Sou puta e dei pro namorado da minha amiga - Parte I

Um conto erótico de Marquesa
Categoria: Heterossexual
Contém 1418 palavras
Data: 29/06/2015 00:27:40
Assuntos: Heterossexual

Eu gosto de ser tratada que nem puta. Não sei quando comecei a gostar disso, mas acho que não sou uma mulher que nasceu pra fazer papai-e-mamãe e dormir de conchinha. Eu gosto que me peguem de jeito e me ponham no meu lugar. Gosto que me usem, que me penetrem com força e de tapa na cara. Sou dessas.

Só que eu nunca contei isso pra ninguém. Ninguém sabia disso até aquele dia...

Eu estava deitada na cama, completamente nua após tomar uma ducha. O celular toca e uma das minhas amigas me chama pra sair. Churrasco no condomínio das garotas do nosso ciclo de amigas. Ela diz que vão estar elas e todos os seus namorados. Entediada e sem nada melhor pra fazer respondi que sim. Não sei bem por que, mas me flagrei pensando no Bentinho, um dos namorados delas. Depois o Marco... O Felipe... E o Gustavo.

Sendo a única solteira do grupo eu às vezes ficava pensando na sorte das garotas em estarem em relacionamentos com garotos tão legais. E... tão bonitos. Eu sabia que ficar pensando neles não era uma coisa legal, mas eu não podia evitar. Eles simplesmente brotavam na minha cabeça e geralmente as imagens que surgiam eram sempre de situações em que eles estivessem mostrando o corpo.

Lembrava das vezes em que os assistia jogar uma pelada no clube em que costumamos ir. Depois todos na piscina, eles todos trajando sungas que marcavam os “instrumentos” deles... quando um deles visitava a namorada depois da academia, suado. Não eram pensamentos que eu podia compartilhar, muito menos com as minhas amigas, mas eu continuava a pensar e parecia que não ia parar.

Vesti uma blusinha de algodão de alças finas e uma saia jeans. Com aquele calor não me permitiria usar nada mais que isso. Esperei que uma delas viesse me buscar, mas assim que ouvi o carro chegando e saí pra fora de casa me deparei com o Gustavo. Cerrei os olhos pra ver se no banco ao lado encontrava alguém, mas ele parecia estar sozinho.

Não contive um sorriso ao saber que ficaria sozinha com ele o trajeto todo até o churrasco. Mas logo tentei esconder a satisfação fingindo que aquilo não era nada demais.

“Tudo bom? A Nanda pediu que eu te buscasse. Estão todos lá e eu ainda não comecei a beber. Fui encarregado de te buscar.” ele sorri assim que eu abro a porta do carro.

“Ah, sim”, sorrio de volta. Aquele sorriso de canto de boca dele era um flerte? Afasto o pensamento safado.

Seguimos em silêncio. Tento disfarçar que não estou alegre mais que o necessário por estarmos tão próximos e tão a sós. Ele de repente desacelera o carro. Para em uma conveniência.

“Vou só comprar uma coisa e já volto”.

O observo do carro enquanto ele paga por um rótulo escuro e brilhante. Ele volta pro carro. Não demoro muito a descobrir do que se trata quando vejo pela embalagem transparente. É lubrificante. Escapo um sorriso.

“Vou tentar convencer a Nanda de deixar que eu entre pela porta de trás...”, ele confessa sorridente.

“Nossa, você precisa convencê-la?”, deixo escapar não disfarçando meu choque ao ouvir aquilo. Se tivesse um namorado ele sequer precisaria pedir.

“É, você sabe como é... Vocês mulheres não são fáceis de convencer a fazer o que nós homens queremos...”, ele ergue uma sobrancelha.

“Fala por sua namorada.”

Oh-oh. Acho que falei demais.

Ele me olha de um jeito estranho. O canto da sua boca se converte num sorriso malicioso. Ele passa a língua pelos lábios e então diz:

“Ué, você não é assim também? Não tem que pedir com jeitinho?”

É tão óbvio que eu sinto meu corpo esquentar. Ele está dando em cima de mim. Tento evitar, tento jogar um balde de água fria nele com uma resposta curta e grossa. É o que eu devo fazer, é o certo a fazer. Mas eu não quero. Ao invés disso, sentindo meu coração disparar, deixo escapar:

“Não. Acho que eu sou do tipo mais fácil.”

Ele sorri novamente e apoia o braço no volante. Dá pra sentir o cheiro do erotismo no ar.

“Ah é? Então... Com você não precisa pedir, é só chegar, é?”

