Alexander no país de Oz (2ª temporada). Capítulo 9

Um conto erótico de ©@M£;)
Categoria: Homossexual
Contém 3374 palavras
Data: 28/12/2015 01:00:18

Capítulo 9

Os pensamentos que são obrigados a deixar de existir.

Sam e Tsol começaram a discutir que acabaram brigando. Tsol acertara um soco no olho de Sam que o nocauteou com um no queixo.

Depois disso, Srta. Dorothea parou a briga..

- Vocês não têm juízo? - Dorothea amassava ervas numa tigelinha de madeira - o que pensavam que iriam conseguir com isso?

- Não vou deixar que ninguém machuque meu amigo - resmungou Sam.

- E eu não vou deixar que interrompam meus assuntos - disse Tsol, por cima.

- Quem começou foi você mesmo - Sam provocou.

- O quê?!! Você me empurra e EU que começo?! - Tsol bateu a mão na mesa - olha que eu quebro a sua cara, seu moleque folgado!

- Vem, então! - Sam já ia levantando.

- Chega! - Alec puxou o ouvido de Sam e ele sentou de volta na cadeira.

Eles ouviram um grunhido. Tsol rosnava enquanto era sufocado por um golpe "chave de braço" de alguém.

- Se você me fizer passar mais vergonha... Eu arranco sua cabeça e dou para os abutres comerem, entendeu? - A cara de Tsol já parecia um tomate de tão vermelha. O garoto soltou.

Ele aparentava ser alguns centímetros mais alto do que Alec. Tinha os mesmos cabelos e a expressão da mãe.

- Aqui está a neve que a senhora me pediu, Mamãe - ele se virou - eu sou Yruf Odidrep... Ir... Mão... Ah, vocês entenderam - ele apontou para Tsol - desse cara aí.

Tsol fez cara feia.

- Vou olhar o almoço, Yruf - Disse Dorothea - cuide do seu irmão.

- o que você aprontou dessa vez? Brigando com bêbados de novo? - Yruf pegou um pouco do remédio que sua mãe amassava, misturou com neve e empurrou na cara dele.

- AI, ISSO ARDE! - Tsol reclamou - VOCÊ É LOUCO?!

- Você vai arder no inferno se reclamar mais - Yruf disse passando mais remédio. Ele encarou Alec - ei, você. Pode cuidar desse grandão aí?

- Ah... Claro - Alec pegou num paninho um pouco da pasta que havia se feito com as ervas na tigelinha, pôs gelo e começou a pôr no machucado perto do olho de Sam. Ele afastou-se, de súbito - doeu?

- Não... - Sam sorriu - você tem uma mão boa para isso.

Alec sorriu silenciosamente, terminando o curativo.

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Quando avisaram que já estavam de partida, Alec e seus amigos tiveram uma notícia... Nada agradável.

- Como assim não estão passando mais trens de volta ao reino vermelho? - perguntou Came á beira de um colapso.

- Se acalma aí - Yruf cortou - é simples. Vocês pegaram o último trem da estação. Está por vir uma nevasca que vai impossibilitar a passagem de trens pelas rotas. É melhor ficarem aqui até o fim da estação.

- É a única coisa a se fazer - Sam disse - e o tempo não mente. O céu está carregado de nuvens.

Alec se sentiu agoniado com o olhar incisivo de Tsol. Ele caminhou até a porta.

- vou tomar um ar - disse, saindo. O vento frio varria o chão. Alec caminhou até o balanço que vira ao lado do carvalho. Sentou-se e observou as montanhas já cobertas de neve.

" Como o papai pode estar nesse momento? " ele conteve sua preocupação " 3 meses aqui são como um minuto lá, certo? Contenha-se. Ele deve estar coçando a cara e assistindo o programa de arte dele ".

Que saudades tinha do pai... Já haviam quantos dias que estava naquele mundo? Dois? Uma coisa gelada na sua perna o tirou dos seus devaneios.

Tony.

Aquele cão é enorme. Alec se perguntou se não conseguiria montar nele. Ele cheirava a perna de Alec. E depois a mão. Por fim o encarou, sentando-se á sua frente de orelhas baixas.

- Olá Tony - ele balançou o rabo em resposta - não estou magoado com você - ele aproximou-se - você é muito bonito, sabia?

Mesmo sabendo que podia ser um erro, pôs a mão com leveza na cabeça do cão.

- Você e sua dona me lembram a história do mágico de Oz. Uma garota que...

