Casa dos Contos Eróticos

Reencontro inesperado em São Luis

Autor: Gustaaf
Categoria: Heterossexual
Data: 19/06/2017 03:37:09
Nota 10.00
Assuntos: Heterossexual
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Olá pessoal,

Apesar de ser leitor assíduo e já ter batido muita punheta lendo contos neste site, esta é a primeira vez que aproveito para relatar um fato verídico que aconteceu comigo. Sou de São Luis e tenho 36 anos, negro, 1.76 de altura e estou um pouco acima do peso (83 kg). Bem, quando tinha 22 anos conheci uma garota que na época tinha 18 anos de idade. Uma verdadeira ninfeta, estudante, loira de olhos verdes, e que chamava muita atenção pela beleza. Conheci a mesma e começamos a namorar, sendo que na minha cabeça não era exatamente um namoro. Apenas nos encontrávamos para transar, e tivemos transas muito gostosas. Até o dia que fui transferido pela empresa que trabalhava para um outro estado e simplesmente perdi todo o contato com ela. Para falar a verdade fiz algo que depois me arrependi. Por não considerar que tínhamos um namoro, mas apenas nos encontrávamos para transar, não via os encontros como um relacionamento sério, e acabei viajando sem ao menos me despedir dela. Dias depois soube através dos meus familiares que ela esteve na minha casa para me “visitar” e chorou bastante ao saber que eu tinha ido embora. Só então caiu a ficha que da parte dela havia um algum sentimento e provavelmente não se tratava apenas de transa. Simplesmente perdemos todo e qualquer contato depois da minha viagem. Viagem esta que demorou cerca de dez anos, e durante este período tive a oportunidade de conhecer diversos estados brasileiros. Retornei para minha cidade e mesmo assim nunca mais tive nenhum tipo de contato com ela, nem mesmo cruzei pela cidade, nada, nunca mais ouvi falar a respeito, mas confesso que saber pela minha família que ela tinha se acabado de chorar quando soube que eu tinha ido embora, nunca saiu da minha cabeça. Sentia que havia sido um cachorro com ela e minha vontade, apesar de ter perdido todo e qualquer contato, era de um dia pedir desculpas. A vida passou, continuei solteiro, sempre com uma ou outra namorada, e eis que no início do mês passado (maio de 2017), recebi um pedido de amizade via WhatsApp e para minha grata surpresa era daquela mesma garota que havia conhecido anos atrás, qual eu finalmente darei um nome e a chamarei de Clara. Tudo que ela passou a me relatar era novidade para mim, pois não tínhamos contato há quase 20 anos, mas posso lhes dizer que ela casou, teve 3 filhos, sendo que a filha mais velha dela tem 14 aninhos hoje. Além disso, ela também me falou que havia separado há pouco tempo. Como já tínhamos uma intimidade do passado, não demorou muito para nossas conversas irem para o lado do sexo. Trocamos nudes e enviei uma foto para ela com meu pau completamente duro mas dentro da cueca. Ela de imediato retornou um “QUERO” enorme, quando tive certeza que não ia demorar muito para voltar a sentar a rola na buceta dela. Rsrsrs Continuamos conversando durante algumas semanas, mas nunca dava de nos reencontrarmos. Ela estava louca para me ver e sugeriu me fazer uma visita no meu local de trabalho. Já com segundas intenções, falei para ela aparecer um pouco após o expediente. Como sei que meus colegas de trabalho não demoram muito a ir embora após o expediente, pedi a ela que chegasse 18h00 e deu certo, pois eles desceram por um elevador e ela subiu por outro, de modo que não se cruzaram. Ela chegou no escritório, abri a porta e encontrei um mulherão ainda mais gostoso que os tempos de ninfeta. Mais mudara e continua muito bonita, com um corpão de dar inveja pra mulherada. Nos abraçamos, passei a mão em seu corpo e principalmente na bunda enorme que ela tem. Continuei dando muitos beijos e passando a mão pelo corpo de Clara. Alcancei os seus enormes dela e fiz um carinho, tirando sua blusa e a deixando só de sutiã. Ela aproveitou e segurou no meu pau que estava tão duro quanto pedra. Tenho um pau de 22cm e bem