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PADRE NÃO É HOMEM - (o substituto) Parte 9

Autor: Estefânio
Categoria: Heterossexual
Data: 12/08/2017 19:23:53
Última revisão: 12/08/2017 19:33:10
Nota 5.00
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Abri a igreja às 11 horas, bem mais tarde do que de costume... Era sexta feira e no dia seguinte eu teria que celebrar um casamento, lembrei. Fui pra sacristia cuidar dos assuntos da igreja e fiquei lá até o meio dia, quando então fui almoçar... Descansei um pouco e fui tomar mais um banho e trocar de roupa... Logo depois, preparei e tomei mais uma vitamina, peguei o potinho de vaselina, por via das dúvidas e, quando já eram quase duas da tarde, saí em direção a casa daquela senhora que havia pedido para eu purificar as suas filhas... Cheguei na casa, que era ao lado da casa de Marisa. Era uma casa grande também, assim como a de Marisa, toquei a campainha e a mulher veio me atender... “Boa tarde, padre, o senhor veio! Sua bênção!” Ela falou beijando a minha mão, “entre!” Entrei na sala, e vi as moças... Eram todas lindas! A mulher disse, que se chamava Maria Francisca, mas que eu poderia chama-la só de Maria. Ela devia ter uns 40 anos e até que era bem bonita, assim como as filhas... As meninas estavam perfiladas na sala, todas de pé, formando uma escadinha, esperando para serem apresentadas a mim... Maria foi me apresentando uma a uma: “Esta é Sofia, padre, a mais velha e a única que já namora... Ela tem 19 anos.” Sofia era uma moça linda! Alta, mais ou menos 1,70m, cabelos pretos compridos, pele bem branquinha, magrinha, com um rostinho perfeito, narizinho fino e empinado, olhos esverdeados, uma lindeza de menina... Na verdade todas eram meio parecidas e todas eram lindas... Sofia beijou a minha mão pedindo a minha bênção... “Deus te abençoe, minha filha!” Na sequência, Maria me apresentou Fabiana, a segunda da fila: “Esta é Fabiana, padre, ela tem 17 anos e diz que tem um menino que gosta dela, mas eu ainda não quero que ela namore... Acho que ainda é muito nova pra isto!” E Fabiana comentou: “Eu também não quero namorar ainda, mãe, a senhora sabe!” “É verdade, padre, ela diz que não quer saber de homem tão cedo!” Falou a mãe... Fabiana sorriu e pediu a minha bênção... A próxima era Juçara, de 15. E Maria comentou: “Juçara é muito estudiosa, padre, e também ainda não pensa em namorar, graças à Deus!” Depois me apresentou a próxima: “Esta é a minha caçula, padre, Marcela, tem onze anos...” “Onze anos? Perguntei surpreso. “Sim, padre, respondeu ela, é melhor que seja purificada cedo, antes que seja tarde, o senhor não acha?” O que eu poderia dizer? “Mas, senhora, não é necessário que ela seja purificada agora, tem tempo pra isso...” E a mãe, parecendo zangada: “Porque, padre, ela é menos gente que as outras, só por causa da idade?” Eu odiava esse tipo de argumento! Como poderia discutir com gente assim? Mas o meu demônio já me mandava aceitar tudo e não fazer restrições, pra começar de uma vez... Eu olhava aquelas beldades ali na minha frente, principalmente as duas mais velhas, e meu pinto pulsava de tesão... “Tá bem, senhora! Onde será a feita a purificação e quem será a primeira?” “Pode usar o meu quarto, padre, disse ela, e a primeira vai ser a Sofia, depois as mais novas, em ordem... Tá bom assim, pro senhor?” Meu pau já estava desesperado e eu precisava ejacular com urgência, ou acabaria desmaiando de tesão ali bem no meio daquela sala... “Sim, senhora, como a senhora quiser!” Estendi a mão para Sofia, que pegou na minha mão e me conduziu ao quarto. Eu estava ofegante de tesão... Quando entramos no quarto, abracei a moça e dei-lhe um longo beijo de língua, que ela correspondeu... Que cheirosa! Mas eu estava com pressa... “Tire a roupa, querida!” E me despi junto com ela, que pareceu ficar assustada ao ver o meu pau enorme pulando pra fora da cueca... A menina era maravilhosa, toda certinha e com uma buceta cabeluda, com pentelhos pretos! Coloquei-a deitada na cama e abri a bucetinha pra ver o cabacinho bem ali na minha frente... Fiquei louco e caí de boca, fazendo a moça rebolar e gemer alto, “Aiiiiiiiiiii!!!”, sem se importar se ia ou não ser ouvida na sala, enquanto eu fazia pressão com a língua pra já dar uma primeira rasgadinha... Fui por cima, na posição papai mamãe, já direcionando o meu pau praquela bucetinha virgem... Senti