Persuasão S02 - Parte V - O lenhador

Um conto erótico de Forrest Mineiro
Categoria: Heterossexual
Contém 7421 palavras
Data: 20/11/2016 15:10:28
Assuntos: Heterossexual

No outro dia quando o sol despontou pela janela, acordei moído, cansado pela noite maravilhosa que eu tivera anteriormente. Cristina ainda estava dormindo, com a cabeça no meu peito. Levantei vagarosamente para não acordá-la e fiquei admirando-a dormir, aquele corpo nu me encantava, muito gostosa e perfeita, com o sol batendo em algumas partes do seu corpo.

Fui tomar um banho e nisso lembrei que hoje era o teste de desfile da Vanessa, e que seria bom dar um descanso para a Cristina e para mim também, pois ninguém é de ferro.

Quando saí do banho Cristina já estava de roupa trocada e com o café na mesa.

- Desculpe-me, mas tenho que ir, estou atrasadíssima, tenho muita coisa para fazer hoje.

- Como você conseguiu as roupas?

- Peguei a chave da porta da sala e peguei no carro, super rápido.

- Estava pensando em dar uma folga a você, já que disse que provavelmente irá ficar menstruada.

- Acho que de hoje não passa, estou super dolorida, não sei se foi por causa de ontem ou da menstruação, mas estou acabada.

- Então tá bom, nos vemos na empresa.

Terminei meu café tranquilo e fui para a empresa, chegando lá a primeira pessoa que vi foi o Otávio, que veio ao meu encontro.

- Meu Brother, como você está?

- Bem e você?

- Radiante, que foda maravilhosa, a patroinha é demais, e olha, nosso plano está indo muito bem, quando ela estava chegando, mexi com ela, que ficou furiosa.

- Ótimo, o que você disse a ela?

- A foda ontem foi ótima né, está andando até com as pernas abertas, estou louco para te ver peladinha novamente e ela disse:

- “Nunca mais você encostará as patas em mim”.

- Isso mesmo, você tem que deixa-la com bastante raiva de você, e a empresa inteira tem que saber que vocês não se dão bem.

- Mas se eu perder o meu emprego?

- Pode ficar tranquilo que eu sei o que eu estou fazendo.

- Então tá bom, confio em você.

- Agora ela não quer que eu pegue a Sofia mais, você acredita?

- Por quê?

- Não sei, mas vou procurar saber.

Na parte da manhã foi tão corrido, que nem encontrei Cristina, na hora do almoço fui novamente ao restaurante onde Sofia trabalhava, não sei como eu iria fazer para acabar tudo com ela.

Eu acabei de sentar e ela já veio sorridente para o meu lado.

- Oi André, como passou de ontem?

- Muito bem e você?

- Maravilhosamente bem, amei o nosso encontro.

- Que bom que você gostou.

- E você gostou?

- Muito, você é deliciosa.

- Então, estou precisando de uma ajudinha sua.

- Qual?

- Estou precisando de uma grana...

- De quanto você está precisando?

- Estou precisando de R$ 250,00.

- Esse mês estou quebrado, totalmente sem grana.

- Eu te pago bem gostoso, do jeito que você gosta.

- Olha Sofia, não quero que você me leve a mal, mas eu não pago por sexo.

- Mas aquela vez você pagou para beber meu leite, lembra?

- Sim, lembro, mas era em outras circunstâncias.

- Só por que agora você já comeu perdeu o interesse né?

- Se eu pedisse o dinheiro ontem tenho certeza que você pagaria, mas como já se esbaldou agora não quer saber mais.

- Na verdade, se você quer fazer por dinheiro, tenho certeza que você irá encontrar outra pessoa fácil, um exemplo é o seu patrão, ele não tira os olhos de você, tenho certeza que ele topa.

- Tá maluco eu me oferecer para o meu patrão, pirou?

- Relaxa, se você quiser eu ajeito tudo para você.

- O que ele vai pensar de mim? Que sou uma prostituta?

- Isso importa?

- Claro que importa, mas preciso pagar o aluguel que está atrasado, preciso desse dinheiro até amanhã e não sei o que faço, essa foi a única forma que encontrei, pois meu salário ainda vai demorar e já peguei todo o vale que eu poderia pegar, estou desesperada.

- Eu te ajudo, só não tenho a grana, mas se você topar, tenho certeza que ele vai aceitar.

- Mas fala de um jeito que....

- Pode ficar tranquila, fala para ele que preciso trocar umas palavras com ele.

Alguns minutos o senhor Tadeu chegou e sentou na minha mesa.

- Oi André, a Sofia disse que você queria falar comigo.

Sr. Tadeu aparentava ter uns sessenta anos, tinha um bigode já branco, meio careca e uma barriguinha saliente, não exibia muita beleza, mas era bastante gente boa.

- Sabe Tadeu, eu venho aqui todos os dias, adoro a comida daqui, as garçonetes me tratam muito bem.

- A Sofia te trata muito bem né, pois é só você chegar que ela já vem correndo lhe atender.

Notei um certo ciúme em sua fala.

- Pois é... Bom estava pensando, por que o senhor não dá uma mudada na fachada do seu restaurante, podemos fazer um marketing legal do seu estabelecimento, tenho certeza que sua clientela irá aumentar muito.

- Eu sou um cara antiquado, não acredito muito nessa coisa de Marketing, isso não resolve nada, o que resolve é preço e comida boa.

- Isso com certeza, por isso que venho aqui todos os dias, mas quantas pessoas não sabem que o seu estabelecimento existe, podemos criar uma página no Facebook e aumentar sua clientela, eu com as minhas estratégias consigo convencer qualquer pessoa a fazer o que eu quiser.

- Ahhhh, duvido.

- O senhor é casado?

- Sou separado.