Um arrepio percorre minha coluna.

“É.”

Ele pega a sacola e a abre, retirando o rótulo brilhante. Ele abre a tampa e despeja um pouco do líquido transparente no dedo indicador. Depois esfrega o indicador no polegar, sentindo o líquido viscoso. Meus olhos estão fixos nos dedos dele.

“Então se eu fizer isso na sua boceta, você deixa?”

Sinto a mão dele afastar minhas pernas e entrar pela abertura da minha saia. Afasta a calcinha pro lado e me penetra com o dedo lambuzado de lubrificante. Meus olhos reviram de prazer. Que delícia.

Ele percebe minha satisfação e embora esteja de olhos fechados, posso imaginar sua cara de safado, contente em me invadir daquele jeito.

“E se eu fizer isso...”, ele enfia mais um dedo, “você ainda vai deixar?”

Não sei se começo a mexer os quadris pela voz dele ou pela maneira como ele brinca com minha boceta. Também não sei se a umidade entre minhas pernas é do lubrificante ou de mim mesma ficando molhada. Talvez seja os dois.

De repente o celular dele toca. O clima é cortado com a rapidez que ele atende e fala com a namorada. Minha amiga.

“É o engarrafamento, amor... Sim, horrível... Eu acho que deve ter sido algum acidente de carro ou qualquer coisa...”

Que cafajeste.

“Acho que chego aí em...” ele levanta minha blusa e começa a beliscar meu mamilo. “... Quinze minutos... Talvez mais... OK. Certo. Estou chegando. Beijo.”

Ele se volta a mão à minha coxa, mas eu o interrompo. Não é uma boa ideia continuarmos. Estão nos esperando e se continuássemos com o que começamos, não saberíamos a hora de acabar. O melhor a fazer era ir de fato ao churrasco.

“Deixa ao menos eu pegar nela, deixa”, ele pede feito um garotinho.

“Não”, respondo tentando não sorrir.

“Então me chupa até chegarmos lá.”

Fico tentada com a sugestão, mas não respondo. Estou decidida. Não vamos transar. Então sinto sua mão pousando na minha cabeça e forçando meu corpo a inclinar. Agora eu estou curvada, a milímetros do pênis endurecido dele.

“Abre o zíper.” A voz dele soa grave e mandona. Fico excitada. Obedeço e um pau grosso e cheio de veias salta da calça, pulsante. É suculento. Tudo que eu tenho que fazer é abrir a boca, já que ele é quem comanda minha cabeça puxando e soltando num movimento de vai-e-vem.

“Assim... Assim vagabunda...”

Engasgo várias vezes e encho a rola dele de saliva. Aquilo parece durar horas, mas eu sei que é devido ao fato de que preferia estar em cima dele a ficar apenas colocando na boca o que queria dentro da boceta. Não que estivesse ruim... Eu só queria que ficasse melhor.

Então chegamos ao condomínio. O porteiro pode nos olhar, então eu levanto a cabeça para me endireitar.

“Não, não. Volta, puta.”

Ele puxa meu cabelo e volto a chupá-lo.

“Agora eu vou finalizar. Abre bem a boca. Isso. Assim. Mostra a língua. Mostra a língua, porra. Isso, deixa eu bater com ele na linguinha. Isso. Assim. Agora abre mais.”

Ele brinca com a minha boca deslizando o pau no interior da minha bochecha, tirando e botando. Tirando e botando. Ele faz o que quiser de mim. Então ele para de brincadeira e segura minha cabeça com as duas mãos. Sinto a bunda dele levantar do banco quando ele fode minha boca brutal e rapidamente. Ele é forte e agressivo, sinto meus olhos lacrimejarem. Então ele empurra minha cabeça e eu sinto a porra descendo pela minha garganta.

Adentramos o condomínio e o porteiro nos observa com os olhos saltados.

Chegamso à área de lazer do local e descemos como se nada houvesse. Uma amiga me pergunta por que meu rosto está tão avermelhado e eu respondo que é por conta do calor. Sento numa das cadeiras plásticas e finjo estar relaxada. O safado que agora está na churrasqueira me observa de longe e aperta o pênis na calça. Depois solta um sorriso malicioso.

“Tem alguma coisa na sua bochecha, amiga.”

Passo a mão e sinto algo pegajoso. É a porra dele.

“Ah, deve ter sido o primer que eu experimentei hoje”, minto insegura.

Quando vejo Gustavo conversando entre sussurros com o Felipe eu vejo que vou ter que inventar desculpas melhores dali pra frente.

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