Casa dos Contos Eróticos

Domesticado e cadelizado pelo macho abusado da amiga

Categoria: Homossexual
Data: 18/06/2017 03:22:42
Última revisão: 18/06/2017 19:35:36
Nota 9.62
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Eu e Laura viramos amigos pouco antes de entrarmos pro colégio, pra cursar o ensino médio. Morena do tipo baixinha, ela era peituda, mas quase não tinha bunda. A cintura era fina, sinuosa, o quadril já tinha começado a se preparar pro desenvolvimento do corpo de mulher, mas tanto ela quanto eu nunca tínhamos feito nenhuma putaria. Eu sabia que já era seu amigo gay oficial, então falávamos abertamente sobre essas coisas.

- Eu nunca dei, mas já mamei um primo.

- Sério? Olha que safadona, ela!

- Ah, Thales, vai me dizer que cê nunca fez nada?

Ela ficava meio sem graça, mas logo caíamos na risada.

- Quem sabe?

Mas até então nunca tinha feito nada mesmo. Eu tinha a mesma idade que ela e já tava doido pra ser visto, notado por um daqueles garotos do colégio. Na sala de aula, eu era na minha, quieto, então fazia o tipo observador. Tinha uns moleques que nem aparentavam ainda estarem no colégio, de tão desenvolvidos seus corpos. Pelos, barba, desenvoltura, a ginga e a malícia em seus quadris, que também já procuravam o movimento impetuoso em cima de outro corpo. Era claro pra mim que todos ali tinham muita testosterona pra liberar, por isso as brincadeiras comuns de se alisarem, nem que fosse pra zoar o outro. Na educação física, então, sempre dava uma desculpa pra sair da quadra e ficar na arquibancada com a Laura.

- Você não acha nenhum deles atraente, sério?

- Serinho, amigo. Pra mim são uns otários.

Ela não daria mole pra nenhum deles, eu não entendia bem o porquê, mas concordava sobre serem otários. A maioria daqueles garotos só queria se satisfazer e exibir o que tinha, tavam nem aí pra nada. Mas por mais que minha amiga não se atraísse por isso ou que isso fosse uma atitude de moleque imaturo, eu podia ver beleza naquela arrogância, naquele jeito mundano de querer parecer homem antes da hora.

- Acho todos muito sem graça, Thales.

Sentia-me completamente inebriado de poder assistir aqueles caras sendo homenzinhos, já escolhendo, já decidindo o que era melhor, quase que donos de si. E o principal: queria fazer parte disso. Não foram poucas as vezes em que passei por cima dos riscos e limites pra poder entrar no ciclo, ainda que anonimamente. Uma vez, depois da aula de educação física, parte dos garotos sentou na quadra pra descansar, enquanto que o resto da turma foi embora. Fiquei um tempo de bobeira e logo eles começaram a se bater, sendo que alguns já tinham tirado tênis, meia e tal. Começou um a correr atrás do outro e, num pequeno espaço de tempo, me vi sozinho diante daquele poço de masculinidade que deram o mole de deixar perto de mim. Roubei as meias dos três que achava mais gostosos e vazei dali. Na época, me acabava de punhetar com essas situações, só cheirando aqueles tecidos e me imaginando dominado por eles, pisado. Manjava malas marcadas no uniforme, procurava algum pau duro quando via algum deles se pegando com alguma garota e ficava instigado até quando ia ao banheiro e ouvia o barulho do mijo pesado de molecote que estava no boxe ao lado.

Apesar de tudo isso, comecei a entender um pouco a visão da Laura no dia em que ela veio toda contente me mostrar o garoto com quem tava conversando.

- Olha aqui, amigo. Isso é homem!

E me mostrou o celular. Era um cara moreno, a pele num tom marrom claro, sem blusa e com peitoral levemente definido, do tipo com os ombros largos. O cabelo numa máquina curta, dois sovacos deliciosos. Tinha pelos na parte de baixo do umbigo, que foi pra onde não consegui deixar de olhar. As entradinhas de seu obliquo eram mais do que um convite pra dentro do calção de futebol. As pernas peludas, dois pezões enormes. Fiquei tão perdido que não sabia mais pra onde olhar.

- Quem é esse?

- É um cara que tô conhecendo.

- Hmmmmmmm!

Foi explicando e mostrando mais fotos. A Laura gostava de fugir pra ir num baile de favela que tinha perto da casa dela às vezes. Lá ela acabou conhecendo o Alessandro, mais conhecido por Sandro, que era o gostosinho com quem tava saindo. Ele já tava no último ano, estudava num colégio militar que o preparava pro exército e era uns 3 ou 4 anos mais velho que eu.

- Amanhã a gente vai matar aula juntos.

- Como assim? Tá maluca?

- Ele vai sair no intervalo e vai vir me buscar de moto. Eu não vou pra educação física.

- Hmm, já tô vendo o namoro rolando.

- Que nada, garoto! É só pegação.

- Sei!

Fiquei um tempo imaginando um macho daqueles pedindo pra eu matar aula só pra poder me buscar de moto e depois me comer. Laura era esperta e ambiciosa. No dia seguinte, fui com ela até onde encontraria com o gostoso e logo ele chegou de moto, bem como ela disse. Usava um uniforme justo ao corpo, parecido com uma espécie de farda, que o deixava ainda melhor pessoalmente. Mais alto e mais forte que eu, me cumprimentou com um aperto de mão suado e a voz grave.

- Fala aí!

- Esse é o Thales, que te falei.

- Beleza? Sandro!

- Beleza. Thales!

Foi bem rápido, ela se despediu e eles foram embora. O suficiente pra deixar aquele macho preso na minha mente e nas minhas punhetas.

Numa das vezes em que eu e Laura estávamos aqui em casa fazendo trabalho, conversamos um pouco sobre o relacionamento. Estava fluindo, mas ainda assim ela não pretendia apresentá-lo aos pais, porque já sabia que eles não gostavam do garoto e das companhias dele, só porque morava na favela.

