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Virei putinha do titio com 17 aninhos

Autor: Luaninhah
Categoria: Heterossexual
Data: 11/01/2017 00:29:15
Nota 9.33
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Foi só meu corpo começar a desenvolver e minhas curvas ficarem mais visíveis para o meu tio começar a me assediar, muito sutilmente, é claro. Ele ficava me perguntando coisas que me deixavam muito nervosa e provocavam frio na minha barriga. Mas, como eu era muito novinha, eu não respondia nada e vivia fugindo dele.

Meu tio, irmão da minha mãe, era um homem já com seus 30 anos, solteiro, vaqueiro, e vivia se metendo em confusões, principalmente por se envolver com meninas novinhas e mulheres casadas. Os peões das fazendas não podiam vê-lo que a encrenca estava armada. Ele morava com a minha avó em um povoado não muito distante de onde eu morava.

Minha cidade era muito pequena também, com poucas opções de lazer e longe da capital. Mas eu gostava da vida simples que a gente levava. Eu já tinha beijado dois meninos na minha escola, beijo na boca mesmo, mas não foi grande coisa. Eu morria de medo dos homens, talvez pelas coisas que a minha mãe me falava, sobre gravidez, ser mãe solteira, blá, blá, blá.

Um dia meus pais deixaram eu participar de uma excursão organizada pelo meu professor de inglês. Era em outra cidade e fomos de manhã, ficamos lá o dia todo e voltamos à noite. Meu professor era muito popular e ficava andando dentro do ônibus, conversando com todos os alunos.

Eu estava em pé, no fundo do ônibus conversando com uma amiga e meu professor chegou lá pra perguntar como a gente estava. Nesse momento o motorista fez uma curva e perdi o equilíbrio. Comecei a cair de costas em cima do meu professor e ele me segurou pela cintura, me apertando bem forte mesmo.

Nosssaaaa!! Estava muito escuro e a gente não via quase nada dentro do ônibus. Ele ficou grudado em mim, me abraçando por trás e me perguntando se eu tinha me machucado. Nessa hora senti o pau dele muito duro encostado na minha bunda.

Fiquei toda arrepiada e uma sensação super deliciosa subiu pelas minhas pernas. Fechei os olhos e me senti no paraíso. No escurinho ele ficou uns longos segundos me apertando contra o seu corpo e esfregando aquele volume enorme em mim. Era a primeira vez que um homem fazia aquilo comigo.

Quando meu professor me soltou eu fiquei feito uma bobinha seguindo ele dentro do ônibus, querendo tirar vantagem do escurinho e ficar roçando nele o tempo todo. Que loucura! Durante todo o resto da viagem ele ficou me dando discretas encoxadas, e eu me empinava toda para facilitar. Ainda bem que ninguém desconfiou de nada, pois ele era casado.

Depois desse dia comecei a pensar em sexo o tempo todo, e aproveitava quando meu irmão mais velho saia para ir vasculhar seu quarto e encontrar revistas pornôs, que não mostravam muita coisa, mas permitia que a minha imaginação viajasse longe. Virei uma menina muito curiosa e não perdia a oportunidade de escutar conversas relacionadas à sexo.

Um dia descobri que duas de minhas amigas andavam vendo vídeos pornôs que elas encontraram num ármario da casa de uma delas. Pedi para assistir também e fiquei maravilhada com aquilo. Os homens metendo nas mulheres, as mulheres chupando as picas, os homens chupando suas bucetas. Meu deussss!! Minha bucetinha até babava de vontade.

Mas eu ainda era novinha e não queria transar tão cedo. Quando algum menino me levava para trás de algum muro ou uma casa abandonada, eu não deixava ir além dos beijos. Eles ficavam loucos de vontade de meter em mim, mas eu falava que não gostava daquilo e escapava deles o mais rápido que eu podia.

Eu viajava uma vez por ano para a casa da minha avó, e sempre ficava uns 30 dias lá com ela. E meu tio sempre aproveitando para me falar coisas, como meus peitinhos já tinham crescido, que eu estava muito bonita e atraente, que meu bumbum estava ficando muito redondinho, e coisas assim.

