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UM ANAL PARA FÊMEA NENHUMA BOTAR DEFEITO

Categoria: Heterossexual
Data: 15/07/2017 01:34:26
Última revisão: 17/07/2017 11:09:46
Nota 10.00
Assuntos: Oral, Anal, Heterossexual
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A CÂMARA ERÓTICA – Parte 06

- Quem é você? – Perguntei, depois de normalizar minha respiração.

Ela havia saído de cima de mim e tinha voltado para o assento de motorista. Mantinha os olhos fechados e a nuca apoiada no encosto da cadeira. Demorou um pouco para me responder:

- Sou a detetive Mônica. Fui amante do teu pai.

Mônica estava toda nua ao meu lado. Olhei para o seu corpo de coroa enxuta. Ela era muito boazuda. Meu velho costumava ter bom gosto para mulheres. A detetive continuou:

- Teu pai e eu fodíamos adoidados, e eu achei que um dia iríamos morar juntos. Aí, descobri que ele era apaixonado por outra. Uma que era casada. Discutimos e ele disse que iria fugir com ela, para longe do marido. Tomei ódio e jurei que jamais me apaixonaria por outro homem. Fim da história.

- Foi a que morreu junto com ele, no acidente de trânsito?

- Sim, garoto. Por azar meu, o detetive Dimas foi designado para investigar a morte dele e me requisitou como ajudante. Infelizmente, as investigações foram inconclusivas. Nunca descobrimos quem o matou.

- Como podem ter certeza de que foi assassinado? – Eu estava curioso – Eu sempre pensei que ele havia se envolvido numa colisão.

Ela, mais uma vez, pensou um pouco antes de responder:

- O detetive Dimas encontrou sinais de sabotagem no carro dele. Então, cismou de que houvesse sido cometido um crime. Mas nunca encontramos nenhum indício que comprovasse isso.

- E por que você me sequestrou?

Mais uma vez ela esteve pensativa. Olhava para o mar revolto, já que estávamos perto da praia, numa área deserta. Depois, meteu a mão no porta-luvas do carro e tirou de lá um calção de praia e dois pares de sacos plásticos. Calçou os sacos sobre os tênis que usava e me pediu que eu fizesse o mesmo. Eu não estava entendendo nada daquilo, mas fiz o que ela mandou. Em seguida, ela ordenou:

- Venha comigo. Precisamos fazer uma coisa.

- Você ainda não respondeu à minha pergunta – Insisti.

Ela não me deu atenção. Abriu a porta do veículo e saiu, pisando na areia com os sacos plásticos envolvendo os sapatos. Então, percebi para que serviam: evitavam que ficassem os rastros pronunciados do desenho do solado. Desci do carro, também. Ela abriu a mala do carro e, para a minha surpresa, tinha alguém dentro. Era um jovem de cabelos avermelhados como fogo. Devia ter um pouco mais de trinta anos de idade. Perguntei quem era.

- Eu vi quando o policial que você destratou lá na delegacia cochichou com ele e adivinhei que estavam combinando para que ele te pegasse na saída. Adiantei-me e cheguei do lado de fora antes dele. Atraí-o a um canto e dei-lhe uma pancada na nuca. Mas acho que exagerei na porrada, pois parece que ele quebrou o pescoço...

- Porra, e o que pretende fazer com o corpo do cara? Não me diga que...

- Digo, sim, garoto. Tenho que me livrar desse cadáver. Por isso o trouxe até aqui. Ajude-me a tirá-lo daí – Ela disse de forma resoluta.

- E para quê esse calção de banho que você pegou no porta-luvas?

- Ajude-me a tirar as roupas dele. Precisamos vesti-lo como se tivesse dado uma parada aqui para um mergulho. Este carro é dele.

- Puta que me pariu. Você pensou em tudo. Chega a parecer até que só estava esperando uma oportunidade para pegá-lo...

- Se te dá alento, o detetive Dimas é desconfiado de que ele ajudou aquele policial da delegacia a assassinar teu pai!

Não foi preciso que ela dissesse mais nada: fiquei imediatamente com ódio do cara e ajudei a policial Mônica a tirar as calças e cueca dele. Vestimos-lhe o calção de praia. Depois, o pegamos pelas axilas e o tiramos do porta-malas. Jogamos o corpo no mar revolto e ele logo afundou. Ela estava nua, apenas de tênis. Já eu, molhei minhas calças no mar.