quando ele travou na entradinha e comecei a fazer força, logo conseguindo enfiar a cabeça, num estalo, e em seguida enterrando tudo, eu tinha pressa e em poucos segundos já tinha enterrado o meu pau grosso inteirinho na buceta daquela princesa linda, que começou a rebolar freneticamente a cada estocada que eu dava, ficando toda arrepiada e soltando um gemido alto “Ahhhhhhhh”, de gozo, enquanto eu a enchia com a minha porra grossa, que se chocou com força contra o seu útero, fazendo-a estremecer ainda mais ao sentir a buceta sendo enchida de esperma... Caí de lado... “Me chupe agora, querida!” E Sofia caiu de boca, enquanto eu segurava a sua cabeça contra o meu pau e o espremia dentro da sua boquinha... Ela parecia saborear cada gota com a linguinha ávida... “Você gosta muito do seu namorado, Sofia?” Perguntei. “Claro, padre, senão não estaria namorando!” “É verdade!” Falei sorrindo... Ficamos alguns minutos apenas descansando, enquanto eu apreciava aquele rostinho lindo e a beijava na boquinha. Logo o meu pau já estava pronto de novo... “Sente encima dele, querida!” E ela obedeceu, ficando de cócoras sobre mim e enfiando tudo de vagar na buceta, até o talo... Depois, se apoiou com os joelhos sobre a cama, com uma coxa de cada lado meu... Ela tinha umas coxas maravilhosas! Eu mal podia acreditar no que estava acontecendo ali... E comecei a ajuda-la a subir e descer, segurando-a pelas coxas, até que ela começou a fazer o movimento sozinha... “E você já teve outros namorados antes?” “Como assim ‘outros namorados’, padre? Eu sou direita! Vou ser mulher de um homem só!” Claro, pensei... E comecei a socar de baixo pra cima, enterrando tudo na bucetinha daquela lindeza, fazendo-a se arrepiar toda... Eu passava as mãos sobre os peitinhos e podia sentir os poros saltados da pele arrepiada de tesão, e os biquinhos pontudinhos... Ela fechava os olhos pra sentir o meu pau na buceta, até que começou a estremecer num gozo, não conseguindo conter um gemido alto, “Haaaaaaaaaaaa”, enquanto recebia outra forte torrente de porra na buceta... Sem que eu pedisse, já correu pra chupar o restinho de porra que saía, espremendo, ela mesma, o meu pau na boquinha, e pegando as gotinhas com a língua... Tive que dar mais uma chupadinha naqueles peitinhos, que me chamavam... Que delícia de menina! Mas eu ainda tinha que atender as outras três que esperavam na sala, e não podia ficar com Sofia todo o tempo que ela merecia... Esta era uma moça pra passar a noite, pensei... “Pronto, querida, você está purificada!” “Mas só, padre? O senhor não vai me pegar por trás também?” Ela queria ser enrabada! “Querida, é melhor não! Dizem que dói muito, sabe?” E ela, parecendo zangada: “Eu sei o que dizem, padre, mas eu também quero!” Ok, pensei... “Tá bem, querida, mas temos que ser rápidos, tá?” E ela, parecendo meio brava: “Tá, tá, padre, vamos começar, então!” Pedi para ela ficar de quatro na cama, fui por trás e vi aquele cuzinho fechadinho, que não passava uma agulha, e mal acreditava no que estava prestes a fazer com aquela princesinha... Não pude evitar de dar uma lambidinha naquele cuzinho delicioso, fazendo a menina estremecer toda ao sentir a minha língua no rabinho, e aquele cheiro de bunda me excitou demais... Tirei o potinho de vaselina , lambuzei o indicador e lambuzei o cuzinho, já fazendo pressão para ele entrar, mas era muito apertadinho... Continuei fazendo força enquanto ela apenas gemia baixinho... Mas eu tinha pressa, então fiz movimentos mais fortes, e em quatro estocadas, enfiei tudo, fazendo-a gemer mais alto... Depois enfiei o polegar e uns dois minutos depois, já estava com dois dedos enterrados no cuzinho da moça, que se mantinha firme, e em mais dois minutos, já estava enfiando três dedos, já extraindo um pouquinho de sangue enquanto ela gemia e mordia o lençol da cama... Depois lambuzei o meu pau e pressionei-o contra o buraquinho apertadinho, até sentir que ele travou... Segurei-a forte pelas ancas e fiz força, pressionando para entrar a cabeça, que, devido à força que eu fazia, entrou num estalo, fazendo a moça soltar um grito alto: “Ai, padre!” Mas permanecia imóvel... Depois de alguns movimentos de vai e vem, todos feitos com força, senti que havia entrado quase até a metade, quando então pressionei com toda a força que eu tinha, segurando-a forte, e fazendo o meu pau saltar para dentro daquele cu num