Thithi et moi, amis à jamais! Capítulo 88

Um conto erótico de Antoine G
Categoria: Homossexual
Contém 2496 palavras
Data: 14/11/2015 00:11:26

- Ai, Thi, só tu mesmo pra me fazer vir pra cá.

- Eu sei que tu gostas daqui também.

- Eu gosto, mas a gente poderia ter vindo outro dia.

- Deixa de reclamar e vamos logo, já estamos quase chegando.

Nós saímos da estação de metrô e fomos andando. Não demorou muito e chegamos no Palais.

- Pronto, aqui estamos. Olha rápido que a gente tem que ir logo embora.

- Vamos por aqui.

Nós adamos um pouquinho e o Thi parou em um grande gramado rodeado por arvores. Na primavera e no verão as pessoas costumam sentar ali, mas no inverno... quem em sã consciência sentaria ali no inverno? Tinha que ser bem louco, e o pior de tudo é que eu estava com um louco!

- Não senta ai, seu maluco.

- Ué, e por que não?

- Por que tu vais congelar?

- Não vou, não. Senta aqui também.

- Não, se tu morreres de frio, precisar haver alguém aqui pra reconhecer o corpo.

- Bora, Chatoine, senta logo aqui.

Eu já estava cansando de fazer as vontades dele, mas eu resolvi sentar logo pra ver se a gente ia embora o mais rápido possível.

- Pronto, sentei!

- Eu amo isso aqui, sabias?

- Sabia, eu sei disso desde os nossos 15 anos de idade.

- Pra mim, esse é o melhor lugar de Paris.

- Um dia, isso aqui também já foi meu lugar preferido.

- Eu estraguei isso aqui pra ti, né?

- Não, pateta! Eu conheci novos lugares mesmo.

- Toda vez que eu venho aqui eu lembro de ti, sabias?

- Claro, né Thi? Tu sempre vens aqui comigo.

- Verdade! – Ele sorriu sem graça – Tu lembras quando a gente veio aqui na primavera? Que havia flores para todos os lados e tu querias ficar com um menino, ele era até amigo do Pierre.

- Claro que lembro, tu fizeste de tudo para não rolar nada entre a gente.

- Eu tinha que fazer de tudo, tu sempre querias ficar com alguém, eu hein.

- Quem manda tu não ter coragem de se declarar?

- Eu tinha era medo, medo de estragar tudo.

Nós ficamos em silêncio, esses momentos de silêncio estavam sendo frequentes naquele dia. Nós estávamos conversando, brincando, mas ainda não estávamos 100% à vontade um com o outro.

- Isso aqui é bonito demais! – Ele disse desviando o assunto.

- Thi, vamos? Eu já tô morrendo de frio...

- Só mais um pouquinho, já já a gente vai.

Nós ficamos por lá mais um tempo, ficamos em silêncio. Ele olhava para o nada, mas eu tinha noção do que ele estava vendo. Ele nos via ali, ainda adolescentes. Um amando o outro, mas sem saber que nos amávamos. Ele nos via naquele gramado, rodeado pelas arvores bem verdinhas. Nos via brincando, nos divertindo. Ele via dois amigos, dois irmãos, dois amantes. Eu também estava vendo tudo isso. Eu estava feliz em estar com ele ali, eu amava demais aquele cara. Não o amava como homem, eu o amava como meu amigo, meu irmão que outrora ele fora. Eu estava disposto a recomeçar nossa amizade, eu desejava isso há algum tempo.

Não posso negar que um dia eu senti um ódio enorme dele, um ódio que me impedia de vê-lo na minha frente. Mas, ao de acordo com que aquele amor ia murchando, o “ódio” também ia. Naquele momento, eu o amava como eu o amava na época em que éramos crianças. Na época em que nós éramos inseparáveis.

Eu conhecia ele bem demais para saber que ele estava quase chorando. Eu podia ver o sofrimento no rosto dele. Então, eu me perguntei: qual seria o motivo dele querer ir lá comigo? Por que provocar dor em si mesmo?

- Para onde eu olho nessa cidade eu lembro da gente, sabias? Isso aqui é um memorial da nossa adolescência.

- Também, do jeito que a gente aprontava, do jeito que a gente não parava em casa, como não seria um memorial? – Eu disse rindo

- É verdade!

Meu celular tocou.

- Alô?

- Oi, amor! – Eu ouvi a voz do Bruno

- Oi, mozão!

- Onde tu estás?

- Eu estou no Palais de Luxembourg.

- Com o Pierre?

- Não, não.

- Com quem, então?

- Com o Thi...

- Com quem Antoine?

- Com o Thi?

- O que tu estás fazendo com esse cara?

- Ah, a gente foi almoçar lá com o Pierre e depois a gente veio aqui.