- Qual a sua garçonete mais bonita?

- Com certeza a Sofia.

- Eu aposto R$ 1.000,00 que eu convenço ela a transar com o senhor.

Ao ouvir isso Tadeu abriu um sorriso de orelha a orelha.

- Você jamais conseguirá fazer isso.

- Uai, quer apostar?

- Você vai perder R$ 1.000,00 para mim e vai deixar de ser meu cliente.

- Não, eu vou ganhar R$ 1.000,00 e você ainda vai se tornar meu cliente e vamos fazer o Marketing da sua empresa, vamos mudar fachada, vamos dar uma repaginada em sua empresa.

- Mas quanto vai me custar isso.

- Depois nós negociamos os valores, só preciso da grana da aposta.

- Mas você já quer receber adiantado, e se você não conseguir?

- Claro que consigo. Se não conseguir te devolvo.

- Você vai oferecer dinheiro para ela, você é louco? Ela vai dar na sua cara.

- Eu sei o que eu estou fazendo.

- Está bem, vou lá buscar o dinheiro.

Passado alguns minutos ele veio com a grana, e me entregou.

- Agora vai lá e pede para a Sofia trazer o meu pedido.

- Tudo bem.

Sofia chegou meio sem graça com o meu pedido.

- Sente-se.

- Falou com ele?

- Sim, já está tudo resolvido.

- O que você falou para ele.

- Isso é segredo, um bom mágico nunca conta o seu segredo.

- Você falou que vou cobrar?

- Claro que não, falei que iria convencer você a transar com ele somente isso.

- Menos mal.

- R$ 250,00 pela transa né.

- Isso mesmo.

- Vou te dar R$ 500,00, 250,00 para você transar com o seu patrão e mais R$ 250,00 para você transar com um amigo meu.

- Qual amigo seu?

- Não sei ainda, veremos no futuro.

- Tudo bem.

- Sem frescuras né, barba cabelo e bigode, tem que agradar o seu patrão.

- Trato é trato.

- Você poderia ir hoje a noite na casa dele, o que acha?

- Pode ser, vou pelas 19hs.

- Tá marcado então, depois quero saber todos os detalhes do que rolou.

- Pode deixar, te conto tudo.

- Agora vai lá e fala para o Tadeu vir conversar comigo.

- E aí André?

- Você perdeu R$ 1.000,00!

- Cara nunca fiquei tão feliz na minha vida em perder dinheiro, o que você falou para ela.

- Isso é segredo, ela vai em sua casa as 19hs.

- Hoje?

- Sim.

- Mas ela vai lá só para conversar ou...

- Ela vai para dar para você, agora se você quiser somente conversar eu não posso fazer nada, aproveita e dá um bom trato nela, pois o marido dela é bem fraquinho...

- Vou fazê-la subir pelas paredes, há muito tempo sou louco nela.

- Então manda vê. Já vou começar a dar andamento no seu projeto de marketing.

- Combinado.

Terminei o almoço rapidinho e fui ao encontro de Renan, deixei com ele os outros R$ 500,00 que havia ganhado como cafetão, que era para a sua prima se produzir e comprar as coisas que precisava para fazer o teste de desfile hoje a noite.

- Oi Renan, estou com muita pressa, você sabe onde moro, vou deixar as chaves lá de casa com você para vocês irem ajeitando as coisas, pois senão não dará tempo.

- Tudo bem André, muito obrigado por tudo que você está fazendo por mim e pela minha prima.

- Ahh, já ia me esquecendo, toma também esses R$ 500,00 que ganhei como cafetão, para você comprar alguma coisa que precisar para o desfile e para sua prima se arrumar em um salão, ela tem que estar perfeita para hoje à noite.

- Ohhh, agora está trabalhando como cafetão?

- Pois é, não iria pegar esse dinheiro, mas como sua prima precisa para se arrumar, achei que seria bem aplicado.

- Ela foi ontem lá pegar as lingeries na loja da Juliana, é cada lingerie que deixa a gente louco.

- A Juliana caprichou então?

- Sim, algumas das lingeries, as outras meninas não tiveram coragem de desfilar com elas, aí grande parte dessas ela deu para a Vanessa, vamos ver se ela vai ter coragem de desfilar com elas.

- Mas são muito ousadas?

- Você nem imagina, na hora você vai ver.

- Não vejo a hora, agora preciso ir, já estou com o horário estourado.

- À noite a gente se encontra então.

- Combinado.

Voltei para o trabalho, o dia estava tão corrido que não estava dando tempo para fazer nada, chegando à empresa, mais problemas para resolver.

Quando entrei em minha sala, encontrei Cristina furiosa.

- Aquele otário do seu amigo andou falando para algumas pessoas que eu dei para ele.

- Como assim?

- Quando eu voltei do almoço, estava ele e mais dois funcionários da manutenção sentados perto da entrada da empresa fazendo horário de almoço e quando eu passei eles cochicharam entre eles, e quando eu olhei para trás eles estavam rindo.

- Às vezes estavam rindo de outra coisa.

- Claro que não, estavam falando de mim, tenho certeza.

- Tudo bem, acalme-se, o que você pretende fazer?

- Quero que ele vá embora da empresa.

- Você não pode demitir ele assim, precisa do emprego, ele trabalha direitinho.

- Irei fazer uma advertência por escrito, exijo respeito, vou ligar para a Larissa do RH e pedir para ela chama-lo em sua sala e dar a advertência.

Ela ligou para a Larissa solicitando que chamasse Otávio em sua sala e saiu com a cara feia.

Imediatamente peguei o telefone e liguei para o Otávio.

- Otávio.

- Oi.

- Aqui, deu certo, a Cristina falou com a Larissa para te dar uma carta de advertência.

- E agora?

- Com certeza ela vai te perguntar o motivo, aí você fala para ela.

