Série: O Amor por Meu Pai (Parte 10) - O pinto do meu quase irmão

Um conto erótico de Julliana
Categoria: Heterossexual
Contém 2144 palavras
Data: 10/10/2016 19:12:23

Oi galerinha, muito obrigada pelos comentários e pelo apoio para que eu possa continuar escrevendo, como sempre vou sugerir que leiam os capítulos anteriores para melhor compreensão de toda história.

Após a minha (frustrada) primeira vez com Raul, nosso namoro prosseguiu normalmente. Ele ficou ainda mais safado, e em toda oportunidade que tínhamos, ele me chamava para sua casa e transávamos. Bom, na maioria das vezes, ele transava e eu apenas “participava”. Muitas vezes tive que gozar no banho, o pintinho dele não me dava a empolgação necessária para eu chegar ao orgasmo e depois que ele descobriu a penetração parece que esqueceu todo o resto. Nunca mais me fez gozar nem com a boca, nem com a mão e muito menos com o pintinho. Então o fato era esse, eu simplesmente não gozava em nossas relações e isso começou a me deixar muito frustrada. Apesar do nosso problema sexual, eu gostava muito dele e da sua companhia. Ríamos e nos divertíamos sempre, ele era engraçado, um grande companheiro.

De noite eu ficava relembrando as cenas com meu pai, desejosa por sentir um pau de verdade igual eu sabia que era o dele. Minha bucetinha encharcava-se ao rememorar as cenas que passamos juntos. Mas ultimamente eu quase não o via mais. Nosso relacionamento acabou por esfriar novamente e a gente mal se falava, nem mesmo por telefone. Ele voltou a se envolver a maior parte do tempo com a Nicole, e eu mesma estava sem graça, sem jeito de chegar até ele e pedir para que cumprisse o nosso combinado. Passei a mão em minha rachinha toda melada... mas ela queria muito! Um pensamento rondava minha cabeça. Será que o pau do papai que era normal e o do Raul pequeno, ou o do Raul normal e o do papai bem grande? Eu não havia visto muitos paus na minha vida e não tinha base de comparação, e por isso às vezes eu sentia que estava sendo injusta com Raul, talvez o pinto dele nem fosse assim tão fora do normal.

Certa noite eu estava sozinha em casa navegando na internet de bobeira quando meu celular tocou. Era meu pai. Ele geralmente não me ligava naquele horário, era quando estava com a Nicole.

“Filha, tudo bem?” Meu pai perguntou do outro lado da linha quando atendi. “Tudo bem papai, aconteceu alguma coisa?” Perguntei com um tom preocupado.

“Na verdade vou precisar de um favor seu” Ele disse.

“Claro papai, pode falar!”

“Hoje eu e a Nicole vamos comemorar aniversário do nosso namoro, e marcamos de jantar fora, mas a babá que viria ficar com o Danilinho desmarcou em cima da hora! Será que se eu levar ele aí você cuida dele até a hora que voltarmos?”

Danilinho era o filho do primeiro casamento de Nicole que morava com ele. Era um garoto uns 5 anos mais novo do que eu. A gente nunca passou muito tempo juntos, apenas o vi algumas vezes em eventos em que meu pai e a Nicole foram e me levaram. Era um garoto tranqüilo, não me daria trabalho, e eu também não tinha nada pra fazer.

“Claro papai, tudo bem!” Respondi. “Ótimo, obrigado querida, fico te devendo este favor! Já chego com ele aí!”

Aproximadamente uns 20 minutos depois papai chegou com o Danilinho, deixando-o em casa e me dando orientações para que ele não ficasse até muito tarde vendo televisão, que ele havia levado roupa para dormir e que não era pra ele não esquecer de tomar banho e escovar os dentes antes de ir para cama. Concordei e disse que eles podiam ficar tranqüilos. Danilinho era bem educadinho, tinha crescido um pouco mais desde a última vez que o havia visto. Ele me cumprimentou sorrindo e olhando com seus enormes olhos azuis. Estava ficando um garoto bonito, com certeza, ainda era bem magrinho e um bocado menor do que eu.

Fiquei a noite toda praticamente vendo TV na sala e ele ao meu lado. Ele tinha levado um tablet, e passou a maior parte do tempo jogando alguns joguinhos. Tratei de fazer um lanchinho que ele comeu agradecido, mas a maior parte do tempo nem trocamos muitas palavras. Vi que já estava ficando um pouco tarde, e que ele já estava mais recostado no sofá, esfregando os olhos.

“Acho que chega de jogos por hoje Danilinho!” Falei sorrindo pra ele. “Vai lá tomar seu banho e escovar os dentes antes que você durma no sofá!”