- Mas eu tô doidinha pra dar pra ele, viado!

- Olha que safada! HAHAHAHA

Minha vontade era dizer o mesmo.

- Até agora nada?

- Ah, tô quase lá. Falta pouco.

Às vezes ela se empolgava e contava que já andou mamando ele escondidos, num dia que os pais não estavam em casa. Disse que o puto esporrava feito um cavalo e fez a boca dela de boceta, de tanto que fodeu, deixando o queixo tremendo.

- Ah, sua fraca!

- Ih, me respeita, seu viado! HAHAHAAHA

Quanto mais detalhes eu ouvia, mais bagunçada a mente ficava. Pior foi no dia em que, depois de terminarmos de montar um seminário, acabou ficando um pouco tarde pra ela ir embora e a danada não hesitou em pedir carona pro ficante gostoso.

- Se tu vier eu faço aquele negócio..

A ouvi dizer no áudio. Em menos de 15 minutos o safado apareceu, sendo essa a primeira vez que pude ver bem seu corpo pessoalmente, já que na outra estava de uniforme. Usava uma bermuda simples, dessas de elástico que a gente usa em casa, camiseta e chinelos. Os braços de fora, em desenvolvimento, a mala apertada entre as pernas peludas e dois pezões nos pedais da moto.

- Beleza, Thales?

- Tudo indo, e você?

- Tranquilão.

- Sobe aí.

Eu o busquei no portão, porque a Laura ainda tava salvando os arquivos e mandando pros emails. Ele subiu comigo e, ao se encontrarem na sala, deram um beijo.

- Vou só fazer um xixi e a gente vai, tá?

- Sem pressa, gostosa.

Deram outro beijo e ela saiu. Eu fingi que tava vendo alguma coisa que passava na televisão, quando o Sandro simplesmente se jogou no sofá lateral, sentando de pernas abertas e meio que flexionando o corpo pra frente, ficando entre o deitado e o sentado. Sua bermuda acabou subindo um pouco e deixou ainda mais exposto o delicioso par de coxas peludas, além de ter acumulado ainda mais aquela mala farta de moleque militar. Desviei o olhar assim que ele virou pra mim.

- Pô, Thales, tá passando jogo do mengão!

Não soube o que responder, porque nunca liguei pra futebol, a não ser pra manjar rola. Ele continuou.

- Bota aí pra gente ver!

Apontei pra mesa e mostrei onde tava o controle. Ele pegou e botou no canal que queria, voltando total atenção ao jogo e esquecendo de mim. Voltei a manjar aquele corpo dos deuses, até que o Sandro levantou num pulo e deu um berro.

- UUUUUUUUUH! Quaaaaase!!

O jeito de garotão em corpo de macho, a disposição em tudo que fazia, os movimentos firmes e aquela mão veiuda que toda hora ia puxar a bermuda pra dar espaço pro pirocão que ali devia repousar. Foi aí que percebi uma cicatriz próxima a um dos calcanhares e, do nada, o puto me olhou. Pra não ficar sem graça por ter sido pego no flagra, tentei disfarçar.

- Que isso, cara! Foi de moto, né?

- Sim!

Acertei na sorte e isso ajudou. Mais que isso, o Sandro tirou o chinelo e chegou o corpo pra frente, esticando a perna na minha direção pra que eu pudesse ver melhor o corte feito. Mais especificamente, ele pôs o pezão em cima do meu colo e virou, apontando com o dedo e me explicando vários detalhes de como havia caído, sendo que eu mal escutava alguma coisa, só conseguia me concentrar naquela sola clara de um pé negro, rústico e simétrico, delicioso que estava na minha frente. Devia ser uns 44, e olha que o puto ainda devia crescer mais. Imagina o caralho? Cheguei a suar de nervoso.

- .. a sorte foi que eu pulei antes, né? Imagina se pega na perna toda?

- Né? Mas mesmo assim, moto é muito perigoso.

- Aqui, até hoje tem a rachadura, ó.

E apertou uma parte do pé.

- Aperta aqui, ó.

Obedeci, obviamente. Mas não demorei no toque. Ele logo desceu a perna e voltou atenção ao jogo. A Laura voltou do banheiro nesse momento e eles foram embora. Passei a madrugada me masturbando com tudo que havia passado, por mais superficial que fosse. O jeito, a atitude daquele homem e sua necessidade de me fazer entender o que havia passado. Até a mágica, o segredo por trás do meu toque "inocente" em seu corpo desenvolvido.

No segundo mês em que Laura e Sandro estavam ficando, o pai dela descobriu e a proibiu de vê-lo. A família evangélica não permitiu o relacionamento e isso a deixou furiosa por um tempo, porque não tinha onde encontrá-lo sem que eles soubessem. Maluca que só, ela veio até mim pra bolar o plano que considerava perfeito.

- Tem problema se eu passar a me encontrar com o Sandro aqui?

- Aqui? Mas como assim?

- Aqui, ué! Não precisa ser todos os dias, pode ser só às vezes.

- Não sei, Laura.

Não podia ser na casa dele também, porque já havia perdido um ano de curso e o pai queria que ele entrasse pro exército o quanto antes, então só podia estudar.

- Quero dizer, não vai ser estranho até pra ele?

- Claro que não, Thales! Eu já até falei com ele que meu melhor amigo viado me ajudaria nessa. E você tem que me ajudar!

Eu ri com aquela afirmação e fiquei um pouco sem graça, porque até então não sabia que ela falava sobre mim com ele.

- Melhor amigo viado? E ele concordou com isso sem problemas? HAHAHAHAHA

- Claro que sim!

Fiz cara de pensativo e ela pensou que eu fiquei chateado.

- Que foi, Thales? Não podia contar pra ele?

- Não é isso, claro que podia.

- Me desculpa, não foi por mal. Mas ó, ele super apóia. É gente boa!

