Casa dos Contos Eróticos

Se sou gay. Sou.

Autor: nem fudendo
Categoria: Homossexual
Data: 25/06/2017 21:51:59
Última revisão: 12/08/2017 10:02:42
Nota 9.71
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Capitulo I

Bom para começar eu sou gay.

Sempre fui. Se meus pais sabem?

Bem minha mãe morreu quando eu era pequeno, mas meu pai é outra estória, eu tinha uns 14 anos meu pai me pegou metendo vara num muleque que era vizinho nosso, deu rolo.

Não, não deu.

Meu pai deixou eu terminar e me chamou na sala.

- Ricardo meu filho tu estava comento o filho da vizinha você é gay? ou só estava pegando mesmo, experimentando como todo adolescente.

- Sou gay pai – curto e grosso -

Parece estranho, bem, meu pai é psicólogo, sempre diz que as pessoas têm que fazer o que querem, por isso sou desse jeito eu acho.

- Está bem meu filho, olha não era o que eu queria pra ti, mas a vida é tua, mas não é por tu ser gay que vai se fresquinho.

Meu pai me colocou em todos os esportes que vocês imaginam, eu gosto de lutar, aquele esfrega esfrega com os caras me deixava sempre de pau duro, tive grandes estórias nesse tempo, mas não era isso que queria falar.

O que era mesmo, lembrei!

Faculdade, entrei na faculdade, estava emocionado, era o início de uma nova etapa na minha vida, está bem era, mas na real.

Tava a fim de fude muito, tem muito cara gostoso pra caralho. Claro que escolhi engenharia, não sou palhaço.

Se sou bixa, fresco, viado, está bem até sou, mas tenta tirar onda comigo.

Na real eu sou muito mais viado por dentro que por fora.

Sou meio urso, 1, 90 cabelo comprido, barba serrada, olho claro, parrudo, malho direto e faço jiu-jitsu.

A luta é pra pegar geral mesmo.

De resto sou meio ogro mesmo, se sou depilado? Ando com roupinha de marca? Carrão?

Não depilo nem fudendo, dói pra cacete, dou uma aparada.

Se malho para ficar saudável? Não, pra ficar bonito mesmo.

Roupa de marcas? Não, meu dinheiro não é capim.

Se ando de carrão, sei lá, tenho uma Ranger, até por que eu de fuquinha é que não ia dar, olha meu tamanho.

Mas não é sobre isso que eu ia falar. Lembrei.

Faculdade, entrei pra pegar geral.

No segundo semestre estava eu lá, bonito sentado na sala esperando o povo, já tinha comido muito machão na facul, quando entra ele, cara fiquei de 4 na hora, alto bonito olhos azuis calca justa. mala gritando, camiseta justa e bração tatuado.

Só que não. Esquece.

Era até meio feio, acho que tinha o nariz quebrado nunca perguntei, olhos e cabelos escuros, ta bração tinha, a camiseta não era justa, camisa social, até gosto, mas a calça era justa e o que eu vi ali, jogou minha testosterona la em cima.

Mas não era isso, o cara era macho pra caralho, só pelo cheiro conheço, tipo fazendeiro.

Já viu caí em cima matando.

Não caralho!!

Eu ia perder meu tempo correndo atrás de hétero e ter toda aquele drama na minha vida, nem fudendo tem muito homem nessa faculdade.

Olha só intervalo primeiro dia, trombei com ele no corredor.

Não cara, até podia mas não.

Eu estava sentado, comendo, que nem o ogro que sou, tinha treinado tava varado

- Cara dá pra sentar aqui? – olhei pra cima, calça jeans claro justa, camisa xadrez e bota, ai não vale né, sacanagem -

- Claro meu ta liberado. – pode me fuder que também deixo -

Sentou ali cara de boa, trocamos muita ideia ele morava perto, o pai tinha fazenda no interior e ele curtia canteiro de obra, calculo, e fomos falando.

Claro que passou uma loira peituda e ele ficou olhando.

- Cara que gostosa.

Tudo bem eu ia quebrar o clima.

- Olha só, não vou fingir que achei ela bonita, o cabelo dela ta uma droga. – comecei a rir -

- Sou gay cara, gosto de homem. - pronto falei to leve. E continuei comendo tava com fome mesmo.

Ele ficou me olhando, se levantou, fez drama? Não.

Continuou comendo, gente 2017, tem gay por tudo que é canto.

- Cara então não rola parceria para pegar mulher, futebol, bebedeira. - e caiu na risada -

- Olha futebol sou bom pra caralho, bebedeira só ceva não curto destilado, e mulher bem preciso de uma mesmo!

Ele ficou me olhando com a boca aberta nem chegou a morder o sanduba.

- Cara alguém tem que lavar, passar, cuidar do apartamento né. - desculpa ai mulherada. -

Dizer que pintou clima, não.

Se ficamos parceiros saíamos toda hora, não.

Mas cara somos civilizados, não ficou clima chato.

Voltamos pra sala de aula junto o cara era muito bom em cálculos mesmo. A semana foi rolando, e eu muito a fim de pegar um rabo, sabe como é, da uma metida legal, gozar gostoso.

