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Minha enteada apanhou de cinto da mãe mas foi deliciosamente consolada por mim

Categoria: Heterossexual
Data: 11/07/2015 11:53:16
Nota 8.75
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Sofia, minha enteada, uma bela menina morena, alta, magra, de olhos verdes, cabelos negros e lisos e seios proeminentes, vinha tendo problemas de comportamento que tiram minha mulher, Simone, do sério. Minha esposa é psicóloga e sempre foi apologista do diálogo e da negociação e nunca foi adepta dos castigos físicos, tendo dando apenas uma surra de palmadas durante a infância de Sofia, quando a menina roubou dinheiro de uma colega de escola e outra aos seus doze anos, dessa vez usou o chinelo, pelo fato de Sofia dormir na casa de uma amiga desconhecida sem avisar. Nos três anos subsequentes, Sofia não apresentou nenhum sério problema de comportamento, mas após completar 16 anos as coisas pioraram muito, pois a adolescente começou a se rebelar bastante, insultou a mãe algumas vezes, estourou limite de cartão de crédito r passou a chegar em casa bêbada com frequência, aos finais de semana, além de sérios problemas na escola. Quando tivemos a notícia de que Sofia fora reprovada na escola, no último ano do segundo grau, Simone repensou seu modelo educativo e decidiu ter uma séria conversa com sua irmã, bem mais rígida, que a aconselhou a usar um bom cinto na próxima falta grave de sua filha. “Cinto de casa faz milagre, palavra de uma mãe de duas adolescentes, é dessa forma que não perco o comando quando a educação verbal não surte efeito e elas sabem que precisam de limites, isso aplaca sua ansiedade, é uma dor que no fundo alivia, a dor passa e o objetivo se cumpre. Mães precisam usar o coração e razão na educação de seus filhos. Aquelas palavras foram suficientes para persuadir Simone, tanto que no mesmo dia avisou minha enteada que a próxima que aprontasse custaria caro, iria apanhar de cinto pela primeira vez. A menina ignorou a exortação e ainda desdenhou, dizendo que sua mãe jamais seria capaz de fazer isso. – Bem, Sofia, você foi avisada, o cinto vai ficar esperando no armário você pagar pra ver. Dito e feito, uma semana depois Sofia estourou novamente o limite do cartão e quando sua mãe a chamou para satisfação, disse que isso não era problema dela, se ela tinha o cartão, tinha também o direito de usá-lo como quisesse. – Bem, você foi avisada, agora cheguei ao limite e vou te dar limite, nem que fique um tempão sem conseguir sentar. Espera que eu já volto. Foi buscar o cinto de couro, branco e grosso retornou ao quarto da filha. – O que você quer fazer, ficou louca?? Perguntou Sofia, bastante aflita ao ver a fúria de sua mãe e o cinto dobrado em sua mão. - Agora você só tem uma escolha, pois apanhar vai de qualquer jeito e ainda se desculpar depois, mas pode escolher entre facilitar e tomar vinte cintadas ou dificultar e tomar o dobro. Sofia instintivamente dificultou, não queria arriar a calça, nem deitar na cama, chegou a empurrar a mãe que começou a distribuir cintadas pelas coxas e bunda da menina ainda vestida, depois de boas lambadas e luta corporal, Sofia resignou-se e deixou sua mãe baixar sua calça, mantendo-se de bruços na cama, pronta para o castigo, mas era tarde e as quarenta cintadas foram inevitáveis, após a décima, Simone baixou também a calcinha da menina, minha mulher estava possessa e irreconhecível, às vezes Sofia tentava cobrir as nádegas com as mãos mas Simone com habilidade inesperada, segurava s mãs da menina com a mão esquerda e com a direita seguia impiedosa com as cintadas, tentei intervir mas ela disse para eu não me intrometer na educação de sua filha. Ao fim da surra, Sofia chorava de soluçar e sua bundinha estava um pimentão, ainda teve de pedir desculpas, com a voz quase embargada. Então, Simone a beijou e disse que aquilo é para seu próprio bem e que no dia seguinte ganharia uma pomada cicatrizante para aliviar a dor. No entanto, à noite Simone foi lecionar e aproveitei o ensejo para ir consolar minha enteada, passei muita pomada em seu bumbum delicioso, o que me causou inevitável ereção, e ela choramingando agradeceu e disse que estava com muita raiva de sua mãe. Como estava sem cueca, não dava para disfarçar meu tesão. Subitamente, ela virou-se para mim, beijou-me suavemente e começou a acariciar meu pau sobre a calça, eu gemia baixinho...até que ela o sacou, baixou a cabeça, deu beijinhos deliciosos e iniciou a felação...que boquete divino, ela sugaa com os lábios, engolia e trepidava a língua, lambia toda a base, batia a pica trincando de dura em seu rostinho de anjo...passei a foder sua boca. – Aaahh putinha safada, mama essa rola, mama. – Hummm adoro chupar uma rola imponente, tua putinha bezerra quer leitinho desse pintão. E começou a me punhetar freneticamente até eu inundar sua face urrando de prazer. Em seguida, decidi fazer um ritual para retribuir, fui aquecer um pouco de água e enchi uma vasilha, peguei creme, gilete e toalha. Fi-la sentar na cama, molhei seu púbis, pincelei o creme e ela já gemia se deliciandp. – Aaaai que tesão, nunca deliparam minha xoxota. – Então, relaxa, safada, que vou te chupar e te comer de xoxota raspadinha. Quando terminei, já iniciei a siririca de aquecimento e a puta gozou em minha mão, em seguida, eu lambi cada milímetro dos lábios vaginais, períneo e a entradinha do cuzinho, siriricava com a língua, em seguida mergulhava de boca e queixo na xana, ela foi ao delírio...gozando por três vezes seguidas em minha boca. – Aaaahhh você ta me matando de prazer, seu puto, cahorro chupador de xoxota, quero te dar gostoso, quero que vc me coma com mais força do que fode minha mãe, to faminta desse pau de macho tarado. Não titubeei e iniciei a penetração, com os pés no chão e o corpo inclinada sobre a cama, no meio do coita, eu a puxei pela bunda e a coloquei por cima de mim, então, cavalgando-me como toda a força, a puta teve um orgasmo avassalador, quase arrebentando meu pau, também gozei muito dessa forma, tirando da xoxota na hora. Após a recomposição, fodemos de quatro, de lado e frango assado, soquei dedos no seu cuzinho, causando-lhe mais orgasmos arrebatadores, ao fim, gozei em sua cara e, conduzindo-a ao chuveiro, mijei de pau duro em cara, fazendo-a se deliciar com chuva dourada, que recebeu tocando siririca, a ninfeta parecia uma máquina de gozo, no entanto, ela temeu me dar o cuzinho e não quis forçar, pois ela já tinha tomado uma grande surra no dia anterior mas dois dias depois eu não a perdoaria, portanto, quem apreciou este, não perca meu próximo conto, onde relatarei com detalhes como foi o debute anal de minha enteada e como a viciei em tomar no cu. Contato: pacerodrigo2015@gmail.com

Comentários

13/08/2015 13:57:09
Maravilhoso adorei
13/07/2015 18:28:49
He he muitas agora uma rola grossa deixando o grelinho um grelão bem largo e gostozo,adoro essas putinhas. :)
13/07/2015 15:41:43
legal
11/07/2015 22:44:42
Uma delicia de conto
11/07/2015 19:10:17
Sensacional!!!
11/07/2015 13:48:51
mas que delícia...

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