Ele ficou em silêncio do outro lado da linha, eu só ouvia a respiração pesada dele. Eu sabia que ele estava furioso.

- Que horas tu vens daí?

- Daqui a pouco, nós já estamos saindo daqui.

- Ok! Quando tu chegares em casa a gente conversa.

- Tu já estás em casa?

- Não, eu estou na Universidade.

- Já estás indo pra casa?

- Com certeza!

- Tá bem, então. Nos vemos em casa. Beijo.

Ele não falou anda e finalizou a ligação.

- Eu criei problemas pra ti? – Thi perguntou assim que eu guardei o celular.

- Talvez sim...

- Poxa, desculpa, eu não quero criar esse tipo de problemas pra ti. Talvez, nós não possamos mais nos ver, né?

- Até parece que tu não me conheces. Quando foi que eu deixei tu controlares minhas amizades?

- Nunca! – Ele sorriu de orelha a orelha.

- Então, o Bruno também não tem esse poder. E a gente quase nunca briga, a gente sempre conversa e se entende. Vem, vamos logo.

- Tá! – Ele disse se levantando.

Nós voltamos para o metrô e pegamos a linha 4 e depois trocamos para a 1. Era bem pertinho, então logo nós descemos na nossa estação.

- Sabe, eu gostei muito de ter passado o dia contigo.

- Eu também gostei, Thi.

- Quem diria que seria Paris que nos aproximaria novamente?

- O que Paris não faz? – Eu disse rindo.

Nós continuamos andando, meu apartamento ficava um pouquinho distante da estação, mas dava para ir andando tranquilamente.

- Antoine – Ele chamou minha atenção quando já estávamos quase chegando em casa.

- Oi?

- Se tu não puderes mais falar comigo, sair comigo, eu vou entender, tá? Eu sei que eu fui um babaca com vocês.

- Não te estressa com isso, Thi.

- Chegamos – Ele disse na frente do meu prédio – Obrigado pelo dia!

- Eu que agradeço! Ei, onde é teu hotel?

- A gente já até passou por ele.

- E por que tu não ficaste lá?

- Por que eu vim te deixar aqui, né?

- E precisava?

- Claro que sim.

- Não precisava, não.

- É pertinho daqui, não tem problema.

- Claro que tem, agora tu vais ter que voltar sozinho no frio.

- E tu ias ter que vim sozinho no frio. Bom, já vou indo. Até amanhã!

- Até! – Eu disse dando um abraço nele.

- Até! – Ele disse indo embora sorrindo.

Eu fiquei vendo ele se afastar e só quando eu já não podia mais vê-lo é que eu entrei no meu prédio. O prédio estava deserto, eu peguei o elevador e fui direto para casa. Quando eu estava abrindo a porta de casa, Pi sai da casa dele e me puxa pra dentro me jogando no sofá e sentando do meu lado.

- Pode me explicar o que foi aquilo...

- Aquilo o que, maluco?

- O que tu estavas fazendo com o Thithi?

- Ué, a gente trabalha junto, sabias?

- Claro que eu sabia, eu não perguntei se vocês trabalhavam ou não juntos, eu perguntei o que vocês estavam fazendo juntos lá no restaurante.

- Ué, a gente saiu tarde da reunião, eu estava com fome, ele estava com fome e nós resolvemos ir almoçar lá contigo no teu super restaurante.

- E o Bruno, onde fica na história?

- Espera aí, tu estás pensando que Thi e eu estamos juntos? Tipo... traindo o Bruno?

- E não é isso?

- TÁ MALUCO, PIERRE?

- Mas é isso que dá pra entender...

- Mas não é isso! Com certeza não é isso! Nós somos somente amigos, pelo menos estamos tentando voltar a ser amigos.

- Sei... e onde vocês estavam até agora?

Eu contei tudo o que nos fizemos.

- Tu estás lascado! O Bruno deve estar com muita raiva, eu ficaria.

- Muito obrigado pelo apoio, Pi.

- Só estou falando a verdade! Quem é que gostaria de ver seu marido de historinha com o antigo namorado maluco que vivia dando em cima dele? NINGUEM! N-I-N-G-U-E-M!!!!

- Não é assim também, Pi. Ele me pediu desculpas por isso e disse que não vai mais dar em cima de mim, não vai mais criar situações que possam me complicar.

- Ele ainda te ama!

- Eu sei disso!

- Ele te disse?

- Disse! Ele me disse que ele me ama, que sempre me amou e que sempre vai me amar.

- Ai, que filho da puta! Eu queria alguém assim! Tu és muito sortudo, viu? Tu tens o Bruno que é lindo, me desculpa. E, ainda tem o Thi que está mais lindo do que nunca... Eu sou muito azarado mesmo, viu?

- Ele está lindo mesmo, viu?

