Quase um Menage a Trois Depois da Boate Gay

Um conto erótico de Leonardo H.
Categoria: Homossexual
Contém 1201 palavras
Data: 04/12/2016 23:27:36

Oi, me chamo Leonardo, no conto passado, contei sobre a primeira vez que fiz anal com Robério, o ex-namorado da minha irmã, antes deles terminarem. Bom, 3 dias depois da nossa transa, ele chegou pra minha irmã e terminou. Ela concordou disse que já não aguentava mais, achava que ele estava a traindo e terminaram sem choro. (Uma vitória pra ela que sempre ficava na fossa por quase um mês depois do termino de namoro.) Então, eu falei que tínhamos ficado amigos e continuaríamos nos vendo. Ela disse que não se importava e continuamos a nos ver. Passaram-se as semanas e quase todo dia, ele me pegava pra levar à faculdade e eu sempre fazia um boquete no caminho. Eu amava. E as vezes que não me levava, me mandava uma foto ou um vídeo, pelo snapchat, com sua rolona dura, recém-gozada ou consolos enfiados inteiros no seu cu. Eu enlouquecia todas às vezes que via. Pois bem, uma noite, ele me liga, me chamando pra uma saída numa boate. Eu aceitei de boa e saímos. Fomos pra uma boate e ficamos com algumas minas um cara ou outro. Aproveitamos e bebemos todas, whisky, vodka, tequila, uns coquetéis muito bons, com frutas e tal. La pras 1:30 da madruga, ele recebe um telefonema e ao desligar, me avisa que um amigo tinha chamado a gente pra ir noutra boate. Eu digo que sim e vamos. Chegando lá, descubro que é uma boate gay. Nunca tinha ido numa e não tenho problema em ir. Entramos e encontramos o amigo dele lá dentro. Alex era seu nome e ele era muito gato. Porte físico de jogador (dava pra ver o tanquinho na barriga pela blusa colada no corpo), branco, cabeça raspada. Um deus grego, igual Robério. Conversamos um pouco, descubro que ele não curte jogos de tiro, como eu curto, mas estava viciado em Overwatch (quem pode julga-lo, né!), conversa vai, conversa vem, vou ficando mais gamado nele. Ele me prende na parede e me dá um beijo, sua língua na minha, seu hálito com gosto de morangos e vodka. Fui ao delírio. Umas 2:10 da madrugada, Alex, Robério e eu fomos embora. Pra casa do amigo. Chegando lá, comemos algo e ficamos na sala, conversando e jogando OW. O ex da minha irmã não jogou, “Tô meio zonzo, meus reflexos tão um lixo” disse, 3 partidas depois deligamos e só conversamos, Robério confessou que tínhamos um relacionamento sexual. Alex estava com um short curto e sem cueca, deu pra ver assim que abriu as pernas depois de contarmos a ele. Dava pra ver seu pau. Era enorme. Não tinha a pelezinha em cima da glande, mas não ficava pra traz do pau de Robério. O ex foi ao banheiro, sem perceber que fui atrás dele. Quando entrou, prensei-o na parece e o vi com o pau duro, coloquei a mão por cima da calça e alisei, mandei tira-lo pra eu chupar. Obedeceu, ele disse que estava morrendo de vontade de mijar. mas aquela rola suculenta não podia esperar. Me abaixei e puxei a calça pra baixo, ela trombou na minha cara. E comecei a chupar, desde a cabeça, até seu saco peludo. Já tinha pedido pra raspa-los, mas esqueci daquela vez de falar, ele não ligava pros pelos, então só tirava se eu pedisse. A cada chupada, um gemido alto, com certeza Alex estava escutando, até que minha boca se encheu de liquido quente. Não era porra. tirei minha boca do pau num movimento rápido e vi o liquido amarelado vir na minha cara, como uma mangueira. Ele estava mijando em mim. Não sei explicar a sensação, mas não odiei. Fiquei mais excitado ainda. Em um gesto instintivo, abri a boca e fui bebendo cada gota que vinha. Quando terminou, me pediu desculpas e eu sem dizer nada, fui tomar banho. Meu