Dona Sônia, 51 anos - Capitulo 3.

Um conto erótico de Novinho 17
Categoria: Heterossexual
Contém 1453 palavras
Data: 08/11/2016 19:35:07

— E agora?

Continuei sem responder. Levei uma mão aos seios dela e comecei a brincar com eles… Eles eram macios e deliciosos ao toque. Passei os dedos sobre as aureolas, e notei um arrepio percorrê-la nessa gora. Isso era bom, ela estava gostando disso tanto quanto eu. Depois de um tempo só massageando eles, fui finalmente degustá-los. Primeiro comecei a passar a língua ao redor de uma aureola enquanto brincava com a mão na outra. Depois de um tempo só passando a língua sobre a aureola, fui finalmente abocanhá-la. Eu dava sugadas contínuas e me esquecia na quele seio dela, só lembrava de parar alguns segundos para respiras. Enquanto eu sugava seus seios, Dona Sônia começou a dar leves gemidos que estavam me enebriando. Depois de uma meia hora sugando os seios, eu parei. Ambos estavam ofegantes de excitação. Por um tempo ficamos só nos encarando, um observando o outro. Ao nosso redor a tensão sexual era palpável.

Voltando a ação, coloquei ela ao meu lado, sai do sofá e me ajoelhei em sua frente. Que visão! Mesmo estando pessoalmente na cena, não consigo evitar uma ereção quando lembro daquele dia e da quele momento. Era simplesmente linda. Como já disse, ela era bem carnuda e raspada. Na quele momento ela até brilhava. Dona Sônia ao que parecia, não ia aguentar ficar mais um dia sem sexo. A buceta dela estava molhadinha de excitação, passei minha mão sobre ela e ficou toda pegajosa. Eu simplesmente adoro o gosto do seu néctar, então sem pensar duas vezes fui chupá-la. Num lugar no fundo da minha mente, eu conseguia perceber que Dona Sônia não conseguia mais segurar os gemidos. Também percebi que ela estava prestes a ter um orgasmo, então intensifiquei as chupas e ela pressionava minha cara em sua buceta… Ela se retesou em um momento e desmontou logo em seguida quando enfim se satisfez.

— Isso… Foi… Maravilhoso! — Ela estava toda largada no sofá enquanto tentava recuperar o folego. Enquanto ela se recuperava, eu comecei a tirar a roupa.

Agora era a vez dela me observar. Com a tesão a mil não pensei em ser sexy nem nada, só queria brincar mais. Quando enfim fiquei pelado, ela encarava meu membro já extremamente rijo. Detalhe, não sou superdotado, mas me orgulho do meu tamanho, 18 cm. Olhei para baixo e vi que ele já estava todo babado esperando para ser usado.

— Nossa, ele é grande em… Vem cá. — Fiz o que ela mandou e trocamos novamente de lugar, ficando agora ela em minha frente ajoelhada. — Sinceramente, faz muito tempo que eu não faço isso. — Enquanto falava, ela pegou meu pau e começou a brincar com ele. — Sempre fui fiel ao meu marido, e amava muito ele… Mas ele era meio careta na cama. — Agora ela estava bem perto do meu membro ereto, estava massageando bem de vagar ele, pra cima e para baixo… — Será que você gosta? — Dizendo isso ela começou a lambê-lo, da cabeça a as bolas. Eu estava adorando a sensação quente e macia de sua língua, e meu pau pulsava de tesão. Em uma certa parte ela começou a se concentrar só na cabeça, nessas horas eu me retesava todo de excitação. Então ela enfim colocou o membro na boca. Ela começou a literalmente a mamar no meu pau, segurou firme a base, e com ela na boca parecia uma chupeta. Ela sugava o membro rijo como se não existisse o amanhã, e sempre mantendo os movimentos da mão e sempre com a língua envolta da cabeça do pau. Sinceramente não aguentaria muito tempo na quela gostosura. Ela fazia tudo isso e me olhava nos olhos com uma cara de puta, e isso só aumentava o desejo.

Depois de uns 10 minutos só mamando, eu não aguento e esporro tudo na boca dela. Ela não ficou nada surpresa, notando que o membro só pulsava cada vez mais ela já estava preparada e recebeu toda a porra em sua boca. O problema era que como a muito tempo sem descarregar, eu tinha muita coisa acumulada e ela não aguentou tudo, deixando escapar um pouco que descia pelo pau. O que ela mantel na boca me mostrou e engoliu tudo. Depois com um sorriso sapeca no rosto, foi limpar o resto que estava no pau. Enquanto ela limpava e membro já estava ereto e pulsando novamente.