- Safado! Tu não podes falar isso! – Ele me deu um soco no braço.

- Claro que posso! O Bruno só não pode ouvir, mas eu posso falar. – Eu olhei rindo pra ele.

- Tu ainda amas o Thithi?

- Amo!

- E o Bruno?

- Amo também!

- Como assim, Antoine?

- O Bruno é o amor da minha vida, minha alma gêmea. O Thi é meu amigo, o cara que cresceu ao meu lado, que viveu todas as minhas aventuras e meus sofrimentos comigo.

- Mas, tu voltarias com o Thi?

- De jeito nenhum, Pi! Eu amo o Bruno e eu não tenho nem um pouquinho de dúvida sobre isso. Eu amo o Thi como eu te amo.

- Isso é possível?

- Claro que é! Quando eu comecei a me envolver com o Bruno, nosso amor cresceu de tal forma que o amor/ódio que eu sentia pelo Thi foi reduzido a pó. Eu acredito que eu tinha que viver tudo o que eu vivi com o Thi para poder chegar ao Bruno.

- Eu te admiro, sabias? Mesmo depois de tudo o que o Thi fez, tu ainda consegues perdoá-lo.

- Eu descobri que ele é importante demais pra mim, talvez as pessoas não entendam e pensam que eu ainda amo o Thi, que eu o amo como homem, mas na verdade eu só o amo como amigo. É uma relação bem complexa essa nossa, não é todo mundo que vive uma vida inteira ao lado de uma pessoa. Eu tive essa sorte, tive sorte de compartilhar tudo com ele, ninguém, mas ninguém mesmo me conhece tão bem quanto ele, Pi. Assim como ninguém conhece ele tão bem quanto eu.

- Mas será que o Bruno vai entender assim também? Será que ele não vai ficar chateado?

- Bom, eu acho que chateado ele já está, mas ele vai ter que entender. E falando nele, deixa eu ir pra casa, ele já deve estar me esperando.

- Não está, não. Ele ainda não chegou.

- Como não? Ele disse que já estava vindo...

- Bom, só se ele chegou e não fez nenhum barulho.

- Eu vou lá ver.

- Tá bem, qualquer coisa vem pra cá.

- Ok!

COMENTÁRIOS DO AUTOR

Oiiieee, meus amores!!! Como vocês estão? Eu espero que todos estejam muitíssimo bem.

Antes dos comentários, vocês viram o que aconteceu hoje em Paris? Gente, vamos rezar pelas dezenas de pessoas que morreram naquele atentado, tá? Não importa qual seja a religião, o importante é enviar luz para as pessoas que estão sofrendo. Vamos praticar o bem!

Bom...

FASPAN: Que bom que tu te interessaste pelo titulo e resolveu dar uma olhadinha na minha história, espero que tu possas acompanhar a partir de agora. Fico muitíssimo feliz quando as pessoas me falam que vão voltar a estudar francês por causa da minha história, fico muito feliz mesmo! Poxa, muito obrigado, eu sempre tento escrever pensando em vocês, sempre coloco todos os sentimentos que eu senti/sinto nas palavras, assim vocês podem sentir tudo igual, fico radiante ao saber que eu estou conseguindo fazer isso. Kkk Te digo uma coisa: ainda tem muita coisa aí pela frente, viu? E é isso mesmo, vamos ver... vocês ainda irão se surpreender... Kkkk Abraço!

Rhand: kkkkkkkkkkk COM CERTEZA A JIANG PRECISA SER AMADA POR COMPLETO! KKKKKKKKK Olha, ainda vai acontecer coisas muito sérias nessa viagem, no próximo capítulo, se não me engano, já começa a aparecer alguma coisa, mas virão coisas... muitas coisas. Kkk (Olha aí, tô liberando um spoiler kkk) E não me preocupo com o Dudu mesmo, ele e os contatos dele já me salvaram de poucas e boas. Kkkk Manter a fama de mau, como assim? Kkk Bom, mas ainda bem que tu resolveste deixar a maldade um pouquinho de lado e vir comentar. Aconteceu sim, eu perdi uma pessoa da minha família, uma pessoa muito querida. Aí, eu fiquei sem vontade para nada, nem trabalhando eu estava indo. Foi uma barra! Mas, graças a Deus já estou melhor. Beijoo, querido.

Plutão: Pois é, a amizade começou a ser reatada, isso é o que importa, no momento. Que bom que gostas cada vez mais, Plutão. Um super abraço para ti também.

Tau: BaaaaabAcaaa??? Kkkkk Tadinho! Minha coisinha maldosa entra em ação! Kkk Bom, ele não podia ficar ausente por muito mais tempo, né? Kkkk Thi disse: “Fala para o advogado, que ele ainda vai se surpreender comigo” Kkk Eu acredito mais na história do canguru perneta kkkk Brincadeira... Mas, isso dói mesmo. Beijoooooooooo!!! Ah, e assim que eu for por aí eu te aviso!

