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Casei com Minha Esposa e Levei minha Sogra de Presente 2

Autor: Jorge Alonso
Categoria: Heterossexual
Data: 23/06/2015 23:32:34
Última revisão: 29/06/2015 14:17:51
Nota 10.00
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Olá pessoal, me chamo Jorge, vou continuar contando essa história de família acontecida há muitos anos. Para vocês se enterrarem melhor do assunto, sugiro que leiam o conto anterior (Casei com Minha Esposa e Levei minha Sogra de Presente), publicado em, dentro do tema Incesto. Vamos seguir com a história.

Aquela noite fatídica demorou para acabar. Pelo menos para mim. Dona Sônia, depois de mais alguns soluços, algumas carícias em seus cabelos e a promessa de que eu passaria a ser mais carinhoso com ela, pegou no sono. Eu não consegui. Tal como havia dito para ela, aquela noite deu tudo errado. Não saiu da minha memória a frase dita pela minha sogra “você me estuprou”. Tudo o que eu buscava era uma solução caseira para a secura na qual me encontrava. Ter conseguido fazer sexo com minha sogra seria a glória. Mas, a realidade se mostrou bem mais complicada. Estupro era (e é) crime... Não seria incorreto dizer que naquela cama se encontravam a vítima e o criminoso, e ainda por cima, os dois abraçados, nus, só corroborava para se acrescentar agravantes ao crime em questão. Eu havia ido longe demais... Teria faltado paciência? Teria sido melhor eu ter ido para a rua? Naquele momento já não fazia a menor diferença.

Comecei a pensar em como mudar a minha imagem junto à minha sogra. O ato violento levou-a à submissão, mas isso não era o mesmo que afeto, amor... Tinha que achar uma forma de demonstrar carinho, sem contudo, perder a firmeza.

Na manhã seguinte, uma 4ª. feira, dona Sônia acordou mais cedo que eu, como de costume. Fui de pijamas para o meu café, dona Sônia lá estava, já trocada num vestido costumeiro. Fui até ela, beijei sua boca, a abracei, olhando nos olhos de maneira complacente soltei:

- Bom dia, minha sogra, como a senhora está?

- Eu vou ficar bem, Jorge, não se preocupe...

- É claro que eu me preocupo dona Sônia. As coisas saíram bem diferente do que eu desejava. Estou arrependido da forma como as coisas aconteceram e quero lhe pedir perdão por isso, dona Sônia.

- Vai passar Jorge, vai passar. Logo esqueceremos tudo isso...

- Dona Sônia, eu não sei o que a senhora quer dizer com “tudo isso”... Eu quero que esqueçamos a forma violenta como aconteceu, isso foi muito ruim, perdão, mais uma vez. Mas ainda temos um acordo, não? Eu estou abraçando não apenas a minha sogra, mas a minha mulher também, não é isso?

Sentei-me à mesa, trouxe a dona Sônia pela mão, sentei-a do meu lado. Fiquei esperando uma resposta enquanto a olhava fixamente.

- É Jorge, nós vamos continuar sendo uma família.

- Que bom, dona Sônia. Eu tenho certeza que vamos nos entender muito bem...

Tomei meu café, troquei-me e fui trabalhar, não pude voltar para o almoço em casa. Ao retornar no fim da tarde, cumprimentei dona Sônia com um beijo na boca, seguiu-se a rotina. Após o jantar, fui para o meu quanto e fiquei pensando como seria aquela noite. Olhei para o abajur com algumas opções de leitura, virei o rosto... Coloquei meu pijama (calção/short e camiseta), fui para o quanto da minha sogra. Ela ainda não estava, deitei, cobri-me com o lençol.,. deixei somente a fraca luz do abajur ligada. Minha sogra chegou pouco depois, não se assustou com minha presença em sua cama, já estava de camisola, deitou-se virada para mim, nos olhamos por alguns segundos, então disse:

- Hoje a senhora terá uma noite de sono mais tranquilo, dona Sônia. Boa noite.

Fui ao encontro de sua boca, dei-lhe um beijo carinhoso e me afastei, ainda virado para ela. Ela respondeu ao meu boa noite, virou-se de costas para mim. Eu me aproximei dela, a abracei na altura da cintura com um braço, com outro acariciava seu cabelo levemente. Tomei o cuidado de não encostar meu pau (duro) na sua bunda. Dormimos. Na quinta feira se deu de maneira igual. Na 6ª. feira houve uma novidade agradável. Novamente não pude almoçar em casa. No meio da tarde liguei para dizer que iria chegar um pouco mais tarde para o jantar, por volta das 20:00. Perguntou se havia algum problema, disse que não, rotina bancária. Estava tudo bem. Pouco depois das 20:00 cheguei em casa, minha sogra estava na cozinha, fui para lá, parei na porta, ela virou-se para mim e abriu um sorriso. Nas minhas mãos um lindo buquê de 24 rosas, cor de rosa, botões começando a desabrochar. Fui ao seu encontro, beijei-a, naturalmente, entreguei as rosas...

