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Os Segredos do Meu Pai - Vol.1-"O Primeiro Segredo"

Autor: Caio
Categoria: Homossexual
Data: 16/07/2017 15:12:48
Última revisão: 17/07/2017 09:43:49
Nota 9.92
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Eu confesso que se eu não estivesse curioso não teria deixado Will me arrastar para aquele clube naquela noite de sábado. Mas sim, eu estava curioso e o burburinho entre os gays que frequentavam aquele clube estava muito alto para eu simplesmente ignorar.

O clube se chamava Butch e era famoso por suas festas regados a sexo, eu estava morto de curiosidade, com a educação rígida fornecida pelo meu pai, eu ainda era um cara de 21 anos virgem. Sempre tive medo que meu pai, um policial muito respeitado, descobrisse que eu sou gay, por isso eu acabava me mantendo na linha, mais por medo do que por respeito, não que eu não amasse meu pai, mas ele era um homem de meter medo em qualquer um.

Naquela noite em questão, eu decidi fazer uma loucura e ir até o famoso clube Butch. O burburinho em questão era sobre o novo dançarino da casa, eu ouvia as fofocas sobre o cara, mas não imaginava que eu ficaria louco por ele tão rapidamente.

O clube Butch é um lugar escuro, no centro da cidade, num local pouco popular, meio feio, meio abandonado mas que fazia um puta sucesso. Era a primeira vez que eu entrava num local como aquele, algumas luzes piscantes compunham o ambiente que cheirava a sexo, um cheiro que entrava na narina e já fazia a gente pensar em putaria. Muitos homens sem camisa, eu não podia negar que estava me divertindo, bebendo vodka de um copo de plástico, encostado em uma parede.

—Ei, Se anima, Caio! - disse Will - Nada vai acontecer, seu pai não vai aparecer aqui pra te levar para casa pelas orelhas!

—Não duvide - eu falei rindo

—Seu pai é policial, não a super nanny! - brincou Will- Olha o tanto de cara gato, tem todos os tipos de barbudinhos, que eu sei que você gosta- ele disse isso cutucando a minha barriga, bati na mão dele brincando- E posso falar, tem uns caras de olho em você.

E realmente tinha, sempre gostei de homens grandes e barbudos, Will brincava que eu tinha problemas com meu pai, dizia que eu tinha daddy issues, já que meu pai era exatamente desse perfil de homem.

O meu medo bobo e exagerado não me deixava falar com aqueles caras, mesmo que eu estivesse interessado, continuei na bebida esperando o grande momento, o famoso dançarino da casa.

O Diabo, era esse o nome pelo qual o dançarino era chamado, o show dele se iniciou as duas horas da manhã, quando foi anunciado, um silêncio se instalou, todos olhavam para um círculo que havia se formado na boate.

Então, Diabo entrou, ele devia ter uns 2 metros de altura, sem brincadeira. Era um homem gigantesco, quando ele entrou levei um cotovelada de Will, mas eu já não enxergava mais nada, só tinha olhos para o tal diabo.

Seu tamanho era todo proporcional ao seu corpo gigantesco. Ele usava uma máscara vermelha de diabo, que tampava seu rosto parcialmente, como se fosse uma máscara do batman, sua boca vermelha e carnuda era visível, a barba preta descendo até seu peitoral. O peitoral era algo inacreditável, eu nunca tinha visto um peitoral daquele tamanho, tão forte, os peitos tão inflados, mamilos grandes, os pelos aparados, bem pequenos, os braços longos e muito, mas muito fortes, pareciam duas toras de madeira maciça, tão musculosos quanto largos, as mãos enormes, poderiam pegar meu rosto e amassar com uma facilidade incrível, a barriga era grande, uma barriga saliente, barriga de urso parrudo que completava seu visual, não era aquela barriga que destoa do corpo, como quando um homem magro é barrigudo, era aquela barriga que completava seu visual, sem ser malhada, fiquei com água na boca, olhando aquele homem, ele usava uma jockstrap de couro vermelha, o volume no meio de suas pernas era insano, o couro segurava firme o que quer que houvesse ali dentro. As pernas tão grandes e fortes, com coxas grossas, muito grossas, ele usava um coturno nos seus pés enormes. Tinha duas munhequeiras de couro, bem largas nos pulsos, usava um anel prata, tinha no seu peito aquelas Tiras de couro, bem firmes, marcando seu corpo. A boca dele tinha um sorriso safado, bem cafajeste, ele seduzia a todos com aquele sorriso torto, ele entrou com fumaça ao seu redor. Uma música sensual, ele não dançava, ele entrou como se fosse o dono de lá, o macho alfa, andando lentamente, pisando forte com seus pés gigantescos. A presença daquele homem era poderosa, ninguém falava, ninguém piscava, olhando para ele.