pau ainda estava duro, ele chegou por traz de mim e segurou minha rola, começou a me masturbar lá aquele pau meio mole, meio duro roçando na minha bunda, não demorou muito e gozei, debaixo do chuveiro ligado, a agua quente escorrendo pelo nosso corpo. Saímos de lá e fui nu para a sala, disse o ocorrido para o Alex e ele arranjou uma roupa limpa pra usar. Depois de mais uns minutos, o Robério dormiu no sofá da sala e ficamos conversando mais um pouco. Eram umas 3:30, quando Alex, percebendo que eu já estava de pau duro, se levantou e abaixou o short. Seu pau, mole, ia de um lado pro outro. Era veiúdo. Eu também adoro rolas cheias de veias e bem grossas. O dele era desse jeito. Me falou “Leo, posso te chamar de Leo? Desde aquele beijo na boate, fiquei gamado em você, só não parti pra cima antes por cauda do Robério, mas não aguento mais, eu vi que você adora uma rola, não só a dele.” Ele estava certo, eu amo o pau do Robério, mas adoro uma rola, principalmente se for grossa e grande, como a deles. Falei “Beleza, pode me chamar de Leo sim. Não temos uma relação, mas é só algo sexual mesmo ” e quase como instinto e hipnotizado por aquele pauzão, fui com a mão nele. Senti seu tamanho e sua largura, assim como seu peso. Seu saco era grande e também pesado, à medida que massageava vi que logo foi ficando duro. Era maior ainda ereto, maior até que o do ex. ele estava com tanto tesão que sua cabeça, logo ficou lubrificada, dei uma lambida na viscosidade e quando vi, já estava com ele inteiro na boca, chupando e chupando, lambendo cada pedado, cada centímetro. Coloquei meu pau pra fora, enquanto chupava-o, tirei o short que me dera, ficando totalmente nu na sua frente. Comecei a me masturbar, à medida que chupava a glande, descendo pro saco raspado (perguntando depois pra ele sobre isso, ele disse que sentia mais tesão com o saco sem pelos). Começou a fazer movimentos de vai e vem, estava literalmente fodendo minha boca, ao invés de eu chupa-lo. Gozei. A porra sujou minha mão inteira e parte do tapete branco que estávamos, a pouco tempo atrás, conversando. Levei a porra ao seu pau babado e misturei tudo, chupando e sentindo minha porra mais o gosto da sua rola grossa. Ele goza. Seu pau, que já mal cabia na minha boca, agora estava ensopado de porra, sua porra. Tirei-o e fui lambendo cada resquício que estava lá, até o que tinha escorrido pro seu saco. “Vocês começarem sem mim, seus putos?” a voz de Robério veio da porta. Em pé, de cacete duro, escorado na porta, segurando a rola como se estivesse se masturbando. Quando se sentou conosco, descobri que foi ele mesmo que ligou pro amigo e combinou de fazermos um ménage à trois, porem tinha bebido demais e capotou. Alex disse que pensava que eu era só um carinha que ele tinha encontrado na balada quando concordou com o ménage. Não fiquei puto por saber que ele tinha planejado pra eu chupar outro cara, adorei conhece-lo, na verdade. Se não tivesse conhecido, não teríamos o melhor fim de semana que teríamos a alguns dias no futuro dali. Fim

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Comentários

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Semelhante a Valtersó, também gosto de pelos pubianos. O saco até pode ser raspado, pois fica mais gostoso de linguar. Espero que não demores a postar a continuação do relato de vocês três. Um abraço carinhoso,

Plutão

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NÃO CURTO PAU RASPADO. FICA MUITO FEIO E PARECENDO PINTO DE CRIANÇA. ROBÉRIO NÃO SABE FICAR DE BOCA CALADA E CHAMA MAIS ALGUÉM. ISSO É FODA. RIDÍCULO. NÃO SABE APROVEITAR AS COISAS.

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