Aquilo só me animava. Pensei em todas as vezes que poderia ficar manjando aquele macho e me sentia até contente pelo fato dele saber que eu era viado, saber que eu gostava de rola, de macho que nem ele.

- Tudo bem, então. Acho que a gente pode tentar.

No começo achei tudo muito engraçado, mas na prática saiu melhor do que o esperado. A Laura sempre tinha que vir fazer trabalhos mesmo, o Sandro era só o brinde que vinha junto. Quando estávamos ocupados com os seminários, ele sentava no sofá da minha casa, esticava as pernas pra mesinha de centro e ficava vendo seu futebol de sempre. Vez ou outra vinha ver se precisávamos de alguma ajuda, dava um beijo na minha amiga e voltava à poltrona. Numa dessas vezes, o puto se esticou todo e depois foi na geladeira pegar água. Chegou lá e viu umas cervejas.

- Iiih, qual foi dessas cervas aqui, Thales?

Não acreditei naquela ousadia. Até então, ele era só meu desejo secreto, mas tava ali já abrindo a porta da minha geladeira. Como sempre, ser "explorado" era uma nova intimidade que eu descobria e não sabia que tinha, mas que me deixava animado e pensando nas próximas situações nas quais o Sandro me usaria.

- Tá maluco, Sandro?

Laura o repreendeu.

- Ué, amor!

Ele riu.

- Pode beber!

Ele deu um riso sacana e pegou mesmo a cerveja pra beber. Quando não estávamos estudando, aí sim a coisa ficava ainda melhor. Os dois ficavam se pegando num sofá e eu no outro, às vezes bebendo e vendo algum filme, qualquer coisa pra disfarçar as olhadas que dava pra mala dele, em busca de algum sinal da ereção. Como não me importava de segurar vela, ambos não se importavam com a minha presença, mas ainda assim mantinham a linha do respeito e não passavam dos limites. Em partes. Depois de um tempo já era normal ver o Sandro sem blusa, deitado no sofá e sarrando deliciosamente a vara na safada da Laura, que só o beijava que nem uma cadela. O auge foi vê-lo segurando a rola marcada no calção de futebol e a arrastando contra a coxa dela, ao mesmo tempo em que massageava um de seus enormes seios com a mão inteira por dentro do vestido. Eu me excitava muito, dava uma disfarçada e ia pro banheiro me masturbar com aquelas cenas na minha sala. No final eles iam embora de moto e eu ficava sozinho, domado pelo cheiro de suor de macho que ficava impregnado no meu sofá e me perguntando o quão insaciável e devasso não deveria ser aquele negro gostoso. O engraçado é que Laura se dizia virgem até então e eu não podia acreditar depois do que via.

Um episódio surpreendente foi quando Laura estava no shopping com os pais e marcou de vir pra cá com o Sandro depois. Ele estava sem celular e recebeu a chamada dela em casa, sendo que veio na hora e chegou antes do tempo, ainda trouxe umas bebidas. Ela, por sua vez, acabou sendo enrolada pelos pais e atrasou bastante. Nesse meio tempo, a gente ficou batendo um papo sobre qualquer coisa, ele já com o copo de vodka e energético na mão.

- Meu sogro me odeia, Thales.

- Eu nunca entendi bem essa história. Vocês brigaram?

- Ah, é porque eu sou lá do morro, eles tem birrinha.

- Que bobeira, né? Por isso ele não pode descobrir que você come a filha dele!

E comecei a rir, pra fazê-lo entrar na mesma brincadeira. Ele riu junto e mordeu a isca.

- Poxa, quem dera, meu amigo. Tá difícil.

Eu não podia acreditar naquilo. Então era real, a Laura ainda não tinha liberado pro gostoso do Sandro.

- Sério?

- Sério, pô! Ela não conversa dessas parada contigo não?

- Bom, não né.. Intimidade é de vocês.

Menti. Até do tamanho da rola do Sandro a Laura já tinha falado.

- Pô, tu tem que me dar uma moral então, Thales. Tu conhece ela há mais tempo, não sei mais o que fazer pra comer essa mina.

Ele falava e ia bebendo, talvez por isso estivéssemos conversando facilmente sobre algo que nunca havia conversado com ele até então. Como sempre, aquela intimidade forçada, da qual eu não sabia que compartilhava, mas podia desfrutar e saciar minha vontade de ser explorado, usado, dominado por um macho daquele porte, garotão aspirante em desenvolvimento, futuro milico. Mais do que meramente estar em sua presença e ser notado por ele, que pra mim já era ótimo, ali estava eu conversando, tendo a total atenção de um homem pra mim. Era quase mágico.

- Mas eu jurava que a Laura fosse mó safadona.

Menti novamente. E ri.

- Quero dizer, com todo o respeito, é claro.

Completei.

- Relaxa, moleque.

E botou o mãozão no meu ombro pra me tranquilizar. Riu e levou a mesma mão à bermuda, pra desafogar o sacão atolado entre as pernas. E que pernas, era só falar delas que abriam, parece até que sabiam que estavam sendo observadas, desejadas.

- Tipo, ela é até safada, tá ligado?

O jeito de malandro pra explicar, o linguajar, as gírias que escolhia. Tudo aquilo era mais do que um cara gostoso e atraente, era o resultado vivo do que a favela tinha de mais atraente. Uma espécie de macho que só nasce do morrão, não dá no asfalto mesmo.

- Só que é muito medrosa. Até agora não liberou porque tá com medo.

E apertava o pauzão, dando outra virada na bebida.

- Ela dá uma mamada responda e tal.

Comecei a rir e ele também. Nesse momento a Laura mandou uma mensagem dizendo que estava a caminho, mostrei a ele e a reação foi a mais inesperada possível.

- Qual foi, Thales, tem uma jantinha aí? Pô, tô mortão de fome.

E deu uma despreguiçada cheia, jogando os braços pro alto e me deixando com o incrível vislumbre daqueles sovacões virados pra mim, a ponto deu poder sentir o cheiro de onde estava mesmo. Nada que aquele homem me pedisse eu teria como negá-lo.

