Casa dos Contos Eróticos

Incesto na favela - Parte 1

Autor: Rafael
Categoria: Grupal
Data: 29/12/2016 16:53:36
Nota 9.75
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Olá a todos. Meu nome é Rafael, tenho 21 anos e vou contar a vocês um pouco da minha vida. Pra quem não sabe, na favela é muito comum o sexo ser mais explícito e livre, porque as casas estão muito próximas, as pessoas dormem amontoadas em quartos e vizinhos entram e saem da sua casa sem bater na porta. Por isso é normal o marido passar a rola na vizinha, fulano chupar o pau do outro e ser descoberto viado, primas se pegarem e darem pra vapor em troca de paranga etc. Então na minha casa não foi muito diferente. Eu morava em um barraco com mais seis pessoas. Meu pai Josimar era um mulato barrigudo com bigode de 47 anos, mal parava em casa e estava sempre bebendo com os amigos ou passando rola na minha mãe descaradamente mesmo dividindo o quarto com os filhos. O babaca já tinha apanhado várias vezes dela por ter comido uma vizinha feia e dadeira dos fundos e dar em cima de duas irmãs loiras que viviam tomando sol na laje perto de casa. Minha mãe se chama Marta, é mulata também, tem 41 anos e ficou grávida cedo, coisa normal na favela. Por conta dos três filhos ela já está um pouco gorda, mas a bunda enorme e ainda empinada compensa, além dos peitos imensos, apesar de caídos. Fora isso eu tenho um irmão mais velho, o Pablo, de 27 anos, moreno e bombadinho, um filho da puta que não faz nada e anda com a galera do tráfico. Vive indo pra baile funk e já engravidou duas meninas, mas não assumiu a paternidade. Minha irmã Deisy tem 25 anos e é uma maravilha. Foi esperta de não engravidar até agora, vendeu a virgindade pra pagar a faculdade de administração e é gostosa pra caralho, tem a cor do pecado, bunda durinha e empinada, magrinha e peitinhos grandes e desproporcionais pro tamanho dela. O rosto é um pouco feio, porque ela tem ferrugem na cara e uma testa grandinha, mas o corpo é demais. Eu sei que ela às vezes se prostitui por dinheiro, mas em casa todo mundo finge não saber. Fora isso ainda tenho uma tia irmã do meu pai que mora com a gente, a Ivanir, que é chata pra caralho, tem um corpo meio quadradão sem peito nem bunda, rosto feio pra caralho e uns dentes que precisam de cuidados. Fuma o dia todo e não faz porra nenhuma, mas vive de uma aposentadoria do marido que já morreu. Ela tem 53 anos e tem um quarto só dela. A mesma coisa vale pra minha avó, que tem 56 anos e ainda está enxuta. Diferente da minha mãe, ela tem uma bunda pequena, mas empinada também. Os seios são muito pequenos, então ela não está tão caída. Vive se maquiando e curtindo quanto está em casa, mas normalmente fica na casa dos patrões dela, onde ela faz faxina. Quando está em casa dorme na sala.

Bom, vamos ao que interessa. Há 7 anos atrás, quando eu tinha 14 anos, entrei em férias escolares e lembro que tudo o que eu queria era passar o dia me masturbando. Diferente dos meus amigos, eu ainda era virgem e não sabia falar com as mulheres. O único computador ficava na sala e eu não me masturbava no banheiro porque era só um em casa e toda hora tinha gente lá, fora que dava na cara. Na sala eu só conseguia de noitão quando minha avó não estava. Nas últimas duas férias eu tinha me ferrado, bati poucas punhetas e não queria ir pra casa dos meus brothers, que se reuniam em um quarto pra se masturbarem em paz. Tinha feito isso umas vezes mas não curtia, ainda mais da última vez quando um viado lá da escola foi junto e quis chupar o pau de todo mundo. Eu não deixei e ainda me zoaram.

Bom, nas três primeiras noites não consegui fazer nada porque a porra da minha tia chata ficou vendo filme merda na TV até muito tarde e ainda ficava mandando eu sair da sala porque ela queria prestar atenção no filme. No quarto dia minha avó veio dormir na sala e mais uma vez tomei no cu. Na quinta noite minha avó dormiu de novo em casa e meu pai chegou bebado pra caralho e montou na minha mãe assim que escureceu. Eu e meus irmãos dormimos no chão ao lado da cama, com minha irmã de um lado, meu irmao do outro e eu num colchão estirado perto do pé da cama. Eu tava de pau duro e ouvindo meu pai ofegante e bebado falando "faz eu gozar sua puta" todo grogue enquanto minha mãe meio chorava, meio gemia. Só deu pra ver que era tesão quando ela gozou e começou a gemer fininho um tempão. Nessa hora pensei "foda-se" e bati uma punheta porque não aguentava mais, mas foi uma merda, proque tinha que ficar vendo se meu irmão ou irmã iam ver alguma coisa.