- Obrigada Roberto, são as minhas favoritas... Mas nunca falamos de flores, não que eu me lembre...

- Não, a senhora tem razão, mas não deve ser por acaso que as rosas do jardim são as flores que mais têm a sua atenção. Quando a senhora está cuidando do jardim passa muito mais tempo no canteiro das rosas. Regando, limpando, cheirando, beijando as rosas, tal como está fazendo agora...

- São lindas, não são?

- Por mais lindas e perfumadas que sejam, não serviriam para outra coisa senão cobrir o chão que a senhora pisa, dona Sônia.

- Jooooorge, não diga isso. Olha que buquê maravilhoso... Bom eu cuido dele depois, você deve estar com fome, vamos jantar.

- Só mais uma coisa.

Tirei das minhas costas uma caixinha fina, embrulha em papel de presente. Ela abriu e encontrou uma delicada correntinha de ouro cujo pingente, também em ouro, era uma rosa. Ela se deteve olhando o presente admirada e quando levantou a cabeça para me agradecer, eu me antecipei, em voz suave, consternada, disse:

- Eu realmente gosto da senhora... Muito... Além da Selma, não haveria outra mulher em minha vida senão a senhora, dona Sônia. Eu adoro vocês duas, cada uma do seu jeito... Posso colocá-la?

- Sim, por favor, Jorge. Obrigada...

Jantamos, não sem antes Dona Sônia desmontar o buquê e colocar somente as rosas num vaso e colocá-lo sobre a mesa onde estávamos. Tive a ideia de ajudá-la com a louça. Comecei recolhendo os pratos da mesa. Ela agradeceu mas disse que ajudaria mais fora da cozinha. Eu obedeci (agradecido, cá entre nós). Fui para o quanto da dona Sônia, me aprontei para dormi e, nesta noite mais calma, consegui me ater numa leitura descontraída enquanto a aguardava para dormi. Ao vir para o quanto dona Sônia trouxe o vaso de flores consigo. Explicou que queria passar o máximo de tempo com elas pois no fim da tarde seguinte virariam adubo. Ela tinha razão, à noite eu iria buscar minha esposa que estava num seminário médico no Rio de Janeiro. Acho que a dona Sônia não queria dividir a alegria, o prazer trazido pelas suas rosas com a filha. Ou então achava melhor não arriscar uma desculpa qualquer. Deitamos, luz apagada, dona Sônia virada de frente para mim, agradeceu:

- Jorge, foi uma noite muito agradável, eu gostei muito.

Virou de costas para mim e tal como nas noites anteriores dormiu em segurança. Minha secura, todavia, continuava. Não deveria procurá-la por enquanto.

No fim da tarde do sábado enquanto eu me preparava para ir buscar a Selma no aeroporto, dona Sônia se aproximou...

- Jorge... Esses últimos dias não saíram do jeito que você esperava, não é?

-- Por que diz isso dona Sônia?

- Eu sinto muito Jorge... Mas, as coisas vão melhorar entre nós, tá bom? Tenha um pouco de paciência.

- A senhora está bem? Recuperada?

- Sim, sim ,., Eu estou bem.

- Que bom... Melhor eu ir andando, até mais.

Ao chegar em casa Selma foi cumprimentar sua mãe

-Que saudade mamãe, é tão bom estar em casa.

Eu que acabara de passar pela porta com as malas e sacolas recebi mais um beijo na boca

- Amor, estava morrendo de saudades de você

E olhando para mim e para minha sogra, perguntou:

- E vocês, se comportaram bem na minha ausência?

- Sim filha, estamos todos vivos... E meu neto, você tratou bem dele?

-- Ele tá ótimo, vovó coruja...Não deu trabalho algum no congresso.

Respondeu minha esposa passando a mão na barriga de 6 meses de gestação.

- Mamãe, essa correntinha é nova, não é?

Gelei. Que mania essas mulheres têm de ficar vasculhando os outros. Até mesmo a mãe?

- Sim, comprei esta semana. Olha o pingente.. É uma rosa...