- Caralho, vou jogar uma água no corpo pra não dormir, tem como?

Ele perguntava, mas já ia fazendo as coisas, me deixando saciado tanto visualmente, por vê-lo fazer, quanto internamente, por perceber que tinha certeza do que fazia, sem hesitar, como se soubesse que eu estava li pra ser usado mesmo, explorado. Talvez por isso ele fosse adiante e mais além, por não me ver freá-lo. Mas não queria mesmo, pelo contrário, quanto mais ele quisesse continuar sendo folgado, mais eu me sentia preenchido. Era uma relação simples de uso e desuso. Da porta do banheiro e já sem blusa, ele só me olhou e pediu com aquele jeito de menino pidão em corpo de homem feito.

- Enquanto isso tu põe uma jantinha pra mim, já é?

Deu o sorrisinho e foi pro banho, ainda levou a garrafa de vodka. Nesse tempo, eu fui mesmo preparar um pratão de pedreiro praquele macho gostoso. Ele saiu do banho com a mesma bermuda, sentou no sofá e me chamou.

- Thales, cabei!

Eu levei sua comida na mão e ele adorou.

- Porra, valeu, moleque!

Quando eu lembrava que o puto sabia que eu era viado, pareciam fogos dentro de mim. Ele logo botou no futebol e começou a comer enquanto assistia.

Levou mais umas meia hora pra Laura chegar. O Sandro tinha acabado de comer, eu já tinha lavado a louça e estávamos bebendo da vodka que ele trouxe. Ela se desculpou pela demora e logo os dois começaram a pegação de sempre num sofá, eu no outro. Bêbado, ele tava bem mais solto e entregue, mas mesmo assim a coisa não rolava. Eu até saí algumas vezes, mas nada. A gente só bebia, fazia piada, eles tornavam a se beijar, mas não passava disso. Foi aí que, animadinha, a Laura o puxou pela mão pra dentro do meu quarto e ficaram lá um tempo.

- É hoje! - pensei.

Esperei um tempinho e fui pra porta, doido pra ouvir os barulhos provenientes da foda, mas nada. Escutei passos e voltei pro sofá. A porta abriu e a Laura saiu.

- Thales..

Eu já comecei a pensar onde tinha colocado as camisinhas, porque com certeza era o que ela ia pedir. Mas não.

- Tem problema do Sandro dormir aqui hoje?

- Que!?

- Na verdade ele já dormiu.

Não tinha entendido nada.

- Ele deve ter bebido bastante, eu que dei mole e atrasei à beça. Ele acabou dormindo lá na tua cama.

- Não tem problema, eu acho..

Ela me agradeceu.

- Eu vou lá em baixo botar a moto dele pra dentro. Falei pra minha mãe que ia só passar numa amiga e ela já tá me ligando, sei nem como vou disfarçar o cheiro de bebida.

- Quer jogar uma água no corpo?

- Não precisa, relaxa.

Desci com ela, guardamos a moto e me despedi. Esperei que virasse a esquina e, num pulo, subi direto pro meu quarto.

Antes mesmo de abrir a porta, escutei o longo ronco do Sandro. Não acendi a luz, mas com a pouca claridade que entrou, pude perceber a parte inferior de seu corpo sobre a cama. Estava de pernas abertas, uma meio curvada e a outra esticada. Os braços dobrados pra cima, com aquelas maravilhosas axilas de fora, me convidando a cheirá-las. Senti o coração batendo acelerado conforme me aproximava de seu corpo, tomando a coragem necessária para tocá-lo, mesmo que fosse contra as regras, mesmo que fosse algo errado a se fazer. A curiosidade matou o gato e também podia matar o viado, pelo visto. Mas não havia outra escolha, afinal de contas aquele era o macho que mais andei pensando nas últimas semanas. O macho da minha amiga, largado na minha cama daquele jeito, todo abertão. Lembrava de como Laura falava bem dele e de sua disposição.

- Se deixar ele quer ser mamado toda hora!

Parecia que havia sido feito para ser observado por mim. Eu acompanhava seu contorno, a silhueta do seu corpo, e me perguntava qual era a melhor forma de começar a mexer nele. Foi aí que, descendo a visão pelas pernas, alcancei os enormes pezões com os olhos. Imaginava o quanto de seu peso aqueles membros firmes e rígidos não deviam suportar. Inevitavelmente, fui colocando meu rosto por entre eles, até encaixar as solas bem no meio da cara, como se fossem uma máscara. O Sandro começou a mexer os pés devagarzinho, meio que involuntária e inconscientemente, de forma a encaixá-los ainda mais certinhos no meu rosto, completamente espalmados. Eram medidas tão perfeitas que os dedos se adaptavam corretamente à minha pele, confirmando que haviam sido feitos para pisarem em mim. Não tinha jeito. E eles eram naturalmente sexuais, daqueles que quando a gente olha se pergunta qual deve ser o tamanho da piroca do cara. Completamente perdido de desejos, levei um puta susto quando o Sandro começou a tossir e se mexeu abruptamente na minha cama. Pulei imediatamente pra cama ao lado e fingi que dormia. Tão nervoso e concentrado em não dar bobeira pra não ser descoberto, acabei pegando mesmo no sono, mas acordei diversas vezes só pra ter a certeza de que aquela figura masculina continuava ali, há poucos palmos de mim, dormindo tranquilamente. Numa dessas vezes, peguei o moleque todo arreganhado, numa posição na qual o volume do seu pau era enorme, mesmo sob a bermuda. Percebi aí que ele tava era de pau duro, provavelmente sonhando com alguma coisa boa, a ponto da vara chegar a pulsar de nervoso e puxar o tecido pra cima, deixando parte do sacão de fora. Ele começou a se despreguiçar e outra vez fingi que dormia. A próxima coisa da qual me lembro foi o Sandro de pé, já de manhã, me acordando. Abri os olhos lentamente e dei de cara com ele tentando disfarçar o tesão matinal, com um caralho visivelmente torto pro lado, mas a mão por cima, numa tentativa de escondê-lo.