- E se a Cristina estiver junto.

- Pode falar também.

- E se elas me mandarem embora?

- Pode ficar tranquilo, a Larissa vai querer saber o porquê da Cristina ter feito isso, aí você ganha a confiança dela, mostrando que a Cristina não gosta de você.

- Vou desligar o celular, estão ligando no fixo aqui.

- Depois você me conta.

- Tá bom.

Passado mais de uma hora, o Otávio me liga no celular.

- Tá feito!

- Como foi lá?

- Eu cheguei a Larissa estava sozinha, ela pediu para eu sentar. Sentei, aí ela me comunicou que a Cristina havia lhe pedido para me dar uma advertência por conduta imoral. Pedi para ela me explicar melhor, pois não havia entendido. Ela havia dito que a Cristina tinha apenas falado isso para ela e que não tinha entrado em detalhes, então contei a minha versão da seguinte forma:

“ - Olha, quando ela estava chegando do almoço eu estava sentado no banco que fica perto da entrada da empresa com mais dois colegas da manutenção, ela passou a gente estava conversando e rindo e ela achou que era dela.”

“ - Mas por quê?”

“ – Não posso falar o motivo pelo qual ela acha que eu estava falando dela.”

- Quando eu falei isso, surgiu um interesse em saber o que estava acontecendo, nesse momento ela começou a morder a isca.

- Continua Otávio.

- Ela continuou.

“ – Você pode confiar em mim, eu como RH da empresa, represento uma elo entre o empregador e o empregado.”

“ – Eu sei disso, mas é que são assuntos que extrapolam o campo do profissionalismo.”

- Cada vez ela estava mais interessada naquele assunto.

“– Posso lhe garantir que nada do que for falado aqui sairá dessa sala, te dou a minha palavra.”

“ – A Cristina me odeia, ela quer me mandar embora de tudo quanto é jeito, só não faz isso porque o André não deixa.”

“ – Mas que tipo de poder o André tem sobre a Cristina, para impedir que ela te demita.”

“ – O mesmo poder que a faz todas as noites ir dormir na casa dele.”

- A Larissa ficou de boca aberta quando eu disse isso, ela não acreditou muito não.

- Continua Otávio, o que mais ela disse?

- Ela disse:

“ – Eles tem um caso? A Cristina toda mimada tendo um caso com um funcionário?”

“- Sim, acho que ele descobriu alguma coisa dela e agora está a chantageando.”

“ – E você sabe o que é?”

“ – Não sei, mas posso tentar descobrir.”

“ – Já que você não sabe o que é, por que a Cristina achou que você estava rindo dela, ou comentando alguma coisa dela?”

“ – É que na noite passada, eu e o André demos um pega nela.”

“ – Pega?”

“ – Você entendeu, comemos ela, nós dois juntos.”

“ – Não é possível, a Cristina, com você e o André, não é possível, não acredito.”

“ – Por isso lhe disse que o André sabe algo muito “cabeludo” dela para ela se sujeitar a isso.”

“ – Mas o que será?”

“ – Não faço a menor ideia, mas o André é muito meu amigo, confia em mim, posso tentar descobrir e também me garantir caso a Cristina queira me mandar embora.”

- Nisso a Cristina entrou na sala com a cara fechada, perguntando se eu já havia assinado a advertência. A Larissa contornou a história, dizendo que, já havia conversado comigo, que a minha conduta foi errada e que já estava providenciando a advertência, que assim que estivesse pronta lhe avisava. Cristina saiu e a Larissa me disse.

“- Pode ficar tranquilo, vou fazer a advertência para ela não desconfiar de nada, vamos marcar um dia pra gente conversar lá em casa sobre isso, fiquei muito interessada nessa história da Cristina, mas confesso que até agora não estou conseguindo acreditar.”

“- Vou arrumar uma foto dela peladinha e te mostro.”

“ – Melhor prova impossível.”

“ – Pois então, vou arrumar a foto e levo na sua casa, pois aqui na empresa as paredes tem ouvido.”

“ Tudo bem, melhor mesmo.”

“ – Só não poderei deixar a foto contigo, pois senão pode cair em mãos erradas.”

“ – Eu tenho um cofre lá em casa que somente eu tenho acesso, pode ficar tranquilo.”

“ – Se é assim tudo bem, vou providenciar a foto e marcamos na sua casa.”

“ – Só mais uma pergunta, ela é muito fresca na cama?”

“ – O André faz o que quer dela, dá cada tapa na bunda dela que até estala e ela não fala nada, pra você ter ideia ele goza na boca dela e a faz engolir até a última gota, não sei se você já reparou, mas ele a obriga a vir a trabalhar sem calcinha e sem sutiã.”

“- Nossa, já tinha percebido que ela não estava usando sutiã, achei que era porque ela queria, mas então é porque o André quer.”

“ – Isso mesmo, ele manda e ela obedece, sem reclamar, ontem ela teve que dar para nós dois, hoje ela está andando até com as pernas abertas, pois eu tenho o pau muito grande e acabei, machucando a perereca dela, chegou até a sangrar”.

- Larissa ficou de boca aberta com tudo que eu disse, logo depois ela terminou a advertência, assinei e sai e ficou combinado de levar a foto na casa dela.

- Perfeito então Otávio, vamos providenciar essa foto, agora vou chamar a Cristina aqui e fazer a segunda parte do plano.

- Tá ok.

Desliguei o telefone e liguei para Cristina e pedi para ela vir até a minha sala. Precisava mostrar a ela que eu estava no controle.

- Oi André, você me chamou?

- Chamei sim Cristina, deu certo a questão da advertência?

- Sim, ele teve o que merecia...

- E eu?

- Como assim?