Meu coração estava disparado, pois eu tinha consciência de que estava fazendo algo errado. Mas ela era uma policial e eu esperava que encobrisse aquele meu deslize, caso um dia aquilo fosse descoberto. Voltamos para o carro e ela vestiu-se. Pediu-me que fizesse o mesmo. Quando achei que iríamos sair dali de carro, eis que ela disse:

- Andamos um pouco e depois chamamos um táxi. Tenho o telefone de um taxista amigo que mora por aqui. Logo estaremos em casa, garoto.

Cerca de uma hora depois, ela me deixava na frente do meu prédio. O taxista que nos apanhou me pareceu ter cara de assassino. Mas eu achei que era só a adrenalina que corria acelerada em minhas veias que me causavam essa impressão. O cara não fez nenhuma pergunta. Aliás, não deu um piu durante todo o percurso. Antes de saltar do taxi, perguntei:

- Nós nos veremos novamente?

- Você quer?

- Quero, sim.

- Então, depois eu entro em contato –, falou me soprando um beijo.

Quando cheguei ao meu apartamento, minha irmã foi logo perguntando:

- Onde você estava? Fiquei preocupada. E essas pernas de calças molhadas?

Eu já havia me livrado dos sacos plásticos que encobriam os sapatos, claro. Mas as calças ainda não tinham secado. Inventei rápido:

- Estava chovendo, de onde vim, e tive que atravessar a rua alagada. Mas não acho que seja da tua conta – eu ainda estava chateado por ter sido rejeitado por ela.

- Um policial ligou para cá. Perguntou se você já havia chegado. Pediu que ligasse para ele, assim que chegasse em casa.

- Peguei meu celular e o cartão do detetive Dimas. Disse-lhe que havia chegado bem e ele tranquilizou-se. Indagou se eu havia percebido algo suspeito depois que saí da delegacia e eu afirmei que não. Perguntei se havia acontecido alguma coisa e ele desconversou. Desliguei sob o olhar desconfiado da minha irmã. Mayara não se conteve e perguntou:

- O que está havendo? Em que anda metido, irmão?

- Vá cuidar da sua vida e deixe a minha em paz, já que não quer foder comigo.

Ela riu. Perguntou se eu ainda estava chateado por ter sido frustrado na minha tentativa de comer-lhe o cu, mas eu não estiquei a conversa. Entrei no banheiro, tomei um demorado banho e depois fui me deitar. Fiquei pensando na foda que dei com a bela coroa policial. Aí, lembrei-me que havia ficado de dar notícias à outra coroa, quando voltasse da delegacia. Levantei-me da cama, vesti uma bermuda e uma camisa de malha e abri a porta do quarto, disposto a ir ao apartamento dela. Então, espantei-me ao ver minha irmã parada nuinha perante mim.

- Ok, vou deixar você meter no meu cuzinho. Mas será só desta vez, viu?

Claro que o pau deu logo um pinote. Mas eu estava amuado. O caso não era ter sido rejeitado na foda. O que me incomodava foi ter sabido que ela era lésbica convicta. Eu havia perdido, realmente, o interesse por ela. Por isso, fui sincero:

- Você já me disse que não suporta foder com homem. Eu também não gosto de sapatão. Então, viva sua vida que eu vivo a minha. Não me interessa mais foder contigo.

Ela me olhou de olhos arregalados, bastante espantada. Aliás, acho que vi uma ponta de decepção em seu rosto. Mas eu estava resoluto. Afastei-a da minha frente e passei por ela disposto a ir ao andar de baixo, falar com a minha coroa. Deixei Mayara estupefata com minha atitude inesperada.

No entanto, quando bati na porta do apartamento da coroa, ela não estava em casa. A vizinha do apê em frente botou a cabeça fora do próprio apartamento para me avisar. Disse-me que era mais fácil de eu encontra-la no supermercado. Agradeci e segui para lá. No entanto, reconheci um carro que parou a poucos metros do estabelecimento, do outro lado da rua. Pertencia à negrona assistente social, que eu supunha ser amante da minha irmã. Do automóvel, desceu o policial meu inimigo: o irmão da coroa incestuosa. Escondi-me depressa. O cara deu um beijo na boca da negrona, antes de entrar no supermercado. Então, ela me viu.

Eu já tinha me convencido a voltar dali mesmo, quando ela buzinou e me chamou. Fiz que não ouvi, mas ela insistiu. Continuei andando em direção ao meu prédio, mas ela emparelhou o carro comigo. Gritou de dentro do veículo:

- Ei, meu gostoso, está me ignorando?