O Nome do fazendeiro era Eduardo, Duda pros íntimos, tipo eu né.

O cara era parceiro e pegador, já tinha traçado umas duas que eu vi, fora o resto;

Marcamos um futebolzinho na quadra da facul.

Tinha uns 10 caras, dividimos os times fiquei no dele, tiramos as camisetas é claro, fiz questão, cara maior vitrine tinha muito carinha gostoso olhando.

Sempre tem um zé ruela, pra encher o saco, sabe como, é, valentão pegador, o nome dele, Victor, cara ele era muito ruim na quadra meu, perna torta pra cacete, fiz um 3 gols em cima dele, ele tava furioso.

Terminou o jogo veio tirar satisfação todo marrento pra cima de mim, fiquei só olhando, chegou a turma do deixa disso, o Eduardo faz parte dessa turma, sempre tentando colocar panos quentes.

O Victor, achou que eu tava distraído e tentou meter um soco na minha cara, segurei o braço dele, girei, deitei o cara no chão e coloquei o pé na cara dele. Tudo bem não ia quebrar o braço dele né.

- Vai lá meu tenta de novo.

Os caras ficaram me olhando, o Victor ficou com a cara no chão,

- Para Carlos vai machucar o cara. – Tá bom só porque o Edu, sou intimo né, pediu. -

Abaixei segurando o braço dele, e fui no ouvido.

- Tenta de novo e te quebro o braço, vou te liberar hoje, mas olha só, curti muito teu rabo se tiver afim é só avisar.

Larguei ele, ficou me olhando todo vermelho e saiu bufando.

Acho que ele não gostou da proposta.

Terminamos todos no bar da esquina bebendo é claro.

- Meo, tu é lutador - Era o Edu –

- Bato um pouco cara. –podia bater uma pra ele –

Ele ficou me olhando de canto. Estranhei.

Acordei todo suado, tinha sonhado com o Edu.

Não. Com o muleque que eu comi aos 14, as vezes lembrava dele.

Ai conheci o Gustavinho

Guri gostoso pra caralho, loirinho bonito, rabão, era da sala do lado da minha. Nos vimos no intervalo.

Levei pro banheiro cara era pra ser só uns beijos mesmo, mas a coisa esquentou levei pra casa.

Mais um dia sem assistir aula depois do intervalo.

Cara o guri chegou já de joelho no elevador, curto muito moleque safado.

Entrei no apartamento praticamente pelado, coloquei o guri de quatro e cai de boca, o muleque tinha o rabinho lisinho meu parecia depilado, cuzinho rosa, fudeo, adoro rabinho assim.

Dei umas mordidas, o cara gemia alto pra caralho, ia ter multa de novo do condomínio, to nem ai.

Virei ele de frente pra mim, aquele olhinho azul.

- Pede vara cara, pede.

- Caco me fode, vai cara mete tudo sem pena.

Esqueci de dizer meu apelido é caco, que nem do Muppets.

Caralho meu pau tava babando, coloquei na portinha e só empurrei o corpo foi entrando, fiquei olhando o cu do muleque abrindo recebendo a jeba no rabo, o guri olhou pra trás e mordeu o dedo, cacete, parecia puta de filme pornô.

Quando entrei todo naquele rabo deitei em cima dele, cacete entrou tudo só ficou as bolas de fora.

Comecei a socar vara no guri, tive que tapar a boca dele, o guri surtou meu, ficou louco.

Coloquei ele de 4 no sofá, e continuei a marretar, só ouvia a batida das minhas bolas no rabo dele, dei uns tapas na bunda que ficou vermelhinha pra cacete. Sentei

- Vem loirinho senta no cacete.

Ele sentou e começou a cavalgar no pau, caralho que muleque gostoso, tava todo aberto, comecei a beijar aquela boquinha que nessa hora tava toda vermelha, o sangue subiu pra cabeça, dei umas mordidas no lábio de baixo, que boquinha gostosa meu..

Tava quase gozando, mas ia deixar ele ir primeiro, segurei o pau do moleque e comecei a punhetar ele, O guri virou os olhos e começou a gozar, caralho foi porra pra tudo que é lado. Levantei e coloquei ele de joelhos ia dar de mamar.

- Toma muleque bebe o leitinho

Ele abriu a boquinha e tomou tudo cara.

Aquele olhinho azul e aquela boquinha tomando porra, vai entrar pro meu álbum de figurinha.

Fiquei com as pernas bambas, quem nunca?

Sentei o muleque veio se aninhar no meu colo.

Ta sou carinhoso também, mas tava muito a fim de um banho,

Carreguei o muleque pro chuveiro, dei banho nele, ele tava todo molinho, quando fui lavar o rabinho, vi que tinha feito um estrago ali.

Fudemos pra caralho, mas a história não é essa.

Comentários

26/06/2017 15:02:14
Cara que conto gostoso de ler, sem frescura...Curti muito...A espera do próximo.
26/06/2017 06:04:11
Narativa diferente. Rsrs
26/06/2017 06:03:31
Narrativa diferente. Rsrs
26/06/2017 01:46:48
MARAVILHA.
25/06/2017 22:05:55
curtindo.continua.

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