- Eu não autorizei você a dar uma advertência a meu amigo e você muito menos pediu a minha autorização.

- Mas você viu o que ele fez, você não acha que fiz certo?

- Pode até ser, mas você tinha que ter pedido a minha “benção”.

Senti que ela ficou puta da vida quando eu disse isso.

- O que você queria que eu fizesse?

-Primeiro você teria que ter feito um bom agrado e depois do agrado perguntar se eu autorizava.

- Mais agrado que eu fiz ontem?

- Ontem foi ontem, para você ganhar a minha autorização você teria que ter feito algo para isso.

- Me desculpe, não sabia que para resolver problema com funcionário eu precisava da sua autorização.

- No caso dele sim, pois não foi questão de funcionário, mas questão particular.

- Você acha que o que ele fez foi certo?

- Claro que não, por isso você vai lá dar um “esporro” nele, mas antes vai passar na sala da Larissa e pegar a advertência e trazer para mim.

- Você quer que eu dê um “esporro” nele?

- Sim, as pessoas tem que pagar pelos seus erros, assim como você.

- Por..... tudo bem, você está certo, qual vai ser o castigo dessa vez?

- Você tem elástico de dinheiro na sua sala?

- Tenho.

- Trás quatro para mim.

- O que você vai fazer comigo?

- Você vai ver, agora vai lá.

Ela saiu apressada e trouxe um saquinho cheio de elásticos. Peguei 4 Hashi, que são aqueles palitinhos que os japoneses usam para comer, ela ficou assustada quando viu aqueles quatros palitinhos em minhas mãos.

- O que você vai fazer com isso? Não vai colocar dentro de mim não né.

- Claro que não.

Peguei dois palitinhos e uma gominha, dei várias voltas com a gominha em volta dos dois palitinhos, deixando-os bem grudados um ao outro, peguei outra gominha e fiz a mesma coisa na outra ponta, peguei os outros dois palitos e coloquei a gominha em ambas as extremidades. Ela estava olhando para os palitinhos com uma cara muito assustada, não sabendo o que eu iria fazer.

- Vai lá Cristina tranque a porta, por favor, agora sente-se no sofá.

Ela sentou com as pernas cruzadas e ficou olhando para mim, peguei três gominhas estiquei-as e fiz um circulo, aproximei dela, passei o circulo pelo seu pé esquerdo e fui subindo, ela descruzou as pernas, desabotoou a saia preta de couro e a levantou para cima, mostrando aquela linda bucetinha soltei as gominhas perto da sua virilha, e ela ficou olhando as três gominhas apertarem suas coxas. Virei-me e fui pegar mais três gominhas para colocar na outra perna. Quando viro-me a vejo em pé com a saia nos seus pés, e ela terminando de desabotoar o ultimo botão da sua blusa, que em seguida a jogou sobre o sofá.

- Não sei o que você quer fazer, mas assim fica mais fácil...

- Com certeza, adoro quando você colabora, e pensar que no começo foi a maior dificuldade tirar a sua roupa.

- Como eu errei, mereço ser castigada, disse ela pegando as gominhas da minha mão.

Ela colocou as gominhas na outra perna exatamente como eu havia colocado anteriormente.

- E agora?

- Agora os hashi.

- Já estou até imaginando o meu clitóris preso aí dentro. Disse isso colocando as mãos entre as pernas.

- Na verdade eu gostaria de colocar nos seus pequenos lábios, por isso arrumei dois.

- Nos pequenos lábios você não vai conseguir, são muito finos, não vai dar pressão e vai escorregar, se você quer me castigar mesmo, o ideal seria no clitóris, olha para você ver, eu te dando instruções de como me castigar.

- Mas aí vai sobrar um.

- Me deixa colocar o outro em você, no seu mamilo para você ver como dói.

- Mas quem está sendo castigada é você e não eu?

- Homens são muito doloridos mesmo, garanto que você não aguenta nem um minuto.

- Ahh Cristina, e se eu aguentar mais do que você?

- Se você aguentar mais do que eu, coisa que jamais vai conseguir, você pode pedir o que você quiser.

Pensei nesse momento que seria a minha chance de arrumar a foto, pois quando fizemos nosso acordo não tínhamos combinado de eu poder tirar fotos dela.

- O que eu quiser?

- Isso, o que você quiser, mas se eu ganhar também posso pedir o que eu quiser.

- Se eu ganhar quero que você vá fazer as pazes com o Otávio, e até você realizar essa tarefa vou poder tirar ou pedir que você tire fotos suas do jeito que eu quiser e para comprovar que as pazes foram feitas, você vai dar bem gostoso para ele, e a ultima foto vai ser de você montada na vara dele.

- Já te disse que ele nunca mais vai encostar em mim, e ainda mais deixar você tirar fotos, depois você pode usar isso contra mim.

- Mas você não tem certeza que vai ganhar?

- Tenho.

- Então?

- Então tá bom, mas se eu ganhar vou demiti-lo.

Agora ficou sério o negócio, não poderia brincar com o emprego do Otávio, mas de qualquer forma, no final do ano, tenho certeza que tanto eu quanto ele seremos demitidos no exato momento que eu entregar as provas que tenho contra ela.

- Fechado.

- Se eu ganhar você vai deixar eu demiti-lo mesmo?

- Sim, aposta é aposta, mas se eu ganhar vou querer as fotos até você cumprir o acordo de ser a putinha dele novamente, e sem reclamar, vou adorar vê-lo lambuzar seus cabelos com a porra dele, essa cena vai dar a melhor foto.

- Como vou ganhar mesmo, isso não vai acontecer, mas se por ventura acontecer farei apenas uma vez, não quero ficar dando para ele, vai me deixar toda arreganhada.

- Uma única vez, mas tem que ser com o maior empenho, senão vai ter que repetir.

