Casa dos Contos Eróticos

Adultério com meu sogro

Categoria: Heterossexual
Data: 10/06/2015 00:49:37
Nota 9.91
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Meu marido Hanz era o pastor de toda congregação luterana da região sul do Brasil. Viemos para cá logo após a segunda guerra mundial.

Nos estabelecemos num vilarejo ao sul de Sta. Catarina e dois anos depois, devido aos nossos empreendimentos, nos tornamos cidade com prefeitura e tribunal. Enfim, éramos religiosos, felizes e ricos.

Meu sogro Maxmiliano era um engenheiro eletro-mecanico. Ele deu inicio a toda indústria de máquinas agrícolas que tornou nosso nome sinônimo de competência e qualidade.

Eu estava com 22 anos e gravida de dois meses de uma relação adúltera, concedida pelo meu marido.

Pode soar estranho esta revelação, mas considerando que meu marido tinha ejaculação precoce, muito alto e gordinho, um pouco desajeitado com seu pênis de seis centímetros, compreendendo minhas necessidades abençoadas de “crescei e multiplicai-vos”, achou por bem que eu procriasse de outro homem, veladamente e com toda discrição.

Hanz imaginava que esta era minha primeira incursão adúltera. Ele nunca soube que fui seduzida plenamente pelo capitão do navio que nos trouxe ao Brasil.

Assim, eu aprendi a explorar toda minha sensualidade, abusando de minha estonteante beleza nórdica, possuidora de polpudas nádegas, raramente encontradas em gente de minha raça.

E me vem a lembrança, quando um mês depois que se soube de minha gravidez, eu vi meu sogro sem camisa através das transparentes cortinas da janela, enquanto cavalgava o filho dele.

Eu me excitei tanto que tive um orgasmos imediato junto a ejaculação precoce de meu maridinho.

Max era viúvo e nos seus cincoenta. Muito peludo e de barba cerradamente escura. Olhos esverdeados, cabelos grisalhos e castanho escuro. Ao contrário do filho que era ruivo como a falecida mãe, Max ficava bronzeado facilmente e vinha de uma região onde eles eram chamados de Ulanos, devido a essas característica físicas... incluindo o imenso e grosso pênis.

Como já disse, ao contrário do filho.

Eu o seduzi facilmente e me surpreendi com suas habilidades sexuais, vindo de alguém reconhecido como um ferveroso luterano.

Nós nos entendíamos só pelo olhar e por gestos sutis que nos deixavam tão excitados que era difícil disfarçar no nosso dia a dia de trabalho e convivência com as outras pessoas.

Max, sugeriu ao filho que eu passasse a dormir sozinha para “evitar aos desejos da carne” e preservar a segurança e a saúde do futuro neto. Tínhamos acabado de jantar e meu marido concordou.

Duas horas antes, Max tinha me feito gozar desvairadamente com sua boca em minha xaninha e depois gozamos juntos com eu rebolando freneticamente em seu colo sentindo a rombuda glande querendo invadir meu anus através do tecido da calça dele.

Eu estava ali sentada, escutando os dois conversarem sobre minha gravidez e sem roupa de baixo.

Não foi surpresa quando mais tarde, Max Ulano encontrou minha porta semiaberta. Ele permaneceu parado na soleira até que, com voz autoritária, ordenei que entrasse e trancasse a porta atrás de si.

- Tira o robe!

Meu sogro desamarrou o cinto e despiu a vestimenta, largando-a no chão.

- Que isso que você fez? Velho desarrumado! Porco! Dobre o robe e arrume um lugar próprio para deixa-lo! Mas, antes me dê essa cinta!

A cena era fascinante. Eu, loirinha, o corpo brilhando de leve suor, excitadíssima, arrogantemente em frente a

Ulano, um belo ogro peludo, alto e moreno, obedecendo sem pestanejar todas minhas ordens.

Ele me passou a cinta de veludo e a dobrei em quatro. Vi o imenso tórax dele tremer de excitamento, adivinhando o que vinha a seguir. Só que ele não esperava que eu o beijasse com sofreguidão, deixando seu imenso cacete se acomodar entre minhas coxas.

Meu sogro me abraça com suas mãozonas em cada uma de minhas nádegas, praticamente me movimentando como se estivesse se masturbando. Ele sentiu minha tremedeira, meu calor e o grito que dei dentro de sua boca.

Me pareceu que ele estava prestes a gozar, pois sua língua parou de se enroscar na minha e ele ficou estático por uns segundos e quando voltou a se movimentar... e o empurrei brutamente.

Ele cambaleou para trás surpreso com minha atitude.

- Pra longe de mim, filho de satã! Eu querendo te livrar do mal com minha pureza e você me sujando com esse bastão amaldiçoado! Abra os braços acima da cabeça, ogro cão!

Eu passei a açoitá-lo com a cinta do robe e ouvia sua respiração se acelerar de excitamento. Eu fitava, com a boca salivando, seu estupendo caralho que de tão duro se elevara quase tocando no seu baixo ventre.