-Que linda mamãe. Ficou ótima em você.

Ufa! Menos mal. Fomos dormir e já de camisola em nossa cama, Selma me abraçou...

- Amor tava morrendo de saudade....

- Ah é? Que é que andaram misturando à água de vocês lá no Rio? Você trouxe mais um galão?

- Falo sério Jorge. Nesses quatro dias deu para dar uma desacelerada... Eu tive mais tempo para pensar no meu marido, na mamãe, no nosso bebê...

- Mesmo? Quando será o próximo congresso? Inscreva-se já.

Rimos e tivemos uma agradável noite com sexo. Considerando a secura na qual me encontrava... Que alívio. Entretanto, terminei a noite pensando na minha vizinha de quarto... Naquele final de semana a Selma estava mais beijoqueira que o normal. Não sei se estava tentando compensar a falta dos meses anteriores, se tinha aprontado no Rio e estava com sentimento de culpa (não, de verdade não cri nisso). Na 2ª feira a Selma tinha plantão (das 20:00 às 8:00). Jantamos todos juntos. Selma despediu-se de nós foi para o hospital. Despedi-me da minha sogra também:

- Pensei em lhe oferecer ajuda dona Sônia, mas já foi recusada uma vez.

Dei um beijo em sua boca e completei:

- Vou esperá-la no quarto.

- Jorge isso não é muito arriscado, meu filho?

- Muito arriscado não “mamãe”. A senhora viu que eu instalei pega ladrão nas duas portas (trata-se de uma trava que mesmo que a pessoa consiga destrancar a fechadura, não consegue entrar. A porta não abre mais que um centímetro), não segura um ladrão, mas se a Selma chegar de repente, vai nos chamar. Dona Sônia, respirou fundo, balançou a cabeça negativamente e soltou...

- Ai Jorge.

Quando Dona Sônia foi deitar-se eu já estava em sua cama.,. Deitou-se, desligou o abajur, virou-se de costas para mim.

- Boa noite, Jorge.

-Suavemente puxei-a pelo braço, deixando-a de barriga para cima, dei lhe um suave beijo na boca e retribui:

- Boa noite, dona Sônia.

Ela voltou a se virar de costas para mim. Eu me mantive afastado. Nem mesmo abracei sua cintura. Ficamos em silêncio. Dormimos.

A Selma tinha dois plantões por semana em dias variados, só não ocorriam de sábado para domingo. Nos cinco plantões seguintes a rotina noturna entre dona Sônia e eu foi a mesma. Eu deitava-me com ela, mas sequer encostava nela. Ela nada falava, nenhum questionamento sobre meu comportamento. Lá se iam 3 semanas, até que no sétimo plantão, dona Sônia quebrou o silêncio. Após beijá-la desejando boa noite, luzes apagadas, ela de costas para mim, disparou:

- Que bom que as coisas entre você e a Selma melhoraram, não é, Jorge?

- Foi o que ela disse para a senhora, dona Sônia?

- Não, não...Não falamos do relacionamento de vocês. É que... Você sabe, jorge... Você vem para minha cama, passa a noite toda comigo, Mas... Não acontece nada. Então.... Deve tá tudo bem, né? Que bom.

Abracei-a suavemente por trás, encostei meu pau já duro na sua bunda gostosa, beijei sua nuca, ela se arrepiou toda, gemeu um pouquinho, arrumou sua bunda para o pau se encaixar bem no meio, respirou fundo, eu contemporizei:

- As coisas só estão bem, quando todos nós estivermos bem, um com o outro. Nós estamos bem, Dona Sônia?

Ela virou-se para mim dizendo:

- Por mim sim, Jorge. Eu achei que você não tava mais interessado em mim. Nem tava entendendo por que você vinha dormir comigo...

- Eu preferi não incomodá-la dona Sônia. Acredite quando eu digo que gosta da senhora... Quando eu me deito ao seu lado posso tê-la perto de mim, sentir seu cheiro, tocar seus cabelos, zelar pelo seu sono até que eu também adormeça... Mas, não irei além disso se não estivermos bem um com o outro. Talvez esse nível de intimidade que temos tido nas últimas semanas esteja do seu agrado, creio que a senhora não se permita ir além... Quem sabe a senhora reze todo dia, pedindo para que o dia seguinte seja igual ao anterior, não?