- Qual foi, Thales!?

Falou baixinho, pra me acordar. Só esse bom dia já me excitou.

- Tô metendo o pé, valeu?

- Tá melhor?

- Tô sim. Tamo junto.

- Valeu.

Virei pro lado e voltei a dormir.

O auge do meu contato íntimo com o Sandro aconteceu durante as férias de meio de ano. A família da Laura viajou pra casa de praia e a gente combinou de eu ir pro sítio do meu pai, que fica pertinho de onde eles estavam. Assim, o Sandro podia ir comigo e aí a Laura poderia passar os dias conosco sem os pais desconfiarem. Entre outras palavras, a gente ia fazer o que já fazia, só que no sítio do meu pai e agora o Sandro estaria por perto durante todo o tempo. Foi o que planejamos e deu certo. Ela foi com os pais de carro e nós depois, de moto, que nem mochileiros. Logo na primeira noite, não teve como a Laura ir pra lá porque era aniversário da mãe. Sendo assim, eu dei um jeito na casa, que meu pai não visitava há meses, enquanto o Sandro limpou a piscina e colocou pra encher. Fomos ao mercado e compramos algumas coisas pra fazer churrasco. Enquanto eu temperava tudo, ele acendia a churrasqueira e já ia misturando as vodkas e bebendo cerveja. A gente ouvia música no rádio e até cantava animado. Quando fui pro lado de fora da casa pra levar a comida pra churrasqueira, percebi que ele tava só de sunga preta e tive que ser muito forte pra não derrubar tudo ali mesmo. Era tanto volume de saco, tanta mala de pau acumulado que me faltou ar pra prosseguir com a noite. A gente encheu a cara e eu não conseguia não manjar a tala de pica que o Sandro tinha. Podia disfarçar, fingir que não, culpar a bebida, rir à toa, mas era impossível manter qualquer foco em qualquer coisa que ele dissesse após um certo tempo. Fiquei tão constrangido que achei melhor ir dormir. No dia seguinte, acordei com a Laura chamando no portão. Fui recebê-la e ela tava toda animada.

- Porra, finalmente! É hoje, viadoooo!

- Tá preparada, é?

- Claro!

Passou por mim e foi direto pra dentro de casa. Logo o Sandro acordou e nós passamos o dia na piscina, fazendo mais churrasco. De biquíni, o corpo da Laura era mais acentuado e sinuoso ainda, com total atenção pros enormes seios suspensos. Mas ainda assim ela quase não tinha bunda, era quase reta na parte de trás. Eu era o oposto, sem peitos, mas bundudo, do tipo quase arrebitado. E o Sandro com aquela rola na mesma sunga do dia anterior, eu tendo que disfarçar pra não dar bobeira na frente da minha amiga.

- Que solzão!

- Né? Enorme!

- Assim que é bom!

Quando a tarde foi caindo, o clima foi ficando mais ameno e gostosinho. Estávamos espalhados pelo chão da sala, quando o Sandro pegou um pedaço fino de papel e começou a enrolar uma espécie de cigarro. Deu uma lambida, acendeu com o isqueiro e deu um puxão forte. Segurou a fumaça um tempo e soltou no ar, bem densa. Um cheiro forte de erva espalhou pelo ambiente e ele passou pra mim. Sem qualquer experiência, tentei imitá-lo, mas não sei se fiz corretamente porque não senti nada. O baseado passou pra Laura e deu mais algumas voltas, cada um fumando um pouco. Antes de chegar ao final, os dois já tavam se beijando afoitamente no chão da sala. Foi evoluindo e ficando tão intenso que imaginei que precisava sair dali logo, que foi o que fiz.

Fui dar um rolé na rua. Já tava próximo à esquina quando senti todo o corpo ficando quente, de uma tal forma que podia sentir todo o ar que estava ao meu redor. A cabeça deu uma relaxada exagerada, simplesmente não conseguia formular e manter pensamentos por muito tempo, até que lembrei do que havia feito: aquela era a tal onda da maconha. Junto com isso, comecei a lembrar que minha amiga podia estar finalmente perdendo a virgindade naquele exato momento. Quase que automaticamente, desfiz o caminho até em casa e, em silêncio, entrei devagarzinho pela cozinha, na intenção de não ser descoberto. Antes mesmo de entrar, ouvi os altos gemidos da Laura.

- Hmmmmm! Caralho, Sandro! Não tira!

Pelo barulho, vinham do meu quarto. Subi na encolha e os vi pela fresta da porta. Ela de quatro na cama e ele atrás, metendo firme o quadril por entre a virilha dela e puxando-a pelo cabelo enrolado na mão, de forma agressiva. Levantou uma mão numa certa altura e deu-lhe um tapa na pouca raba que tinha, enquanto a vara entrava e saia da bocetinha recém deflorada.

- SSSSS! Filho da puta!

- Vagabunda! Tava segurando essa boceta pra que? Agora eu tô comendo, safada!

- Era pra você mesmo, seu puto! Agora soca nessa porra!

E lá vinha outro tapa. Seu quadril só faltava a empurrar longe. Se minha amiga não tivesse quase gritando e implorando por mais, eu ia ficar até preocupado com tanta pressão e violência. Meu pau tava a ponto de bala, o coração batendo a mil com tanta sacanagem bem diante dos olhos, mas ainda tinha de manter minha posição em silêncio. Foi aí que entendi o porquê dela implorar alto. Ele tirou o pau e não colocou mais. Eu podia ver sua xereca piscando, pedindo por piru.

- AH NÃO, SANDRO! BOTA DE NOVO, VAI!

- Então tu trata de pedir, sua filha de uma puta!

Ele batia dos dois lados da bunda, às vezes ao mesmo tempo, e aí apertava a carne dela pra deixar marcado.

