Casa dos Contos Eróticos

Marina e seu pai

Autor: Raskolnikov
Categoria: Heterossexual
Data: 12/08/2017 15:09:14
Última revisão: 12/08/2017 15:13:05
Nota 1.00
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Olá leitores e leitoras, dessa vez trago um conto incestuoso. Sei que talvez alguns não gostam mas pra quem curte vale a pena ler inteiro .

Um intenso orgasmo sacudiu suas entranhas, sentiu a toalha totalmente empapada debaixo de suas nádegas e suas coxas. Eu sua vida já tinha tido orgasmos homéricos, mas nenhum como os que estavam experimentando. Cada vez que se masturbava tinha que colocar uma toalha sobre a cama evitando assim manchar os lençóis, tal a quantidade de líquidos que segregava pela excitação que sentia. Envergonhou-se ao lembrar o que ocorria há dois meses. Sentia-se suja, estranha. Jamais havia pensado que a vida lhe reservaria uma surpresa e uma situação como essa. Pensou em seu marido e em seus filhos a culpabilidade se apossou de sua mente. Amava a seu marido e ainda mais aos filhos que eram o seu bem mais precioso. Mas não podia evitar aquilo. Desde há dois meses, cada vez que dormia a “siesta” ou sono da tarde, ao despertar, seu corpo pedia para ser acariciado. Levantou-se e recolheu a toalha e a levou para ser lavada antes que seu marido chegasse.

Marina tinha trinta e quatro anos e estava casada desde os vinte e dois. Sua vida era dedicada completamente ao marido e seus três filhos. Há dois meses havia sido promovida a chefe regional de vendas, noticia celebrada por toda a família. Ficou sabendo que com a promoção, teria que fazer reuniões na sede da empresa, que se localizada na cidade onde vivia seus pais, ou melhor, seu pai, já que perdera a mãe há seis anos, meses depois de ter nascido seu último filho. Essa situação ainda lhe oferecia a oportunidade de encontrar-se com seu pai com mais assiduidade que nos últimos anos. Seu pai Carlos se sentia muito sozinho e sempre reclamava disso nas conversas que tinham por telefone, mas apesar de tudo ele seguia sua vida da melhor maneira possível. Já que apesar da idade era um homem ainda forte e ativo.

Colocou a toalha na lavadora e entrou para tomar um banho relaxante. Enquanto esperava a temperatura ideal da água, resolveu ligar para seu pai para lembrar-lhe que no dia seguinte iriam se encontrar, pois era dia de reunião.

- Olá papai!

- Olá queria, como você está?

- Estou bem e você? Estou chamando apenas para lhe recordar que amanhã vou aí.

Ao dizer isso não pode evitar ficar nervosa.

-Eu sei querida, amanhã é dia primeiro. Não havia necessidade de me lembrar, não esqueço!

- Obrigada por tudo papai, te amo muito!

- E eu a você Marina... Bem amanhã nos vemos.

- Sim, até amanhã papai.

Já ia desligar quando seu pai interrompeu a despedida.

- Ouça filha!

-Diga-me papai!

- Amanhã você irá dormir a “siesta” novamente aqui em casa?

Carlos se envergonhou de fazer essa pergunta à filha.

- Sim, pelo menos pretendo fazê-lo! Você quer?

Marina também ficou envergonhada ao perguntar

- Claro que sim querida e você?

- Também papai... Agora foi ela que se envergonhou em reconhecer isso ao pai.

- Até amanhã querida.

- Até amanhã papai.

Ao desligar o telefone Carlos se sentou na cadeira próxima. Estava ruborizado. Desde dois meses sua vida havia mudado e ficava o tempo inteiro desejando que chegara o dia primeiro do mês seguinte. Em seus sessenta anos de vida jamais pode imaginar que viveria isso.

Marina também desligou o telefone e sentiu suas faces avermelhadas e acaloradas. A banheira já estava cheia de água e espuma, se desnudou e mergulhou o corpo nela. Olhou-se no espelho defronte. No dia anterior tinha ido depilar-se, olhou para seu púbis e viu seu monte de Vênus inchado, gordo e completamente depilado. Lembrou-se da cara que ele fez quando o viu sem nenhum pelo, quando viu a racha de sua vagina, grande e fechada, pois apesar da maternidade seus pequenos lábios não suplantavam os lábios maiores. Ele lhe havia confessado que nunca tinha visto um púbis depilado totalmente em uma mulher adulta. Lembrou-se de ter perguntado se havia gostado e ele envergonhado confessara que havia ficado fascinado.

A água estava quente, fechou os olhos e não evitar recordar a tarde em que tudo começou.

Era a primeira reunião de diretoria que estaria presente, era dia primeiro do mês de maio, não teve que madrugar muito, pois estava a uma hora e meia de distancia cerca de cem quilômetros. Acordou apenas uma hora mais cedo e pegou a estrada, chegou pontualmente e ainda teve tempo de repassar alguns pontos. Não houve imprevistos e a reunião se estendeu por toda a manhã, com diversos e variados diretores e chefes de setor. Pretendia almoçar com o pai e assim ocorreu, se ele quisesse poderiam ainda passar a tarde juntos, pois desde a morte de sua mãe, tivera pouquíssimo tempo passado com o pai. Antes sua mãe a obrigava a vir visitá-los, trazer os netos, com seu falecimento tudo ficou muito reduzido, inclusive as visitas foram se espaçando.

