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HIENAS - A NOVA INTEGRANTE

Autor: Nantes
Categoria: Homossexual
Data: 10/01/2017 20:57:17
Nota 10.00
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– Neila, me ouça. Se eu fosse você não entrava nesta sala...

A voz de Renata saiu trêmula. Apavorada por saber das implicações em ter sua relação com Letícia descoberta justamente por uma funcionária da Empresa era um risco muito maior, cujas consequências seriam maiores do que as que estava preparada para enfrentar, pois sabia que seu segredo não permaneceria segredo por muito tempo. Mas logo uma funcionária de sua empresa?

Em uma fração de segundo passou por sua cabeça os problemas que já enfrentara, desde o momento em que descobriu a sua tendência o sexo sem limites, como quando, sem nenhuma preparação, assumira a liderança da matilha de grelhudas. Agora, estava disposta a preparar Letícia para que não passasse por tudo o que passou. Todavia, Renata sabia que não havia mais nada a fazer, pois Neila já estava parada na porta de sua sala, olhando estarrecida para algo que, mesmo sem ver, ela sabia exatamente o que era: Letícia, usando apenas uma cinta liga, meias e salto alto, distraída olhando para o computador.

Porém, enquanto decidia se voltava para dentro da sala para enfrentar o problema que acabara de surgir ou fugia dali, deixando tudo nas mãos de Letícia, teve foi surpreendida novamente, desta vez sendo levada a acreditar que sua substituta era realmente a pessoa adequada para assumir o cargo, pois no seu campo de visão que era constituído apenas pela porta da sala aberta, viu surgir Letícia. Andando sem nenhum poder, revelando sua total nudez e com um sorriso nos lábios, estendeu a mão até alcançar o braço de Neila e, delicadamente, a puxou para o interior da sala, liberando a porta. Em seguida, voltou-se para fechar a porta e viu Renata parada no meio do corredor formado pelas mesas. Assoprou-lhe um beijinho, fez um sinal para que ela se retirasse e, ainda sorrindo, fechou a porta.

Renata, ainda tonta pela reação de Letícia, virou-se e saiu andando lentamente em direção ao elevador que, acionado por ela, logo abriu as portas para que ela ali desaparecesse, deixando espaço para que o jogo que iniciara tivesse sua continuidade.

Enquanto isso no escritório, sem dizer uma única palavra, Letícia conduziu Neila até o sofá, segurando suavemente sua mão. Pararam em frente ao mesmo e ficaram de pé, com Letícia acariciando o rosto com sardas de sua amiga que a olhava sem piscar e com a respiração alterada. Muitos minutos se passaram nessa cena, aonde apenas os dedos macios de Letícia ia testando os pontos de sensibilidade da amiga, tocando suas orelhas, pescoço, lábios que se abriram levemente mostrando alguns dentes brancos e perfeitos enquanto seu peito se agitava, demonstrando uma mudança no ritmo da respiração.

Foi a deixa que Letícia esperava. Ao perceber a reação de Neila, aproximou seu rosto e, ainda sorrindo, deu-lhe um delicado beijo nos lábios. Foi um beijo suave, nada mais que um selinho, mas isso não evitou que os lábios de Neila tremessem ao sentir o contato da boca da amiga na sua.

Aproximadamente 30 minutos depois de ter saído, Renata retornou à empresa com as roupas para Letícia. Encontrou a porta de sua sala trancada e entendeu ser melhor aguardar. Sentou-se diante de um computador e ficou navegando na internet por mais de duas horas, pois já se aproximava das vinte e uma horas quando a porta de sua sala finalmente se abriu.

Da sala saiu Neila caminhando com passos vacilantes. Ela caminhou alguns passos antes de perceber que Renata se encontrava ali. Seus olhos se encontraram e Renata viu um brilho de triunfo nos olhos da garota, como se ela tivesse obtido uma grande vitória. “– Essa aí está pensando que ganhou na loteria. Pobre menina, ainda tem muito para aprender e vai ter que contar tempo demais antes de subir na hierarquia dessa matilha.” Permaneceu onde estava até que a porta do elevador se fechasse e Neila desaparecesse de sua visão, só se levantando e se dirigindo à sua sala depois disso.