Eu não respondia nada, mas também não fugia dele, pois aquelas conversas já estavam me agradando muito. Eu apenas disfarçava e ficava perto dele, esperando ele me falar mais coisas. Eu notava como o pau dele ficava duro perto de mim e comecei a, fingindo distração, deixar ele ver minha calcinha

Eu tentava de todas as formas ficar em posições que permitiam a ele ver o meu corpinho, mas sempre dando a entender que eu não tinha a intenção de provocá-lo. Eu via como ele me olhava com desejo, e tinha a certeza que ele andava batendo punheta pensando em mim.

Por incrível que pareça eu comecei a fantasiar com o meu tio. Sempre que eu estava na minha avó eu me masturbava à noite, pensando no meu tio bem ali, dormindo no outro quarto, doidinho pra meter em mim. Eu gozava tão gostoso, tocando minha bucetinha, e fazia isso até eu pegar no sono.

- Luaninhah, você já tem muito pelinhos na sua "coisinha"? - meu tio me perguntou bem baixinho, um dia que ficamos sozinhos atrás da casa da minha avó. Nossaaa!! Fiquei molhadinha só dele me perguntar isso.

- Ah, tio... não sei! - falei e abaixei minha saia e minha calcinha um pouquinho.

Meu tio veio e olhou bem na testa da minha perereca. Os olhos dele brilharam.

- Hummmm... já tem! Mas estão bem fininhos! - ele falou e já saí de perto dele para não dar nenhum problema, já que minha vó era muito esperta. Mas eu sabia que a partir daquele momento nossas brincadeiras iam esquentar um pouco mais.

No outro dia eu aproveitei uns segundos que ficamos sozinhos no quarto dele.

- Tio... e os homens... tem muitos pelinhos no "negócio" deles? - perguntei bem baixinho. Eu já sabia disso pelas revistas e filmes que eu tinha assistido, mas perguntei só para saber o que ele ia responder.

- Sim, quer ver? - ele falou e abaixou sua calça e cueca. Meu deussss!!! O pauzão dele saltou pra fora já duro e muito grosso. Olhei para aquela pica balançando e não sabia se ficava no quarto dele ou corria para a sala.

- Você já pegou em uma rola antes? - ele me perguntou e foi até a porta de seu quarto, pra ver se minha avó não estava por perto.

- Não, tio... nunca peguei... pelo amor de deuss... dá até medo de ver! - falei e comecei a rir timidamente.

Ele trancou a porta do quarto e veio com aquele negócio duro para perto de mim novamente.

- Dá sua mão aqui...! - ele segurou minha mão e, com sua mão em cima da minha, começou a bater uma punheta. Senti o pau dele muito quente, e as veias enormes pulsando.

Eu não sabia o que fazer, só fiquei com a mão lá, ajudando ele a se masturbar e olhando em seus olhos. Ele me olhava também, não só nos meus olhos, mas nos meus cabelos, no meu rosto, boca e seios.

- Ahhhhhhhhhh... vou gozar, Luaninhah... vou gozar... me dá a outra mão!

Rapidamente ele segurou minha outra mão e fez uma conchinha com ela. Em seguida a porra dele saiu em jatos fortes, caindo na minha mão mas também me atingindo nos braços. Achei aquilo fantástico.

- Que delícia, menina... agora chupa aqui! - ele falou e balançou o pau pra sair o restinho de esperma.

- Ficou doido?!?... nunca que eu vou fazer isso... que nojo! - falei e saí correndo para o banheiro antes que a minha vó percebesse alguma coisa.

Os dias foram passando e cada vez mais minha proximidade com o meu tio aumentava. Comecei a fazer de tudo pra ficar sozinha com ele, e quando isso acontecia, ele pedia pra eu levantar minha saia ou abaixar meu shorts e mostrar minha bucetinha pra ele. E eu também pedia pra ele fazer o mesmo.

Era só a minha vó distrair para o meu tio me arrastar para trás da casa ou para trás de alguma árvore no quintal e bater punheta pra eu ver. Logo ele começou a pedir pra eu punhetar pra ele e eu fazia, toda submissa. Eu adorava ver a porra sair. Depois eu ficava brincando com o esperma dele e ríamos muito.

No ano seguinte, quando fui para o povoado da minha vó eu já estava bem mais crescidinha e mais desenvolvida. Fui só eu descer do ônibus que o meu tio veio igual um lobo.

