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Carnaval 2: dei para o primo do meu namorado

Autor: UrsoNovoSP
Categoria: Homossexual
Data: 28/03/2017 19:02:28
Última revisão: 29/03/2017 18:20:34
Nota 10.00
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De fato, o destino me pregou uma peça no encadeamento dos eventos na sequência daqueles narrados no conto “Carnaval: de novo com o primo do namorado”, e afirmo isso por conta dos acontecimentos da terça-feira de carnaval. Conforme expliquei anteriormente, estávamos eu e meu namorado no sítio da família dele com quase que a família dele toda lá passando o carnaval. Inclusive o primo de 16 anos dele, a quem eu já tinha pagado um boquete durante nossas últimas férias, e repeti a dose na noite do domingo de carnaval.

Na terça-feira, meu namorado acordou ainda mal, com a garganta doendo, nariz escorrendo e a mãe dele buzinando em sua orelha que ele tinha se descuidado no domingo e tomado friagem depois da piscina. De qualquer forma, resolvemos ir embora do sítio, afinal, ficar nesse tipo de estalagem, dividindo quarto e doente é péssimo. Eu também gostei da ideia, assim a gente evitava pegar muito congestionamento na quarta-feira.

Logo de manhã, arrumamos eu e ele a nossa bagagem, causando o maior alvoroço na família. Alguns reclamavam que era bobagem de nossa parte, outros que ia estragar o clima da festa... Por fim (e ainda não entendo porque) o avô dele decretou o fim do carnaval no sítio, que é dele, e que todos começaram a se arrumar para ir embora também. Meu namorado ficou muito puto com a família dele, porque daí fomos “obrigados” a esperá-los para ir embora, para não parecer “sem educação”. Dessa forma, fomos sair só já no final da tarde, e com fome, já que só as sobras do churrasco do dia anterior viraram um almoço (ninguém quis fazer almoço, afinal, estávamos indo embora). Diante dessa situação, meu namorado acabou por aceitar a proposta do tio dele, o pai do primo em questão, de pelo menos fazermos uma boquinha na casa dele antes de pegar a estrada.

Já na casa do tio, ele montou uma boa mesa de café mineiro, com pães e doces que ele pegou na padaria no caminho do sítio até sua casa. Indubitavelmente, o lanche foi muito bom, tanto pela padaria de lá ser ótima, quanto pela fome que estávamos sentindo. Ainda sim, comemos com pressa, pois o dia já tinha se ido, e ainda não tínhamos ido embora para casa.

Era provavelmente uma 18:30 quando começamos a nos despedir e, como se isso desencadeasse algum efeito nos céus, começou a trovejar e chover muito forte. Eu e meu namorado ficamos desconsolados diante dessa situação, pois eu arreguei: não iria dirigir com aquela chuva, à noite, naquelas pistas simples... Acabamos nos vendo forçados a pousar na casa do tio dele. Até aí, tudo bem, pois sempre que visitamos sua família, ficamos na casa desse tio; o único porém é que queríamos estar no conforto da nossa casa.

À noite lá, não tenho como negar, foi bastante agradável, como sempre. As primas do meu namorado ficaram no quarto delas, brincando; e eu, meu namorado e o primo dele, no quarto do primo jogando videogame, depois que parou de relampear. Na hora de nos recolhermos, o tio do meu namorado perguntou se não era melhor ele dormir em um quarto separado, já que estava doente. Normalmente, meu namorado dorme em um colchão no chão no quarto do primo, que tem um quarto só para si; e eu durmo no escritório, que tem um sofá cama. Ou seja, o que o tio propôs é que eu trocasse de local com meu namorado, com ele dormindo no escritório sozinho e eu no quarto do primo.

Sabendo que ficar no quarto com o moleque tinha um grande potencial de dar ruim, eu me opus: sugeri que eu dormisse no sofá na sala, assim se meu namorado precisasse de qualquer coisa, eu já estava logo ao lado. Mas o tio e o primo foram contra...

- Quê isso, você já é da família. Não precisa dormir no sofá não. – Disse o tio para mim.