Fingi só tê-la percebido naquele momento e ela me convidou a entrar. Olhei em volta, para me certificar de que o irmão policial da coroa não havia me visto, e sentei ao seu lado. Ela encetou a marcha. Depois, perguntou:

- Quer tomar umas cervas? Eu queria muito falar contigo...

Pouco depois, estávamos sentados frente ao outro, num barzinho bem aconchegante. Ela disse:

- Eu queria te agradecer por não haver insistido em me alcaguetar para a tua irmã. Ela é muito ciumenta e possessiva, e eu não gostaria de perde-la.

- Você é bissexual?

- Sim. Mas gosto mais de homem. Aliás, tua irmã foi a primeira mulher com quem transei. Ela me ganhou bonitinho.

- Como se conheceram? – Eu estava curioso.

- Quando o pai de vocês morreu, ela esteve em meu escritório para cuidar da documentação e da herança que ele tinha deixado para ela. Quando perguntei de que ela vivia, disse-me que possibilitava encontros sexuais entre casais. Aquilo, para mim, era novidade. Conversamos demoradamente sobre o assunto e ela me convenceu a arranjar um desses encontros para mim. Apresentou-me a um negrão caralhudo e bonitão, mas o cara era uma merda fazendo sexo. Reclamei disso a ela e ficou de me apresentar outro cara. Aconteceu a mesma coisa. E eu fiquei mais carente ainda de sexo. Então, ela insinuou-se para mim e me garantiu que me deixaria satisfeita. Fiquei curiosa em saber como seria o sexo com outra mulher e nos encontramos num bar de lésbicas. Pouco tempo depois, rolávamos as duas numa cama. E foi maravilhoso. Desde então, temos feito amor adoidado, nós duas. Porém, ela começou a ficar possessiva e eu não estou gostando nada disso.

- É aí que entra o policial que você anda se encontrando?

Ela parou para pensar e demorou a responder. Quando o fez, me deixou embasbacado ao confessar:

- Aquele policial é meu pai. Minha mãe era amante dele, antes de conhecer o teu pai. Foi ela quem morreu em companhia dele.

Eu quase me engasgo com a surpresa. O cara era foda pura! Comia a própria irmã e agora a enteada. Fiz a pergunta que não queria calar:

- E você o ama?

- Foi ele quem me iniciou na safadeza. Desde pequena que eu o via comendo minha mãe, e isso foi me deixando curiosa por sexo. Um dia, minha mãe havia ido se encontrar com teu pai e me deixou sozinha com ele, pois o cara havia bebido muito e estava dormindo lá em casa. Deve ter adivinhado que estava levando chifres pois, nesse dia, se insinuou para mim. Quando botou o pau enorme para fora, eu não resisti. Abocanhei aquela chapeleta enorme, como eu nunca havia visto igual. Nessa época, eu tinha pouco mais de dezesseis anos. Desde então, passamos a ser amantes.

- Tua mãe nunca desconfiou?

- Mas é claro que sim! Às vezes penso que ela me jogou para ele, já que amava mais teu pai.

- Você ainda não respondeu a minha pergunta inicial: ama-o?

- Confesso que não sei te dizer. Acho que me acostumei a trepar com ele. Nunca conheci um cara que me satisfizesse numa foda tanto quanto ele. A maioria goza rápido, como galo. E eu gosto de fodas demoradas. E adoro quando o cara deixa eu enfiar-lhe o dedo no cu.

- Entendo. Percebi isso quando estivemos juntos pela primeira vez. No entanto, confesso que ser dedado me incomoda um pouco. Mas gozei muito quando você fez aquilo comigo.

- Eu queria trepar contigo de novo – confessou-me ela -, mas queria que fosse num lugar onde a gente ficasse mais à vontade. No teu apê, tua irmã acabaria nos aporrinhando.

- Confesso que não tenho grana suficiente aqui para irmos para um motel.

- Não se preocupe: eu pago – disse ela, resoluta.

Pouco depois, estávamos num quarto modesto de uma pousada à beira-mar. Já era noite e ela disse na recepção que iríamos sair só pela manhã. Como eu já havia tomado um banho demorado em casa e ainda exalava o cheiro de sabonete do meu corpo, ela exigiu que eu ficasse sem me banhar. Disse que gostava mais de macho cheirando a macho, e não a sabonete. E entrou no banheiro sozinha. Pouco depois, saía nua, esbanjando sensualidade. Trocamos um longo beijo e passamos a nos acariciar, ambos em pé. Depois, ela tocou suavemente no meu peito, indicando que queria que eu me deitasse na cama. Deitou-se ao meu lado e me beijou da testa até os dedos dos pés, voltando com a boca até tocar em meu sexo. Então, me fez uma felação maravilhosa.