- O quê você está fazendo, velho pecador?! Teu bastão do mal estão querendo sair do teu corpo! Faça ele baixar! Agora!

Eu açoitava com mais força o tórax e por baixo dos braços do meu sogro enquanto esfregava minhas coxas uma na outra tendo minha mão no meio, acariciando minha xaninha.

- Baixa! Baixa essa coisa do demônio, seu enviado do capeta!

Claro que era em vão. A boca de Max estava aberta e seus lábios tremiam. Seus olhos tinham rugas apertadas do lado de tão fechados.

Começaram a aparecer vergões avermelhados pelo tronco do pai de meu marido enquanto eu o açoitava vigorosamente.

- Perdão... perdão, minha dona e senhora! Eu... sou pecador! Mereço o castigo! Por misericórdia... me castigue! Me castigue! Pois não... não consigo mais! Não consigo mais! Me castigue! Mais! Mais e mais!

Eu que não me aguentava mais! Aquele ambiente selvagem, impregnado do nosso suor sexual, me incitava a querer ser debochada para que tivesse o orgasmo que eu só tinha junto com o pai de meu marido.

Passei a cinta em volta do pescoço dele e o puxei até onde eu deitei na cama com as coxas escancaradas.

Simbolicamente eu estrangulava Max ao mesmo tempo em que ele buscava por ar tendo minha xaninha esfregada em seu rosto.

Eu perdi o controle completamente. Meus braços foram parar acima de minha cabeça enquanto eu suspirava, balbuciava e me entregava a boca de Max em minha vagina. Retesei meu corpo e Max Ulano levou os trancos no rosto quando o orgasmo me atingiu.

Minhas mãos passaram a acariciar seus cabelos enquanto eu murmura roucamente como uma tigresa.

Antes que meu orgasmo amainasse, senti a truculência de meu sogro me virando pra logo em seguida ele enterrar o rosto entre minhas nádegas carnudas.

Fui mordida, chupada, lambida com a língua de meu sogro tentando ir mais além da metade que já serpenteava dentro do meu cuzinho.

- Toma! Toma... toma posse de meu... de meu, meu cu! Agora, sogrinho, agora! Estou... ordenando!! Enfia... tudo... tudinho! Até teus... teus bagos se esmagarem em minha bundinha!! Mete! Mete agora!

- Sim, sim minha dona e senhora!

Nesses momentos que Max me surpreendia e me levava a loucura. Eu fervo quando ele roça a cabeçona da verga em volta de meu anus, sentindo a umidade do pre-semem darem choques, como um fio elétrico desencapado, por todo meu corpo.

Com firmeza, mas gentilmente, a cabeçona invade meu cu. Eu perco a respiração e sons balbuciantes escapam de minha boca.

Ulano me invade até a metade dele. Me parece que sua rolona incha devido ao meu anus apertado.

Lentamente ele recua um pouco de meu cuzinho, me deixando apreensiva que vá gozar agora e interromper a posse de todo meu tubo anal.

Ele volta a me penetrar devagar. Não quero mais assim.

Apoio meu cotovelos no colchão, empino minhas nádegas e forço sua rolona se introduzir mais rápido e mais fundo, fazendo eu perder a respiração de novo com a sensação de completo atolamento de todo aquele musculo em meu cuzinho.

A tigresa em mim volta a urrar roucamente e mais longo dessa vez.

Quando seus bagos batem em minha bunda, involuntariamente contraio o anel do cuzinho por alguns segundos.

É o bastante para que o pai de meu marido se esporre como um vulcão dentro de meu cuzinho.

Sinto uma de suas mãos me segurar pela nuca e vira meu rosto. Os lábios melados dele engole os meus e sua língua invade minha boca de tal modo que me deixa sem ar.

Todo seu tronco cai em cima de minha bunda e de minhas costas.

Eu simplesmente deliro dentro do extase que o pai de meu marido proporciona.

O peso de seu corpo me imobiliza, nos deixando mais sensíveis as pulsações das veias do pênis dele e dos nervos do anel de meu cuzinho.

Quando amanheceu, vejo Max sentado na beira da cama examinando os vergalhões que lhe fiz. Com um pé lhe toco numa ferida. O corpo dele se retesa.

Vendo aquele homenzarrão, peludo e com marcas de chicotadas, despertou a tigresa messalina em mim.

Chego pra perto com as pernas abertas. Agarro seus cabelos do alto da cabeça e o faço virar-se. Logo ele me faz gozar com a boca sugando minha xana.

Desço para tomar café e já encontro meu marido e meu sogro, meu macho. Ele sabe que estou sem roupa nenhuma debaixo do largo vestido que era moda na época.

Meu marido fez as orações e terminamos a refeição em silencio.

Meu marido foi tratar de assuntos do templo. Max, como sempre disse que ia pra fábrica e eu me dirigi ao escritório, onde tudo era administrado.

Perto da hora do almoço quando todos estavam saindo, meu sogro foi até minha sala, carregando um embrulho. Pelo seu olhar, eu já sabia como agir.

