A Viuvinha Deliciosa E O Consolo 3

Um conto erótico de mary rose
Categoria: Heterossexual
Contém 408 palavras
Data: 15/07/2015 15:08:11

Elisa havia chorado muito antes de dormir, torturada pela saudade e pelo fogo entre as pernas. Mas por fim dormiu e teve um sonho...

Estava em sua antiga casa, deitada nua sobre a cama, as pernas abertas a espera de Theo. E de repente ele surgiu entre suas pernas, branco como um papel, olhos arroxeados e fundos, a cabeca toda ensanguentada, e Elisa ao ve-lo o puxou para

desesperada e exclamou, meu amor que saudade, vem come a tua mulherzinha bem comida, nao estou me aguentando...

Entao Theo respondeu com ar muito triste, meu amor eu tambem morro de saudade embora ja esteja morto, meu pau foi comido pelos bichos, mas de vc quiser pode conseguir uma coisa bem parecida e se aliviar, e me aliviar tambem, podemos ainda sentir prazer, e nisso Elisa acordou gritando o nome do marido, encharcada de suor, e passou o resto da noite acordada pensando o q Theo quisera lhe dizer. No dia seguinte nao comentou nada a ninguem sobre o sonho q tivera, colheu algumas rosas no jardim e foi ate o cemiterio onde Theo estava sepultado, ficava perto dali, chegando la Elisa beijou a lapide e disse en voz alta, meu amor eu sei q aquilo nao foi um sonho, me ilumina o q eu devo fazer para ter vc de volta? Depois saiu do cemiterio e resolveu ir ate um centro comercial havia ali perto, ha muito tempo nao entrava ali, mas entrou e ficou andando pelos corredores, olhando as vitrines cheias de roupas e sapatos. Ate q parou diante da vitrine de um novo sex shop, q exibia consolos e vibradores de todas as cores e modelos..

Elisa parou um instante indecisa, contemplando aqueles paus de silicone q pareciam reais... Nunca entrara num sex shop antes, sua vida sexual com Theo fora sempre muito prazerosa e intensa para precisar de algum acessorio. Tinha vergonha, mas a vontade de ver aquelas coisas mais de perto foi maior... Entrou.

O ambiente la dentro era aconchegante e perfumado, paredes forradas de seda vermelha, um sino dos ventos enchendo o ar com seu plim plim. Elisa olhava curiosa as prateleiras cheias de produtos. Um rapaz de corpo sarado, bracos cheios de tatuagens perguntou no que podia ajuda-la. Ai q vergonha, o q eu vim fazer aqui, pensou Elisa, e ia sair correndo porta a fora, quando viu uma coisa q a deixou pasma, um penis realistico...

Igualzinho ao penis de Theo.

CONTINUA

.

Siga a Casa dos Contos no Instagram!

Este conto recebeu 0 estrelas.
Incentive maryrose a escrever mais dando estrelas.
Cadastre-se gratuitamente ou faça login para prestigiar e incentivar o autor dando estrelas.

Comentários

Este comentário não está disponível