Casa dos Contos Eróticos

Não há nada como os laços familiares I

Autor: Heredia
Categoria: Heterossexual
Data: 20/03/2016 19:28:03
Nota 10.00
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A Ana. Mulata clarinha de olhos cor do ébano, pele morena e quente, adorava passar-lhe os dedos na pintelheira encaracolada e espessa, de pelos rijos e capazes de fazer um corte sério no caralho de quem a fodesse, se esse pintelho estivesse atravessado na entrada da vagina. Não era alta, tinha 1,59mt., busto esguio e bem moldado, tetas pequeninas com mamilos grandes e grossos, umas ancas formosas e roliças, sobre um par de pernas esguias mas bem torneadas.

Por coincidência nascemos no mesmo dia, o que terá sido seguramente mais um factor de atracção entre nós, e casámos quando tínhamos 25 anos. Gostei dela porque era uma mulher decidida, que sabia o que queria, e quando queria. Ao contrário da imensa maioria, ela não fazia cenas de tesão para se recusar no último instante, e quando se dispunha a beijar e se ajeitava no banco do carro ao meu lado para me receber entre os braços (e as pernas…) era mesmo para foder. E que fodas monumentais… Tão monumentais e ela gostava tanto de foder que um dia, ao regressar a casa logo depois do almoço porque me tinha esquecido dos documentos do carro e ia fazer uma viagem de duas horas, ao abrir a porta ouvi gemer, quando me aproximei da porta do quarto pude vê-la deitada na nossa cama, as pernas bem abertas, a ser bem fodida pelo meu melhor amigo e vizinho no momento.

Ela vislumbrou-me por entre os braços do amante que a estreitava com força para a penetrar mais fundo, soltou um gemido de horror, e eu não fiquei para ver o resto.

Saí de casa envergonhado, todas as noites gastávamos perto de uma hora em carinhos que terminavam sempre numa foda maravilhosa e eu acreditava piamente que a satisfazia, e não conseguia entender as razões da traição.

Quando voltei, já perto da noite, ela não estava, tinha levado as suas coisas e deixara apenas uma carta em cima do sofá, na sala. Explicava-me que era louca por sexo, que entendia que eu a odiasse pelo que tinha feito mas era a sua natureza, não conseguia resistir a um bom caralho e eu devia sabê-lo, já que desde que a conhecera devia saber que assim que alguém lhe tocava no meio das pernas perdia completamente o controle sobre si mesma, etc. etc. Ia sair do país e não sabia como ia viver, por isso pedira à mãe para ir buscar a nossa filha à escola, e eu devia ir buscar a pobre criança à casa da minha sogra.

De tanto amor, de tantos momentos fantásticos e fodas maravilhosas, ficava comigo a nossa menina, abandonada por uma mãe incapaz de resistir a qualquer homem que conseguisse tocar-lhe na cona. Parecia uma treta que tentava mascarar outra versão mais plausível, mas quando soube que realmente ela tinha partido sozinha e o amante de ocasião continuava ao lado da esposa, analisando quer as suas palavras quer todos os momentos mais íntimos que tínhamos vivido, a carta fazia sentido.

Os anos passaram, a minha pequenina, Teresa, tornou-se uma bela rapariga, e eu tinha dificuldades em fazer e manter alguma relação séria com outra mulher, porque me sentia profundamente traumatizado e desconfiado da fidelidade delas.

Pai solteiro portanto, por sorte manteve-se uma amizade forte entre mim e a mãe da Ana, que nem tentou nunca desculpar a filha mas antes pelo contrário, e por isso eu tinha não só a sua solidariedade como podia contar com a sua ajuda em tudo, inclusivamente e mais importante, nos cuidados com a sua neta.

Glória, a minha ex-sogra, era uma mulher baixa e forte, morena e pelo menos aparentemente cabeluda, capaz de me agarrar pela cintura e levantar-me no ar como fazia quando se sentia alegre. O marido, o Jorge, mulato e quem transmitira à filha e à neta o seu lado africano, era um tipo calmo, talvez demasiado, sempre com um ar triste e melancólico e que só parecia feliz depois de beber pelo menos metade duma das minhas garrafas do bom uísque das que eu mantinha sempre alguma reserva em casa.