- Caralho, Luaninhah... seu quadril está bem mais largo... já te comeram, foi? - ele falou assim que ficamos sozinhos. A pergunta foi muito incômoda e me chateou, mas só respondi que não e fui para perto da minha avó.

Uns dois dias depois começamos de novo o jogo de ficarmos nos mostrando um para o outro, mas desta vez as coisas mudaram. Ficamos sozinhos na sala e ele pediu pra eu mostrar minha buceta pra ele. Abaixei meu shorts e minha calcinha e ele começou a me acariciar, comigo em pé e ele sentado no sofá.

Eu estava adorando ele passar os dedos na minha xoxota, apertando meu grelo e massageando os grandes lábios. Estava muito gostoso mesmo e comecei a gemer baixinho.

- Deixa eu colocar nessa boquinha linda, deixa? - ele perguntou e não respondi. Ele entendeu meu silêncio como "sim".

Carinhosamente meu tio me sentou na sofá e ficou em pé na minha frente. Em seguida ele abriu sua calça, tirou o pau pra fora e ficou passando ele no meu rosto. Mantive meus lábios fechados e deixei ele brincar um pouco. Não demorou e ele colocou uma perna em cima do sofá e me segurou pelos cabelos.

- Abre essa boquinha gostosa... abre! - ele pediu e abri meus lábios gentilmente. Fiquei parada e com a boca um pouco aberta. Meu tio ficou forçando, e deixei a cabeça do pau entrar na minha boca. Mas foi só um pouquinho, pois senti nojo. Afastei minha boca na hora.

- Nãooooo... enfiar na boca não, tio! - falei e ele ficou esfregando o pau nos meus lábios novamente, enquanto eu punhetava com a minha mão. Olhei para ele e vi sua cara de tesão. Coloquei minha língua para fora e comecei a lamber o pau dele, bem devagar, ainda sentindo um pouco de nojo.

- Ohhhhhhhh... isso, Luaninhah... é assim mesmo, amorzinho... - ele falou e começou a empurrar o pau na minha boca de novo. Deixei entrar a cabeça e mais um pouquinho. Me dava náuseas, mas continuei firme, enquanto ele segurava minha cabeça e empurrava mais fundo, já tocando minha garganta com aquela rolona cabeçuda.

- Delíciaaaaaaa... que boquinha gostosa, menina... chupa gostoso, chupa! - meu tio falava e fodia minha boca, enfiando e tirando, e eu já ficando sem fôlego, pois não conseguia respirar direito.

- Me faz gozar, pequena... faz o seu tio gozar nessa boquinha! - ele gemeu e seu pau deslizava entre meus lábios, todo lambuzado de cuspe.

- Ahhhhhhhhhh... caralhooooo... estou gozandoooo... estou gozandoooo... ahhhhhhh... - ele se tremeu todo e começou a gozar na minha boca. Tentei escapar e cuspir fora mas ele me segurou. Não tive alternativa e engoli tudo.

- Argh!!... que negócio mais nojento!! - falei e limpei minha boca na minha blusa quando ele finalmente me soltou.

- Que delícia, Luaninhah... que boquinha mais gostosa que você tem, menina! - meu tio riu e falou. - Mas não comente isso com ninguém, tá?... e muito obrigado pela chupadinha! - ele complementou, me deu um beijo na testa, levantou sua calça e foi para o banheiro.

Quando meu tio saiu do banho minha avó ainda não tinha retornado. Ele então se sentou ao meu lado no sofá e abriu minhas pernas, me deixando toda escancarada, com a saia levantada. Em seguida ele puxou minha calcinha para o lado e beijou minha buceta carinhosamente.

- Tiooooo... nunca fiz isso... - falei e ele começou a me chupar. Primeiro ele lambeu minha xoxotinha todinha, lentamente, e depois começou a chupar mesmo, enfiando a língua no buraquinho da buceta e também no meu cuzinho. Achei aquilo tão gostoso.

Infelizmente ouvimos barulho e ele teve que sair correndo para o banheiro novamente. Arrumei minha calcinha e a minha saia e fiquei assistindo TV. Era a minha avó que tinha chegado. Meu tio então ficava me olhando e rindo, me perguntando se eu tinha gostado. Eu não falava nada, só ria baixinho e balançava minha cabeça afirmando que sim.