- BOTA ESSE CARALHO DENTRO DE MIM, SEU PUTO!

Travava ela pelo pescoço e ia com a piroca lá no fundo da boceta de uma só vez, ainda dava uma rebolada safada quando batia lá dentro, tornando a foder que nem um monstro pra não dar tempo dela se recuperar da estocada que lhe cutucava a alma.

- GRRRRRRRRRRRR!

O corpo dele encharcado de suor, a língua entre os dentes de tanta raiva acumulada junto com tesão, aquela era uma foda muito intensa. Comecei a me masturbar ali onde estava e, sem querer, dei uma empurrada na porta. Com o susto, botei o pau pra dentro e me escondi, mas o barulho da foda continuou, então tornei a me tocar, escutando aquele delicioso barulho do choque sexual de corpos jovens e bem dispostos. Voltei a espiar e vi todos os músculos das costas daquele mulato contraídos, de tanto esforço que ele fazia e de tanto prazer que devia estar sentindo, saciando as próprias vontades e necessidades de um macho daquela natureza selvagem. Eu mesmo não me aguentei e gozei, as pernas chegaram a tremer de tanto tesão liberado numa só vez. Saí dali da mesma maneira que entrei, em silêncio, fui dar um rolé pela praia.

Já era quase uma da manhã quando comecei a andar de volta pra casa. Deixei os dois bem à vontade todo esse tempo, mas já tava com frio e com fome, então precisava mesmo retornar. Quando virei a esquina, a Laura vinha saindo pelo portão, com aquele ar de cansada e extasiada ao mesmo tempo. Ao me ver, ela já sorriu e veio toda alegre.

- Caralho, viado!

- E aí, amiga?

- Porra, muito bom! Esse homem me fez de brinquedo, Thales. Ele é muito safado, fode muito.

- Então tu botou pra foder, né?

- Bom, quase isso. Só teve uma coisa que eu não fiz, mas com certeza isso não me impede de voltar aqui amanhã cedo. Agora eu vou correr porque minha mãe já tá ligando.

- Tudo bem. Até amanhã, então.

- Até, beijo.

Fiquei pensando naquilo enquanto entrava em casa, me perguntando o que a louca da Laura não tinha feito, se é que era possível dizer não a qualquer sugestão do safado que era o Sandro. Passei pela sala, mas nem sinal dele. Subi até o quarto onde eles transaram e o espiei deitado na cama, com a mesma sunga preta da piscina e uma garrafa de vodka na mão, bem largado, à vontade. Pensei em falar alguma coisa, mas achei melhor ficar na minha e desci. Peguei uma cerveja e sentei no sofá da sala, liguei a televisão e fiquei assistindo, meio nem aí pra vida, esperando o sono bater. Deu uns 10 minutos e eu ouvi um barulho vindo da escada. Olhei e percebi o Sandro descendo, vestindo um roupão branco do meu pai, ainda de sunga e bebendo da garrafa de vodka. Ao me ver, ele parou e deu um sorrisão de surpreso. Eu não tive como fingir que não o vi.

- E aí?

Perguntei. Ele veio na direção do sofá.

- Porra, tô levinho, viado! Acabei com aquela safada da tua amiga, tu tinha que ver.

Ah, se ele soubesse. Perto de mim, o cheiro de sexo e suor era mais que forte em seu corpo, mesmo que eu nunca tivesse transado. Era um odor natural e intenso, gostoso, que entupia as narinas e não me permitia sentir mais nenhum outro cheiro ao redor. Ele foi pegar alguma coisa na cozinha, que era atrás de mim, e continuamos conversando sem se olhar.

- Pô, então foi bom à beça mesmo!

Alguns segundos até a resposta.

- Ééé..

Fiquei intrigado com aquele seu tom de talvez, já ia me preparar pra virar e perguntar o porquê, mas foi aí que tudo rapidamente se desenrolou. O Sandro veio por trás de mim e apertou de leve meus ombros, como quem fosse fazer uma massagem. Em vez disso, ele agachou bem no meu ouvido e falou baixinho, por entre a voz arrastada.

- Queria mesmo era um cuzinho, mas isso a Laura não dá.

O cheiro de bebida e o vapor quente do hálito na minha nuca, junto com a mão no meu ombro, me deixaram arrepiado dos pés à cabeça. Primeiro porque não esperei por aquela surpresa, segundo porque tudo acontecia a partir do contato físico entre a gente, naquela posição incomum. Não consegui responder nada e na verdade nem precisei. O Sandro veio com a boca em cheio no meu cangote e já foi me dando um chupão bem firme, junto com mordiscadas e mordidas mais fortes. Eu mexia o pescoço em reação ao nervoso que sentia, mas ele usava as mãos fortes pra afastar meu corpo e ter total controle da chupada, quase como um vampiro que domina sua vítima pra se alimentar do sangue. Ao mesmo tempo, eu adorava. Era como o início de um batismo para eu me converter aquele homem e ao seu culto, ao culto do seu corpo e do seu sexo bestial.

- Sandro..

- Shhhhhh.

Ele botou o dedo na minha boca e me fez calá-la.

- Deixa eu aproveitar que você eu posso marcar à vontade, viado.

Então era isso, eu era aquele com quem ele cometeria as luxúrias que ainda não podia cometer com a própria namoradinha. Perfeito. O mesmo dedo que tapou minha boca, agora entrava por dentro dela e a deixava com um gosto salgadinho, de pica, como se o puto tivesse metido a mão no caralho e já me dado pra provar o gostinho. A mandíbula passou de um lado ao outro, arrepiando outra vez minha nuca, e agora mordendo firme minha carne, minha pele.

- Sandro..

- Tu tá preparado, viado? Pra ser o viado do macho que come a tua amiga?