A pequena Té ia crescendo harmoniosamente, sem se preocupar demasiado com a ausência duma mãe que a tinha abandonado e de quem não ouvia falar muito bem. Devido à grande diferença de idades entre a Té a avó, parecia-me não existir a natural cumplicidade que existe entre uma menina e a sua mãe, que não estava presente na sua vida, e preocupava-me muito com alguns aspectos da educação da minha filha, sobretudo o sexo, a menstruação, e coisas do género. De tal maneira que quando ela fez dez anos andava sempre a espreitar-lhe a roupa interior, e lentamente, depois de procurar informação bastante sobre o tema fiz várias abordagens ao assunto, para tentar esclarecer a Té sobre o significado de algum repentino aparecimento de sangue entre as suas perninhas.

É claro que a Té já sabia mais da coisa que eu e o assunto ficou por ali, no entanto foi ela quem me alertou quando finalmente, se tornou mulher. Voltei a insistir no tema, desta vez sobre o sexo, e creio que foi a primeira vez que de facto partilhámos alguma coisa sem ser meras brincadeiras ou peluches.

- Eu sei, papá, tenho de ter cuidado. Existem muitas doenças, os rapazes querem logo saltar-nos para cima assim que lhes damos alguma hipótese, etc. Compreendo a tua preocupação e acredita que te vou contar tudo quanto se passar comigo.

De facto assim foi, a nossa intimidade sofreu um grande aprofundamento e soube por ela do seu primeiro amor, do seu primeiro beijo, mais tarde da primeira vez que um namoradito lhe meteu as mãos entre as pernas, e até, da primeira vez que sentiu prazer, o que aconteceu no ginásio da escola ao descer pela corda por onde tinha subido.

- Oh papá, nunca tinha imaginado, nem ninguém me disse que aquilo podia acontecer! Subi pela corda, como fazemos todos na turma, depois quando o professor mandou começámos a descer. Tive uma sensação estranha entre as pernas, na… coisinha, pensei que passava logo mas não, conforme deslizava o prazer era mais intenso, mais forte… tão gostoso, papá! Quando aterrei cá em baixo tinha as pernas a tremer, quase nem me aguentava de pé. Assim que acabou a aula corri para a casa de banho, continuava a sentir um formigueiro intenso, muito forte, mexi aqui, no meio, na coisinha… nem imaginas, aquilo deu-me uns arrepios muito fortes, era como… se tivesse um tremor de terra entre as pernas, depois veio uma fraqueza, tive de me sentar, até muito devagar, aquilo passou. Desejo voltar a sentir aquilo, foi… fantástico, mas sinto medo… o que hei-de fazer, papá?

Sentado ao aldo dela no sofá, acariciei-lhe a nuca, beijei-lhe os cabelos, e puxei-a pela mão, para se sentar ao meu lado, depois de ter tirado um grosso manual sobre sexo que tinha na estante. Não tinha dúvidas que a minha filha estava a ser sincera e que realmente ela não sabia muito sobre o que sentia, obviamente fazia-lhe falta a mãe, mostrei-lhe então no livro uma grande quantidade de imagens e textos sobre o sexo, a masturbação, etc. Fazendo um grande esforço consegui manter-me sem me excitar, o que poderia ser traumatizante para ela se chegasse a aperceber-se do facto, mas, havia muito tempo que eu não tinha sexo e aquela conversa sobre a descoberta da sensualidade da minha filha desencadeou em mim um desejo irresistível de estar com uma mulher.

Por azar ou sorte era Sábado no dia seguinte, dia da minha sogra vir fazer a sua apurada fiscalização do trabalho da sua amiga Zulmira, que era mulher-a-dias em sua casa e por sua indicação, também na minha.