- Que teve a casa levada por um tornado para um lugar desconhecido? Ficou amiga do espantalho, do leão do homem de lata e por fim derrotou a bruxa má e blá blá blá. Essa história é uma mentira - Alec ouviu dizer uma voz feminina.

Ele encarou Tony que de língua para fora e orelhas em pé, balançava o rabo com felicidade.

- Você fala? - ele ficou confuso - espera, se você é o " Tony" sua voz não seria mais masculina?

- O fato é que esse cão não fala - falou a voz novamente.

- Onde você está? - Alec levantou do Balanço.

- olhe para cima - Alec obedeceu. Uma garota de cabelos longos e pretos como petróleo estava sentada num galho do carvalho. Usava luvas longas e um chapéu enorme parecido com um sombreiro - olá!

- Olá - respondeu Alec - ei, seu rosto é familiar...

- Lógico que é! - ela pulou do galho, sorrindo.

- Ah, já sei, você parece a Marceline - disse ele.

- Eu SOU a Marceline, rainha dos Vampiros - ela disse. Ela ficou séria e encarou Alec por um momento.

- Que foi? - questionou Alec.

- Nada, você é muito fofo. Pena que não tenho uma Câmera - ela tateou os bolsos - você me parece triste. Tá com problemas?

Ela não parecia uma má pessoa. Alec contou sobre sua casa, no mundo humano e como veio parar ali. Sobre o reino vermelho, sua vinda para o vilarejo madeireiro, a briga de Tsol e Sam e o fato de ter de estar pelos próximos 3 meses na casa de um cara que por algum motivo o quer morto.

- Nossa, que situação - Marceline começou a flutuar e ficou deitada no ar - e eu pensando que só a minha vida é problemática.

Ela contou como fugiu de sua casa, numa dimensão infernal. Sobre seus pais e sobre o seu irmão que teve o direito de ser livre que lhe foi negado. Sobre seu sonho de viajar e conhecer muitos lugares e pessoas. Sobre sua natureza vampiresa que se alimenta de cores vermelhas e seu gosto por Rock e música clássica.

- Alec? - ouviu-se Came chamar.

- Melhor eu ir - disse Alec, levantando. Tony que esteve ali o tempo todo fez o mesmo - nos vemos depois?

- Claro! - Marcy (como ela disse para Alec chamá-la) ajeitou o cabelo negro, tirando-o da frente do rosto - vou fazer algumas coisinhas, mas prometo não sumir!

- então até logo - Alec sorriu, enquando acenava andando em direção a casa de Dorothea. Marcy deu uma piscadinha - você parece a mesma personagem do desenho "Hora de Aventura".

- Hã? - Marcy fez cara de idiota.

- Nada! - Alec sorriu - só pensei alto.

Apostando corrida, Alec voltou para a casa que o acolhera, pensando que talvez nem todos naquele mundo fossem maus.

•♪•

Dois meses passaram " voando"...

Em todo esse tempo os três passaram a fazer parte da família. Alec e Sam se acostumaram bem rápido. Came demorou um pouco, mas depois de um tempo de convivência com Yruf, ele literalmente passou a fazer parte.

Alec percebeu que Came e Yruf se davam "bem" não no sentido de amizade, se é que me entendem...

Conheceram também a vida de cada um. Srta. Dorothea é casada com um grandíssimo estudioso que a muito tempo saíra numa missão no outro lado do mundo, para ajudar um amigo. Tsol e Yruf eram seus únicos filhos. Seu nome é Scott Cawthon. Sam sorriu ao ouvir isso, porque o pai dele também se chama assim.

Tsol trabalha na madeireira do vilarejo recolhendo frutos e madeira. Dorothea é dona do melhor restaurante da região e muitos visitam o vilarejo por causa de sua comida. Inclusive, Alec, Sam e Came passaram a trabalhar no restaurante para ajudar como uma forma de agradecimento pela hospitalidade da Srta. Dorothea. Sam era um eficiente garçom, Came lavava as louças e limpava as mesas e Alec... Meio que fazia um pouquinho de cada coisa. Ora ajudava Yruf e Dorothea na cozinha ou enxugava e organizava a louça lavada e as vezes ajudava Came a servir. Ou limpava o chão e anotava os pedidos.

Graças a esse trabalho, conheceram ilustres pessoas do vilarejo; como o Ark, o chefe da madeireira que tinha do Bidoo (um castor gigante) de estimação. Ele é gordo e barbudo. Ou a Ylil e Alil que são tecedeiras conhecidas por aproveitarem o bioma fértil e cultivarem seda, algodão e pastorearem e com isso produzir os tecido ás e que viravam roupas belíssimas! Tinham os Trigêmeos primos do Tsol que tinham o cabelo vermelho como labaredas de fogo: Azzel, Uxirr e Masprh. Eles eram engraçados e sempre faziam Alec e Sam gargalharem com suas piadas. Estão sempre completando as frases um do outro.