- Tudo bem, e as fotos depois você irá apagar todas.

- Prometo apagar todas no dia que eu te entregar as provas no final do ano.

- Estou de acordo.

- Então tá bom, para você não reclamar vou deixar você colocar primeiro.

Retirei a camisa e entreguei o hashi em suas mãos.

- Como você sempre me pergunta, no direito ou no esquerdo?

- Pode escolher...

Ela pegou os dois hashi presos pelas gominhas, se aproximou do meu mamilo direito, com os dedos os abriu fazendo eles morgarem e ficar um espaço entre eles, os apertou contra o meu mamilo direito, com a outra mão, mais especificamente com as unhas puxou meu mamilo para fora e soltou o hashi sobre ele, confesso que estava incomodando um pouco, mas não estava muito dolorido, então ela puxou as gominhas mais para o centro aumentando ainda mais a pressão, a dor aumentou, mas ainda era suportável.

- Satisfeita?

- Sim.

- Agora é a minha vez...

Ela sentou no sofá, abriu as pernas e com as mãos separou os lábios exibindo seu clitóris para mim. Retirei uma gominha dos hashi deixando só uma extremidade presa, puxei seu clitóris com os dedos fazendo-o ficar dentro dos palitinhos, e segurei a outra extremidade com os dedos e coloquei a gominha eu fui arrantando-a até ficar próximo da outra gominha, seu clitóris ficou preso pelas pontas do rashi, deixando a maior porte pendurada.

Puxei a pelas mãos e a coloquei de pé, pela expressão em seu rosto aquilo não estava nem um pouco confortável, os palitinhos pendurados em seus clitóris e iam até o meio da sua coxa.

- Isso pendurado vai me atrapalhar andar.

- Se você quiser posso colocar meio a meio, mas a hora que você colocar a saia, vai fazer uma alavanca esticando o seu grelo.

- Verdade.

- Agora coloque a roupa e vai fazer o que eu mandei.

Ela colocou a saia e sem seguida a blusa, e eu coloquei a camisa novamente, como era de um pano mais grosso não dava para perceber os palitinhos sob a roupa.

- E aí André?

- Não estou sentindo nada, normal, como se não estivesse nada.

Na verdade estava incomodando bastante, mas ali o lado psicológico seria o grande vencedor.

- Não acredito, em mim está doendo pra caramba.

- Deve ser porque os homens são fracos.

Ela saiu e foi até a sala da Larissa pegar a cópia da carta de advertência. Eu sai e fui até a sala do Sr. Alaor acompanhar tudo pelas câmeras.

- Com licença Sr. Alaor.

- Entre André, em que posso ser útil?

- Precisava acompanhar algo pelas câmeras.

- Pode ficar à vontade.

Na sala do Sr. Alaor, havia um computador que ficava todo o sistema de câmeras da empresa para ele ter acesso.

Pelas câmeras pude ver Cristina entrar e cerca de uns 15 minutos depois sair da sala da Larissa, em seguida ao invés dela ir falar com o Otávio, ela retornou sentido a minha sala.

Sai da sala do Sr. Alaor, deixando-o sem entender nada, cheguei a minha sala como se nada estivesse acontecendo e logo em seguida Cristina chega e tranca a porta.

- Por favor André, tira os palitinhos está muito dolorido.

Peguei o meu celular e apontei para ela.

- O que você está fazendo?

- Dá um sorriso.

- Não acredito que você vai tirar foto de mim assim desse jeito.

- Trato é trato, agora abre um sorrisão para ficar linda na foto.

Ela deu um sorriso meio amarelo, mas estava valendo, ajoelhei entre as suas pernas e pedi para ela puxar os lábios que queria tirar uma foto do seu grelinho preso, ela fez sem reclamar.

- Boa menina, agora vamos tirar esses palitinhos, segurei com cuidado os palitinhos e removi a gominha de baixo, e soltei os palitinhos, que ficou até o sinal no corpo dela. Quando tirei ela respirou aliviada e começou a massagear para passar.

- Nunca imaginei que fosse doer tanto assim, reconheço que perdi a aposta para você.

- Tudo bem Cristina, no final deu tudo certo, você vai refazer as pazes com o Otávio e vai ficar tudo certo.

- Terei que deixar meu orgulho de lado e fazer as pazes com ele.

- Vou te dar um mês de prazo para você cumprir a tarefa, até lá você a gente vai brincando com as fotos, hoje a noite quero que você me envie uma lá da faculdade.

- Sem roupa?

- Isso peladinha...

- Farei conforme o combinado, agora deixa eu tirar o hashi que coloquei em você.

Tirei a blusa e ela deu um puxão que me fez ver estrelas, mas aguentei firme e fingi que não estava doendo.

Ela colocou a saia novamente se despediu e saiu.

Quando ela acabou de sair, peguei o telefone e liguei para o Otávio, informando que já havia conseguido a foto e que ele iria ter o prazer de brincar novamente com a Cristina.

Realizado essa parte minha atenção agora se voltava para o desfile de hoje a noite da Vanessa, seria uma boa chance para dar uma relaxada, e descansar um pouco, já que a Cristina não iria hoje lá para casa.

Após o serviço fui direto para casa, chegando lá, encontrei o Renan terminando de organizar as coisas, eles transformaram a minha sala e o corredor praticamente numa passarela, colocou algumas luzes coloridas, som e tudo mais.

Estava satisfeito por estar podendo ajudar, Vanessa ainda não havia chegado, então fui tomar um banho e ajudar o Renan nos preparativos finais.

Quando já estávamos praticamente terminando Vanessa chegou, quase não a reconheci, das vezes que havia a visto estava sem maquiagem, sem produção alguma, realmente vendo-a daquele jeito não tinha dúvida alguma que ela seria uma grande estrela das passarelas. Ela veio ao meu encontro e deu um forte abraço.

