Entre dois corações PT 3

Um conto erótico de lucas_junino
Categoria: Homossexual
Contém 1680 palavras
Data: 29/06/2015 00:46:25
Última revisão: 29/06/2015 01:05:28
Assuntos: Gay, Homossexual

Continuação do conto...

Porra... Velho, o que significa isso? Disse eu, embora já desejando tê-lo. Acho que fiz isso na tentativa de sacar se ele estava me testando.

Cara, desculpa mesmo, mas é que não consigo controlar o meu desejo por você, ainda mais na situação que estamos; aqui a sós. Disse Bruno. Enquanto ele retrucava as minhas palavras a sua mão direita o apoiava na cama em que eu estava e a sua mão esquerda acariciava o meu rosto.

Bruno, vai se deitar cara, isso deve ser o efeito da bebida meu, acho que você nem quer fazer isso, tudo isso deve ser por causa da bebida. Disse eu. Enquanto as minhas palavras saíam da minha boca eu tentava empurrá-lo em sentindo oposto ao meu, fazendo, embora sem sucesso, com que ele voltasse para o colchão.

Lucas escute-me, por favor, não é por causa de bebida nenhuma. Eu realmente quero você. Entenda logo seu porra. Enquanto ele dizia isso, as suas mãos forçadamente agarraram a minha cabeça, levando-a no sentido da sua, fazendo com que eu sentisse seu rosto e a sua respiração a dois centímetros de mim.

Porra meu irmão, isso não é certo, você fica com a minha prima. Disse eu.

Velho, cala a tua boca e só curte o momento. Disse ele. Automaticamente após essas palavras o Bruno me beijou, forçando a minha boca junto aos seus lábios, fazendo com que eu realmente me calasse.

O seu beijo apressado e determinado fez com que as minhas forças, naquele momento, parecessem inexistir. Um grande conflito se instalou, meu coração e meu corpo pediam que o Bruno não parasse, mas que continuasse que não beijasse somente a minha boca, mas que aquela língua e aqueles lábios suaves pudessem conhecer cada centímetro do meu corpo. Do outro lado, a razão insistia em parar tudo aquilo, em fazer o que era certo, empurrar o bruno e dessa vez colocar todas as forças possíveis para que esse objetivo fosse alcançado.

Mil coisas passavam na minha mente enquanto o Bruno, num desejo louco e delirante, passava aqueles lábios no meu pescoço e na minha orelha, dando pequenas mordidas que me levavam a uma puta excitação.

Foda-se! Disse eu, fazendo, por um momento, o Bruno parar e me olhar, buscando uma resposta. O foda-se era uma resposta a tudo aquilo que me impedia de estar curtindo aquele momento. [Pensei]

Não respondi ao Bruno com palavras, mas com ações. Fiquei um pouco erguido na cama, sentado, e joguei o fila da puta no colchão. Ele, sem entender, ficou a me olhar. Tirei a camisa e ele parecia entender o que iria rolar dali para frente. Vagarosamente sentei, ele estando deitado, entre as suas coxas e a sua barriga. Com as minhas mãos alisei a sua virilha e seu abdômen, conduzindo-as em seguida até seu peitoral, fazendo-as chegarem até aos seus lábios. Enquanto as minhas mãos recebiam a atribuição de acariciá-lo, ele, num movimento insano e prazeroso parecia querer entrar em mim, embora eu estivesse de bermuda e ele de cueca.

Esgotado o percurso realizado pelas minhas mãos e atendendo ao desejo que só aumentava, deitei-me sobre o seu corpo, me debruçando sobre o seu peitoral, sentindo o calor do seu corpo, que parecia aumentar a cada toque meu. Num puto desejo de sentir mais uma vez aquela boca carnuda e aquela língua agressiva, sem cerimônia alguma, o beijei. Dessa vez eu queria engolir o máximo possível aquela língua. Queria sentir aquela porra toda dentro da minha boca. Parei de beijá-lo e dessa vez lambuzei aquele pescoço com aroma de Malbec. Chupei aquela orelha macia, que parecia já me esperar a muito tempo. O Bruno parecia explodir de excitação. À medida que eu ia chupando e mordendo suavemente aquele pescoço e aquela orelha, as mãos do Bruno pareciam loucas, procurando apertar com toda força possível as minhas costas, como se essa ação fosse uma resposta do prazer incontrolável que ele estava sentindo.

O Bruno, numa ação determinada e agressiva, se levantou e procurou tirar a minha bermuda, intensificando mais ainda o prazer, pois agora sentíamos um ao outro vigorosamente. Após tal ação, ele começou a passar as mãos, dessa vez, sobre o meu pau, tornando-o mais ereto do que já estava. Em contrapartida a sua ação, pedi para que ficássemos em pé, fui mais ousado e tirei aquele pau daquela cueca da Calvin Klein que, pelo jeito, já queria sair dali a muito tempo.

Ver o Bruno pelado, com aquele corpo e aquele pau que aparentava ter uns 19 centímetros, além de uma puta bunda redondinha, me fez ainda mais sentir o desejo de colocar, mais uma vez, a minha boca naquele corpo, dessa vez eu queria visitar o seu pau e aquela bundinha deliciosa, super empinadinha.

Segurei o seu pau com as mãos e inicialmente comecei a executar um movimento de vai e vem e o Bruno, nesse momento, parecia revirar os olhos de tanta excitação.

Caralho Lucas, para, para, vou gozar. Disse ele.

Eu ignorei o seu pedido e fui mais ousado ainda, passei a língua na cabeça do seu pau, fazendo movimentos circulares.

Amor, para, por favor, para, eu vou gozar na sua boca se você continuar. Disse ele.

