A Festa

Um conto erótico de Dobsley
Categoria: Sadomasoquismo
Contém 679 palavras
Data: 17/03/2017 00:13:54
Assuntos: Sadomasoquismo

Sou Elena, 28 anos, e sou dele, sou de Stefan, ele manda em mim, tem a mim do jeito que quer, eu moro com ele. Na sociedade somos visto como um casal, mais na verdade ele é meu Senhor e eu sou apenas sua submissa. Hoje estamos indo a um jantar beneficente, ele tem varias empresas, eu em serviço sou sua advogada.

- A minha vadia já está pronta? - ele disse chegando por traz de mim, que me olhava no espelho. Abaixei minha cabeça e olhei meus pés.

- Sim senhor. -digo e ele me encara pelo espelho.

- Eu acho que ainda não. - ele levanta meu vestindo vendo que estou sem calcinha, pois ele nunca me deixa usar calcinha, diz que quando estou sem estou sempre pronta pra ele. Ele levanta e bate em minha bunda com forca dos dois lados, mordo meus lábios. - Se curve - ele ordena e eu me curvo sem dobrar os joelhos.

Vejo pelo espelho que ele tem um plug com uma joia no final, ele cospe no plug e coloco em meu ânus, solto um gemido baixo e ele bate em minha bunda de novo.

- Obrigada Senhor. - ele não diz nada e me encara.

- Vamos puta. -ele me empurra pra frente e vai andando, pego minha bolsa e percebo que esta mais pesada que antes, ele deve ter posto algo nela.

Já na festa, sentada na mesa com vários homens e suas respequitivas esposas, escuto a conversa do meu Dono, uma conversa bem chata e intediante. Dou um longo suspiro e acho que algumas pessoas da mesa percebem, pois eles me olhar estranho, e meu Dono me olha feio. Depois de alguns minutos ele vira para conversar comigo, sorrio de orelha a orelha mais seu semblante é sério.

- Tem 4 bolas cromadas dentro da sua bolsa, vá até o banheiro e coloque elas em você -ele sussurra em meu ouvido. - E traga um drinque pra mim -ele diz mais alto e me levanto indo ai banheiro. Chegando lá entro em uma cabine e pego as bolas cromadas, e percebo que além delas tem bolinhas tailandesas e pequenos prendedores ligados por uma corrente que são de colocar nos seios. Levanto meu vestido e vejo que minha excitação é maior do que eu imaginava, estou sempre excitada com ele. Começo a colocar as bolas em mim e solto leves gemidos,queria me tocar mais não posso, meu Dono não deixa.

- Oque ele vez com você amiga?

- Ele me bateu de chicote, e enfiou muitas coisas em mim, ficou me chamando de vagabunda puta vadia, coisas assim, foi maravilhoso. - escuto vozes distintas e sorrio de canto contendo o riso, saio da cabine e percebo que as duas me olham envergonhada, vinjo que nao ouvi lavo as maos e saio da cabine.

Pego a bebida de meu senhor e levo até ele, quando fui lhe entregar derrubei um pouco em sua calça. Ele me olhei o feio e bravo e percebi pelo seu olhar que não devia nem pedir desculpas. Logo depois percebo um controle em sua mão e do nada as bola em mim vibrar com velocidade total, dou um sobresalto na cadeira.

- A senhorita esta bem? -um senhor me pergunta.

- Sim, me desculpe - fico envergonhada e solto um palavrão baixo mais percebo que meu dono escuta, hoje certamente não é meu dia. As bolas ainda vibravam dentro de mim, eu queria gemer e me masturbar, queria que meu Dono meu comesse nessa mesa agora, mais nada disso aconteceu, logo depois ele me tirou pra dancar, roçou seu corpo em mim e eu fiquei mais excitada. Sentada na cadeira eu fechava e abria as pernas, fecha as os olhos e tentava não gemer, mais foi quase impossível.

- Quando vão se casar? - a mulher perguntou nos olhando, meu Dono com a maior cara de pau coloca a mão quase em minha boceta e alisa ali.

- Em breve. - ele diz, é mentira, eu sei disso, sorrio fraco.

A noite terminou e seguimos para casa, mais logo que entramos...

- Você cometeu muitos deslises essa noite, vai pagar caro por eles, se ajoelhe...

Siga a Casa dos Contos no Instagram!

Este conto recebeu 0 estrelas.
Incentive Dobsley a escrever mais dando estrelas.
Cadastre-se gratuitamente ou faça login para prestigiar e incentivar o autor dando estrelas.

Comentários

Este comentário não está disponível