Tinham várias senhoras donas de casa que as vezes só apareciam para conversar com Dorothea como a Ellimac e a Yenim cujos filhos também trabalhavam com Tsol.

E tinha também o Lligh que era meio que o "amigo" de Tsol. Eles trabalhavam juntos e sempre almoçavam juntos. Ele era alto como Tsol e tinha o cabelo preto e olhos castanhos. Era bem humorado o que espantava a todos já que Tsol era o contrário disso.

Quando estavam exatamente no Dia 15, ao meio dia, Marceline surgiu envolta de Panos para se proteger do Sol e vários outros trabalhadores e famílias surgiram para comer.

Era a hora mais corrida do dia.

- O de sempre, por favor! - pediu Marcy, recebendo de Alec um prato com um grande pedaço de torta de frutinhas vermelhas - que eficiente, hein?

- Você sempre pede o mesmo, é fácil memorizar - disse Alec, vendo Lligh fazer um sinal para ele que tinha um pedido - já venho.

- Vai lá - disse Marcy sibilando o quanto Alec ficava fofo naquelas roupinhas de garçom.

- E então? - perguntou Alec, sorridente.

- Ah, vou querer pato assado hoje - Disse Lligh desejoso - com uma porção grande de massa temperada.

- Anotado! - Alec disse, riscando com aquele lápis da grossura do cabo de uma colher de pau que ele mal conguia segurar .

- Melhor você anotar logo o do Tsol - disse ele. Só de ouvir esse nome, Alec ficou alerta. Na porta do estabelecimento, Tsol entrava com as roupas vitorianas azul, vermelho e branco. Enquanto ele andava parecia que o universo inteiro estava em câmera lenta... Sim... E ele era o astro majestoso cujas regras universais não se aplicavam. O coração de Alec disparpou, metralhou, explodiu... Parecia preso num transe quando Lligh disse algo que fez o queixo dele cair - com essa pose toda ele nem parece ser gay né?

Alec forçou a ponta do lápis tão bruscamente que ela se quebrou. Pegou rapidamente o lápis reserva e esperava Tsol sentar-se.

- Quê?

- É, as aparências enganam - Lligh cochichou - ele é desejado por todas as garotas do vilarejo, mas ele próprio assumiu ser gay.

Aquilo pegou Alec de surpresa.

" E o cupido ataca " Shulåãn ironiza.

" Não seja idiota " resmungou Alec. Cëla o provocara desde o mês passado até a exaustão " Eu não... "

" Já tá ridículo. Ta fazendo papel de trouxa, Alec! Admita de uma vez! "

" Mas eu.. "

" Você sabe que é isso " Alec nem percebeu Tsol sentar á sua frente " o que você nega ao seu coração é negado por ele á você pelo resto da vida.

Tsol cutucou a sua cintura. Alec quase pulou.

- Quero arroz, massa, bife, feijões stabille e salada -disse ele. Alec anotou de forma atrapalhada.

- Já venho com seus pedidos - disse Alec, voltando para o Balcão.

Marcy bajulava Dorothea com elogios sobre a torta. Yruf supervisionava as panelas e Sam levava pratos e copos a todo lugar. Came lavava copos e Alec os enxugava e organizava sobre o balcão interno.

Tsol se aproximou e sentou-se no banco ao lado de Marceline.

- Por quê meu pedido tá demorando tanto? - resmungou.

Yruf ouviu. Olhou feio para o irmão como se fosse matá-lo com a faca que usava para cortar os rabanetes.

- Se você não for cego, vai ver que não tem só você aqui. Então espere como todo mundo...

- Já chega né Yrii? - Came cortou, ainda lavando louça.

Yfuf, por mais espantoso que fosse se calou. Sam que vinha trazendo copos e pratos sujos fingiu tosse.

- "Climão!" - tossiu as palavras rindo o suficiente para as covinhas perfurarem seu rosto.

- Haha, engraçadíssimo! - disse Came.

- Não pode seeer! - Marcy gritou, chamando a atenção de Tsol - FENOOOOO!!

- Nossa, que inferno - Tsol pôs o rosto entre as mãos - e eu pensando que nunca mais te veria depois "daquilo".

- Gente, vocês sabiam que já estudei com o Tsooool? - disse ela Ironizando o " Tsol " como se falasse do bicho papão.