Sua boca estava pegando fogo, apesar de salivar com abundância. Meu pau estava todo babado e sua saliva escorria entre as minhas pernas, descendo pela regada da bunda. Masturbava-me, enquanto me mamava o pau e chupava meus testículos com a mesma suavidade. Em determinado momento, eu quis trocar de lugar com ela e devolver-lhe o carinho que eu estava recebendo. Ela, no entanto, insistiu:

- Não, meu anjo. Deixe que eu acaricio você. Prefiro assim. Só quero que se prenda ao máximo, pois logo eu estarei gozando. Aí, você poderá fazer o que quiser de mim.

- Até te comer o cuzinho?

- Ahhhhh, eu vou adorar. Mas deixe eu começar a gozar, primeiro.

Não demorou muito. Logo, ela aumentava o ritmo das carícias e passava a alisar também os próprios seios. Começou a gemer baixinho, mas foi aumentando o tom de voz à medida em que ficava mais excitada. Beijou-me a boca com furor, e seu corpo se tremia todo, como se estivesse em convulsão. De repente, atirou-se de bruços ao meu lado e gemeu:

- Agora, amor. Abuse do meu corpo. Judie de mim. Faça com que eu goze como nunca gozei na minha vida...

Subi sobre ela e beijei-a da cabeça aos pés. Demorei-me na sua nuca e nas suas costas, tocando de vez em quando com a glande no seu cuzinho. Ela empinava a bundinha, ansiando que eu a enrabasse naquele momento, mas eu não tinha pressa. Enfiei dois dedos na sua vagina encharcada e ela ficou serpenteando o corpo, engolindo com a boceta a minha mão. Pediu que eu metesse todos os meus dedos, bem profundamente, dentro dela e eu fiz isso. Percebi que não tinha mais útero e, talvez por isso, minha mão entrava mais fundo. Logo, eu estava com meu pulso sendo engolido pela sua vulva, que me mordia desvairada. Seu primeiro jato de gozo molhou a cama e ela deu um urro demorado de prazer. Depois, gemeu:

- Agora, amor. Judia de mim...

- Achei que havia entendido o que ela estava querendo, e acertei em cheio. Apontei-lhe a glande bem no meio das pregas e, apesar da pouca lubrificação, enfiei com firmeza, girando-a com uma das mãos e apoiando-me nos joelhos, pois o outro punho ainda estava dentro da sua vagina. Quando sentiu o toque da cabeçorra em seu anel, ela empinou ao máximo as nádegas, facilitando meu acesso. O cacete entrou de uma vez, rasgando-a toda, mas sem violência. Era como se ela tivesse untado o túnel com manteiga, antes de começar a foder comigo. Ela urrou novamente, num misto de dor e prazer. Minhas bolas tocaram em suas pregas e ela afrouxou a pressão do ânus. Então, quando percebeu que estava tudo dentro, passou a me morder o pau com o cuzinho. A sensação em meu membro era maravilhosa. Retirei meu punho de sua boceta e ela reclamou, mas não insistiu. Ajeitou-se melhor sob mim e começou a fazer os movimentos de coito. No início, de forma suave. Depois, à medida em que ia ficando mais excitada, aumentava o ritmo dos movimentos de pélvis. A ancas tremiam em frenesi. Então, senti que lançou o segundo jato de esperma na cama.

- Agora, meu gostoso! Goza. Goza. Gooooooooozaaaaaaaaaaaa!...

E eu gozei. Num jato poderosíssimo. Parecia um cavalo, esporrando numa quantidade que me deixou surpreso. Ela abriu desmesuradamente a boca e os olhos, e eu pensei que iria ter um troço. Mas, aí, ela gritou com todos os pulmões:

- Puta que pariu, que gozada do caralho!!! Porra, que cara do cacete gostoso, meu Deus! Este foi um anal para fêmea nenhuma botar defeito!

E caiu prostrada, com o queixo no travesseiro, ainda de olhos arregalados. E ficou imóvel sob mim, respirando com dificuldade. Então, saí de cima, para que respirasse melhor. E eu acabara de dar uma das melhores gozadas da minha vida.

FIM DA SEXTA PARTE.

Comentários

17/07/2017 16:32:46
Muito bom

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