- Ok. Mas não preciso dormir no quarto, não. Podem colocar o colchão aqui na sala, não quero atrapalhar a privacidade de ninguém. – Respondi.

- Relaxa, eu não mordo. – Respondeu o moleque, instigando um “deixa de bobagem” por parte do meu namorado.

Pronto! O circo estava armado para de novo o priminho querer um boquete meu. Tudo conspirou nessa terça-feira para que eu passasse a noite de novo no mesmo quarto que o moleque.

Quando deu a hora, depois de nos arrumarmos, eu fui para o quarto e o ele já estava deitado em sua cama, coberto. Perguntei se já podia apagar a luz e ele respondeu que sim, pedindo que eu fechasse a porta do quarto, que entra muita luz vinda da rua. Eu, ressabiado, atendi o pedido e deitei no colchão.

Eu já estava quase dormindo, quando de repente o rapaz acendeu uma luminária que ele tem na cabeceira da cama e falou:

- Você se esqueceu de algo aqui. – E eu respondi, fazendo que não era comigo, mas virando em sua direção:

- Oi?

Nisso o moleque tirou o lençol de cima de si e mostrou que estava pelado, já com o pau duro em mãos. Não tenho como negar, o menino sabe ser sexy... Mesmo eu que não estava nem um pouco a fim de trair de novo meu namorado com ele, senti um tesão lascado com a situação.

Rendendo-me ao desejo, levantei do colchão e já caí de boca em sua rola. Passei a mamar seu pau como um desesperado, ansiando de novo sentir aquela vara juvenil no interior da minha boca, brincar com a ponta de minha língua na cabeça deliciosa do seu pau. Lambuzei-me com aquele cacete de novo em minha boca, chupando e sugando com vontade, apalpando seu corpo jovem e viril com minhas mãos enquanto isso. Antes que eu pudesse continuar saboreando sua rola, o priminho me falou:

- Acho melhor a gente trancar a porta, por precaução.

Atendendo seu pedido, que achei muito sensato, fui até a porta e a tranquei, uma vez que a chave já estava na fechadura. Quando me voltei para ele, o moleque estava deitado de lado, segurando um pacote de camisinha. Na mesma hora, eu percebi qual era seu plano, mas deixei que ele falasse:

- Então, cara... Já que hoje a gente tem um pouco mais de tempo e privacidade... Eu estava pensando se você não gostaria de fazer algo a mais...

Meus olhos brilharam, minha boca salivou e meu cu piscou de tesão só de imaginar que eu iria dar para ele aquela noite. Entretanto, eu tentei manter a razão e controlar a excitação e disse:

- Mano, você tem certeza que quer isso? Que sua primeira vez de verdade seja com um cara? Tem certeza que não prefere que fosse com uma mina que você curta e tal?

Diante dessas palavras, ele ficou pensativo. Tanto, que seu pau deu uma brochada. Finalmente, respondeu:

- Por quê? Você não quer?

- Mano, eu só estou perguntando se realmente é isso que você quer. A primeira vez deveria ser especial, com alguém especial... Só isso que estou falando. Afinal, você nunca mais vai ter uma primeira vez de novo. Pensa bem. – E falando isso, sentei-me na borda de sua cama.

Ele, então, sentando-se ao meu lado, completou:

- Para de graça e senta logo na piroca. Eu sei que você quer.

E dizendo isso, ele pôs sua mão na minha nuca e forçou minha cabeça para baixo, para que eu voltasse a chupá-lo. Voltei a mamar e chupar e sugar aquele pau. Eu não sei o porque, mas não canso de mamar aquela rola dele quando ela está em minha boca. Faço questão de sentir todas as suas texturas, sabores; passar aquela cabeça no céu da minha boca, brincar com o freio com a ponta da língua, molhar bastante com cuspe...

Depois de um boquete curto, só para saborear mais uma vez sua vara, afastei minha cabeça de seu dorso e perguntei:

- Você já pôs uma camisinha antes? – Ele relutou um pouco na resposta, mas fez sim com a cabeça. Claramente ele estava mentindo. Diante disso, peguei a camisinha que ele tinha deixado em cima da cabeceira da cama e completei. – Vem cá, deixa eu te ensinar.