Bom, no sexto dia lembro que era uma sexta e eu tinha saido com os amigos pela favela, voltei tarde e parecia que tudo ia dar certo. Meus irmãos iam passar a noite fora, meu pai bebado com certeza ia ficar fora de casa, minha avó já tinha avisado que não ia pra casa e eu já me preparei pra uma punheta daquelas.

De noite esperei minha mãe e tia irem dormir. Minha mãe foi cedo, uams 11h da noite, mas minha tia pra variar não ia pro quarto dela. Aquela baranga chata do caralho ficava indo pra cozinha arranjar o que comer, ficou implicando comigo "vai dormir Rafael, ta tarde" e quando eu falava que não tava com sono ela falava "não tem que ter sono, só vai dormir". Depois que ela parou com isso ficou insistindo que se eu não ia dormir tinha que ajudar ela a arrumar o quarto dela (vadia) e que se eu não ajudasse ia fazer escandalo porque eu tinha que aprender a ser útil em casa. Eu não sabia responder ela, mas tava puto e falando claramente que não ia fazer isso, mas ela insistiu e eu queria logo bater punehta, fui até o quarto dela e ajudei ela a arrumar uns perfumes e umas besteiras. Ela ficou o tempo todo implicando que era pra ter cuidado e ia me bater se eu quebrasse algo, me fez abrir armário e buscar coisa, muito cuzona como ela sempre foi. Ficou fumando dentro do quarto e mandando eu fazer as coisas e eu já de saco cheio. Eram 2h da manhã e ela ainda tava arranjando serviço pra mim, até que ela falou "ta, amanhã você continua, vaza que eu quero dormir pirralho do caralho" e eu puto por ela ser mal humorada e grossa comigo já sai batendo a porta e pensei "vai dar merda, ela vai começar a gritar", mas não rolou nada.

Esperei um pouco e liguei o PC, comecei a pesquisar sobre bucetinhas branquinahs e loiras rabudas. Meu pau já tava super duro e eu queria bater pelo menos duas antes de ir pra cama. Comecei a me masturbar feito louco com as calças lá no chão quando de repente a porta do quarto da minha tia abriu com tudo, ela já foi falando "Rafael, vai dormir" e eu desesperado de costas pra ela fui puxando as calças enquanto a loirinha no filminho dava pra três picas pretas. Ela falou "Ainda fica vendo putaria seu moleque" e eu desesperado se minha mãe acordasse, pedi desculpas e ela falou "Desculpas nada, seu tarado. Tem que controlar esse pinto" e começou aquele blablablá que só minha tia Ivanir é capaz de fazer. Ela veio até a minha direção rindo e perguntou o que eu tava vendo. "Vídeos, tia", falei. "Coloca o último que você viu" fiquei sem graça, mas ela já me deu um tapa na nuca e falou "coloca porra" e eu coloquei. A loirinha ali mamando três negões e dando pra eles. Ela começou a rir, falou que eu nunca ia ter uma pica de respeito daquelas, que eu era pirralho e magro, que meu pinto era fino e que loira não gosta de favelado. Ela tava me irritando muito e rindo do vídeo, me fez colocar vídeo gay e falou que aí sim "dois caras gostosos" e ficava fazendo eu dar zoom nas mamadas de rola dos viados e me zoava perguntando se eu não gostava, depois pediu pra colcoar vídeo de travesti com travesti e com homem e eu tava puto da vida porque ela tinha estragado minha noite e ainda tava me zoando na maior, eu não podia fazer nada. Até que um dos favoritos do vídeo estava lá "pai come filha a força" e ela me mandou colocar. Era um desses vídeos falsos de incesto, mas ela começou a zoar dizendo que meu pai um dia ia chegar bebado e meter na minha avó ou na minha irmã, começou a pedir pra ver mais vídeos de incesto e uma hora eu me irritei e falei "vou dormir tia" e ela disse "vai porra nenhuma moleque, ninguém mandou não controlar o pau, agora aguenta". Ficamos uma hora vendo aquelas merdas de rolas com rolas até que ela mandou eu desligar o computador e esfriar o pau no chuveiro. Eu levantei pra ir pro quarto e ela me pegou pelo braço "mandei esfriar o pau no chuveiro" "mas eu não quero", falei. "Não tem querer, moleque. Não segurou o pinto agora aguenta ser zoado e agradece que eu não vou falar pro seu pai, que te daria umas porradas". Fui até o banheiro e ela foi junto falando "vamos ver se o pintinho do Rafa amolece depois de tanto porno gay que ele curte" e eu puto demais com a cabeça a mil não queria tirar a roupa na frente dela, mas ela me obrigando, até que eu tirei e entrei debaixo do chuveiro. Como não tem box na casa, ela me viu pelado ali e quando olhei pra cara dela, vi um espanto. Ela olhando pro meu pinto meia bomba enquanto eu me lavava. "Porra Rafael, sua pica tá responsa. Tá maior que de muito marmanjo". Eu não queria me gabar, mas tinha medido ela e, apesar de fina, tinha 18cm. Daquele jeito meia bomba devia estar com uns 15cm. Ela então falou "Bate uma pra se aliviar que a tia quer ver" e eu falei "não tia, chega, vou dormir" e ela falou "bate uma punheta nessa porra moleque, tu é virgem?" e eu abaixei a cabeça. Ela voltou a me zoar e saiu do banheiro. Eu terminei de banhar, me sequei e sai pelado mesmo. Quando cheguei na sala pra ir pro quarto, minha tia tava lá, peladona, com uns peitos muchos, bunda caidassa e cheia de celulite, um corpo estranho, mas uma xoxota raspadinha lá embaixo que parecia apetitosa. Ela falou "vem pro quarto, moleque. Vou tirar teu cabacinho".