Como sempre, falava e já ia fazendo, não esperava eu reagir ou responder. Saiu de trás do sofá e veio pra minha frente, afastando o roupão e me mostrando o volume torto de pau duro que queria sair da sunga preta por qualquer lugar possível. Usou uma mão pra impedir que eu agarrasse aquela vara e a outra pra forçar minha nuca no sentido de sua virilha. Fui de cara naquele volume e ele travou meu crânio de frente pra ele, forçando o quadril pra cima e pra baixo, de um lado pro outro em todo o meu rosto, que permanecia parado e tendo piroca esfregada. Era maravilhoso.

- É assim que tu gosta? Abre a boquinha pra mim, abre.

E ficava na pontinha do pé, esperando. Quando eu abri a boca, ele foi num movimento de baixo pra cima, esfregando desde a cabeça marcada no tecido até o ovos, que depositou na minha boca e tapou minhas narinas, na intenção de sorvê-lo, cheirá-lo.

- Isso! Meu viado!

Pra quem nunca tinha feito putaria, eu tava bem nervoso, mas cada vez mais entregue pra ser conduzido por ele. Ia fazer tudo que ele quisesse, porque era isso que me excitava. Esse seria o verdadeiro brinquedo na mão do molecote. Num só movimento, o puto botou uma rola preta, grossa e veiuda pra fora. Era até cumprida e bem bonita, com a cabeça bem feita e destacada do corpo. Antes mesmo da boca encher d'água, já encheu de pica: o Sandro não me deu tempo, nem ficou brincando de tirar e botar o cacete. Ele gostava de profundidade, de ir no fundo e ficar lá pulsando o cacetão, até eu perder o fôlego e começar a engasgar nele.

- Isso, cachorra! Sua putinha, vem aqui!

E me puxava de novo, pra engasgar mais, ainda não era suficiente. Às vezes botava o pau na minha boca e arrastava pros lados, pra puxar minhas bochechas.

- Olha aqui pra mim!

Eu olhava e ganhava vários tapas. Quando ele finalmente se cansou de brincar, travou minha cabeça pelas orelhas e começou a foder minha boca. No começo achei que fosse vomitar várias vezes, mas conforme o quadril avançava sobre mim e os pentelhos vinham no meu nariz, mais eu sentia que era o que queria.

- Hmmmmmmm! Boquinha de viado é tão quentinha!!

E ia fodendo, cansando meu maxilar e deixando meu queixo com cheiro de saco.

- Vem aqui, vem!

Falava alto, com o hálito de álcool. Conduzindo meu corpo só com uma mão segurando meu braço, ele me pôs sentado ao seu lado no sofá, abriu as pernas e botou o caralho pra fora por baixo da sunga. Agora começou a foder minha boca de baixo pra cima. Era um macho realmente insaciável, além de bêbado.

- Hmmmmmm! Sssssss! Abre, iss-!!!!

Quando a cabeça subia, as mãos me faziam descer até a garganta agasalhar toda aquela glande bojuda e deliciosa, nutrida por muitas veias que bombeavam sangue. Sua maneira bruta de mexer comigo me seduzia por demais, estava mais entregue do que pensei que estaria em qualquer uma das minhas punheta dedicadas ao Sandro. A boca foi ficando com cheiro daquela saca pesada de leite, que eu também tinha de sugar pra ajudá-lo a maturar seus filhos. Era uma saca cheira, farta, talvez a melhor de todas as estações. Não era qualquer pé de macho que dava aquela ali não, eram justamente os pés que brotavam nos quintais das vizinhas, sempre nas vizinhas. Elas cresciam vigorosamente, ocupando espaço no ar, espalhando suas copas onipotentes na intenção de fazer sombra e abrigar tudo aquilo que fosse seu, bem como um homem o fazia. E por mais que se podasse a árvore pra que seu galho não penetrasse pela janela do quarto da sua filha, ela acabava fincando uma raiz bem pela porta de trás da casa, debaixo do nariz de todo mundo. Era sempre a tal da porta de trás.

Quando dei por mim, o malandro do Sandro já me puxava e ia me botando de quatro no sofá, com o rabão virado pra cima, em sua direção. Tirou minha bermuda e cueca e me deixou nu, só admirando o tamanho da minha bunda.

- Olha isso, moleque! ISSO sim é uma raba! Ó!

E deu o primeiro tapa, como se analisasse um gado, uma mercadoria, um pedaço de carne que estava prestes a comer.

- Ó!

E dava mais tapas, marcando tudo. Quando menos esperei, caiu de boca e começou a morder com força, me fazendo gemer tanto de dor quanto de prazer. Eu jogava o corpo pra frente e ele puxava de volta, com a cara enfiada na minha raba. Abriu espaço com as mãos e jogou a língua no fundo do meu cu virgem, sendo que foi assim que comecei a perder o cabaço, já na língua do negro gostoso que comia minha amiga. Piscava de nervoso e ganhava mais tapa, mais dedada. Por mais maravilhoso que fosse, ele não demorou muito. Tomou espaço outra vez e atolou a cabeça na marra, sem avisar.

- Hmmmmmmmm!

- Calma, viado! Calma que vai passar!

Deixou um tempo e foi escorregando o restante com mais facilidade, mas ainda assim senti as pregas dilacerando e o cu abrindo de forma assustadora. Tentei relaxar ao máximo e logo e dor foi virando uma espécie de queimação interna que foi me consumindo. O Sandro tava parado até então, mas começou a tirar e botar devagarzinho, pra eu poder ir acostumando. O prazer foi ficando tão intenso que fui relaxando cada vez mais, me abrindo por completo aquele macho. E foi aí que, sentindo meu cu alargando, ele tomou posição, preparou e começou sua sessão se satisfação sexual pessoal. Pisou com ambos os pés no chão, abraçou minhas costas e, ainda de pé, deitou o tórax sobre mim. O quadril entrou por completo em seguida, mas rapidamente saiu e já veio a estocada seguinte, entrando com tudo.

- SSSSSSSSSSSS!

- Cachorra do caralho, olha como esse cu é apertado! Que cabaço gostoso da porra, viado! Fala que tava guardando pra mim?

