Chupando a Santinha

Um conto erótico de Ravena
Categoria: Heterossexual
Contém 766 palavras
Data: 04/11/2016 09:02:14

Olá me chamo Ravena,nome ficticio, tenho 18 anos, sou magrinha, pele morena, meu corpo tem algumas curvas, mas nada que me deixe uma beldade. Meu mestre me chama sempre de santinha.Esse conto aconteceu essa semana. Espero que gostem.

Cheguei em casa correndo, faltava poucos minutos para que ele chegasse eu corri para meu quarto, peguei o primeiro vestido que vi pela frente, ele me havia ordenado que estivesse com um. Deixei ele em cima da mesa da sala e fui tomar banho. Me toquei pensando nele, e quando acabei meu banho percebi que havia perdido muito tempo. Ele já estava batendo na porta, meu coração se acelerou. Coloquei minha calcinha branca rendada e fio dental, me enrolei no roupão e corri para abrir a porta, me escondi atrás da mesma para que ninguém me visse. Quando ele entrou eu rapidamente tranquei a porta. Ele me olhou de cima a baixo e eu me lembrei que ele nunca havia me visto nua. E eu estava ali parada apenas com um roupão e uma calcinha. Apertei o grosso tecido sobre minha pele e mandei que ficasse a vontade. Peguei o vestido e subi correndo. Ele tentou olhar por de baixo, mas minha mão por costume estava tapando a visão. Estava no quarto dos espelhos ja havia colocado o vestido e estava ajeitando o cabelo quando ele aparece na porta e me abraçou por trás e pude sentir o volume em suas calças. Observava a nossa imagem no espelho a minha frente enquanto aquele homem, mas velho que eu, me levava a loucura com seus beijos no pescoço, busto e me segurava apenas pelos cabelos. Pedi que amarrase meu vestido, e enquanto ele dava um laço na parte de tras da minha cintura, imaginei ele me amarrando e me dominando. Ele abaixou o meu vestido deixando meus seios expostos, e começou a brincar com eles apertanto e puxando, sem sair de tras de mim.

Ele me conduziu a pota ao lado onde dava para o meu quarto.Fui o tempo toda tapando meus pequmos seios pela vergonha que estava sentindo. Ele riu da minha decoração. Eu ia argumentar quando ele me jogou na cama e começou a chupar meus seios, eles cabiam nas mãos dele como se fossem feitos para aquilo. Ele apertou os bicos com força me arrancando um baixo gemido. Ele subiu meu vestido e ficou observando minha calcinha. Meu vestido agora estava todo na minha cintura. Ele retirou lentamente minha calcinha e me mandou abrir as pernas, timida por aquele homem estar vendo meu corpo de forma tão livre abri apenas um pouquinho, ele me deu um beijo e me mandou abrir mais. Eu abri mais um pouco e ele puxou minhas pernas uma para cada direção, eu estava com vergonha e ele estava de frente a minha buceta ele começou a chupa-la e eu me contorcia toda, segurava na cama para tentar me controlar e mordia os lábios para evitar gemer alto, as vezes um suspiro escapava e ele aumentava o ritmo. Sempre passando a mão pelos meus seios, brincando com eles. Quando ele sugou meu clitóris eu não me contive e um gemido alto me escapou e eu rebolei. Ele tapou minha boca com uma das mãos e com a outra segurou firmemente o meu corpo. Me mandou calar a boca para que os vizinhos não ouvissem, e que parasse de me mexer para sentir melhor. Eu não ligava para os vizinhos, sua mão abafava meus gemidos, mas ele não conseguia me segurar, não conseguia obdecer aquela ordem de não me mexer. Ele me deu uns tapinhas na buceta e eu quase implorei para bater mais forte. Então ele me virou de bruços,empinou minha bunda a me deixou presa com seu corpo de alguma forma, em que minha cabeça ficava na cama, abafando meus gemidos. Minha buceta ficava para cima e eu não conseguia me mover. Ele meteu um dedo e voltou a chupar enquanto bombava, depois ele começou a fazer movimentos circulares no meu clitóris e eu não aguentei, tentava me mexer, mas não me movia, começei a ter espasmos e ele não parou, aumentou a velocidade. Meu corpo estava bambo,não conseguia me manter naquela posição. Ele me voltou de costas para cama, me deu dois tapinhas no rosto, me deu um beijo e um puxão nos seios. Eu gemi, mas foi abafado pelos seus lábios. Ele me vestiu e mandou irmos.

Agora escrevo a mando dele, estou proibida de me tocar. Ele disse que só poderia me tocar quando e como ele quisesse.

Se gostarem eu posto mais.

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