Sem respostas, somente o som de duas respirações que não pareciam bem relaxadas. Quarto escuro, alguns poucos minutos depois sinto cabelo passando pelo meu rosto. Uma boca procurava pela minha, encontrou. Beijamo-nos longamente. Afastei o lençol que nos cobria, sentei-me sobre suas coxas, tirei minha camiseta, levantei suavemente sua camisola, ela colaborou para que eu a tirasse por sobre a cabeça. Tirei meu calção, tirei sua calcinha. Deitei-me sobre seu corpo nu. Meu pau roçava sua xoxota. Nos abraçamos novamente, nossas bocas se encontraram e trocaram beijos molhados sucessivamente. Nossa respiração estava acelerada e superficial. Nossos braços não encontravam um único ponto no qual se apoiassem. Nossas mãos corriam nossos corpos tateando um ponto em que pudesse dar mais prazer um para outro. Enfim minha boca buscou seus seios cheios, seus mamilos rijos. Me detive, aqueles peitos estavam saciando uma sede que há muito estava contida. Chupei longamente os seus peitos, nossos corpos, entretanto, ainda insatisfeitos, não relaxavam. Como se estivessem fora dos nossos controles, buscavam um no outro um ponto, uma ação que os saciassem. Minha boca seguiu rumo ao sul, passou por ondulações abdominais, beijou uma relva, rala, exalando o perfume de sexo que vinha de uma fenda abismal logo abaixo. Minha língua se deparou com pequeno obstáculo delicado e ao mesmo tempo rijo. A fricção da minha língua com tal elemento provocou erupção ao norte. Minha sogra tinha agora a respiração ainda mais rápida. Já não era mais possível manter o silêncio naquele quarto. Gemidos, grunhidos começaram a ecoar pelo quanto. Dona Sônia, por mais esforços que fazia para conter as manifestações de prazer que emanavam se seu corpo já não conseguia. Enquanto minha boca chupava seu clitóris e meus dois dedos penetravam sua xoxota molhada e quente, dona Sônia parecia ter encontrado o ponto que procurava. Seus gemidos aumentaram (Ummmmmm...Uuummmmmmm), suas duas mãos pressionavam minha cabeça contra a sua pélvis, suas pernas se flexionaram e se afastaram uma da outra, toda minha cabeça estava enterrada na sua buceta. Eu quase não respirava, apenas chupava, chupava, chupava, seu clitóris, sua buceta e novamente seu clitóris... Dona Sônia começou a fechar e esticar suas pernas, apertando minha cabeça ainda mais firmemente contra sua buceta, fiquei sem respiração, minhas mãos encravadas na sua bunda, meu pescoço tentava desesperadamente ajudar minha cabeça a sair do controle daquelas mãos poderosas que me aprisionava. Meus grunhidos chamando a atenção para a minha pouca respiração não se faziam ouvir diante dos gemidos de prazer que vinham da minha sogra. Grunhidos longos e ritmados sincronizaram-se com movimentos intermitentes dos quadris que se levantava e retornava da cama levando consigo minha cabeça que seguia pressionada pelas mãos e pernas da minha sogra, e como consequência disso, seguia também minha boca enterrada na buceta dela, agora recebendo um jorro do gozo... (Ahhhhhhhhhhhhhhhhh...). Aos poucos, suas pernas foram se abrindo, suas mãos que há poucos instantes mostraram-se impiedosas à minha cabeça, caíram de lado, desmaiadas, recuperei minha respiração, a da dona Sônia, bem... Iria demorar mais um pouco. Estava sôfrega, exausta, totalmente entregue, mas valendo-me da leitura dos meus sentidos, naquele instante ela parecia estar...Sa-tis-fei-ta. Se “felicidade, não existe, o que existe na vida são momentos felizes” tal como diz a letra de uma canção, então eu estava presenciando um destes momentos na vida da minha sogra.

Mais estava por vir naquela noite, mas eu tinha que dar à minha sogra, algum tempo (pouco tempo) para ela respirar, guardar na memória a experiência singular de um orgasmo trazido à toma por seu genro. Embora caminhos sinuosos tenham sido trilhados, o resultado final foi conquistado através de uma garimpagem longa e cuidadosa. O resultado por mais efêmero que tenha sido, não foi nada menos que uma joia.