Não conseguia falar, parecia que ia desmaiar de tanta pressão e prazer que sentia dissipar pelo resto do corpo. Cheguei ao ponto de apertar o corpo do Sandro contra o meu, numa tentativa de que ele me segurasse pra eu não acabar caindo, mas o puto me deixou apoiado no sofá e preferiu usar as mãos pra controlar só minha cintura. A vara só ia e vinha em ritmo acelerado, seu quadril suando em cima da minha bunda, assim como a mão que me enchia de tapas. Quando parou de bater, ele foi subindo com as mãos sobre as minhas e entrelaçou os dedos com os meus. Completamente sobre meu corpo, arrastou as axilas suadas nas minhas costas e o peitoral molhado, ofegante. Caiu com a boca na minha nuca e usou as pernas pra abrir as minhas, ganhando total controle do meu corpo, dos meus limites, dos meus prazeres. Quando ele sentiu que estava todo dentro de mim, tanto sexualmente quanto fisicamente, foi só brincar de mexer o quadril.

- Isso! Ssssss!

- Hmm, fode Sandro! Isso!

Quanto mais eu pedia, mais rápido ele ia, se irritando com minha cobrança.

- Cala essa boca, viado! Aqui tu só obedece, caralho!

E soltava minha mão pra dar tapa na minha cara e lamber meu rosto, tacando piru dentro do meu cu. Senti a vara engrossar diversas vezes, mas sempre que chegava perto do gozo o safado mudava de posição. A gente ficou nessa, depois eu cavalguei nele e fizemos franguinho. A última foi de ladinho no chão. Como sempre, segurando só meu quadril, ele me fez de brinquedo, só se dando ao trabalho de guardar o caralho e tirá-lo em seguida, várias vezes, em movimentos repetidos. Sentia as pregas tão esfoladas que só o calor do fogo no cu já era suficiente pro prazer. Foi aí que a vara tornou a engrossar e o piranho tapou minha boca, jogando todo o peso do corpo sobre mim e me dominando por completo.

- Aaaaaaaah! Hmmmmm!

Senti a primeira jatada de leite quente lá dentro do rabo, entrando num estado de êxtase que não sei descrever. Vieram a segunda, a terceira e a quarta. A partir da quinta eu parei de contar, mas foram bem mais. Parecia que tinham aberto uma torneira dentro de mim, o pau do Sandro acabou escorregando sozinho de tanta porra. Ao passar pelo cu, aquela leve ardência. Eu todo aberto no tapete da sala, ele só saiu de trás de mim, todo suado, e levantou.

- Vou jogar uma água no corpo, bota uma jantinha aí pra mim?

Depois da primeira vez, eu e Sandro transamos mais três vezes nessa mesma madrugada. Ele bebeu tanto que eu não acreditava em tanta disposição, ainda mais bêbado. Mas ele não sossegava, era uma pilha de tesão. Parecia que, agora que tinha finalmente comido a namoradinha, ia querer sempre estar metendo. E foi o que consenti. Deixei que usasse meu corpo e meu cuzinho à vontade, até mesmo a boca, me sentia completo quando era usado por ele.

- Dá uma emprestada nesse cu?

Não tinha como negar cada vez que ele aparecia faminto.

- Qual foi, vou dar uma volta nessa raba, posso?

No dia seguinte, eu acordei de manhã mais cedo do que o horário que combinamos. Pra falar a verdade, fui acordado. O Sandro já tava com o pau dentro de mim, mas mexendo devagarzinho, até eu acordar.

- Surpresa, viadinho!!

Falou baixinho no meu ouvido.

- Trouxe teu café da manhã: um boquete e uma boa de uma curra, seu filho da puta.

E me abraçava, pra sentir seu calor, o cheiro de seu peitoral, o cutucar da vara no fundo do meu cu. E depois veio a mamada, que foi quando recebi meu leite matinal. Por conta da vinda da Laura, usei roupas mais longas pra esconder as marcas que tinha ficado no meu corpo. Ia sair de casa pra deixá-los a sós, mas o Sandro mandou que eu esperasse seu sinal pra subir. Não acreditei no que ia aprontar, mas topei. Quando subi, o puto tinha vendado a Laura e a prendeu na cama, só que virada na horizontal, com parte do corpo pra fora. Me pediu silêncio e, lentamente, me botou sentado ao chão. Agachou e caiu de boca na boceta dele, ao mesmo tempo em que me botou pra mamar outra vez ali, na maior tocaia, com o risco da minha amiga descobrir tudo e dar a maior merda. Depois me colocou de quatro e ficou brincando de tirar o pau do meu cu e botar na xotinha dela e vice-versa. Se deixasse, ficaríamos ali muito tempo, mas logo ele me liberou. Encheu meu cu de porra que nem fez na madrugada, deu dois tapas na minha raba e mandou eu dar uma volta, que ele ainda tinha que terminar o trabalho. Como boa cachorra varada que eu era, só obedeci. Esse era eu. Completamente domesticado e cadelizado pelo macho abusado da minha amiga.

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NASCEU.

E está CRESCENDO.

Segundo conto da nova temporada.

Título alternativo: "2 cabaços e 1 pau guloso"

Pedidos?

Percebeu algum detalhe peculiar e quer falar sobre?

Manda um e-mail! andmarvin@yahoo.com

Mais novidades no twitter! https://twitter.com/andmarvin_

Comentários

28/06/2017 06:24:58
Excelente, como sempre. Parabéns!
20/06/2017 01:55:20
Aiiiiiin um Sandro! Ótimo conto!
19/06/2017 00:01:31
Tesão de conto!
18/06/2017 16:36:27
Muito perfeito o Sandro é o macho do sonho de todas.....
18/06/2017 15:50:48
muito bom. fui as alturas
18/06/2017 14:54:36
Que conto MA-RA-VI-LHO-SO!!!! Sandro é o Macho dos meus sonhos!!!

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