E assim foi quase todos os dias das minhas férias na casa da minha avó nesse ano. Chupei muito o pau do meu tio e ele chupou muito a minha buceta. Muitas vezes ele acordava no meio da noite e ia para a minha cama. Ficávamos nos agarrando por um bom tempo, até que ele gozava na minha boca e voltava para o seu quarto.

Ele nunca tentou enfiar em mim, e eu também não pedi, pois eu tinha muito medo. Eu queria dar, queria sentir o que era ser penetrada na buceta, mas ficava com muito medo mesmo. E assim os dias foram passando e minhas férias acabaram. Voltei para a minha cidade já sentindo saudades das coisas que fizemos.

Quando as aulas recomeçaram eu me insinuei para o meu professor de inglês. Falei que eu estava louca de vontade de beijar a boca dele e tal. Ele me levou para uma casa nos arredores da cidade e fez muita coisa comigo. Chupei a pica dele e ele me chupou muito também. Pedi pra ele me comer e me fazer mulher mas ele não quis. Mas adorei muito o que aconteceu nesse dia.

Poucos dias após eu completar 17 anos, nós tivemos que viajar às pressas para o povoado da minha avó, já que ela tinha sofrido um acidente. Houve um alvoroço danado e todo mundo viajou para a capital para acompanhar o tratamento dela. Fiquei sozinha com o meu tio na casa, muito nervosa, porque eu sabia que, finalmente, ele ia me transformar em sua mulherzinha.

Nessa mesma noite, logo após jantarmos, meu tio bebeu um pouco. Percebi que ele também estava muito nervoso, talvez com receio de tentar me comer e eu entender como algo forçado, o que poderia causar um problema na nossa família. Ele ficou fazendo rodeios, me falando coisas, e eu cada vez mais nervosa.

Finalmente eu me sentei em suas pernas e o beijei carinhosamente. Foi um beijo molhado e demorado. Em poucos segundos ele já estava beijando meu pescoço, dando mordidinhas e lambidas. Com o meu consentimento, ele levantou a minha blusa e começou a chupar os biquinhos do meus seios. Me molhei todinha.

Para meu azar, nessa hora o telefone tocou e meu tio atendeu.

- Luaninhah, preciso sair... volto em uma hora... você me espera acordada?

- Sim... demora não, tá?... vou tomar banho e te esperar! - falei e nos beijamos.

Depois que ele saiu e fui tomar um banho bem caprichado. Me perfumei todinha e fui para o meu quarto, só de toalha. Me deitei na minha cama e fiquei esperando por ele, ansiosa e pensando em como seria a minha primeira noite com um homem.

Depois de uns quarenta minutos meu tio voltou e foi direto para o meu quarto. Ao me ver deitada na cama só de toalha ele veio e se deitou em cima de mim. Nos beijamos e ele foi tirando a toalha lentamente, me deixando peladinha. Vi nos olhos dele o quanto ele me desejava.

- Ahhhhhhhhhhh... tio... isso é tão gostosoooo!! - gemi e falei quando ele beijou meu pescoço, meus ombros e abaixou a boca até os meus peitinhos, lambendo e chupando os biquinhos. Enquanto ele fazia isso, sua mão estava na minha buceta, massageando o meu grelo. Fechei os olhos e curti cada segundo daquele amasso que ele estava me dando.

Em seguida ele se levantou, tirou toda a sua roupa e se deitou ao meu lado na cama. Peguei no pau dele e o alisei lentamente. Sua pica estava dura e grossa. Aproximei meu rosto e a enfiei na boca, até onde eu consegui.

- Ohhhhhhhhh... gostosinha do tio... isso mesmo, menina! - meu tio gemeu e falou.

Chupei a rola dele por vários minutos, sempre punhetando e massageando seu saco. Me deliciei ouvindo meu tio gemer de tanto prazer. Eu já estava pronta para engolir a porra dele mais uma vez quando ele me deitou na cama e começou a chupar minha buceta.

- Você gosta?

- Sim... é t-t-t-tão gostosoooooooo!

- E o que você está sentindo?... me fala!

- Um negócio gostoso... uma coceirinha tão boa! - respondi e caí na risada.

Ele também riu e voltou a beijar minha boca.