Lá encontrou Letícia largada no sofá, com os olhos perdidos no vazio e um sorriso de vitória no rosto. Chamou por ela que, ao ouvir seu nome, passou a ação de se vestir com as roupas que a sogra lhe entregava e, vendo o olhar de interrogação da outra, começou sua narrativa.

– Tinha acabado de acessar um site de notícias quando olhei para a porta e me deparei com Neila ali, parada e me olhando com os olhos arregalados. Sei que minha reação normal deveria ser de susto, medo ou até mesmo pânico, porém, vi na forma como ela me encarava que ela estava muito mais para admirada do que surpresa com o que via. Era como se ela soubesse de algo e apenas confirmava agora o que já sabia. Levantei-me então e fui em direção a ela que olhou meu corpo de cima abaixo. Ao chegar onde ela estava, puxei-a pela mão para dentro da sala e fiz aquela ceninha contigo. Não sei dizer porque tranquei a porta, pois sabíamos agora que estávamos apenas nós três aqui e que você logo estaria de saída.

“Peguei em se braço e a conduzi até diante do sofá, empurrando-a com calma para que ela se sentasse, pois desejava conversar com ela. Mas ela resistiu e, como não usava de força, ficamos as duas ali, parada e nos encarando. Então tomei a decisão, aproximei minha boca da dela e dei-lhe um beijo carinhoso. A princípio foi como estivesse beijando uma estátua, mas logo ela foi se soltando e senti a pressão que ela fazia com seus lábios de encontro ao meu e não demorou para que fosse ela a tomar a iniciativa de forçar sua língua por entre os meus lábios.”

“Você sabe Renata. Nós havíamos acabado de transar e eu tinha gozado muito, mas quando aquela língua ágil e macia começou a explorar minha boca, senti um calor tomando meu corpo e correspondi ao beijo com volúpia. Caímos sobre o sofá, eu sobre ela, ainda nos beijando e ela me surpreendeu mais uma vez, pois girou seu corpo e fomos para o tapete, agora com ela sobre mim. Então ela começou a beijar todo meu corpo. Senti seus lábios macios e sua respiração cálida nas orelhas, pescoço e seios. Meus mamilos foram beijados e chupados e depois receberam algumas mordidas leves. Meu tesão foi a mil e ela continuou a beijar meu corpo, descendo até o umbigo onde enfiou sua língua ligeiramente áspera e ao mesmo tempo macia. Apenas sua boca e sua língua me tocavam. Não sentia suas mãos em lugar nenhum. Então Neila continuou sua viagem por meu corpo e atingiu finalmente meu clitóris. Ouvi ela exclamar: “Que coisa mais linda!” e em seguida meu grelo estava todo em sua boca ávida que me chupava com força, levando-me ao meu primeiro orgasmo. Tentei olhar para baixo e vi apenas aquele cabelo prateado esparramado sobre minha barriga, enquanto sentia sua boca colher o mel do meu prazer. Neila sugou tudo com gosto e depois trouxe sua boca até a minha e dividiu o suco do meu prazer que mantinha na boca. Bebemos junto o néctar do prazer e, só de fazer isso, quase gozei novamente.”

“Achei que pararíamos por ali. Não sei dizer quantas vezes atingi o orgasmo hoje a tarde, enquanto transava contigo, mas Neila demonstrou que queria mais. Ela se levantou e começou a se despir. Renata, você não faz ideia o que aquelas roupas largas escondem. Primeiro ela tirou a blusa e o sutiã, mostrando seus seios pequenos e durinhos, com os bicos rosados e apontados para cima, revelando todo o tesão que sentia. Sua barriga é lisa, sem nenhuma grama de gordura e mostra alguns músculos de quem frequenta academia, deixando-a ainda mais durinha. Depois ela se livrou de sua sapatilha, abriu o zíper da calça e deixou que ela escorregasse por suas longas pernas e novamente fiquei surpresa com a beleza daquele par de coxas loiros e roliços, com pelos dourados. Ao se livrar da calça comprida, pedi que ela deu uma volta e avaliei seu bumbum redondinho e firme. A bandida da menina deve usar roupas dois números maiores que o normal para poder esconder toda a beleza de seu corpo.”