Limpei minha boca com a minha camiseta, deitei-me sobre o corpo da minha sogra que agora respirava mais contidamente embora as batidas do coração não tenham desacelerado o suficiente. Busquei sua boca e ao beijá-la, suas pernas, tal como as pétalas de um botão fazem para desabrochar a rosa, as pernas de dona Sônia foram se abrindo, os joelhos novamente foram sendo flexionados. Minha sogra me convidava para entrar e ficar à vontade. Encaixei minha rola na entrada de sua buceta, comecei a fazer a pressioná-la suavemente... Sua buceta estava bem lubrificada após seu orgasmo. Pressionei um pouco mais e (Ahhhh) a cabeça de pau entrou. Dona Sônia, começou a se contorcer, cruzou as pernas por trás das minhas costas, comecei a intensificar o movimento de tira e põe enfiando cada vê mais minha rola buceta a dentro, dona Sônia se contorcia, soltava grunhidos que não conseguia conter. Eu queria aqueles sons, aquelas manifestações sonoras me excitavam, mas não iria pedir para ela, teria que vir naturalmente... Apoiei-me num braço segurei sua cabeça uma mão e a beijei forte e longamente, enquanto a sufocava com meus beijo intensifiquei os movimentos dos meus quadris empurrando minha rola dura e grossa contra sua buceta ela acompanhava o ritmo mas sua boca obstruída pela minha a impedia se soltar abafados gemidos de prazer. Ela tentava se desvencilhar de minha boca, eu a impedia. Meu pau começou a inchar dentro da sua buceta, estava prestes a explodir dentro dela, não contive meus gemidos, mas os fiz abafados dentro de sua boca (uummmmmmm), estava quase gozando, quase gozando... Ela se livrou da minha boca, me abraçou apertado

- Ai Jorge... Ai Jorge... Ai Jorge....

- Ahhh Dona Sôni que gostoso, que gostoso...Vou gozar... vou gozar... Vou gozaaaaaaaaaaarrr

- Jorge... Jorge... Jorge.... AAAhhhhhhhhhh. Que gostoso meu amor, que gostoso

Beijamo-nos agradecidos. Eu queria que aqueles segundos, posterior à minha ejaculação, durasse uma eternidade. Só para não esquecer cada vez que a dona Sônia pronunciou meu nome. A voz trêmula, a altura da voz, a frequência com que repetia... Que tesão. Cada repetição do meu nome soava como se ela estivesse dizendo “Jorge, me dá o que está dentro de você”, “Jorge, goze dentro de mim”, “Jorge, agora, não demora”... Dona Sônia como a senhora é gostosa! Que tesão de mulher.

Após gozar dentro da minha sogra, deitei-me ao seu lado, ela trouxe sua cabeça para meu peito, seus cabelos longos vestiam-me o perito e parte do abdômen. Enquanto nossos sistemas cardiorrespiratório retomavam a normalidade, estávamos nós dois, eu e minha sogra, nus na cama após uma deliciosa trepada... A tranquilidade daquele silêncio foi interrompida pelos soluços contidos da minha sogra... Ela chorava baixinho, tal como se estivesse mordendo o dedo para atenuar o barulho do choro. Eu a trouxe mais para cima procurei sua boca com a minha dei-lhe um beijo, acariciei seus cabelos, falei suavemente ao seu ouvido...

- O que foi, minha querida? Está tudo bem, hum?

Recuperando o fôlego, a fala, entre espaçados soluços, Dona Sônia declara:

- Jorge.... Eu acho que estou apaixonada por você.

CONTINUA

Comentários

19/02/2016 16:44:35
Que delica, ela cedeu e está começando a gozar e gostar.
06/07/2015 15:02:32
Eu iria ler o terceiro sem saber que era uma série. Fui então em busca do primeiro e p achei bem escrito, mas incômodo e brutal. Resolvi tentar este e encontrei um conto bem escrito, detalhado e muito excitante. Muito bom mesmo, parabéns!
05/07/2015 19:27:21
Caramba, que conto..esta interessante demais!
29/06/2015 09:02:22
excelente conto, confesso que não gostei muito do primeiro, mas nesse você realmente mostrou como conquistou o coração dela. Muito bem escrito e cheio de detalhes, um conto de primeira, espero pela continuação.
28/06/2015 22:10:26
MUITO BEM D ESCRITO, PARABÉNS!
A&M
24/06/2015 14:20:28
24/06/2015 13:26:30
Delícia!
24/06/2015 10:58:20
Muito bom
24/06/2015 10:31:53
Fantástico, um conto muito bem escrito com uma riqueza de detalhes incrível, dou nota 1000 pois vale apenas ler um conto tão elaborado assim...parabéns, aproveite e dê uma lida em meus contos, são parecidos com o seus...aguardo a continuação....
24/06/2015 08:19:45
Tá interessante, continue...
24/06/2015 07:28:26
Manda mais!

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