- Vou meter meu pau em você, Luaninhah... vou te comer bem gostoso! - ele falou baixinho no meu ouvido e meu corpo se arrepiou todinho. Me ajeitei entre os travesseiros e ele começou a passar o pau nas minhas pernas e coxas.

Logo ele pincelou a cabeça da rola na entradinha da minha xoxota, que já estava toda meladinha e aberta, só esperando.

- Que gostosaaaaa... vou rasgar essa bucetinha linda, Luaninha! - meu tio falou e fiquei muito assustada, sem saber o que fazer ou falar.

Mas eu também estava com tesão e não ia deixar passar a oportunidade de virar mulher logo, de poder transar depois com quem e quando eu quisesse. Meu tio me olhou bem nos olhos e mordeu os lábios. Com uma das mãos ele apoiou a cabeça da pica na entrada da minha grutinha e empurrou.

- Aiiiiiiiiiiii... meu deusssssss... não vou aguentar!! - me desesperei e sairam até lágrimas dos meus olhos. O pau dele foi entrando bem devagar e eu me sentia como se estivesse sendo rasgada em duas. Mas fiquei quietinha, olhando para o teto e torcendo para aquela agonia terminar logo.

Eu não podia gritar, pois haviam outras casas perto da casa da minha avó. Gemi muito, de dor, e o meu tio pensando que era de prazer, e ficava rindo e metendo cada vez vez mais fundo.

- Ohhhhhh... que apertadinha... vou ensinar você a foder bem gostoso, minha gatinha!! - ele falava e metia em mim sem dó.

- Ahhhhh... ohhhhhhhh... nossaaaaa... está doendo demais, tio... tira só um pouquinho...!! - falei, mas parece que ele nem ouviu, pois estava era olhando o pau entrar em mim.

- Vou te fazer minha mulherzinha, menina... e vou te comer todos os dias... até depois que você se casar, Luaninhah... vou te abrir todinha... pra todo cara saber que fui eu quem te comeu primeiro!!

Ele me falava essas coisas e me empurrava seu pau bem devagar. Estava muito apertado, mesmo eu estando um pouco lubrificada. Logo ele se deitou em cima de mim e eu me senti asfixiada pelo peso dele. Mas eu ia aguentar até o fim. Fiquei quietinha e com as pernas bem abertas, sentindo dor ao ser penetrada e arrombada por um pênis daquele tamanho.

Pareceu uma eternidade os movimentos da cintura dele em cima de mim, querendo acomodar a rola toda dentro da minha xoxotinha. Até que senti encostar no meu útero.

- Isso, gatinha... viu como entrou tudo?... você já é uma mulherzinha! - meu tio falou e riu.

Eu não estava achando graça naquilo, e estava muito incomodada. Na verdade eu estava me sentindo suja ao ouvir ele falar que eu era muito apertadinha, que eu ia ser uma putinha na cama, que todos os homens iam gostar de meter em mim, e outras coisas mais. Mas eu também estava gostando de ter ele dentro da minha xota e do jeito que ele ficava rebolando o quadril em cima de mim.

Meus gemidos rapidinho deixaram de ser de dor e passaram a ser de prazer. Me abracei a ele e fiquei curtindo cada metida que ele dava na minha xoxota. Depois de uns minutos ele tirou o pau bem devagar. Aí eu senti dor. Minha buceta estava pegando fogo, e senti como se estivesse rasgada na entradinha.

- Quer ver? - ele falou e me mostrou seu pau sujo de sangue. Não era muito, apenas algumas gotinhas espalhadas pelo tronco de sua pica. Sugeri que ele fosse ao banheiro lavar mas ele não quis. Em segundos ele me colocou de quatro na beirada da cama e foi por trás de mim.

Senti a boca dele me chupando por trás, na buceta e no meu cú, e eu adorei, pois isso aliviou muito a dor que eu estava sentindo. Logo ele se levantou e me segurou firme pela cintura. Fechei os olhos e me preparei para ser penetrada de novo.

- Tioooooooo... meu deussssss... está doendo!! - gemi quando o pau dele deslizou pra dentro de mim, bem fundo mesmo. Ainda estava doendo, mas não era como antes. Comecei a chorar e ele nem se preocupou, apenas me segurou e começou a meter bem rápido na minha buceta. Por várias vezes eu tinha visto cachorros cruzando, e meu tio estava fazendo igualzinho comigo.