grosso, que não demorou muito para que ela abrisse minha calça, colocasse meu pau pra fora e caísse de boca na minha pica. Sentei em uma poltrona que tem no escritório, ela se ajoelhou no chão e ficou chupando meu pau, chupava, lambia, colocava as bolas na boca e me fazia delirar com a chupada gostosa que ela dava. Parecia que ela estava com fome e meu pedaço de carne grossa estava saciando a fome que Clara tinha por vara. Não costumo gozar com facilidade, o que permitiu que ela passasse um bom tempo saciando a fome dela de pica e continuasse chupando meu pau de tudo quanto é jeito por algum tempo. Depois pedi que ela levantasse e aproveitar para tirar a calça dela, tirou também o sutiã e ficou apenas de calcinha, com um belo corpo que ela tem. Voltamos a nos beijar e eu aproveitei para chupar os seios dela. Chupava, dava mordidinhas leves, segurava a o biquinho com os dentes e passava a língua, além de chupar e assoprar na aréola dos seios dela. Enquanto isso ia passando os dedos na buceta dela que estava simplesmente encharcada. Ela gemia feito uma desesperada. Apesar de estar no escritório, mesmo sem ter ninguém, havia uma sala vizinha que eu não sabia se ainda havia alguém trabalhando. Então coloquei minha playlist no Spotify para tocar com a intenção de abafar ou pelo menos amenizar qualquer gemido ou som da putaria que acontecia em meu ambiente de trabalho. Quem não tem cão caça com gato, como não tinha uma cama, deitei ela no chão e caí de boca na buceta dela. Confesso que adoro chupar uma buceta cheirosa, então enquanto chupava, aproveitei para colocar penetra-la com um e depois com dois dedos, masturbando-a e sentido todo o néctar que saia da buceta dela, além de tocar em seus seios também. Depois de chupar até minha língua ficar dormente e ela ficar virando a cabeça de um lado para o outro, além de gemer bastante, coloquei a cabeça do meu pau na entrada da buceta dela e apenas passei de um lado para o outro, lambuzando meu pau sem penetrar, e ela já desesperada para ser penetrada. Quando penetrei, fui entrando devagar e sentindo cada centímetro do meu pau sendo atolado na bucetinha gostosa de Clara, tendo uma sensação de ir ao paraíso ao adentrar uma buceta úmida, morna, escorregadia e acolhedora. Continuei comendo Clara na posição papai e mamãe, ainda no chão, até ela atingir o primeiro orgasmo, mas não dei nenhum descanso pra ela. Inverti a posição, fiquei de costas no chão com o pau muito duro apontando para o teto e sentou em cima dele, começando a cavalgar como uma amazona. Ela realmente gosta muito de foder, com uma fome impressionante por pica, me deixando louco de tesão. Ela se debruçou em cima de mim e continuamos fodendo, onde nos beijávamos e eu aproveitei para passar um dedo no cuzinho dela, não sentindo nenhum tipo de rejeição, mas como estávamos no escritório e tendo uma foda um tanto improvisada, não fez nenhuma tentativa de comer o cuzinho dela ali. Gozamos praticamente juntos e despejei muita porra dentro da buceta dela, pois transamos sem preservativo, o que não costumo fazer. Fiquei acariciando ela e continuamos nos beijando durante um tempo. Ela confidenciou que não esperava que nosso encontro acabaria em uma transa, mas não resistiu quando comecei a conduzir a situação. Aproveitei e pedi desculpas pelo ocorrido no passando, por ter ido embora sem me despedir. Quando ia tentar explicar, ela apenas disse "relaxa", me fazendo encerrar o assunto. Depois disso tivemos apenas mais um encontro, desta vez tínhamos tempo e a levei para o Motel Eros Calhau, onde aproveitei a oportunidade e comi não só a buceta, mas até o cuzinho apertado dela, o que não vejo a hora de desfrutar outra vez.

Você, mulher de São Luis ou das redondezas, ou que esteja de passagem pela minha cidade e estiver afim bater um papo ou uma aventura com descrição e sigilo, entre em contato comigo através do e-mail: gustaaf41slz@gmail.com ;-)

Comentários

19/06/2017 08:08:48
Hummmmm que delicia esse reencontro.

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