“Novamente de frente para mim, a bela loira foi descendo sua calcinha vagarosamente. Primeiro minha atenção se prendeu em seus pelos pubianos, quase tão loiros como os de sua cabeça. Depois pude notar sua xoxotinha perfeita, fechadinha, com os lábios se encontrando e fechando totalmente a buceta. Ela deixou cair a calcinha e só então tive a curiosidade de olhar para o seu grelinho. Pedi para que ela abrisse as pernas e, você não acredita o que eu vi.”

– Você viu um grelinho grande. Não tão grande como o seu ou o meu, mas maior que o normal. – Disse Renata antes que eu explicasse.

– Verdade. Como você sabia? – Perguntei.

– Se não fosse assim, ela não teria te atraído. É algo que não sei explicar, mas é assim que acontece.

– Então, sem poder resistir mais, puxei-a para perto de mim. Eu estava sentada no sofá e ela perto. Quando sua buceta, que estava à altura de meu rosto ficou bem pertinho, aproximei minha boca e engoli aquele grelinho clarinho, cheiroso, durinho e muito, mas muito gostoso. Neila começou a rebolar e suas pernas tremerem. Não demorou e ela sobre o tapete e eu acompanhei sua queda, sem abandonar seu grelo que parecia se dissolver em minha boca.

“Neila fungou, gemeu, gritou e chorou. Acho que ela teve três ou mais orgasmos sucessivos, me obrigando a segurar firme em seu quadril para que o objeto de meu desejo não escapasse de mim. Quando ela parou finalmente de corcovear, colhi o mel que escorria de sua linda buceta e repeti o seu ato, indo beijar sua boca e dividindo com ela o sumo de seu prazer. Porém, não me demorei muito nesse beijo, pois ainda tinha algo que desejava fazer. Voltei minha atenção para sua linda xoxotinha, separei os lábios com a mão e enfiei minha língua o máximo que consegui, fazendo com que ela gozasse mais uma vez.”

“Ela me pediu para parar, mas eu estava ensandecida e não conseguia. Continuei a chupar, enfiando ali um dedo e depois dois. Quando meus dedos estavam bem lubrificados, voltei a penetrar sua bucetinha com minha língua e enfiei um dedo em seu cuzinho rosado que piscava para mim. Ela resistiu a princípio, me obrigando a abandonar momentaneamente sua xoxota e indo lamber seu botãozinho, também enfiando ali a língua. Isso fez com que Neila relaxasse e pude então enfiar, primeiro um, depois dois dedos em seu cuzinho.”

“Foi incrível a reação dela. Gozava e puxava meus cabelos para depois pressionar minha cabeça de encontro a sua buceta. Lamentei não ter ali um consolo para poder foder aquele cuzinho do jeito que ele merece ser fodido. Mesmo assim, acredito que foi uma novidade para ela.”

“Depois disso, repetimos quase a mesma coisa que nós duas tínhamos feito antes. Deitada no sofá, nos acariciando e nos tocando de leve até que o tesão tomasse conta de nós e voltássemos a transar gostoso. Fizemos de tudo, inclusive, um delicioso sessenta e nove quando gozamos uma na boca da outra e depois nos beijamos, misturando nossos fluídos em nossas bocas. Só não deixei ela enfiar o dedo no meu cuzinho, muito embora confesso que quando ela encostou a língua ali, fui ao paraíso e voltei, gozando ruidosamente. Só paramos de transar porque ela disse que já estava tarde e havia marcado um encontro com o namorado, embora pense que por hoje ela não vai querer saber de namorar não. A gata saiu daqui arrasadinha.”

Nessa altura, Renata apenas olhava para Letícia, sorrindo. Essa então, acabando a narrativa, quis resolver sua curiosidade e perguntou:

– Por que a transa entre nós duas é tão selvagem, bruta e com a Neila foi tão calma, chegando até mesmo a ser gentil?

– Porque entre você e ela não há a disputa da liderança. Ela é apenas mais um membro da matilha que vai fazer tudo o que você mandar, te obedecendo sempre.

– E entre nós há a disputa?

– Eu penso que sim. Veja bem, Letícia. – E adotando um tom mais didático, Renata passou a explicar. – Nós duas temos o instinto de liderança. Eu era a líder do grupo e você, por ter arraigado em você esse instinto, só conseguiu algo de mim quando agiu da forma correta, mostrando quem é que mandava. Você foi mais forte e ganhou a liderança. Mesmo assim, ainda há em mim uma centelha de liderança e essa centelha desafia você. Então, você tem que estar sempre demonstrando que é a mais forte entre nós duas. Com o tempo, isso vai passar e nós vamos poder ter transas iguais a que você teve com Neila.