- Obrigado por tudo André, sem você e o Renan, nada disso estaria acontecendo.

- Você merece tudo de bom que está acontecendo com você, vai dar tudo certo, você merece, está linda.

- Muito obrigada, estou um pouco nervosa, pois isso vai definir o meu futuro.

- Pode ficar tranquila o Jack é um cara sensacional, tenho certeza que ele vai te aprovar, não tenho dúvidas.

- Então, a Juliana enviou 10 peças para o desfile, será que ele vai ter disponibilidade de ver todas, qual a ordem que você sugere que eu comece o desfile.

- Como são as lingeries?

- São umas mais ousadas do que a outra, tem umas que praticamente não tampa nada e consequentemente mostra tudo, outras mostram alguma coisa.

- Faz um meio termo, começa com uma intermediária, se ele disser que está com muita pressa aí você coloca uma mais ousada para segurar ele, sei como funciona cabeça de homem.

- Você quer dar uma olhada nas lingeries?

- Não, prefiro ver você desfilando com elas.

- Então tá bem, obrigada mais uma vez.

Nisso a campainha toca, Vanessa foi para o quarto e eu fui abrir a porta.

- Surpreso em me ver?

Não é possível pensei comigo.

- Oi Priscila, bastante, você não avisou que vinha.

- Surpresa meu querido, a minha prima não pode vir aí ela pediu para eu acompanhar o Jack e não deixá-lo fazer nenhuma besteira.

- Nossa, mandou o gambá vigiar o ovo.

- Oi André, boa noite, tudo bem com você?

- Oi Jack, tudo bem, muito obrigado por você ter vindo.

- Amigo, você não pede, você manda.

Vamos entrar.

Jack estava muito bem vestido, de terno grafite, uma camisa lilás e uma gravata vermelha.

- Não repare a casa Jack, só o seu terno vale mais que ela, disse sorrindo.

- Nada, é tudo falsificado, só eu que sou original.

Priscila entrou após ele, muito bem arrumada, estava com uma blusa de renda amarela, uma saia preta que ia até metade das suas coxas e uma meia calça escura, e sapato de salto alto preto, cumprimentou-me com um selinho e disse eu meu ouvido.

- Estou com saudades...

Me arrepiei todo.

Eles se aconchegaram no sofá, Jack de um lado, Priscila no meio e eu do outro lado. Renan ficou na mesa controlando a luz e o som.

- Quando você quiser pode começar, disse Jack beliscando um aperitivo que estava na mesinha ao lado.

Renan apagou as luzes deixando todos no escuro.

- Não vai fazer sacanagem comigo aqui no escuro, ouviu seu safado. Disse Priscila sussurrando em meus ouvidos.

- Sabe que eu gosto de fazer no claro, disse isso segurando firme em sua coxa.

Nisso as luzes que o Renan havia preparado se acenderam, e o som começou:

“ Senhora e senhores, dentro de instantes em nossa passarela Vanessa Silva, uma jovem de apenas 18 aninhos, cabelos castanhos, 1,77 de altura, 55 kg, o seu sonho é ser modelo profissional, e aí vem ela, usando um modelo exclusivo da Julove, embalada para presente, este modelo feito apenas com fitas, que são amarradas em frente ao busto, basta simplesmente desfazer o laço para ter o seu presente e aí lá vem ela.

Finalmente Vanessa apontou no início da passarela, aquela lingerie era um martírio, na parte da frente uma fita passava entre as suas pernas e fazia um laço em frente ao seus seios, e na parte de trás apenas uma fio que sumia dentro do seu bumbum. Pela cara do Jack ele estava tão fascinado quanto eu, Vanessa estava linda, perfeita, nisso o telefone do Jack toca.

- Só um minuto por gentileza, preciso atender essa ligação, é muito importante.

Nisso Renan abaixou o som e Jack começou a falar em inglês com a pessoa do telefone.

Eu entendia algumas coisas básicas de inglês, mas como eles estava falando muito rápido não dava para entender muita coisa, parecia que o chefe do Jack havia sido sequestrado ou coisa parecida.

Assim que Jack terminou a ligação perguntei o que havia acontecido.

- Era o lumberjack, meu chefe foi sequestrado há alguns dias, sempre quando precisamos encontrar alguém contratamos esse cara, e ele acabou de chegar ao país e precisa me encontrar para passar algumas informações, peço desculpas a vocês, mas terei que ir.

- Entendo perfeitamente Sr. Jack, desculpe-nos ter tomado o seu tempo, que isso sirva de recompensa por tê-lo feito vir até aqui, disse Vanessa desfazendo o laço da lingerie em frente ao Jack.

Ela foi desfazendo os laços olhando nos olhos dele, soltou o primeiro e a fita que ficava entre as suas pernas foi ao chão, mostrando seu púbis lisinho, em seguida desfez o segundo laço fazendo seus seios ficarem a mostra, eles eram tão firmes que ao tirar o laço eles continuaram do mesmo jeito, ela virou de costas e deixou o restante da lingerie cair ao chão, ficando completamente nua, virou de frente novamente, colocou as duas mãos sobre os joelhos do Jack e lhe disse.

- Espero que tenha gostado do presente, tem muito mais por vir, mas pena que o senhor não possa esperar.

Jack olhou para mim, sua vontade era ficar, mas parecia ser muito importante seu compromisso.

- Bom Jack, cada um é cada um, eu ficaria com certeza, não é todo dia que você vê uma linda garota virgem se despindo desse jeito, não é verdade?

- Sério que você é virgem?

- Com certeza, se o senhor ficar até o final do desfile, te provo o que o André está falando.

- Faz o seguinte Jack, liga para ele e pede para ele vir aqui, dá tempo suficiente para terminar o desfile.