Diabo acendeu um charuto grande, soltando fumaça pela boca, bem lentamente, sensual, erótico. Parecia um personagens daqueles desenhos eróticos que a gente pesquisa nos tumblr da vida.

Ele fumando o charuto foi se virando do ponto onde eu estava, sentia meu pau duro, mas muito duro, meu cu piscando, me fazendo me sentir desconfortável pelo calor que subia pelo meu corpo.

Quando ele se virou, eu olhei primeiro as pernas, as batatas da perna saltavam, tão grandes e fortes, dava pra ver de longe que eram duras, as coxas, meu Deus, que coxas, musculosas, fortes, largas, mas elas precisavam ser, elas que davam sustentação para aquela bunda.

Sua bunda era sem dúvida nenhuma, uma baita bunda, era grande, bem redonda, empinada, uma bunda para se admirar pro resto da vida, tão perfeita, tão formosa, e ali, bem em uma das nádegas, tinha uma tatuagem, pequena, mas estava lá, era um diabinho, era uma tatuagem com traços malignos, não tinha nada de fofo ali.

Mas foram as costas, foram as costas que me mostraram o motivo para eu estar ali naquela noite, as costas largas, eram tão fortes, tão grandes, alguns poucos pelos na sua nuca, conseguia ver o cabelo undercut dali, mas foi a tatuagem que eu vi que me fez parar de respirar, a tatuagem começava nas costas, uma fênix vermelha, subindo até o pescoço, marcando seu pescoço. Meus olhos ardiam, eu fiquei tonto, olhando aquela tatuagem, a tatuagem que eu estive familiarizado por toda a minha vida, desde que me conheço por gente, eu olhei aquilo, mudo, olhava a tatuagem do meu pai, aquela tatuagem, eu nunca esqueceria, meu pai escondia ela muito bem, mas eu sempre conseguia ver ela, não entendia o fato do meu pai esconder aquela Tatuagem, era linda, tão poderosa, tão vermelha.

Não, eu estava enganado, alguém tinha uma tatuagem igual a ele, era isso. Mas pensando bem, aquele homem tinha o mesmo porte físico do meu pai, a mesma altura, eu já tinha visto ele sem camisa, aquele corpo, porra, aquele corpo era do meu pai, não tinha dúvidas, como eu não notei? Talvez a aura erótica em que ele se encontrava não havia deixado eu conseguir enxergar meu pai, eu olhava ao redor, olhares de gula e cobiça para cima dele, do Diabo, o jeito dele de mostrar seu corpo, tão poderoso, tão amedrontador, era meu pai, não havia dúvidas, meu pai era o diabo.

Virei a vodka de uma vez, sem saber o que fazer, eu não conseguia fugir, minhas pernas estavam sem movimento, eu estava paralisado. Olhando fixamente para meu pai, o jeito como ele estava vestido, meu Deus, o que era aquilo? Sai dai, eu pensava, sai agora! Mas eu não consegui, fiquei ali, calado.

Meu pai sorria, com a cara mais safada do mundo, tão cafajeste, tão mandão, vi ele puxar um cara na plateia, levar o cara para debaixo do seu braço, levantando, mostrando a axila peluda, o cara enfiou o nariz ali, depois lambeu a axila com prazer, enquanto meu pai soltava a fumaça do charuto, tão sensual, tão perigoso, o jeito como o cara lambia sua axila peluda era de total submissão, tão feliz por estar ali, podendo sentir o cheiro dele, o gosto dele.