Ele começou a gemer mais alto e tive a impressão que ele ia gozar. Finalmente aquilo ia acabar. Mas não foi bem assim.

- Vem cá... vou te ensinar uma brincadeira! - ele falou, se deitou na cama com as costas nos travesseiros e me colocou em cima dele.

Como eu já conhecia aquela posição, ajeitei a ponta da pica dele na entrada da minha buceta e me preparei para sentar bem devagar, de forma a não me machucar.

- Isso... agora você vai aprender a montar um cavalinho! - ele falou e riu.

Não achei graça, e estava torcendo pra ele gozar logo. Fui sentando bem devagar, sentindo o pau entrar lentamente. Até que o meu tio fez algo que não se faz na primeira vez da menina. Com um só golpe ele me segurou pela cintura e me puxou para baixo, fazendo o pau entrar com tudo.

- Aiiiiiiiii... me soltaaaa... me soltaaaa... não quero maisss... me solta... vou gritar... tio, me solta ou eu vou gritarrrrrr!!! - me desesperei e xinguei ele de vários nomes, enquanto tentava sair de cima dele. Mas ele tinha mais força, e continuou me segurando firme pela cintura.

- Nãooooooo... não quero mais... me soltaaaa...!! - continuei lutando e enfiei minhas unhas nos braços dele. Mas ele continuou me segurando e empurrando o corpo pra cima.

- Fica quieta, Luaninhah... você está gostando... eu sei que está!! - ele falou e comecei a chorar.

Meu deussss!! Finalmente eu desisti de lutar e me deitei em cima dele, com a cabeça em seu ombro. Ele segurou firme na minha bunda e ficou levantando meu corpo e me soltando. Aí eu descia com tudo na pica dele. Chorei mais um pouquinho e logo eu estava era pedindo pra ele meter mais, pra me rasgar todinha no pau dele.

- Vou gozarrrrr... Luaninhahhhhhh... vou gozarrrrrrrr... levantaaaaa... saí de cimaaaaaa...!! - ele falou e tentou me tirar de cima dele. Mas aí foi a minha vez de resistir. Não saí e rebolei mais ainda no pau dele. Eu queria que ele gozasse dentro de mim, eu queria saber a sensação.

E aí ele gozou, dentro da minha perereca. Nossaaaaa!! Que sensação mais gostosa sentir a porra quentinha lá dentro, me deixando toda lambuzada. Quanto tempo eu tinha sonhado com aquilo, e agora o meu tio estava me dando exatamente o que eu queria. Fiquei mexendo meu quadril lentamente, enquanto o pau dele cuspia as últimas gotas de esperma.

- Quer ficar grávida, né? - meu tio riu e nos beijamos.

- Se eu ficar você vai ter que se casar comigo... isso se a vovó ou o meu pai não te matar antes! - falei e saí de cima dele lentamente, sentindo uma imensidão de porra sair de dentro de mim e escorrer pelas minhas coxas.

Nessa noite dormimos na mesma cama, e meu tio me comeu de novo. No dia seguinte, ele, esperto como era, foi à farmácia e me trouxe uma pílula. Nem preciso dizer que no restante das minhas férias eu levei uma senhora surra de pica do meu tio. Muitas vezes ele metia tanto em mim eu que ficava até pálida. Por sorte minha avó nunca desconfiou.

Nos anos seguintes eu continuei indo para a minha avó, passar minhas férias com ela. Meu tio, como já era esperado, me comia o tempo todo. Dei pra ele no quintal, atrás do muro, na cozinha, banheiro, e muitos outros locais inusitados. Até que um dia fomos pegos por um outro tio meu, também irmão da minha mãe. E fui forçada a dar pra ele também. Mas isso eu conto outra hora.

Amores se quirem a continuaçao deixem nós comentários

Leiam meu outro conto:

Dei pro meu irmão

Comentários

26/07/2017 23:44:19
Show
25/02/2017 08:58:20
E AINDA VIRGEM NO CUZINHO? BOM CONTO
11/01/2017 15:30:44
Nossa menina vc e bem sapequinha Adoraria ter uma sobrinha feito vc Com certeza eu faria o mesmo q seu tio mas com um pouco mas de carinho pra não te machucar e dar mas prazer Adorei o conto

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