outro estalo, enterrando-se até o fundo no cuzinho da menina... Notei que o corpo de Sofia amoleceu e percebi que ela havia desmaiado, e que o sangue já escorria e pingava sobre o lençol, mas não parei e comecei a socar forte, aproveitando que a moça, desmaiada, não sentia a dor, e quando ela acordou já sentiu o meu pau enterrado no cu até o talo, e recebia as fortes estocadas que eu dava... Começou a rebolar de tesão, e gemendo de dor, até receber um jato de porra quente no cu, que a fez estremecer inteira... Tirei o pau e abri a bunda da moça pra ver o estrago... Estava um buraco enorme, todo esgaçado e em carne viva... Ia ficar inchado, pensei... Me joguei sobre a cama e olhei para o rosto dela, que estava séria, parecendo também não estar acreditando no que havia acontecido... Então ela se jogou do meu lado, puxei-a para mim e lhe dei um longo beijo de língua, que ela correspondeu ainda cheia de tesão... “Pronto, querida, agora você está pronta!” E ela: “Não, padre, ainda faltam duas coisas” Pediu pra eu ficar de bruços e começou a chupar o meu cu, me deixando excitado novamente... A menina queria tudo mesmo! Depois pediu para eu virar de frente e sentou em cima do meu pau, enterrando-o todo no cu. Perecia que havia se disseminado na cidade uma lenda de como tinha que ser o ritual da purificação, e as moças estavam exigindo o ritual completo! E aquela beleza de moça ficou subindo e descendo com o meu pau enterrado no cu até sentir o corpo estremecer e gozar de novo, recebendo mais porra no cu... Então um pensamento feliz me ocorreu: já fazia tempo que eu não precisava mais das minhas sessões solitárias de masturbação, graças às mocinhas lindas e recatadas daquela cidade, que estava se tornando o meu paraíso... “Então, perguntei pra Sofia, satisfeita agora?” E ela, sorrindo: “Agora tô, padre!” E veio e me deu mais um longo beijo de língua: “Obrigado!” “Então, vamos voltar pra sala?” Falei... “Vamos sim!” Ela ficou de pé e soltou um gritinho “Ai! Meu cu tá doendo, padre!” E eu: “Pois é, eu te avisei, não foi?” Então ela deu uma risadinha e começou a se vestir, enquanto eu fazia o mesmo... Depois, peguei-a pela mão e a levei de volta pra mãe dela, que nos aguardava na sala... Ela andava meio de pernas abertas, mostrando que estava sentindo alguma dor... Na sala, as outras meninas nos olharam chegar curiosas... Viram que Sofia estava toda descabelada, e que andava com dificuldades, e pareceram ficar ainda mais interessadas, sem impressionarem com o estado da irmã, parecendo já saberem o que tinha acontecido com ela... Maria falou que já tinha uma pomadinha pra cicatrizar e que depois iria dá-la pra moça passar no cu... “Senhora, falei, não seria mais rápido se eu purificasse as outras três ao mesmo tempo” E ela: “Ao mesmo tempo, padre? O senhor quer levar a Fabiana, a Juçara e a Marcela pro quarto e purificar as três de uma só vez?” “Sim, falei, assim ganhamos tempo, ou terei que ficar aqui até a noite...” Ela pareceu concordar... “Tá bom, padre, seja como o senhor quiser!” Pedi para tomar um banho, e depois do banho, pedi também um copo de leite e Maria me deu leite com bolo, enquanto as meninas conversavam na sala, com Sofia, que contava empolgada tudo o que eu tinha feito com ela... Depois, Maria pegou a pomada e entregou-a para Sofia, que foi para o banheiro, ainda andando meio torta, passa-la no cu e na buceta. Uma hora e meia depois, eu já tinha tomado banho e já tinha feito um lanchinho pra recarregar as energias... Quando estava na cozinha, tomando o meu lanchinho, falei pra Maria que estava preocupado com Marcela... "Veja o estado que a Sofia ficou, senhora! Se ela quiser anal, o que eu faço?" Ao que a mãe respondeu: "Padre, a dor não purifica também?" Eu tive que concordar com ela... "Então, padre, se ela quiser, faça!" Fiquei impressionado com aquela mãe, que parecia não levar em conta o sofrimento que as filhas poderiam ter que passar para alcançarem a purificação... Isto já é fanatismo, pensei. Finalmente eu estava refeito e pronto para aquelas três princesas: Fabiana, de 17, Juçara, de 15 e a pequena Marcela, de 11 anos... Eu ainda não sabia direito o que faria com elas, principalmente com a pequena, mas isto ia depender do que elas quisessem, ou exigissem, que eu fizesse, já que elas pareciam conhecer o ‘ritual’...

Continua...

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