Eu não tinha conseguido dormir toda a noite, nem mesmo depois de tentar fazer uma reles punheta, o que ainda me tinha deixado ainda mais defraudado. Pouco passava das oito da manhã quando senti a Glória abrir a porta do apartamento e entrar, sentia-me esgotado, precisava de falar com alguém e pareceu-me que a Glória era a pessoa ideal.

Contra os meus trinta e sete, ela andaria pelos cinquenta e cinco anos, bem conservada, pele muito branca, cabelos escuros e fartos, umas ancas bem cheias e um rabo bem espetado, complementado à frente por um par de mamas que quase se poderia chamar descomunais. Vestia uma saia azul escura bordada com desenhos de pássaros e flores que lhe ficava algo acima dos joelhos, deixando ver duas belas coxas ainda rijas, quando se movia e fazia a saia subir-lhe pelas trancas provocadoras, e podia ver-se que era uma mulher muito cabeluda.

Em pijama e com um ar de meter medo ao susto, beijei-a nas faces.

- Oh, Luís, estás com um aspecto, filho! O que é que te aconteceu?

- Mãezinha – sempre a tratei assim – não consegui dormir nada.

Fixei-a, sem saber se devia confessar-lhe um pouco da minha vida destroçada. Decidi-me, se havia alguém capaz de me ouvir sem me recriminar, era ela, sempre amiga e pronta a ajudar-me.

- Falta de sexo, Glória, falta de sexo. Ainda por cima, ontem, tive uma conversa muito séria com a Té…

Contei-lhe resumidamente e saltando algumas partes da conversa, mas falei-lhe abertamente, como se falaria a uma mãe (ou a um pai, mas eu estava completamente estoirado) sobre os nossos problemas íntimos.

Sentado ao lado dela no sofá, eu via que ela apertava os joelhos e as mãos sem parecer saber onde as pôr, mas só quando ela se aproximou de mim para me segredar ao ouvido, é que entendi as razões do seu nervosismo.

- Filho… compreendo-te perfeitamente. O Jorge também não cumpre muito bem com os seus deveres, e olha, sinto-me como tu…

Ao calar-se, beijou-me a orelha, e como não reagi, mordiscou-me o pescoço. Algo assustado, levantei a mão esquerda, do lado onde ela estava, e pousei-a sobre as pernas dela. Deve ter-me entendido mal, porque pegou na minha mão, meteu-a debaixo da saia bordada e fez-me subir-lhe pela coxa até lhe atingir as cuecas. Entre agradavelmente espantado e repentinamente entesado, troquei a mão esquerda pela direita para lhe mexer com mais facilidade entre as pernas, agarrei-a pelo pescoço e puxei-a para mim. Contra as minhas expectativas iniciais, os lábios dela tinham um sabor gostoso, o perfume era sensual, e as pernas, uma loucura… por baixo do estreito tecido da tanga feminina, encontrei um triângulo fabuloso de pintelhos. E entre eles uma vulva muito quente, muito receptiva, e extremamente compreensiva.

Já deitada sobre o sofá, a Glória gemia.

- Oh filho, mete-mo todo, sim, mete esse caralhão gostoso dentro da minha conaça amor, fode-me meu querido, ai fode-me, filho, fode-me toda!

Foi verdadeiramente uma foda fantástica, a mulher era extremamente sensual e sabia foder, mexia-se debaixo de mim com arte e feminidade, até que me fez vir com uma violência que eu já não me imaginava capaz. Descarreguei nela uma série de esguichos de esporra que parecia não parar, enquanto ela tinha um, dois, e finalmente três, orgasmos seguidos.