- Mas ele não está de carro.

- Onde ele está, eu o busco, disse Priscila.

Jack passou as coordenas e Priscila foi busca-lo, e Vanessa foi se trocar para o segundo modelo de Lingerie.

- Sério que essa menina é virgem mesmo?

- Sério.

- A achei bem safadinha.

- Foi a maneira que ela achou de te segurar aqui, é o sonho dela, e ela disse que fará de tudo para conseguir realizar esse sonho.

Nisso ela estava vindo novamente com outro modelo agora, que era um baby-doll tomara que caia transparente, sobre os seios ficavam apenas uma faixa horizontal que tapava somente a metade dos seios, sobre os mamilos ficam uma argola que ligava os tecidos, ficando seus mamilos dentro de cada argola, a calcinha tinha uma argola na frente e outra atrás, o tecido minúsculo passava em sua cintura e ligava na argola e um outro tecido passava entre as suas pernas, como era muito fino entrava dentro dela, Vanessa desfilou e já ia voltando para o quarto quando Jack perguntou?

- Não vou ganhar esse também?

- Me perdoe, claro que sim.

Vanessa ficou em frente ao Jack, colocou as mãos na cintura e disse:

- Pode tirar.

Jack não se fez de rogado, levantou, puxou a lingerie para baixo, e trouxe o sutiã e a calcinha até o pé da Vanessa aproveitando e passando as mãos nas coxas da modelo.

- A próxima é minha hein.

- Claro, André, disse Vanessa.

- Amigo, onde você arrumou essa menina? Que tesão, viu, estou ficando louco aqui.

- Linda né, quer ganhar um boquete dela?

- Ela não toparia.

- Se você aprova-la para o desfile da Juliana eu converso com ela.

- Por mim já está aprovada.

- Vou lá falar com ela, tem que aproveitar enquanto a Priscila não volta.

- É verdade, mas você tem certeza do que está falando.

- Claro que tenho, mas você tem que garantir que ela está aprovada.

- Te dou a minha palavra.

Sai e fui lá ao quarto onde a Vanessa estava se trocando.

- Vanessa, sou eu posso entrar?

- Pode André.

Entrei e a encontrei totalmente nua, indecisa em qual lingerie usar.

- Qual você acha que devo usar agora?

- Tenho uma ótima notícia.

- Qual?

- Você está aprovada!

- Não acredito.

Ela não se continha de tanta felicidade veio e me abraçou roçando seus seios no meu peito. Como era gostosa abraça-la, ali daquele jeito totalmente nua.

- Mas ele quer ganhar um boquete como recompensa.

- Sem problemas, faço com o maior prazer.

- Teria que ser agora, antes da Priscila voltar.

- Tudo bem.

- Aproveita e coloca essa lingerie aqui.

- Boa ideia.

- Vou te esperar lá na sala.

- André, se não fosse você nada disso estaria acontecendo, depois que eu perder a minha virgindade com o Renan, eu venho aqui um dia te recompensar por tudo que você fez e está fazendo por mim, prometo te recompensar a altura.

- Não precisa, estou fazendo porque você merece.

- Também farei porque você merece, não tenho dinheiro para te pagar, então essa foi a melhor forma que encontrei de retribuir.

- Então tá bom, vou voltar para sala.

- Fala para o Jack que ele também será recompensando.

- Falo sim.

Voltei para a sala.

- E aí?

- Ela topou, disse que fará com o maior prazer e que depois que perder a virgindade com o primo dela, ela vai dormir com você para retribuir tudo o que você está fazendo por ela.

- Massa, agora gostei.

Nisso Vanessa vinha linda, a lingerie que escolhi era minúscula a parte de cima era apenas um triangulozinho suficiente para tapar somente o mamilo e na parte de baixo também apenas um triangulo pequeno só para enfeite.

Ela veio e parou em nossa frente, estendeu as mãos uma para cada um e nós levantamos, Jack ficou em sua frente e eu atrás, Vanessa levantou as mãos e pediu para eu tirar seu sutiã, eu abracei a sua cintura, fui subindo a mão até seus seios e arrastei o sutiã para cima passando a mão bem firme sobre os seus seios, deixando-os nus, ela passou a mão na nuca do Jack e o puxou até os seus seios, que sugava como um garoto esfomeado tamanho era o tesão que estava sentindo, abaixei e puxei sua calcinha deixando-a em seu pé.

Com as mãos ela abriu o zíper do Jack e começou a brincar com o pau dele.

Enquanto isso ele revezada entre os seios da modelo.

- Ai Vanessa o põe na boca, corre.

Vanessa agachou e colocou o pau do Jack na boca e ele urrou de prazer, enchendo a boca dela de porra, Vanessa por sua vez chupava com muita vontade enquanto ele gozava, Jack sentou no sofá e ela continuou a chupar até que ele relaxou, ela tirou o pau da boca deixando-o limpinho e disse ao Jack.

- Que gozada gostosa, adorei o seu leite, depois que eu perder a virgindade, quero ganhar seu leite aqui dentro da minha bucetinha.

- Vou adorar.

- Agora vamos voltar ao desfile.

Vanessa foi para o quarto se trocar, Jack estava deitado no sofá satisfeito, nisso ouço o barulho do carro chegando, provavelmente era a Priscila e o lumberjack.

Toca a campainha vou atender a porta, Priscila entra primeiro e diz para o Jack, deu o que fazer para achar o seu lenhador.

Quando Priscila falou que acabou caindo a ficha que lumberjack era lenhador em inglês, e o cara tinha um estilão de lenhador americano mesmo, usava uma camisa xadrez, calça jeans, bota e uma barba cerrada.

- Let’s go Jack. (Vamos embora).

- Keep calm, please sit down. (Tenha calma e sente-se).