Meu pai empurrou o cara de maneira agressiva, convidando outro para fazer a mesma atividade, eu vi os olhos de ódio do cara que havia sido empurrado, mas ele não olhava meu pai, ele olhava o cara, o privilegiado que agora enfiava o rosto naquela axila, lambendo meu pai, fazendo ele gemer grosso, soltando a fumaça do charuto.

Eu estava escondido, a luz não me pegava, eu percebi Will excitado, querendo o mesmo que aqueles caras, servir meu pai.

Ele foi puxado, vi meu amigo enfiando o nariz na axila do meu pai, enfiando a língua, o prazer dele estampado na sua cara, fucinhando a axila peluda do meu pai. Quando Will voltou ele me olhou :

—Desculpa, eu não resisti- ele disse rindo, feliz, realizado- Você deveria ir lá...

Não, eu não deveria. Eu não podia.

Agora meu pai estava com os dois braços levantados, enquanto dois caras fucinhavam suas axilas, cheirando e lambendo ele, enquanto o charuto estava pendurado na sua boca, soltando baforadas lentas, o jeito como os dois caras enfiavam seus rostos ali, querendo sugar o cheiro do meu pai, enfiando suas línguas sem medo de serem julgados, as pessoas olhando, meu pai fazendo charme, encantando a plateia.

Percebi o quanto eu estava duro, o quanto meu pau lutava contra os tecidos, tão duro que chegava a doer, sentia a baba escorrendo, molhando minha boxer, me fazendo me sentir uma pessoa suja, sem dignidade, eu tava de pau duro pelo meu pai, ou melhor, pelo Diabo.

Não vou mentir, sempre achei meu pai bonito, não tinha como negar, vestido de policial então, mas eu sempre soube separar isso, ou nunca soube, já que eu sempre procurei homens parecidos com ele, aquele tipo físico sempre me agradou.

Os dois caras ainda fucinhando naquela axila, loucos pelo cheiro do meu pai.

Meu pai fez os dois se ajoelharam, um deles ficou de quatro, meu pai colocou o coturno bem em cima das costas dele, sujando a camiseta branca do cara. Ele só olhou para o outro, e lá estava o cara, passando a língua naquele coturno, olhando pra cima, olhando para a cara do meu pai, eu olhava a língua do cara passando naquele sapato preto, o jeito que ele passava a língua, tão obediente, fazendo qualquer ser humano ali dentro desejar estar em seu lugar, eu negava, mas eu queria estar no seu lugar.

O modo grosseiro que ele afundava seu pé pesado nas costas daquele outro cara, e ele olhava para a plateia, observando cada uma das pessoas que assistiam a ele.

Ele fez um gesto, chamando mais um cara, era um dos caras que havia olhado para mim quando eu entrei na boate aquela noite, o cara chegou perto do meu pai, era tão pequeno perto dele, tão minúsculo. Meu pai riu, alto, forte, uma gargalhada poderosa cheia de poder.

—Se ajoelhe- ordenou a voz inconfundível do meu pai, grossa e rouca.

O cara ajoelhou na hora, obedecendo as ordens daquele mestre, meu pai desabotoou a jockstrap, meu sangue fervendo, eu queria fugir, eu não devia ver aquilo, mas me mantive no mesmo lugar, olhos arregalados para aquela cena.

Quando meu pai desabotoou aquela jockstrap vermelha, o silêncio triplicou, ninguém ousava respirar, todos olhando, desejando uma única coisa, o pau do meu pai.

Eu já tinha chupando alguns caras, já tinha inclusive pegado um cara que era bem dotado, mas eu não estava preparado para aquilo. Quando meu pai soltou a parte da frente da jockstrap seu pau saltou para fora, era algo monumental, monstruoso, era uma bela pica grossa, extremamente pesada, cheio de veias, estava mole ainda e mesmo assim não tinha como não notar o quão grande era a rola dele. Caída naquele saco grande, peludo, as bolas pesadas pendendo ali. Meus olhos não podiam acreditar naquilo, meu pai era um monstro, um monstro pauzudo.

