ACORDEI COM UMA CHUPADA MARAVILHOSA

Um conto erótico de Ehros Tomasini
Categoria: Heterossexual
Contém 1672 palavras
Data: 05/08/2015 10:51:10
Última revisão: 05/08/2015 12:13:28
Assuntos: Anal, Heterossexual, Oral

O ACOMPANHANTE - Parte V

Fodi Anita até que ela se fartasse. Evitei comer-lhe a bunda pois temia a reação adversa dela para comigo. Roberto, depois que teve seu cu invadido por minha pica, disse que ia banhar-se e não mais voltou. Quando Anita finalmente adormeceu, fui procurar o cara. Estava nu, na varanda da casa, olhando o mar. Tinha os olhos vermelhos de quem havia chorado. Quando me viu, disfarçou:

- E aí, satisfeito com a minha nega? - perguntou esboçando um sorriso.

- Parece que quem não ficou gostou foi você, já que fugiu da cama - respondi fugindo da sua pergunta.

Ele pareceu titubear. Olhou novamente para o mar, antes de responder:

- Eu não sou boiola, cara. Mas ela tem me humilhado muito, ultimamente. Acho que deixou de gostar de mim.

- E por que aceitar tais humilhações? - Arrisquei perguntar, mesmo supondo que ele não iria me responder sinceramente.

- Apesar de tudo, eu gosto dela, cara. A verdade é que eu não tenho nenhuma fonte de renda. Sempre fui gigolô dela. Pra piorar a situação, de uns tempos para cá eu venho botando no rabo dela, literalmente, mesmo contra sua vontade. Ela detesta dar o cu. Mas eu sinto o maior prazer de comer um - confessou ele.

Mudei de assunto e perguntei quem morava na casa em frente. Disse-me ser de aluguel, mas que ultimamente vinha sendo frequentada por um casal. Imaginei que se tratasse de Márcia e seu amante. Não disse a Roberto que havia estado na casa no dia anterior, nem que havia sido levado ali pela linda e sensual loira. Minutos depois, inventei uma desculpa qualquer e me despedi dele, pedindo que ele se desculpasse por mim por ir embora sem falar com Anita. Eu estava penalizado pelo cara. Parecia um bom sujeito. E eu estava um tanto empulhado por ter-lhe fodido o rabo, depois que soube que fora contra a sua vontade.

A bem da verdade, eu estava mesmo ansioso por encontrar Márcia outra vez. Como ela não deu as caras, resolvi procura-la na praia novamente. Quando avistei seu Laudi, estacionado à beira da estrada, perto de onde havíamos ficado, notei que havia três caras encostados nele. Todos fortões e mal encarados. Resolvi passar direto e parar mais na frente. Estacionei na esquina de uma outra rua que dava para a praia. Percorri um bom trecho a procura de Márcia e não a encontrei. A praia naquele dia estava lotada de gente. Eu temia que o marido dela tivesse descoberto o local onde ela costumava banhar-se e mandou uns caras vigia-la. Eu precisava avisá-la. Liguei para meu amigo Otávio para perguntar o que fazer numa situação dessas. Seu telefone tocou, tocou e ele não atendeu. Liguei para a agência de detetives onde trabalha e disseram que ele faltou naquele dia.

Ainda procurei Márcia na praia por quase meia hora, depois desisti. Estava perto de escurecer e era improvável ela estar ainda por ali àquela hora. Resolvi voltar para casa, mas antes passaria perto onde seu carro estava estacionado para ver se ele ainda estava lá e se os caras tinham ido embora. Eles ainda estavam lá. Quando cheguei a poucos metros do carro, percebi que os sujeitos cochichavam olhando para mim. Caminhei resoluto em direção a eles sem, no entanto, encara-los. Quando cheguei perto, barraram minha passagem.

- Cadê a vadia? - perguntou-me o mais carrancudo e que parecia líder do grupo.

- Cadê quem? Não sei do que está falando - fingi não saber que estavam perguntando por Márcia. Levei um tremendo murro no estômago que quase me fez desmaiar.

- Ela! - disse-me outro sujeito, tirando uma foto de um envelope grande e apontando para um casal trepando.

Gelei. Era eu que fodia com ela, na foto. Reconheci a cama que trepamos no dia anterior. Alguém nos fotografara no ato, sem que tivéssemos notado. Recuperei o fôlego e admiti conhecer a mulher. No entanto - expliquei - a tinha visto pela primeira vez no dia anterior, ali mesmo na praia, quando a levei para um motel.

Outro murro, dessa vez no rosto. Deviam saber da casa de praia. Mentir que havíamos sido fotografados num motel foi má ideia. Mais um murro no estômago e a vista ficou turva. Senti apenas tirarem minhas chaves e a câmera do bolso da bermuda, antes de desmaiar.

***********************

Acordei deitado no banco de trás de um Vectra com os vidros fumê fechados. Estava com as mãos amarradas às costas por cordas de náilon. Sentei no banco. Percebi que ele estava todo rasgado a faca. Os assentos da frente, também, e eu percebi manchas de sangue neles. Mas eu estava sozinho no veiculo. Suspirei aliviado. Olhei em volta, através das janelas, e vi que estava no meio do mato. Com muito esforço, consegui passar as mãos para a frente do corpo, primeiro lançando-as sob as nádegas, depois metendo os pés pelas mãos amarradas. Desse modo, conseguiria dirigir. Mas não havia chave na ignição do carro. Aliás, agora estava reconhecendo aquele automóvel: pertencia a Otávio, meu amigo detetive. Foi quando ouvi vozes bem perto. Aquietei. Não dava mais para tentar fugir. Os sujeitos estavam muito próximos ao carro. Um deles abriu a porta.

