Relatos da minha vida. O gosto.

Um conto erótico de tato
Categoria: Homossexual
Contém 708 palavras
Data: 17/02/2016 14:39:00
Assuntos: Gay, gostoso, Homossexual

Vida...

Depois da minha experiência na praia com meu primo, descobri o prazer em dar minha bundinha, se mesmo depois de sentir um pau verdadeiro em mim, meu gozo foi divino e assim resolvi que devia levar além, deixar de ser experiência e passar a ser por prazer. Depois do Marcelo, conheci outros meninos que não passaram da boquete, que eu já estava melhorando, mas nada ainda especial, eu não havia encontrado o outro pau que me comeria, até o dia que conheci em uma confraternização da empresa que meu pai trabalhava, Junior, eu estava com treze anos e ele deveria ter uns dezessete, mas era um garoto lindo e gostoso, como não havia nada melhor que faze cai na piscina, e logo apareceu Junior, ele era bruto nas brincadeiras, mas com quase todos os adultos querendo se ver livre das crianças, ele deitava e rolava, estávamos em uns oito na piscina e sempre que podia ele mergulhava e por baixo da água me dava uma dedada, já achando chato, sai da água e quando eu estava tomando um refrigerante ele apareceu ao meu lado e começou a me dizer um monte de coisas: “vai dizer que não gostou do carinho na bunda”, “da pra ver que você curte uma pica”, o incrível que tudo que ele dizia era verdade, mas eu estava com medo, mas tudo mudou quando ele disse: “vamos ali no pomar eu vou te apresentar um cacete de verdade”, e não ele começou a andar eu mesmo com medo, comecei a segui-lo. No fundo da chácara, havia uma espécie de rancho, onde se guardavam coisas de uso do pomar. Enquanto íamos, eu observava o lugar e estávamos cada vez mais a sós. Assim que chegamos ele olhando dos lados baixou o short e me mostrou até então a maior pica que havia visto, era um pau médio, mas até então o cara mais velho que eu havia chupado tinha quinze anos, mas esse era de um homem, sem pedir licença e mal escutando o que ele estava dizendo, eu me aproximei, segurei com a mão direita em seu pau e apertei devagar, enquanto me abaixava ia regaçando a cabeça vermelha para fora da pele, meu pinto estava todo enrugado e murcho dentro da sunga, mas meu cuzinho estava inquieto, parecia estar se dilatando e retraindo, como se estivesse piscando pedindo para ser comido. E com a maior naturalidade do mundo comecei a chupar seu pau já duro, mamei na cabeça, apertei contra as bochechas e o céu da boca, enfiei até a garganta, estava me esbaldando em seu pau, ele então me mandou virar e ficar de quatro, baixei a sunga até os joelhos e fiquei como mandou, ele foi bem diferente do Marcelo, Junior separou minha bunda com as mãos cuspiu em meu rego e espalhou com o pau, encostou na portinha e começou empurrar, meu pau ainda sumido, eu sentia dor, mas uma vontade de dar para aquele pau muito maior, e ele foi entrando, sentia a cabeça rasgar a entradinha e pedacinho por pedacinho do seu pau entrar pegando fogo em mim, mas quando ele começou a bombar seu pau em meu rabo, aquele entra e sai frenético em meu cuzinho, me fazia ver estrelas de prazer, eu simplesmente fechei os olhos e curti ele me comer, esqueci que estávamos em uma festa e que meus pais estavam ali, era a segunda vez que eu dava o cu em um lugar com meus pais por perto. Depois de Junior me comer durante um bom tempo, ele tirou o pau de mim, se levantou rápido veio até minha frente e disse: “vai chupa, vai, vou gozar”, e obediente enquanto levava com a mão a cabeça até a boca ele começou a gozar, mais uma vez meu instinto, abri a boca rápido e comecei a sentir os jatos acertando minha língua e o céu da boca, enfiei a cabeça dentro e deixei ele terminar de gozar. Sua porra era quente e meio adocicada, e sem dar bola pra nada engoli tudo o que havia em minha boca, tirei o pau da boca, e me levantei, subi a sunga e sem dizer nada voltei para a piscina relaxar meu cuzinho que latejava um pouco.

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