— Você é mais resistente do que eu pensava em. Gostou né? Eu sei que eu gostei… — Ela tinha acabado de limpar o resto do gozo e estava brincando com o pau ereto. — Então, e agora?

— Agora? — Eu me ajeitei no sofá, e pedi pra ela ficar de pé. Quando ela fez isso a bunda dela ficou toda arrebitada pra mim. — Agora senta aqui.

Ela olhou pra trás e viu que eu estava segurando o meu membro, agora era só ela descer e encaixar. Deu um sorriso e foi consumar o pecado. Ela apoiou uma mão na parede, e veio descendo devagar, me proporcionando uma maravilhosa visão de sua bunda. Antes da penetração, ela pegou o cacete ereto e deu umas pinceladas em sua entrada. Com a pincelada a cabeça do meu pau deu uma entrada e pareceu que eu estava nas nuvens, uma macies sem explicação. Então ela foi descendo, e senti barreiras sendo rompidas. A cabeça tinha enfiem penetrado, e que sensação maravilhosa aquilo me rendeu. Ela continuou descendo até a metade do cacete e esperou um pouco para conseguir se acostumar com o volume a tanto esquecido dentro dela. Enquanto isso eu desfrutava daquela sensação nova para mim, daquela buceta apertada e quente ao redor do meu pau.

Dona Sônia voltou a se movimentar, agora subindo novamente e parando só quando sobrou a cabeça do cacete dentro. Voltou a descer até a metade e voltava a subir. Ficou fazendo essa sequência bem de vagar e isso me proporcionou uma sensação maravilhosa. Entre essas intercaladas, ela imaginando o porque deu ter pedido para ela ficar de costas, colocou as mãos sobre os joelhos se apoiando lá, fazendo isso ela se inclinou mais e começou a fazer os vai e vem assim, deixando sua bunda toda aberta e amostra para mim. Conseguia ver seu cuzinho e a meu pau entrando em sua buceta devagar.

Depois de um tempo, Dona Sônia se levantou e se agachou para dar mais uma mamadinha no meu pau. Depois de um tempo ela se levantou, passou as pernas pela minha cintura e com sua mão direcionou meu pau novamente para sua buceta. Dessa vez ela não parou na metade, foi de uma vez com o caralho todo para dentro. Esperou um pouquinho e continuou a subir e descer no meu pau. Ela não era histérica, então dava uns gemidos contidos e gostosos, que me deixavam alucinados. Peguei um seio dela e comecei a brincar com ele, mexendo em suas tetas fui com a boca e comecei a dar pequenas mordidas e chupadas, deixando ela mais agitada de excitação.

Depois de um bom tempo nessa monotonia deliciosa, aproveitei que ela tinha parado de se mexer, peguei ela pelas coxas e nos ergui do sofá. Foi uma coisa tão brusca que ela deu um gritinho de susto e se agarrou em meu pescoço.

— O que você vai fazer seu puto? — Dela sussurrou isso no meu ouvido depois do susto, e deu uma mordidinha de leve em minha orelha, que foi o motivo deu ter me arrepiado todo, adoro mordidas nas orelhas (em qualquer lugar na verdade).

Com ela devidamente segura, fui em direção a mesa e deitei ela enquanto eu ficava em frente a ela em pé. Puxei as pernas dela para cima e segurei a cintura dela, para então direcionar o cacete para a buceta dela. Dessa vez não tinha nada de delicadeza nas minhas ações, estava metendo pra valer e só aumentava a velocidade. Estava alucinado com aquela coroa gostosa. Sempre sonhei com isso e estava realizando nesse dia minha fantasia. Só que ela estava se saindo melhor do que eu pensava. Nunca pensei que uma buceta velha seria alucinante desse jeito. Era simplesmente maravilhoso aquilo. A transa já estava chegando no seu ápice. Eu estava já ofegante, Dona Sônia só conseguia gemer e revirar os olhos enquanto acariciava os seus seios, e só se ouvia o barulho da penetração frenética em que eu estava.

Então eu finalmente gozei, esporrei tudo o que tinha sobrado dentro da buceta dela. Involuntariamente dei um urro nessa hora. Foi a melhor transa da minha vida, simplesmente isso. Com o cacete ainda dentro dela, senti ela tendo mais um dos vários orgasmos que teve no dia.

Sai de dentro dela e fui me sentar no chão para recuperar o folego, ela fazia o mesmo deitada na mesa.

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