- Cinderela acordou, gente - disse o que parecia menos carrancudo, me puxando pra fora do veículo. O que parecia líder jogou um molho de chaves contra meu peito.

- Essas chaves não abrem o Laudi estacionado lá perto da praia. Diga onde está o carro ao qual pertencem - disse sem demonstrar qualquer emoção o líder do grupo.

- Já disse que não sei do que estão falando - gritei - e aquele carro onde estavam encostados não é meu.

Outro murro potente no rosto me fez ir ao solo. Mas não teve força suficiente para me fazer desmaiar. Levantaram-me pelos sovacos e me fizeram ficar de pé diante do líder. Dessa vez ele tinha uma leve expressão de fúria quando disse:

- Não nos faça de idiota. Temos várias fotos suas com a quenga safada. Mas vamos fazer um trato - disse enigmaticamente - você nos leva até o carro ao qual essas chaves pertencem e deixamos você ir embora. Feito?

Aquiesci com a cabeça. Claro que eu não achava que iriam me liberar assim tão facilmente. Mas precisava de tempo para pensar e encontrar uma forma de me safar. Entramos todos no carro e eu fui indicando o caminho, já que lembrei que o matagal onde estávamos ficava a um pouco mais de trezentos metros de onde eu havia estacionado meu Laudi. Já estava muito escuro e não vi ninguém nas ruas até chegar ao ponto da estrada onde eu deixara o carro. Um deles desceu com as minhas chaves na mão e enfiou uma na porta. Abriu-a imediatamente. Voltou-se com um sorriso de satisfação e fez sinal com o polegar, dizendo estar tudo bem. De repente, o que estava no banco de trás, ao meu lado, espetou-me na barriga com uma lâmina afiada. Abriu a porta ao meu lado e me empurrou com o pé, lançando-me ao solo fora do veículo. Ainda consegui ver ambos os carros partindo, deixando-me prostrado ao chão. Eu estava esfaqueado e sozinho numa estrada deserta. O trecho era muito escuro e a lua minguante não iluminava quase nada. Perdi finalmente os sentidos, de novo.

**********************

Acordei numa cama macia, todo nu e com bandagens no tórax. Havia uma morena sentada num canto do quarto, lendo um livro. Sorriu-me quando percebeu que eu havia acordado. Pediu que eu não fizesse esforço, pois estava ponteado. Levantou-se e veio examinar o curativo. Explicou que era taxista e que havia me encontrado desacordado na beira da estrada. Como encontrou minha carteira com documentos no bolso da minha bermuda, acreditou que eu não era nenhum marginal. Por outro lado, eu sangrava muito e o hospital mais perto ficava a quilômetros dali. Havia trabalhado por vários anos como enfermeira, antes de assumir o táxi do marido que falecera de câncer. Então, trouxe-me para a sua casa, tratou do meu ferimento e esperou que eu acordasse para perguntar o que havia acontecido. Contei que fora assaltado e que haviam levado meu carro. Precisávamos dar queixa à polícia. Ela pediu para que eu esperasse um pouco mais, pois o dia já estava clareando. Prometeu me levar a uma delegacia, logo mais, pela manhã. Relaxei, agradeci a ela pelo que fez por mim e voltei a dormir.

Despertei do meu sono no momento em que tinha os olhos vendados por mãos femininas. O perfume que senti no ar, no entanto, não era o da taxista enfermeira. Senti minhas mãos e pés algemados à cama. Quis gritar mas tive a boca amordaçada. Entrei em pânico. Aí uma voz feminina disse baixinho ao meu ouvido que, se eu relaxasse, iria adorar. Era só não fazer barulho que teria o melhor boquete da minha vida. Eu estava surpreso mas resolvi entrar no seu jogo. Não reconheci a voz. Tinha certeza de que não pertencia à taxista. A dela era mais grave, quase masculina. A que me falava era mais suave, quase a de uma garotinha. Fiquei quieto, apenas tentando espiar através da venda nos olhos, em vão.

A língua era fria como gelo. Serpenteou pelos meus bagos, depois por toda a extensão do caralho que ainda estava flácido. Senti uma mão geladíssima apertando levemente meus testículos, enquanto outra me masturbava suavemente. Depois, meu pau mole foi engolido por lábios gulosos. Só então percebi que a danada tinha uma pedra de gelo na boca. Imediatamente, meu pau ficou duríssimo ao prever a gostosa chupada que viria em seguida. Um filete de água gelada escapou da sua boca e escorreu por entre minhas pernas em direção ao meu ânus, fazendo-me contraí-lo. Ela me massageava o pau com a goela ao mesmo tempo em que me masturbava com sua mão macia. Um dedo quente tentou invadir meu buraquinho e eu o contraí imediatamente, impedindo o intento. Então ela retirou o gelo da boca e encostou bem no meu cu, enquanto chupava a minha glande com os lábios agora quentes, fazendo-me apreciar o choque de temperaturas. Explodi num gozo forte e gostoso na sua boca.

Fim da Quinta Parte

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