Vi a cara do homem ajoelhado aos seus pés, a boca aberta esperando o comando, os olhos brilhando, olhando aquela serpente majestosa.

Meu pai pegou no seu pau, mostrando a cabeça, vi então o piercing grande que saia pela fenda da cabeça grande e vermelha, era uma argola prateada grossa.

—Você quer? - provocou meu pai, era a sua voz, mas eu nunca tinha ouvido aquela entoação, aquele ar superior, macho, cafajeste.

O homem aos seus pés fez que sim, como um cachorrinho abanando o rabo para o seu dono.

—Então pede- falou meu pai, naquele tom de Diabo, debochado.

—Por favor, me dá seu pau- disse o homem

—Eu não ouvi- ele disse safado- Alguém ouviu o que ele quer?

—Nãooooo! - gritou a plateia em uníssono.

—EU QUERO SEU PAU, ME DÁ SEU PAU! DEIXA EU CHUPAR VOCÊ!

Meu pai gargalhou, caralho, meu corpo se arrepiou sentindo a maldade na sua voz.

—Mas todo mundo aqui quer me chupar- disse meu pai - To errado? - ele perguntou para a plateia.

Ouvi gritos desesperados, pedindo pra chupar, pra enfiar a rola do meu pai na boca, homens de todos os tipos, querendo estar no luar daquele cara, ajoelhando diante do meu pai, prestes a enfiar aquele pau na boca.

—Porque você deveria me chupar? - questionou meu pai.

—Porque eu sou sua puta! - Disse o homem.

—O que você é?

—SUA PUTA- gritou o cara.

—Então deixa esse pau bem duro, deixa ele bem duro nessa boca, todo mundo conta com você pra isso!

O homem agarrou o saco do meu pai, pegando suas bolas pesadas, enfiou o caralho do meu pai na boca, sugando lentamente, babando naquele pau que havia me criado, eu olhava embasbacado, meu pau latejando, Will enlouquecido do meu lado.

—Meu Deus, que inveja- disse Will, sorri amarelo para ele.

Enquanto o homem se esforçava ao máximo para deixar aquele pau duro, meu pai esmagava as costas do outro enquanto o terceiro ainda lambia seu coturno.

Eu assistia o pau do meu pai ficando duro, crescendo, se tornando ainda mais perigoso, um caralho de respeito. O homem sugando, enfiando na boca, babando bastante, puxando as bolas dele, deixando a rola cada segundo mais e mais dura. E foi quando a rola endureceu que eu vi o poder no meio das pernas do Diabo, a caralha dura como pedra, um pau grosso, quase gordo, as veias latejando, era grande, impressionantemente grande, estava apontado para cima com dificuldade por conta do peso daquela carne, o cara não conseguia enfiar nem metade daquele pau na boca, tentava com todas as forças, enfiando o pau na boca cheio de vontade, engasgando, tentando, mas não conseguia.

Meu pai empurrou ele pela testa, jogando ele no chão.

—Quero alguém pra enfiar esse pau na boca! Alguém que de conta de enfiar meu pau na garganta e olhar dentro dos meus olhos.

A gritaria foi geral, meu pai convidou um cara mais velho, gordinho, tímido.

—Dá conta desse pau? - ele perguntou.

—Dou-disse o gordinho.

—Se não conseguir vou ter que te punir-avisou meu pai, me lembrando de quando ele me falava aquilo.

O gordinho abriu a boca, vi um filete de saliva escorrer da boca dele, o cara cravou a rola do meu pai, chupando com muita vontade, era babão, deixando a rola bem molhada, conseguiu enfiar bem mais que o outro, mas não conseguiu engolir o pau por inteiro.