Ele me chamando de amor fez com que eu ficasse mais excitado ainda, e em vez de ficar somente lambendo a cabeça do seu pau, penetrei aquele pau todo na minha boca e iniciei a massageá-lo com a minha língua enquanto eu tirava-o e colocava-o na minha boca.

Ai amor, que delícia, que boca gostosa amor, te quero para a vida toda. Disse Bruno.

Tomado por essas palavras e pelo puto tesão que estávamos, comecei uma punheta enquanto chupava aquele pau.

Chupa, chupa, chupa amor, mete todo na tua boca. Dizia o Bruno, pressionando a minha cabeça no seu pau.

Ai, ai, ai, ai, ai, que delícia, que delícia, que gostoso meu amor, vou goza, vou gozar, ai, ai, ai, vou gozar. Dizia Bruno enquanto eu sentia a respiração dele profunda já preste a denunciar a gozada que estava por vir.

Amor, goza vai, goza na minha boca. Goza amor. Eu vou gozar também, que delícia amor. Disse eu.

Harmonicamente gozamos, ele na minha boca e eu nas suas pernas.

Após isso, tomado pelo cansaço e pelo prazer que estávamos poucos minutos atrás, deitamos um ao lado do outro. Ele me abraçou e falou no meu ouvido: amor, eu quero ficar contigo a vida toda. Quero que tenhamos uma noite especial, que nessa noite possamos nos entregar um ao outro com muito amor e com muito prazer. Dormimos abraçados.

Levantei pela manhã [umas 05] e os pensamentos que inicialmente me impediam de cometer a loucura ocorrida na noite passada retornaram. Busquei, silenciosamente, levantar do colchão, impedindo que o Bruno despertasse. Peguei o carro que se encontrava em frente a sua casa e segui para a casa de minha prima.

Primo lindo, e aí, tá melhor? Disse minha prima assim que cheguei à sua casa.

Sim, prima. Desculpe-me por ontem. Sei que fui um abuso. Disse eu.

Que nada primo. Todo mundo bebê. Isso é besteira. Como foi a dormida na casa de Bruno, ele lhe tratou bem? Porque se ele não tratou, ele vai se ver comigo. Disse ela.

Sim, prima. O Bruno foi muito receptivo. Eu saí de lá e ele ainda estava dormindo. Acabei esquecendo de agradecê-lo pela dormida, você pode agradecê-lo por mim, prima? Disse eu.

Claro, Primo. Mas você mesmo pode fazer isso. Aliás, pelo que eu sei você só vai pra casa amanhã, né isso? Disse ela.

Prima, é que acabei esquecendo que hoje eu tenho uma reunião com o meu orientador do projeto de mestrado, por isso terei que ir hoje mesmo. Disse eu, como uma desculpa.

Primo, ligue para esse seu orientador aí e diga que você tá com sua família. Primo, você nunca mais veio aqui, por favor, fique mais um dia conosco. Disse ela.

É que.. é que... é que.. prima, eu realmente não posso, é bem difícil agendar uma reunião com o meu orientador. Você me entende, né? Disse eu, na tentativa de que ela entendesse que precisava ir embora por outros motivos bem piores.

Se é tão importante assim pra você primo, certo. Mas você vai ficar me devendo uma visita, viu? Disse ela.

Ah, beleza prima, pode deixar, assim que eu puder venho por aqui dar um beijo nesse seu cangote. Disse eu.

Depois disso, me despedi dos meus tios e segui viagem para a cidade, pensando na noite anterior, com certa angústia, mas também com certo desejo pelo Bruno, pois eu estava indo embora com o coração apertado, querendo ficar não só um dia com aquele cara, mas todos os dias da minha vida, embora eu soubesse que a minha prima o amava.

Finalmente cheguei à minha casa! Tomei banho e fui descansar um pouco, pois eu estava exausto da viagem que durou 5 horas. Geralmente durmo com o meu celular o mais próximo possível de mim, pois sempre o uso como despertador. Peguei o travesseiro, enterrei a minha cabeça nele e adormeci por 1 hora, quando, sem esperar, recebi uma mensagem no meu celular de um número estranho, que acabou me acordando. Na mensagem tinha:

“Oi Lucas. Não paro de pensar na noite que tivemos. Eu sei que é cedo para dizer o que eu vou dizer. Mas eu estou completamente apaixonado por você. Sei que isso pode parecer estranho, mas é a verdade. Não sei por qual motivo você foi embora sem me dar tchau, isso cortou meu coração. Mas eu sei que você é uma pessoa boa e pensa na sua prima. Quero te dizer que não existe mais nada entre eu e ela, é você quem eu quero a partir de agora. Os meus pais amanhã estão indo na casa de meus avôs, que fica aí na capital. Irei ficar na casa deles por 10 dias.” Se você sente o mesmo que eu sinto, por favor, responda essa mensagem, pois eu quero lhe encontrar e realizar a nossa promessa: uma noite especial.”

Devo continuar ou parar?

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Comentários

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Continua, muito bom seu conto! E por favor, não demora pra colocar o resto!

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Amei. Excelente gostei da atitude do.bruno e o lucas fez a coisa certa mas quando.o amor chega nada pode separar. bjos

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Gostei da atitude do Bruno, me pareceu estar seguro dos proprios sentimentos, disposto a investir em voce, se declarando apaixonado. Nao fuja desse fofo rsrs. Homem assim eh tao raro... Aguardando o proximo. :-)

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Porra isso ai já foi uma declaração.pelo visto vc tem pegada no beijo.muito bom o conto.

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Nossa que lindo, contínua cara e pfv diga que estao juntos

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