Me levantei, coloquei as duas mãos pra trás e olhando pro chão me dirigi para um canto da sala, como eu fosse uma garotinha indisciplinada e estivesse de castigo.

- Pare! Quem lhe deu ordem pra se mover? Tranque a porta e dispa-se! Rápido, rampeira infiel!

Meu corpo inteiro estava arrepiado, embora eu sentia meu sangue ferver de excitação. Tirei o vestido e fiquei esperando o próximo comando de meu amo, meu dono.

- Quero que você me faça gozar antes que a sirene toque pro almoço! Você tem três minutos, sua vadia!

“Oh... não vou conseguir! Ele... ele vai me punir. Vou ser punida, pois não consigo fazer

ele gozar em três minutos!”

Fui direto na braguilha, pensando em engolir a jeba dele até seu saco esbarrar no meu queixo e ficar assim até tocar a sirene.

-Não me toques, sua puta escarrada!

Ele, então me agarra pelos cabelos e me beija ardorosamente.

Sinto um desejo imenso de abraça-lo. Quando faço isso, ele estapeia minha bunda, e puxando meus cabelos diz.

- Vagabunda cínica! Te ordenei que não me tocasse! De joelhos, já!

Vejo meu sogro abrir a braguilha e meu objeto de desejo é exposto. Minha boca saliva e minhas narinas tremem com o odor de rola suada.

Fecho os olhos e ovalo a boca me lançando pra frente.

Mas, meus cabelos são puxados para trás. Em seguida sou forçada a encostar meus seios em volta da palpitante piroca do meu sogro Max.

Sua boca envolve a minha num molhado beijo apaixonado enquanto esfrego meus seios em volta da torona do pai de meu marido.

A sirene toca, mas estamos bastante envolvidos para um dar gozo ao outro que continuamos minutos além da sirene ter calado.

Foi quando Max se retesou, jogando o corpo pra trás, deixando a esplendida rola na altura ideal para que eu a engolisse quase toda, sentido o primeiro jato da ejaculação me inundar a boca.

Meu sogro arfava apoiado na beira da escrivaninha e eu lhe chupava todo vestígio da recente ejaculação.

- Voce não cumpriu minha ordem! Levante-se e fique de pernas abertas!

Do embrulho, meu sogro tirou um cinto de castidade feito em couro, ricamente elaborado e almofadado com veludo.

Havia um rasgo na parte inferior que ficaria entre minhas coxas. Lá seriam adaptados os dois consolos emborrachados.

A base desses consolos tinha um dispositivo feito de engrenagens de relógio de pulso.

Enquanto caminhávamos para casa via que Max tinha um leve sorriso no rosto enquanto eu disfarçava o máximo que podia a cara de tesão que estava sentindo.

Os dois consolos, um no cuzinho e outro na xana se moviam dentro de mim depois que Max Ulano deu corda neles.

Entrei em casa correndo e fui direto pro quarto tendo um orgasmo pelo caminho. Tirei o cinto e desci pra almoçar. Meu marido e Max me esperavam para fazerem a oração antes de comemos.

Eu tinha uma nítida noção onde estavam algumas das lacerações no corpo de meu sogro.

Sem meu marido perceber, belisquei uma das feridas do meu sogro ao passar por ele.

Senti imediatamente seus músculos se retesarem e seus olhos se fecharem sonhadoramente. Estava vingada.

- É... estou grávida mesmo! Tive que subir correndo. Estava bastante enjoada!

Talvez meu leitores queiram me fazer uma visitinha em: http://helgashagger.blogs.sapo.pt/

Comentários

19/08/2016 18:36:48
Agradecida de quatro Nikinho2. Beijinhos
19/08/2016 08:05:52
Um conto desses, o comentário só pode ser feito pinçando do texto da autora:A tigresa em mim volta a urrar roucamente e mais longo dessa vez. Quando seus bagos batem em minha bunda, involuntariamente contraio o anel do cuzinho por alguns segundos. É o bastante para que o pai de meu marido se esporre como um vulcão dentro de meu cuzinho.
18/08/2016 07:33:19
Passeando no site, resolve conhecer outros trabalhos de escritoras que nunca li. Me deparo com você, vários contos escolho esse. Leio e vou absorvida pelo clima e estou no enredo. Começa no comando uma tigresa messalina, mas ao decorrer dividem o tesão com o prazer imenso. Belo conto.
12/08/2015 05:44:27
Adorei este, Helga. Um pouco diferente dos outros teus maravilhosos relatos. Ri bastante com o filho do satã e seu bastão amaldiçoado. Pobre Hanz. Além de bem ambientado numa região de colonização predominantemente germânica, o sexo com familiar e tantos detalhes que enriqueceram a narrativa, tornando-a original e peculiar. Foi uma aula de conto e inspiradora também para mim. Muito obrigada. Beijos da fã.
10/06/2015 09:22:36
excelente como sempre
10/06/2015 07:21:58
perfeito parabéns!
10/06/2015 04:53:00
Muito bom. ..
10/06/2015 03:47:29
Sou fã dos contos da Helga. Parabéns.

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