Meu pai pegou ele pelos cabelos, andando poderoso, o pau duro a vista de todos. Levou o cara para uma cadeira. Sentou majestoso de pernas abertas, colocou o gordinho no colo, fez ele abaixar as calças, a bunda dele pra fora. O primeiro tapa que ele deu na bunda do gordinho ecoou tão alto, tão forte que foi possível sentir a dor dele. Ele deu o segundo tapa, mais forte ainda, o terceiro e depois o quarto.

—Quem quer tentar? - ele falava alto, sentado numa espécie de trono.

Eu vi muitos caras tentarem enfiar aquele pau na boca, mas ninguém conseguia, vi meu amigo se ajoelhar diante do meu pai, tentando enfiar seu pau na boca, depois vi ele apanhar por no conseguir.

—Caralho, meu Deus, quero dar pra esse homem- disse Will- Vai lá Caio, você não vai se arrepender!

—Prefiro assistir- eu disse.

Mas meu coração pulava forte, meu pau duro me incomodando, meu cu piscava e minha boca salivava assistindo aqueles homens servindo meu pai daquela maneira, aquela obediência cega, todos querendo se ajoelhar diante dele.

Sai da boate, acendi um cigarro, Will veio atrás na hora.

—O que foi, Caio? Porque você saiu? Nem acabou o show dele ainda...

—Will- eu disse olhando para baixo, tragando aquele cigarro - Aquele homem é meu pai.

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Comentários

18/08/2017 22:04:00
Excelente e tesudo conto
25/07/2017 22:04:41
TESÃO DEMAIS EM LER SEUS CONTOS COM ESSE TIPO DE ABORDAGEM,NINGUÉM ESCREVE COMO VOCÊ NO SITE.MAGNÍFICO !
18/07/2017 11:50:07
ohhh
17/07/2017 22:37:02
Muito bom, já virei fã rs
17/07/2017 10:43:38
PORRA
16/07/2017 22:47:22
MARAVILHA.
16/07/2017 18:37:54
Que bom que gostou, Marcos Costa! Espero te surpreender! Vou postar o segundo capítulo ainda hoje!
16/07/2017 18:34:15
Adorei o conto! Espero que me surpreenda ainda mais!
16/07/2017 18:02:57
Obrigado Talles de Lima, adoro saber que vocês gostam do que eu escrevo!
16/07/2017 18:01:02
seus contos são realmente muito bons, leio todos. Fico no aguardo de mais.
16/07/2017 17:39:12
Já estou trabalhando no capítulo Alexsandro Afonso :)
16/07/2017 17:22:48
Não demore pra postar o próximo por favor, fiquei morrendo de tesao lendo esse fetiche maravilhoso hahah
16/07/2017 16:13:36
Obrigado Rhand, fico contente que leia minhas histórias, confesso que as escrevo no calor da emoção e as vezes confesso meus tesoes nos textos, meio que umas confissões e as vezes o personagens meio que se transformam em mim, tô analisando melhor as coisas, tentando sair da minha área de conforto! Obrigado de verdade! Adoro receber críticas, tô gostando desse lance de escrever e saindo das confissões de desejos para tentar histórias diferenciadas!
16/07/2017 16:06:57
Ótimo capítulo! Acompanho suas histórias e gostei bastante delas, minha favorita foi uma que já postou um tempo atrás em que o garoto fica com um homem mais velho e depois com o marido dele. (Similar a saga do Tio Ben e Rafa). Pretende continuar depois?Quanto a essa nova, eu gostaria de ver o protagonista ser mais diferente dos demais mocinhos, sabe? Gosto da personalidade dos seus outros, mas curtiria te ver desenvolvendo outras personalidades, é meio bobo isso, eu sei, haha. Agora, como ele vai revelar pro pai que o viu na boate? Sé é que vai revelar. Quero saber como é mais do dia a dia dos dois.
16/07/2017 15:55:54
A ideia é boa hein Martines, tudo pode acontecer, fica ligado que não vou demorar a soltar mais capítulos! Prometo MUITA putaria!
16/07/2017 15:48:16
Que louco gostei muito, mas quero ver o pai dando a bunda pra um cara forte também e que seja as escondidas e que o Will veja tudo! Faz isso por mim?

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