Ele se levantou preguiçosamente, dando uma espreguiçada. “Tudo bem. Vou pegar minhas coisas.” Ah! Quem dera todo mundo fosse educado e obediente igual a ele. Ele se dirigiu ao quarto e voltou rapidamente para a sala segurando a toalha e um pijama. “Vamos?” Ele me perguntou.

“Vamos onde?” Retruquei sem entender.

“Ué... mamãe sempre me dá banho, você não vai me dar?”

“Você não toma banho sozinho menino?” Perguntei espantada, achei que ele já tinha idade suficiente para tomar um banho sem alguém por perto. Ele ficou meio envergonhado com a minha pergunta e balbuciou algo sobre ter medo de ficar sozinho no chuveiro.

“Tudo bem. Eu fico no banheiro com você.” Concordei um pouco desanimada de deixar pela metade o programa que estava assistindo na TV. Acompanhei-o até o banheiro. Segurei o pijama e a toalha dele. Ele estava de costas pra mim e foi logo abaixando as calças e tirando a camiseta, ri olhando aquele bumbunzinho branquelo. Ele era bem desinibido, não tinha muita timidez de ficar pelado na frente de outra pessoa, acho que por estar acostumado a tomar banho com a mãe e não ver maldade nenhuma naquilo. No momento em que eu dependurava a toalha e colocava seu pijama em cima da pia, ele se virou de frente pra mim me perguntando qual das torneiras era a água quente. A primeira coisa que reparei quando ele se virou foi sua linguicinha balançando. Era fina mas bem compridinha. Parecia que mesmo mole tinha o tamanho do pintinho do Raul duro. Era bonitinho, tinha uma penugenzinha bem fina de pêlinhos pretos bem em cima do pinto e ele não tinha aquela pelinha em cima da cabeça, aí a cabecinha rosinha dele ficava sempre pra fora. Eu reparei bastante, e veio aquela frustração em pensar que realmente o Raul estava bem abaixo do normal. Aparentemente o do Danilinho ganhava dele. Fiquei entretida naqueles pensamentos,e esqueci de respondê-lo, então ele me perguntou de novo me tirando de meu transe.

“Ah sim, é essa que tem a bolinha vermelha. A azul é a fria” Respondi ele engasgando um pouco. Ele se virou e entrou no Box para ligar o chuveiro. “A sua mãe toma banho junto de você?” Perguntei curiosa. “Sim. A gente sempre toma banho os dois de uma vez, porque?” Eu estava tendo uma idéia boba na cabeça. Fiquei curiosa se aquele pinto era mesmo maior que o do meu namorado, e queria conferir de perto. “É porque eu queria tomar banho também, tem problema se eu entrar para tomar com você?” Ele disse que não tinha problema nenhum. Fui logo tirando minha roupa e entrando no Box, que era bem espaçoso e cabia nós dois tranquilamente. Danilinho me olhou de cima abaixo um pouco curioso. “Que diferente.” Ele comentou rindo, enquanto eu entrava debaixo d’água. “O que é diferente?” perguntei curiosa.

“Você é bem diferente da minha mãe!”

“Como assim diferente?” Perguntei rindo, levando tudo na brincadeira. Ele se aproximou um pouco mais e encostou o dedo em um dos meus peitos. “Você é bem maior aqui!” E depois encostou o indicador no meu púbis “E bem mais peluda aqui!”. Ah, então quer dizer que a Nicole estava sempre depiladinha. Acho que eu deveria começar a me preocupar um pouco mais com isso, agora que minha vida sexual estava mais ativa, hahaha.

“Você também é diferente do meu namorado!” Entrei no joguinho dele, coloquei a mão em cima de sua cabeça “você é menor que ele!Mas em compensação...” Dei uma apertadinha de leve no seu pinto com o dedão e o indicador “é maior do que ele aqui.” E começamos a rir.

“Sério? Eu sou maior do que ele aqui?” Ele perguntou espantado mas rindo enquanto apontava para seu pinto.

“Acho que um pouco, não dá pra saber direito, porque geralmente eu vejo o dele diferente.”

“Diferente? Como assim?” Ele estava curioso.

“Durinho.” Respondi rindo. “Ele cresce um pouco quando fica durinho né?” Danilinho olhou para baixo contemplando o pinto e segurou com uma das mãos.

“É, o meu fica bem maior quando está durinho. Mas isso só acontece na hora que eu acordo.”