Ela contou sobre a vez que ele brigou com um grupo de garotos e quando ele fez xixi nas calças durante a edução física...

- Certo, certo... - Dorothea tentava não rir (não rir mais) - chega de constrangir meu filho, Marcy.

- Espera!! - Marceline pôs a mão de forma dramática no peito - a Dorothy é... MÃE... - ela apontou com pavor para Tsol ao seu lado - disso?!! Que pecado horrendo a senhorita cometeu pata merecer tamanha penitência??!

- Cala a boca - Tsol rosnou baixo.

- Porque sinceramente, nunca em minha existência eu iria querer um filho como ele...

- CALA ESSA BOCA...! - Tsol Concerteza teria dito mais coisas, porém Yruf enfiou um pedaço de bife em sua boca.

- Bon Apetit - disse num tom francês perfeito.

Tsol comeu, irritado, e voltou para o trabalho. Enquanto ele ia embora, as esperanças de Alec iam embora juntas...

•♪•

Á noite, Alec já estava pronto para se deitar; já ia apagando a vela que iluminava o quarto, quando ele ouviu alguém bater.

- Alec? - Sam pôs a cabeça para dentro do seu quarto - preciso falar com você.

- Uh, claro - Alec bateu na cama, ao lado dele - sente aqui.

- Bem... - Sam sentou-se ao seu lado. A luz da vela tremia com o vento frio de inverno que traspassava pelas cortinas - Alec, por mais que eu finja... Eu sou um covarde.

- O que foi? - Alec sentiu um peso em seu estômago. Sua expressão mudou de calma para preocupada.

- Calma, não é algo ruim... Pelo menos eu acho - Sam fechou as mãos em punho e fechou os olhos - Alec... Desde que havia um mês que eu lhe conheci eu... Sou louco por você. Completamente... Mas eu sou tão burro... Tão medroso que não tive como admitir... Eu... Amo você.

Aquilo foi pior que levar um tiro. Alec, esse tempo todo com os olhos voltados para um cara que o quer morto enquanto Sam estava ali, esperando uma única chance.

Que nunca foi dada.

- Sam, eu sinto muito. Eu sou tão insensível! - seus olhos se encheram de lágrimas - no que eu me tornei...? Esse tempo todo eu estive...

- Apaixonado também - disse Sam - pelo Tsol, não é?

- Eu... Não sei... Estou tão confuso... devia odiá-lo, ele me trata com rudez e sempre me olha como se fosse melhor que eu mas... Não entendo por quê...

- Sim, Você o ama - disse Sam. Alec pôs o rosto entre as mãos - Não se sinta assim, não estou bravo, nem triste. Lembra do seu livro? Quando a protagonista está conversando com a amiga que vai embora do país?

Alec assentiu, ainda com o rosto escondido.

- Lembra o que ela disse? "Saiba que amar não é apenas beijar e abraçar uma pessoa..."

- "Desejar que uma pessoa seja feliz do fundo do seu coração também é amor." - completa Alec, se lembrando.

-Se não posso amá-lo como Você ama o Tsol, quero amá-lo dessa forma. Sei que não te conheço a tanto tempo quanto o Cameron, mas... Me aceita como seu melhor amigo?

- Sam... Você não existe... Você é uma pessoa incrível. Me sinto péssimo por te fazer isso... Mas eu aceito. Não posso perder uma pessoa tão boa quanto você.

Sam deu abraço em Alec. Um abraço terno e caloroso. Como ele podia ser tão forte? Nem Alec sabia. Mas a certeza que ele tinha era que aprendia muito com ele. Sam sempre o ensinou muitas coisas. E a maior delas foi crescer.

- Amor não se explica. Se sente. Se ódio impedisse o amor de acontecer, Romeu e Julieta nunca teriam trocado um olhar sequer - disse Sam - minha primeira missão como seu amigo... - Sam tirou as mãos de Alec de seu rosto e sorriu para ele - não tenha vergonha de não me amar. E nem de Amar Tsol. Você tem que correr atrás dos seus objetivos ou vai acabar na mesma situação que eu. Se quer saber - Sam voltou à sua postura brincalhona. Ele fingiu estar contando um segredo e pôs a mão em concha perto do ouvido de Alec - eu me informei que o Tsol ainda não tem ninguém... Em especial.

- Mas eu não sei o que fazer -disse Alec com um olhar perdido.

- Não se preocupe com isso! - disse Sam misteriosamente - amanhã vai começar a minha missão como Cupido!

- Quê? - agora Alec já estava com medo de novo - Sam... O que você tá aprontando?

