A traveca e o caralhão do pastorzinho

Um conto erótico de Karol Traveca Vadia
Categoria: Homossexual
Contém 1293 palavras
Data: 03/03/2016 12:00:05

Estou em de férias no RJ instalada em uma quitinete minúscula que pertence a uma amiga minha chamada Valéria que também é boneka. Um quarto com uma cama grande e macia. Uma cozinhazinha minúscula e um banheirinho, é o lugar. A cama serve mais para foder que para dormir como vocês devem imaginar. A doida da Valéria tem duas taras: ser loira e dar ao máximo o rabão. Ganha muito dinheiro fazendo o segundo e prefere a segurança do lar para isso. Enquanto não posso voltar para casa do meu dono, me divirto aqui.

Pois bem, ontem estava num mercado daqui do bairro que é bem próximo de onde eu cresci e enquanto escolhia o que levar para o almoço, eis que alguém me chamou a atenção. Era um cara de uns 30 anos que eu olhei e vi que me encarava mais do que o habitual. Pensei que era só um cara curioso, mas olhando melhor percebi que conhecia o dito cujo. Cheguei perto e disse logo:

- Você é da igreja tal, né? Lembra de mim? – ele balançou a cabeça afirmativamente, olhando em volta para ver se nenhum conhecido estava vendo ele falar comigo. Nem liguei e continuei:

- Eu fui de lá, lembra? Com a minha tia que queria me transformar em homem. Acho que não deu certo! – disse isso e já caí na gargalhada. Ele estava assustado ainda, mas já começou uma conversa.

- Você sumiu de repente! O que houve?

- Fugi da tia e caí na vida. Moro em outro estado com um homem de lá. Você ajudava o pastor, né? Continua lá?

- Eu agora sou o pastor.

Gostei de ouvir aquilo e a lembrança do meu encontro com o pastor da época fez meu cuzinho piscar. Minha próxima olhada para o cara já foi para armar uma cilada:

- Que bom! Sabe, queria voltar pra igreja e largar essa vida. Tenho umas dúvidas... quem sabe a gente conversando... se quiser pode ir lá onde estou ficando agora... é aqui do lado... não precisa vim do meu lado... eu vou na frente e você vem atrás. É no segundo andar. Essa hora o prediozinho tá vazio.

Disse isso e ele abanou a cabeça afirmativamente. Juntei minhas coisas, passei no caixa. Esperei ele fazer o mesmo e fui andando devagar para o prédio de quitinetes. Logo vi que ele vinha atrás. Caiu na minha arapuca.

Subi as escadas, entrei e deixei a porta aberta. Não demorou muito ele entrou e então fechei a porta e liguei logo o ar. No quarto além da cama havia uma cadeira que ofereci para o pastor.

Para quebrar o gelo e já terminar meu golpe disse para ele para esperar um pouco que eu ia tomar um banho antes da conversa.

Fui para o banheiro tomei logo o banho, vesti uma fantasia branquinha de noivinha putinha e por cima coloquei um baby-doll. Logo, logo estava de volta no quarto. Sentei na cama ofereci refrigerante para ele, descobri que o nome do cara era Beto e lembrei o tanto que ele queria no passado ficar sozinho comigo. Tentou muitas vezes ir em minha casa, mas minha tia – que não era boba – percebia o risco de me deixar naquela época com um cara de seus vinte e poucos anos. Isso me animou quando o vi no mercado e só esperava que o fogo de alguns anos continuasse agora e ali.

Comecei a conversa perguntando a ele sobre dons, mas nem dei tempo do cara responder e fui dizendo que eu achava que tinha alguns dons. Um deles era de adivinhar. Disse então que tinha certeza de como ele ficaria daí um minutinho. Disse isso e fui tirando o baby-doll de costas para ele e rebolando bem devagar. Fiz isso e insinuei que ia me sentar no colo dele. Levou um susto de início mas rapidamente segurou minha cintura para facilitar a sentada. Só que eu não sentei, me virei e falei:

- Posso ver como o seu amigo aí ficou vendo a minha bunda?

Olhei para o meio das pernas dele e percebi o volume. A calça era de um tecido fino que deixava perceber como estava inchado o caralho. Gostei e resolvi provocar mais. Me abaixei e alisei o bruto. Ele estremeceu. Meu olhinho se molhou todo com a reação. Fui tirando o cinto da calça, tirando o sapato dele e puxei a calça toda rapidinho. A surpresa logo apareceu. Uma cuequinha pequena que exibia mais da metade de uma pirocona para fora dela. O bruto cresceu demais e fugiu da cueca. Puxei com fome a cueca e saltou o bruto gigante. Um delicioso monstro negro veiudo!

Olhei aquilo e me assombrei com o mastro. Vou tentar descrever: a cabeça parecia um tomate médio, logo depois da cabeçorra, o caralho engrossava até o meio dele que era mais fino. A coisa toda não era torta. Imagine uma vara grossa demais, enorme e reta. Meti a língua primeiro lambendo bem lentamente da cabeça pra baixo. Enquanto lambia senti ele se esticar mais e ficar quase encostado no umbigo do cara. Não dava pra resistir. Baixei a calcinha, abri meu rego e encostei aquele bruto no meu cuzinho guloso. Meu olhinho se encharcou na hora, meu pauzinho cresceu igual doido e os mamilos e os pelos todos se eriçaram. Tava doida pra me arreganhar e não deu outra: agarrei o gel amigo, besuntei a cabeçorra e só encostei o olho no monstro. Tava esperando ele espetar, como não fez nada me soltei no poste. Foi tudo até o final e de uma vez só. Me senti toda aberta e toda cheia. Comecei mexer e era uma delícia aquela coisona enfiada no rabo. Gemia como uma cadela no cio subindo e descendo na tora.

De quietinho o cara se transformou de repente em uma máquina de foder. Me agarrou pela cintura e foi me botando de quatro. Segurou muito forte e mandou ver nas bombadas. A primeira já me tirou da cama e daí em diante só me sentia a sainha voando pra frente cada vez que a pirocona monstra voltava para o fundo do cu. Fez isso um monte de vezes enquanto gemia com uma voz grossa e falava “toma cadela!” ou “vou te matar cachorra”. Eu só respondia pedindo mais pica e com o clássico “vai safado, fode”. Tava uma loucura só.

De repente ele parou , me deitou de costas e deitou por cima de mim com o caralho lá no fundo. Sentia a coisa toda pulsando. Mais calmo ele disse que se não parasse ia gozar. Beijou meu ouvido, nuca e pescoço e pediu para eu parar de piscar o cu senão a porra toda ia sair. Parei e ficamos ali namorando. Ele disse que tava doido por um cu desde muito tempo e que queria me comer todo dia. Perguntei se queria umas chupadas de novo e ele disse que sim. Saiu do meu cu e se abriu todo na cama. Abocanhei de novo e fiquei ali punhetando e lambendo. Era de verdade muito grande. Dava para segurar com as duas mãos e ainda tinha como meter a boca na cabeçorra gostosa. Fui punhetando e alisando e mamando e lambendo até que senti que o bruto ia gozar. Ele descontrolado só pedia para eu não parar. Não fiz o que ele pediu. Sentei de novo e fui me punhetando devagar em cima da tora. Joguei o leite todo pra fora e só então passei a cavalgar a tora de novo. Fui me deliciando até sentir que aquela mangueira ia jorrar muito leite no meu cu. Dito e feito. De repente senti o caralho pulsar mais e jorrar porra enquanto ele gritava de prazer.

Não existe coisa melhor que um caralhão no cu!

Quer cu?

cavalgadora@ig.com.br

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