Abri o pacote, mostrei a pontinha da camisinha e a coloquei gentilmente em seu pau. Ficou realmente uma gracinha aquela rola dele, curvada para cima, completamente encapada e pulsando de tesão e desejo em me comer. Por fim questionei, já imaginando a resposta:

- Você tem gel aí?

- Oi? – Fez ele com cara de dúvida. – Gel de cabelo?

Expliquei a ele que para fazer sexo anal é preciso usar algum tipo de lubrificante, e que existem géis específicos para sexo que vende na farmácia. Ele fez uma cara muito engraçada e preocupada, pois claramente ele não tinha lubrificante lá no quarto. Eu, porém, como nunca me furto a arriscar ter que deixar passar uma foda com meu namorado, sempre tenho camisinha e lubrificante em minha mochila, que estava lá no quarto comigo.

Peguei a bisnaga e enchi seu pau com bastante gel. Fiz questão de ser bastante didático, pedindo para que ele passasse um pouco do lubrificante também no meu cu. Arranquei minha roupa de dormir e aproveitando o colchão onde eu estava deitado, fiquei de quatro e empinei minha bunda para ele. Ele se aproximou por trás, encheu a mão com gel e passou bastante no meu cu. Eu geralmente não gosto da primeira sensação do lubrificante gelado no cu, mas com aquele moleque, não tenho tempo ruim. Pedi que ele ainda penetrasse meu cu com o algum dedo para o gel entrar dentro, mas para não ir muito fundo para não arriscar sujar a mão. Ele relutou um pouco, mas fez. Foi uma delícia sentir seu dedo dentro de mim, anunciando sua rola que estava por vir.

Terminando a lubrificação, ele finalmente encostou a cabeça de seu pau em meu cuzinho e começou a forçar. Sem dar tempo de eu pedir que ele me penetrasse devagar, seu pau simplesmente escorregou de uma vez para dentro de mim. Na hora senti uma mistura de dor e de prazer, associada à felicidade de estar dado para o priminho tão novinho.

Ele, sem perder tempo, passou a meter loucamente, num vai-e-vem esbaforido. Eu sentia sua vara me rasgando e tocando fundo, com ele me dando umas estocadas de leve, para não fazer muito barulho. Com as mãos ainda lambuzadas de gel, ele segurava na minha cintura e continuava a meter.

Arfando, eu sentia sua rola entrando e saindo do meu cu: uma sensação realmente indescritível, ainda mais por conta de eu desejar às escondidas que isso de fato acontecesse. Hoje eu percebo que eu realmente morro de tesão por aquele rapaz. De todo jeito, ele continuou me fodendo por mais um tempo, metendo fundo tal que eu quase sempre sentia a cabeça de seu pau me tocando bem dentro. Com a mão, eu alcancei sua rola e suas bolas para sentir ele me fodendo. Cada vez mais eu sentia ainda mais tesão naquela trepada, tanto que meu pau passou a babar sozinho, sem nem eu tocar nele: isso fazia tempo que não acontecia... E ele não parava de meter ou perdia o ritmo nem por um segundo. Ele realmente estava me arrombando incansavelmente.

Quando eu percebi que ele já ia gozar, pedi que ele tivesse calma, parasse um pouco e aproveitasse mais o momento, para não gozar tão já. Achei incrível como ele realmente me ouvia e parou. Ele, acho que sem saber muito bem o que fazer, projetou seu corpo para frente, deitando seu dorso leve e gentilmente sobre as minhas costas. Com os braços, ele me abraçou forte na altura da barriga e voltou a meter.

Desta vez, voltou a me foder com mais vontade e muito rápido, segurando meu corpo. Sua pélvis batia contra a minha bunda com força também, tal que dava estampidos altos que me deixaram preocupado se alguém ouviria. Ele, porém, aparentava não estar nem aí para isso, e continuou a meter e a meter.

Finalmente, apertando meu corpo ainda com mais força e mordendo as minhas costas com sua boca, senti que gozou dentro de mim. Ele continuou a me foder por mais um tempo, cada vez mais devagar, até que senti que seu pau já estava amolecendo e dobrando quando ele tentava me penetrar de novo. Suado, ele acabou que parou de se mover, e ficou deitado em cima das minhas costas por alguns minutos. Muito terno o moleque.