Deitado sobre a minha sogra que mantinha as pernas enroladas nas minhas costas forçando-me a continuar a foder mesmo sentindo o caralho a murchar, pareceu-me ouvir um ligeiro ruído… A porta da sala que dá para o corredor ficava atrás de mim, que continuava deitado entre as pernas da Glória e com a tesão nem me tinha lembrado da minha filha, a pequena Té devia ter acordado, ouviu ruídos na sala e tinha vindo ver o que acontecia. Primeiro, senti-me estranhamente mal, a Té via-me com certeza em cima da avó, já sabia o que era foder e não teria dúvidas nenhumas a esse respeito. Mas, repentinamente lembrei-me da admiração dela a respeito da sua tesão ao sentir a corda deslizar contra o seu sexo ainda virgem, e do interesse que demonstrou quando, mordendo os lábios com força, olhava paras as imagens que representavam um casal visto por trás a foder, ela de pernas bem totalmente abertas, e ele, encavando-lhe um grosso mangalho numa vagina cabeluda…

- Eu não tenho assim tantos pelinhos na ratinha, papá… nem é tão larga para poder levar com uma coisa destas…

Dissera ela, com pena, lastimosa da sua pouca idade.

- Deixa estar que vais chegar lá, amor, não te preocupes, quando for altura estarás pronta!

No fundo, o que eu estava a fazer podia ser mais um contributo para a sua educação sexual, e ao pensar nisso senti um novo impulso se tesão, capaz de me levar a continuar a foder a Glória até me vir uma segunda vez, o que nunca fora habitual em mim. Ela devia estar lá, entre a porta da sala, a ver-nos foder. Era a primeira vez na vida que me sentia observado a foder, e na verdade era bastante interessante. Nunca conhecemos os outros completamente, mas a nós próprios também não. Ergui bem o rabo no ar, queria mostrar à minha pequenina como era na prática aquilo que ela tinha visto na véspera em desenhos, e desci devagar, encavando profundamente o mangalho entre a pintelheira farta da avó… Fiz aquilo umas quantas vezes, sentia os olhos da minha filha cravados nas costas, gostosamente, era uma descoberta para mim verificar que gostava que me vissem a foder, e na esperança que ela se escondesse momentaneamente, saí de cima da velhota, deitei-me no sofá e fi-la ajoelhar para me fazer uma mamada. De frente para a Glória que me chupava no caralho, pelo canto do olho pude ter a certeza que estávamos a ser observados, gostosamente observados.

- Glória, querida, monta aqui no caralho, filha…

Ela obedeceu, e comigo estendido ao comprido, uma perna de cada lado do meu corpo e com as mãos apoiadas no meu peito desceu devagar sobre a verga tesa, empalando-se enquanto gemia de tesão, até ficar sentada nas minhas pernas com o caralho todo metido dentro dela. Por um estreito intervalo entre a Glória e as costas do sofá, eu conseguia ver os olhos muito abertos de espanto da Té, que não conseguia nem queria deixar de assistir aquele espectáculo.

Uma e muitas vezes, a mulher levantou os quadris para ficar escassos instantes lá no alto, para voltar a descer sobre o falo teso.

- Glória, quando eu estiver quase a vir-me queres que o faça na tua boquinha, querida?

- Pode ser, amor, já me vim o suficiente, podes despejar esses colhões pintelhudos na minha boca, sim.

- Filha… agora, sai, mama-me a verga, por favor, mama-a toda!

A Glória assim fez, deu um salto para o chão, agarrou rapidamente no vergalho que levou à boca, e perante um rostinho espantado, a esporra saltou em esguichos para a boca da mulher, até lhe sair pelos cantos da boca gulosa!

Fiz questão de ampliar as fortes sensações que me assolavam…

- Oh, Glória, Glorinha, minha putinha querida, chupa aí que me venho todo, toma esporra nessa boca filha, oh, encho-te a boca amor, toma, toooomaaa tuuudoooo!!!

Tirou fora, lambeu a glande molhada de langonha, e voltou a meter na boca. Foi maravilhoso, adoro ser chupado enquanto me esporro e também depois, quando o caralho começa a encolher, e pode ficar completamente dentro da boca delas, mesmo que tenham uma boquinha pequena. É confortável e aconchegante, ficar ali, murcho, a ser chupado com carinho por alguém que gosta de nós…

Comentários

08/09/2016 12:55:15
Ótimo
21/03/2016 19:53:48
ja tiver uma sogra gostosa, pena que nunca tive uma oportunidade com ela.

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