Lipe*-*: Oiii, Lipe!! Tudo bem? Ainda não tinha te visto por aqui, após o meu retorno. Que boooooom que voltaste também! Mais um que não tem paciência com o Thi? Tadinho, gente! Chamou o Bruno e ele apareceu, Lipe. Kkk Beijooo!!!

Ale.blm: Não dá para dá um fim nele, né? Olha o título! Kkkk Olha a maldade, minha gente! Que isso, cabeças rolando? Tá tudo bem sim, meu lindo. Agora já estou bem. Não sumirei, não. Pode deixar! Olhaaaa aí, Jeff, rebate essa do pisca pisca, menino. Kkkkk Beijoooo, Ale!

Jeff08: Jefffffff, tudo bem? Estava com saudades! Não temos nos falado nem no What... Como tu estás? ADOROOOOOOOO ISSO: A DIVA DA PORRA TODA. Kkkkkkkkkkkkkkkk E como assim estava decidido a não comentar? Magoou, agora! E sim, ele é megaaaaaa pentelho, tem horas que eu tenho vontade de jogar um troço nele. Kkkk Beijooo!!

Ninha M: Eu te dou todo apoio, Paris é maravilhosaaaaaaaa!! Assim que tu tiveres oportunidade, não pensa duas vezes. Irei escrever, assim que minha internet resolver voltar eu te escrevo, eu só venho na casa de maman para publicar os capítulos rapidinho, para vocês não ficarem sem. Na escola eu não consigo publicar, da última vez eu tive que ir para o banheiro publicar... kkk Uma mega/ultra/power beijo, minha linda!

Irish: Se está ou não, isso só vais descobrir no decorrer da história. Kkkkk Um beijooooo!!!

Jamesblack: Oieeeee!!! Como tu estás? Olha que eu sou safadinho mesmo! Kkkkk Volteiiiiiiiiiiiiiiiii!!! Não joga, não, senão como eu vou escrever? Ainda vem bastante coisa, pode ter certeza! Gros bisous, mon pote!

€$: Olha, ainda virão muitas confusões, isso é certo! Que nada, eu sou super desconfiado de tudo também. Kkk Beijoooo!!

Por hoje é isso, gente. Até Amanhã!!!!

Ah, eu fiquei super feliz ao ver todo mundo voltando a comentar, MUITO OBRIGADO!!!

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Comentários

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Entendod que para o Bruno seja difícil compreender a amizade tua com o Thi, mas o Pierre te fazer uma pergunta destas? Poxa, por acaso eras um "galinha" antes de namorar o Thiago? Espero que Bruno seja HOMEM o suficiene para entender tua relação com o Thiago. Um beijo carinhoso para ti e para Bruno (se ele sabe das tuas postagens - não me lembro disto- e quiseres mostrar meu comentário para ele, sinta-se à vontade.

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Oi meu lindo, atualizei a leitura dos três capítulos hoje. Estou em semana de provas e está bem corrido para mim. Fiquei muito triste com os atentados em Paris e você me veio a cabeça, pois sei que tem família por lá. Espero que esteja tudo bem com todos. Beijos querido!!

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Babaca sim! Poderia sim, não vejo falta. Pra começar não quero advogar, mas sim seguir a carreira da Magistratura. E, não espero nada dele, pelo menos nada positivo... O que vier a ser feito, ao meu ver, não passará de uma reparação de danos causados. Até acredito que ele possa ser bonito fisicamente, mas por outros aspectos vai ter que ralar muito para conseguir minha consideração. Penso o mesmo que seu primo... Essas coisas pra mim não tem volta... 😘💙

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Apaixonado no Thiago!! Quero! Kkkk nao ia comentar nem chamar no whats pq sou do mal =P sobre o Ale nem comento, ridiculo esse rapaz afff invejosa esse ai... fim de ano vc ja pode criar um grupo de debate com seus leitores, quero nem saber, Thi é perfeito e nada importa!!!!! Deixa eu ir, beijo!

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Tomara que o Bruno nao tenha brigado contigo por causa do Thiago!

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Ow meu querido, vc me deixa ansioso. rsrrs Acho q vem treta com o Bruno e essa faculdade. Aí eu me acabo: o Bruno é um príncipe. Tomara que não vire sapo. Com relação ao Thiago, não consigo ter raiva dele. Na verdade eu adoro o Thithi. rsrs Antoine, lembrei muito de vc essa noite por causa dos ataques terroristas em Paris. Uma barbárie. Que pena acontecer uma coisa dessa em pleno século XXI. A humanidade não quer evoluir mesmo. Abração Antoine e volta logo!

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