– Isso não é bom, – declarou Letícia, – apesar de ter adorado o jeito que Neila e eu transamos, ainda acho que com você é mais emocionante.

– Nem se preocupe com isso sua bobinha. Sempre vai aparecer alguém desafiando a sua liderança e você vai ter que agir para mantê-la. Se sobrepujar a outra, continha na liderança, se perder, a outra assume você.

Letícia ficou pensando sobre isso, mas logo outra dúvida ocorreu. Aproveitando que estavam no assunto, não vacilou em perguntar:

– Você sempre fala em matilha, em outros membros, dando a impressão ter muita gente envolvida. Mas até agora não me apresentou ninguém, tem sido apenas você e eu.

– Quando a líder da matilha é vencida, o bando se desfaz e apenas ela passa a integrar o novo bando, se submetendo à nova líder. As demais têm que ser conquistadas. Elas vão aparecer como apareceu a Neila, se entregando totalmente a você ou então vão desafiar a sua liderança. Em ambos os casos, você vai ter a primazia de transar com elas.

– Quer dizer que vou ter que transar com todas as suas transas anteriores?

– Não existe regras. Algumas vão entrar para outro bando, outras vão ser atraídas para o seu, como no caso de Neila, que me surpreendeu, pois está aqui há mais tempo que você e nunca se aproximou de mim. Mas agora você já tem a ela também para extravasar seu tesão.

– Só mulheres? – perguntou Letícia. – Quer dizer que agora somos apenas lésbicas?

– Não Letícia. Homens também vão surgir, mas em outro contexto. Eles não disputarão a liderança contigo e apenas serão usados para atender às suas necessidades de sexo.

– E você não fica com ciúmes?

– Não há ciúmes nesse jogo. Apenas tesão e prazer. Não que eu não te ame e deseje cuidar de você de todas as formas.

Letícia ficou emocionada com o que a sogra lhe dizia e se atirou em seu colo, beijando sua boca com paixão. Renata, de forma calma e educada, perguntou se Letícia queria transar novamente.

– Você ainda aguenta outra foda? – Perguntou

– Lógico que aguento, – Respondeu Renata rindo, – Não sei é se você aguenta.

– Isso é uma verdade. Eu estou arrasada hoje, me leva para casa.

Saíram felizes, de mãos dadas e Renata conduziu o carro com cuidado até a frente da casa de Letícia. Ali chegando, estacionou e ficaram namorando um pouco ainda dentro do carro. Estavam distraídas, em um beijo alucinante, com as mãos já explorando uma o corpo da outra, quando ouviram uma batida no vidro do lado do passageiro. Olharam naquela direção e viram o rosto de Lucas, transtornado com o que assistira. Sem poder fugir disso, Renata baixou o vidro e seu filho, colocando o rosto para entro do carro, perguntou:

– É por isso que você trata minha namorada tão mal? Quer dizer que longe dos outros aquela raiva toda se transforma nisso?

Letícia e Renata se entreolharam. Nos olhos da primeira, surpresa e medo, no da segunda, júbilo e tesão.

Comentários

12/01/2017 23:27:29
Vi seu comentário sim Nassau! Ai que eu não dou essa sorte d ter meu sonho realizado! Mas se desse essa sorte não tenho dúvidas que ficaria muito feliz! ahahaha
11/01/2017 17:49:38
Meu deus! Nada que eu diga aqui vai descrever o que eu senti lendo esse conto, serio é simplesmente magnifico. Ansiosa pra ler o proximo.
11/01/2017 13:48:35
Catitinha, tenha muito cuidado com os seus desejos. De repente eles podem se realizar. Vai que se realiza e aí você corre o risco de NÃO SE ARREPENDER. Como é que fica? rsss Obrigado querida, pela boa vontade em comentar. Aproveitando, obrigado a você também Bibio8
11/01/2017 10:29:33
Adorando
10/01/2017 21:56:38
Adorando essa história! Adoraria fazer parte dessa matilha! hahaha

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