A filha da puta não deixou de ser cuzona em nenhum momento. Primeiro me chupou um pouco e disse que meu pau era fino, mas a essa altura eu não liguei, tava só curtindo a chupada. Depois mandou eu chupar ela e ficava reclamando que eu não sabia fazer, mas a verdade é que eu tava achando uma delicia sentir gosto de xoxota na boca. Por fim, ficou de quatro e disse "agora mete" e eu fui com tudo e enfiei meu pinto nela. Descontei toda a raiva que tinha daquela porra de mulher feia, mas com uma xoxota até que fechada e boa, provavelmente porque ninguem queria comer". Meti, meti muito, com raiva, tesão. Ela começou a gemer e falava "vai fazer esse servicinho pra tia sempre, rafa? vai?" e eu não respondia nada, só pegava na cintura dela e metia com vontade, com raiva, querendo detonar aquela puta. De repente senti a pressão no pau e comecei a gozar sem parar dentro dela. Segurei ela pela cintura e bombei muito gostoso enquanto esporrava. Cai exausto pro lado e ela estava arfando, acendeu um cigarro e disse que eu até que tinha metido bem, mas precisava ir pra cama. Nisso eu falei "calma tia, quero gozar de novo" e ela riu e falou "até parece que consegue seu porra", mas eu disse "se me mamar com gosto, eu consigo sim" "ok, eu vou, mas se broxar eu conto pro teu pai que você me comeu e você ta fodido" Pensei em como ela era filha da puta e feia e que eu tinha perdido o cabaço com uma mulehr horrivel, mas a buceta falava mais alto. Ela me mamou um pouco e logo tava pronto. Ela foi virar a bunda pra cima, mas eu fiz ela abrir as pernas igual frango assado e comecei a meter. Ela falava "Assim não, a tia sente culpa de dar pra você ooohhhh" e parecia que a culpa deixava ela ocm mais tesão. Eu bombei muito naquela xoxota, até que uma hora ela me puxou e começou a beijar minha boca com aqueles dentes zoados dela. Não sei se foi porque eu era novinho, mas aquilo tudo me deu tesão. Ela então sussurrou no meu ouvido "tu é só meu, moleque. Nem pensa em comer outra vagaba por aí" e nisso eu gozei de novo e enxi a xoxota dela de porra mais uma vez. Levantei enquanto ela pegava outro cigarro e falava pra eu me mandar. Fui dormir pensando na merda toda que rolou e mal sabia que eu ia ter as melhores férias da minha vida.

Comentários

13/01/2017 10:39:35
com sotaque. e expressões da favela o conto ficou bem. legal.... toma meu 10. ai
30/12/2016 00:08:31
Boa pegada o conto.
29/12/2016 22:58:30
Adorei raapaaz!!! Vc tem jeito pra narrar pa caralho++++++ nota máxima!
29/12/2016 17:26:19
Sua capacidade de expressar o cotidiano, os detalhes, é incrível. Que conto incrível. Louco pra saber mais histórias dessa família muito louca.

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