“Bem maior?” Perguntei um pouco assustada. “Essa eu queria ver!” Falei rindo, aquela situação toda tava me deixando curiosa e um pouco excitada, mas eu sabia que não podia passar dos limites com o filho da Nicole. Então era um pouco estranho. Eu queria apenas matar minha curiosidade e sair dali. “Eu acho que consigo deixar ele durinho para você me mostrar, mas você não pode contar pra ninguém, promete?” Ele consentiu com a cabeça. Eu peguei o sabonete. “É só ensaboar aqui que ele cresce.” Falei chegando com as mãos perto de seu pinto e esfregando o sabonete, deixando ali com bastante espuma. Depois coloquei o sabonete de volta na saboneteira e comecei a mexer deslizando as mãos no seu saco e pinto. Ele ficou olhando pra mim rindo. “Isso é bom!” Ele comentou. Paus são sempre um mistério. Em menos de 30 segundinhos mexendo ali a linguicinha dele já estava com a cabecinha rosa apontada para cima e muito durinha.

Realmente tinha dado uma boa crescida, devia ter uns 13 a 14cm. Levando em consideração que a do Raul devia tinha uns 8cm dura, parecia quase o dobro da dele. Danilinho se assustou um pouco “Nossa, ficou dura mesmo, e está gostoso você mexendo, continua?” Vou confessar que quando olhei o bilau dele tive uma vontade enorme de ficar de 4 para ele e pedir que ele metesse fundo dentro da minha bucetinha. Estava sedenta por algo maior me preenchendo. Minha bucetinha estava meladinha, pedindo por aquilo. Eu mesma queria continuar mexendo, chupar e mandar ele meter em mim até ele gozar, mas sabia que isso seria errado então respirei fundo. “Não posso continuar mexendo, porque era só pra ver ele assim.” Ele ficou um pouco triste quando tirei (muito a contragosto) minhas mãos de seu pinto. “Eu posso passar a mão em você um pouquinho então?” Droga, era justo eu deixar ele passar a mão, mas achei que era errado, fiquei naquele dilema. “Pode, mas é só um pouquinho.” Antes de eu terminar de responder, sua mãozinha já percorria minha rachinha molhada, seu dedinho começou a roçar meu clitóris direitinho, e depois ele ficou enfiando, entrando e saindo com os dedinhos. Um, dois e até 3 dedos ao mesmo tempo. Meu tesão estava aumentando demais, minhas pernas começaram a bambear, segurei o braço dele, puxando sua mão o mais pra dentro possível, tentando socar bem fundo os seus dedos dentro de mim, fechei meus olhos, e foi incontrolável, minha bucetinha começou a latejar e piscar incontrolavelmente, a descarga elétrica percorreu meu corpo e soltei um gemido forte... estava gozando na mão do Danilinho.

Ele pareceu um pouco assustado, mas seu pinto continuava rígido feito pedra. Minha respiração foi voltando ao normal aos poucos. Ele me perguntou o que tinha acontecido. Eu respondi que foi algo muito bom pra mim e que eu iria ensinar ele, mas que ele não podia nunca contar pra ninguém, ele novamente concordou.

Fui para trás dele, passando meus braços em volta de seu corpo, meus peitos encostavam-se em seus ombros. Peguei a mão dele e coloquei a minha por cima. Coloquei a própria mão dele abraçando o pinto e comecei a guiá-lo no movimento para frente e para trás, aumentando aos poucos a velocidade. Depois tirei minha mão de cima da dele, e deixei que ele fizesse sozinho. “Tá gostoso?”Perguntei. “Muito!” Ele respondeu de olhos fechados, aumentando ainda mais a velocidade. Voltei para frente dele vendo ele brincando consigo. Em poucos segundos ele deu um grito abafado e agudo. A porra dele foi sendo atirada em jatos para frente, caindo um bocado na minha perna. Olhei para seu rosto, estava vermelho e com lágrimas nos olhos. “Isso foi muito bom!” Ele disse sorrindo pra mim. “Esse vai ser nosso segredinho, ok?” Ele concordou sorrindo. Terminamos logo nosso banho, limpei a porra dele que estava na minha perna. Ele colocou o pijama e coloquei-o na cama, esperando até que ele dormisse.

Quando ele pegou no sono, fui até a sala, e sentei-me na frente do sofá, fiquei zapeando os canais, relembrando o que havia acontecido hoje. Na minha mente apenas um pensamento “O pau do Raul era realmente muito pequeno, e eu não iria agüentar isso por muito tempo. Precisava fazer alguma coisa...”

Continua...

Siga a Casa dos Contos no Instagram!

Este conto recebeu 6 estrelas.
Incentive Júlliana a escrever mais dando estrelas.
Cadastre-se gratuitamente ou faça login para prestigiar e incentivar o autor dando estrelas.

Comentários

Foto de perfil genérica

Ansiosa para a continuação 😁

0 0
Foto de perfil genérica

Onde está a continuação? Cadê você? Estou preocupado já!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

0 0
Este comentário não está disponível
Este comentário não está disponível

Listas em que este conto está presente

Interesses
Contos que me interessam