Quando percebi que ele estava planejando desmontar de cima de mim, expliquei como fazer para tirar a camisinha e ele fez, segurando a base para ela não soltar do pau. Para minha felicidade, não sujei a camisinha, que apenas tinha a porra juvenil dentro. Ele a guardou dentro de uma meia suja, assim como o pacote em si e me deitei no meu colchão.

Por fim, ele simplesmente apagou a luz da sua luminária e deitou.

- Tesão! – Disse ele já na escuridão, e dormimos.

Na manhã seguinte, o rapaz acordou cedo, com despertador. Jogou a camisinha fora e tomou um banho. Eu, apesar de ter acordado com ele, continuei deitado. Logo em seguida ele perguntou se eu não deveria tomar banho também, para tirar esse cheiro, e eu concordei. Quando voltei, ele tinha aberto a janela do quarto para dar uma arejada e ficamos jogando videogame por um bom tempo até o resto da casa acordar. Devemos ter acordado antes das sete horas.

Com todos em pé, tomamos um café-da-manhã reforçado, como sempre lá na casa do tio do meu namorado, e pegamos a estrada logo em seguida. Na viagem viemos conversando sobre o carnaval, mas logo mudamos de assunto. Eu, porém, não consigo tirar o moleque da minha cabeça e cada vez mais me questiono de como vou conseguir seguir com meu namorado assim, desejando seu primo.

Comentários

31/03/2017 06:53:33
PERFECT❤
29/03/2017 03:01:05
Afff, mas é aquela coisa né @valtersó, é um conto e eu nem li o resto do seu comentário. Será se ainda rolou mais alguma vez com esse primo? E como ficou a relação do casal? Continua!
29/03/2017 00:16:45
O Valtersó tá sendo muito radical, obvio que traição não é uma coisa legal, porém, largar o seu namorado, que você gosta e tem um convívio pra viver uma aventura adolescente com um rapaz que ainda por cima mora em outra cidade não é nada sensato. Eu acho que aquele ditado que amor de pica onde bate fica, explica um pouco dessa sensação que você está sentindo. É uma experiência nova pela qual você passou, mas não significa que terá um futuro romance ou algo do tipo, o sexo foi bom e parou por aí. A princípio ele é "hétero", e apenas achou em você a oportunidade de fazer sexo pela primeira vez, e não é por ser hétero que ele tem que ser um ogro. Estando de fora é difícil opinar, cabe ao escritor usar o bom senso e o discernimento entre os sentimentos. Eu li desde o primeiro conto e adorei, aventuras assim são extremamente excitantes e entendo a forma que você está se sentindo confuso. No mais, se tiver novidades, escreva! Esperarei ansioso por próximos conto.
28/03/2017 22:16:45
VAMOS POR PARTES. COMO DISSE ANTERIORMENTE NÃO CURTE LANCE DE TRAIÇÃO. PREFIRO A MORTE. LARGA SEU NAMORADO, DEIXA ELE LIVRE A FICA COM O PRIMO OU PARA COM O PRIMO E FICA COM SEU NAMORADO SE DE FATO O AMA. TESÃO PELO PRIMO DO SEU NAMORADO PODE SER APENAS TESÃO MESMO E ACABAR. O CONTO É ÓTIMO, MUITO BEM ESCRITO ETC. MAS ACHO SACANAGEM DAS GRANDES ISSO Q VC TÁ FAZENDO. ISSO SE CHAMA PROMISCUIDADE. NÃO SEI COMO SUA CONSCIÊNCIA LIDA COM ISSO. TENTE SE COLOCAR NA SITUAÇÃO DO SEU NAMORADO. JÁ SINTO UMA SIMPATIA ENORME POR ELE E ANTIPATIA POR VC. QUANTO AO PRIMO, ELE É SOLTEIRO E QUASE NADA TEM A PERDER A NÃO SER QUE SEU NAMORADO DESCUBRA. DAI SIM, VC PERDE O NAMORADO E CAUSA DESAVENÇA NA FAMÍLIA. PNSE NISSO.

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