Enquanto eles conversavam Vanessa vinha com mais uma lingerie deslembrante, cheia de tiras, três tiras em um seio, três em outro e essas tiras ligavam o sutiã a calcinha, no umbigo havia uma argola que fazia as tiras ficarem todas juntas. Trançada entre as tiras havia um pano de renda tampando os mamilos e no final mais três tiras que passavam por trás do corpo da Vanessa, a calcinha era a mesma coisa, três tiras horizontais prendiam o pano que ficava na frente e uma tira que passava entre as pernas dela.

Vanessa não se sentiu intimidada e nem incomodada com a presença do lenhador, desfilou normalmente e parou em frente a ele com as mãos na cintura.

O lenhador ficou parado sem entender o que era para fazer.

- Hey, lumberjack, she wants you to take her clothes off. (Ela quer que você retire a roupa dela).

- Are you sure? (Você tem certeza).

- Of course! (Claro)

- Ok.

O amigo estranho do Jack, que era chamado apenas de lenhador, não sabia qual era o nome dele ainda, retirou de sua cintura uma peixeira, Vanessa ficou assustada com aquela faca na mão do lenhador.

- Calma Vanessa relaxa, ele é especialista nisso.

Ele encostou a faca no seu seio esquerdo e cortou a fita do meio, deixando uma de cada lado, depois fez a mesma coisa do lado direito. Agora ele enfiou a faca sob o pano que tapava o mamilo esquerdo, a faca foi subindo e cortando o pano, a respiração de Vanessa ficava mais ofegante e seus seios ficavam indo para frente e para trás no ritmo da sua respiração.

Finalmente ele cortou o pano e seu mamilo esquerdo ficou exposto ele então começou a passar as costas da faca em seu mamilo.

- Ai, tá gelada.

Vanessa se arrepiou toda e seu mamilo foi ficando cada vez maior e mais rijo e ela já não conseguia esconder a excitação que estava sentindo. Depois de brincar um pouco ele fez a mesma coisa no outro mamilo, passou a faca gelada no mamilo direito dela, depois colocou a faca entre os dois seios e cortou o sutiã fazendo-o abrir e ficar uma parte para cada lado, ele então cortou a fita que passava no pescoço fazendo as duas taças ficarem pendurada em sua calcinha e seus seios totalmente expostos.

Ele que de bobo não tinha nada aproveitou para sugar os seios da Vanessa, que estava totalmente arrepiada, suas chupadas ecoavam pela sala, de tão forte que eram, num dado momento Vanessa até cruzou as pernas, tamanho o prazer que deveria estar sentindo.

- Esse cara e tão sedento quanto você, disse Priscila.

- Pois é.

- Ela está deixando ela doidinha...

Nisso ele parou de chupar e a virou de costas, então ele pegou a faca passou em suas coxas e foi subindo, a menina não havia mais onde ficar arrepiada, podia ver os pelinhos do seu braço todo em pé. Ele continuava passando a faca agora na popa da bunda, até que enfiou a faca entre o seu corpo e a fita que ficava entre as suas pernas, e a cortou de uma vez, como a fita estava entre os seus lábios, ela continuou presa. Ele então enviou a faca na fita atravessando-a e fazendo a faca ficar presa na fita, então ele puxou as pernas da Vanessa, fazendo-a ficar com as pernas mais aberta para poder a faca passar do outro lado.

Ele então empurrou a fica fazendo a fita despregar do corpo da Vanessa, como ele empurrou com força a faca fez tipo um pêndulo, enquanto a faca estava no ar, ele retirou-a da fita, segurou a fita com a outra mão e com uma rapidez incrível, com apenas uma facada cortou as três fitas que seguravam sua calcinha, quando Vanessa se deu conta sua calcinha já estava nas mãos do lenhador. Todos ficaram abismados com a velocidade que ele havia feito aquilo.

Em seguida ele se ajoelhou em frente à Vanessa e passou o dorso da faca entre os seus lábios vaginais, a jovem suspirou e mordeu os lábios, então o lenhador retirou a faca que estava toda melada com o prazer de Vanessa, em seguida lambeu a faca e exclamou.

- Very tasty! (Muito gostoso).

- Finish and make enjoy! (Termine e faça-a gozar).

Vanessa estava imóvel, sem reação, então o Lenhador, enfiou a sua cabeça entre suas pernas, e começou a chupar sua bucetinha, ela apoiou suas mãos sobre o ombro dele, com os olhos fechados não conseguia segurar seus gemidos, ele não gastou nem dois minutos e Vanessa começou a bambear as pernas, não conseguindo parar em pé, ele então segurou firme suas coxas e enfiou a cara de vez entre as pernas da menina, que não resistiu e desabou sobre ele.

Vanessa estava entregue, não tinha forças nem para se levantar, parece que ele havia arrancado todas as suas forças..

Ele a pegou no colo e colocou-a sentada sobre o sofá e virou-se para nós, passando a mão na barba que estava toda molhada do gozo de Vanessa. Jack lhe emprestou um lenço para que se secasse.

Eu querendo quebrar o silêncio disse:

- Parece que o desfile terminou né gente, nossa modelo não está mais em condições de desfilar.

- Let's go, Jack. We're too late. (Vamos embora Jack, já estamos atrasados).

- Vocês não vão embora enquanto não me deixar igual a ela, disse Priscila apontando para Vanessa.

- Precisamos resgatar nosso chefe Priscila.

- Quem já ficou preso até agora que fique mais um pouco.

Jack saiu um pouco e foi conversar com o seu amigo lenhador para ver o que eles iriam fazer.

Continua...

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By Forrest Mineiro

forrest.mineiro@gmail.com

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Comentários

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Excelente história, acompanho desde o começo. Estou ansiosa pela próxima parte.

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