Seu pai havia dito que cozinharia para ela e que almoçariam juntos e isso ocorreu, Marina ficou feliz. Ao chegar à casa de seu pai, se abraçaram felizes, desde criança gostava de se envolver naquele abraço grande e forte, comeram e começaram a conversar sobre o dia e sobre suas vidas. Ela contou casos dos netos e o pai a olhava embevecido e escutava com atenção. Depois do café seu pai perguntou se mantinha o costume de cochilar depois do almoço, como sempre fizera, recebendo como afirmativa a resposta. Mas ela retrucou dizendo que precisava voltar para casa, mas ele insistiu que ela descansasse um pouco. Ela tentou retrucar dizendo que preferia passar o tempo conversando com ele. Entre risadas ela terminou por concordar desde que ele lhe contasse um conto, como o fazia quando menina e que também dormisse um pouco como faziam antigamente. Tudo aconteceu com naturalidade. Enquanto Marina tomava um banho para se limpar da manhã de trabalho, Carlos colocou um pijama e se meteu na cama. Ele a viu sair do banheiro já sem as saias, usando um camisão que lhe havia emprestado. Quando ela colocou a roupa no encosto da cadeira, ele viu que havia a saia, a camisa e o sutiã. Carlos estava nervoso e envergonhado pelo que via e sentia.

Marina naturalmente se deitou entrando debaixo da fina colcha que os cobriu. Era estranha a sensação que ambos sentiam ao estarem juntos na mesma cama. Ficou cada um em um lado da cama e conversaram um pouco até adormecerem. Marina, desde criança, mexia muito na cama, rolava para um lado e para o outro. Em dado momento, jogou o braço e se abraçou ao pai, apoiou o rosto em seu peito. Naquele momento não percebeu que o homem que estava na cama com ela era seu próprio pai, assim, como fazia com o próprio esposo, passou a própria perna por cima da dele e assim ela apoiou a coxa bem sobre a virilha do pai, sobre o volume que o cacete do pai fazia no pijama. Após alguns minutos, sentiu a agradável sensação de uma ereção pressionar sua calcinha. Pouco a pouco foi despertando e quando se deu conta do que estava acontecendo, quase morreu de vergonha, somente a fina tela de sua calcinha, separava o ereto pênis do pai de sua sensível vagina. Era uma loucura, mas o que sentia gostava muito e era incapaz de se separar dele. O medo e a vergonha de que ele se despertasse a impedia de se mover. Ficou quieta mordendo os lábios. O calor daquele membro inundava seu ventre e fazia sua vagina se molhar. Moveu-se um pouco, olhou o rosto de seu pai e viu que ele permanecia de olhos fechados. Sua cabeça dizia para se separar, mas seu corpo dizia outra coisa, para continuar, ousar mais. Então o corpo ganhou a batalha contra a cabeça. Começou a mover as cadeiras e roçou contra ele, em poucos segundos Marina sentiu que estava gozando, um orgasmo intenso, profundo e pecaminoso. Afogou seus gemidos afundando o rosto no peito do pai. Uma vez reposta daquele intenso orgasmo levantou-se assustada. Nunca havia sentido algo tão intenso em toda sua vida de mulher sexualmente ativa, nunca um gozo tão intenso.

Enquanto tomava banho mil pensamentos galopavam por sua cabeça. Pensou em seu marido, em seus filhos, em seu pai, em sua ereção.

Estremeceu ao recordar um detalhe que lhe havia passado despercebido para ela quando estava gozando. Ao apoiar o rosto e a boca no peito de seu pai, sentiu como a mão do mesmo acariciava sua cabeça. Nesse momento quando tudo se aclarou, queria ser engolida pela terra, tamanha a vergonha que estava sentindo. Seu pai sabia de tudo, se interara de tudo. Ficou um tempo maior no banho, mas AM algum momento teria que sair. O viu fazendo a cama. Ele se aproximou e dando-lhe um beijo na testa, perguntou se havia dormido bem. Marina percebeu que ele também estava envergonhado e assim, não fizeram nenhum comentário sobre o assunto.

Marina se excitou ao recordar esses fatos. Sua mão deslizou para entre suas pernas, então comeou a recordar a segunda “siesta” com ele.

Carlos começou também a recordar a segunda vez que dormiram a siesta juntos. Assim que desligou o telefone depois da chamada da filha. Deu-se conta que somente de pensar no ocorrido havia ficado excitado. Cada dia desse último mês havia recordado o que havia sucedido quando Marina e ele decidiram dormir pela segunda vez a siesta juntos. Em nenhum momento mencionaram o primeiro dia quando Marina roçara contra ele. Durante o almoço conversaram sobre outras coisas, mas o nervosismo de ambos era palpável. Esta vez foi ela que He pediu uma camisa larga para que pudesse usar e ele lhe respondeu que iria trocar também de roupa para dormirem. Carlos deitou-se apenas de cuecas. Como aquela primeira vez, observou-a sair do banho, suas pernas grossas atraíram seu olhar. Ela colocou a roupa na cadeira como da vez anterior e ele a viu colocando a saia, a camisa, o sutiã. Seu coração se acelerou quando viu a ultima prenda sendo colocada também junto as demais peças. Sua filha havia colocado sobre todas as peças anteriores, uma delicada calcinha de renda. Sentiu que sua cueca era pequena demais para cobrir seu membro totalmente excitado.

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