- Amanhã... Amanhã Você descobre. Agora trate de dormir - Sam empurrou Alec na cama, jogou as colchas por cima dele e assoprou a vela - durma bastante para estar energizado para amanhã!

Alec tentou contestar mas Sam já havia saído...

" Eu espero que você encontre toda a felicidade que você procura em alguém melhor que eu, Sam... " pensou, enquanto adormecia.

•♪•

No cômodo de Baixo, Marceline conversava com Dorothea após surgir no meio da noite.

- O que lhe traz a esta hora aqui, querida? - perguntou, preocupada.

- Senhorita Dorothea... Tsol está sob efeito de uma poderosíssima magia... Não só ele. Alec também...

- O quê?! - a expressão da mãe de família tornou-se desesperada.

Marceline contou toda a verdade. Sobre a parte que ela sabia de Tsol ter sido obrigado a participar do torneio sangrento do reino vermelho, mas contou também sobre a explosão na mina, sobre o amor de Tsol e Alec e o sentimento que compartilhavam antes.

- Mas... Como puderam se esquecer de algo tão especial? - disse Srta. Dorothea.

- Magia negra. E das fortes - Marceline explicou que usou os poderes que tinha para analisar Tsol e Alec às escondidas enquanto dormiam - em relação ao seu filho, tenho a certeza absoluta que foi uma bruxa. Posso afirmar isso porque já aconteceu isso com meu irmão Uma vez... O problema que ele próprio tem que quebrar o feitiço. Alguma contradição psicológica ou confusão de pensamentos seria o ideal para conseguir retirar ele desse transe.

- E enquanto a Alec? - questionou Dorothea, preocupada. A preocupação aumentou ainda mais quando Marceline a encarou de forma tão assustada - por favor, diga!

- Eu não sei... A única coisa que pude entender é que se trata de um bloqueio psicológico. Uma magia... Cruel, estranha e estranhamente poderosa e obscura fez isso.

- E não faz a mínima idéia de como ajudá-los? - Marceline negou com a cabeça.

- Por isso estou falando contigo - disse Marcy - por causa "daquilo".

- Compreendo - disse Dorothea - vamos buscar uma solução juntas.

- Sim senhora! - disse a garota vampira, esperançosa em salvar os dois amigos.

* No Reino Vermelho... *

- Então... Alec e os companheiros dele decidiram viajar pelo reino?

- Sim senhor, providenciei os melhores lugares em um bom trem para conhecerem os vilarejos como turistas - Ás falava acompanhado de seu irmão Overt.

O Príncipe vermelho parecia tranquilo.

- Não se preocupa que o rapaz do vilarejo madeireiro? - perguntou Ás.

- Aquele bicho do mato que trabalha com os castores? - ele riu como se ouvisse uma piada - já tomei minhas providências.

- O que quer dizer, vossa majestade? - Overt perguntou.

- Quero dizer que cuidei para que não de lembrasse do seu " amado " - disse, genioso.

- Está dizendo que apagou a memória dele? - perguntou Ás.

- Não... Eu ALTEREI as memórias dele - explicou o Príncipe Vermelho - alterei as memórias dele para que todos os momentos românticos que viveram não passem de uma vaga lembrança passada e improvável para ele. Mas as situações ruins e desagradáveis que vivenciaram juntos? Sim... Eu mantive essas lembranças e... Intensifiquei o ódio e raiva que ele passou durante todo esse tempo.

- Compreendemos - concluiu Overt.

- O Torneio está interessante neste momento, com um embate que ocorre neste momento - Observou Ás.

- Quero assistir isso. Retirem-se - ordenou o príncipe.

Saíram apressados da sala. Ás respirava pesado. Seu irmão tinha a expressão preocupada.

- Meu irmão - Overt pôs a mão no ombro dele - será que seu jovem amigo conseguirá se safar?

- O único que pode ajudá-lo é ela - Ás concluiu - e se ela não puder, teremos que perseverar para que Tsol consiga se libertar sozinho... Ou tudo estará perdido.

Continua...

Cara, eu odeio essas visitas '-'

Invadem minha casa.

Mexem nos meus jogos.

Apagam meus trabalhos de faculdade.

Priminhos, adivinhem que almas o capeta vai levar á noite? C:

Bem, já estou trabalhando no próximo capítulo! Até lá! ;*

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Comentários

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Perfeitoooooo 😍😍 sabia que a marcy ia salvar o dia! Eles tem que desfazer os feitiços que fizeram contra eles.

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Five Nights At Freddy's Kkkk Scott Cawthon Boa Kkkk

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