comentários

Comente!

  • Desejo receber um e-mail quando um novo comentario for feito neste conto.