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Acho que estou me apaixonando por um homem... - Capítulo 8

Autor: Tom
Categoria: Homossexual
Data: 02/05/2015 01:33:36
Nota 10.00
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“Vai pegar um pouco de água para mim” disse Garlan. Ele me empurrou da sua cama, como se me quisesse ir de cueca mesmo. Eu me equilibrei para não cair e fiquei de pé. Olhei para ele por alguns segundos e comecei a rir. Garlan se espreguiçou com um sorriso no rosto, seu corpo ficou por alguns segundos esticado como um felino preguiçoso, aquilo foi bem lindo de se ver. Ele tinha um corpo esguio, bem definido. Estava magro. Os últimos dias que passei sem vê-lo mudaram-no. Mesmo assim, ainda continuava bonito.

Senti algo na minha barriga, um formigamento que não sentia há muito tempo. Lembrei então que era só a estranheza de estar sorrindo novamente, sincero.

“Não sou seu empregado.”

“Eu acabei de lhe chupar, o mínimo que você pode fazer é pegar água para mim.”

“Não fale como se estivesse me fazendo um favor” eu abaixei para pegar minha bermuda. “Você gosta de me chupar e sabe muito bem disso.”

Garlan agiu rápido e jogou minha bermuda para longe de minhas mãos. “Vá logo, Tom. Não quero esperar você se vestir, só vai demorar ainda mais para tirar a roupa quando voltar. Carlos não está em casa.”

“Ele está. Eu escutei… eu estou escutando a televisão ligada.”

“Não estou escutando nada.” Garlan suspirou. “Olha, se não vai pegar água, eu vou fumar.”

“Sem cigarros. Pego sua água. Mas me deixe vestir ao menos a bermuda.” Andei pelo quarto, indo atrás da peça de roupa, que foi parar no canto perto da porta do banheiro. Tinha um espelho ali, e eu me vi, quase careca, sorrindo, com uma ereção aparente. Garlan encarou meus olhos pelo reflexo. Os dele brilhavam como duas estrelas no céu escuro.

“Tá com medo de quê? Você acha que Carlos não sabe o que fazemos aqui?”

Aquela pergunta me deixou inseguro. Agora que pensava a respeito, sabia que o homem do lado de fora sabia muito bem. Para ele, eu era como Garlan. Só que eu não era. E se ele espalhasse para todo mundo?

“Ei, ei, ei” insistiu o homem estirado na cama, alisando levemente sua ereção. “Ainda estou com sede.”

Afirmando com a cabeça, eu vesti minha bermuda rápido e saí do quarto. O volume da televisão aumentou à medida que eu me aproximava, mas a sala de estar estava vazia. Isso me deu um alívio. Talvez ele estivesse fora mesmo. Segui para a cozinha rapidamente, sem me importar de olhar para os lados. Estava prestes a dobrar a porta quando trombei em Carlos que, assustado, derrubou várias pipocas no chão. Ele soltou um grito curto e depois colocou sua mão livre no peito.

“Não faça isso” ele sibilou. “Qual o seu problema?”

“Desculpa” falei. Aquilo instantaneamente me fez rir, e Carlos logo me acompanhou. “Eu só vou pegar um pouco de água para Garlan.”

“Folgado” disse ele, passando por mim.

“Exatamente” concordei.

“Que tal abaixarem o volume das brincadeiras, hein? Talvez eu consiga assistir o filme.” A brincadeira de Carlos foi suficiente para que eu ficasse com o rosto pegando fogo. Corri para a cozinha e peguei a água.

Parei na sala, antes de voltar para o quarto.

“Eu não sou… você sabe… não sou-” eu estava com medo de completar a frase de uma forma ofensiva, mas então Garlan apareceu do nada, agarrou na minha cintura e beijou a minha bochecha. A pressão que ele colocou nas minhas costas foi algo inusitado, completamente diferente de qualquer coisa que tínhamos feito. Ao sentir a sua ereção encostando-se em mim, meu corpo vibrou e eu me virei na sua direção, querendo beijar sua boca. Lembrei-me que seu amigo ainda estava ali, então me afastei rapidamente.

“Ele não é viado, Carlos. Que bobagem. Ele só aprecia os boquetes que eu dou. A namorada não consegue satisfazer.”

“Ah, entendi” falou Carlos, com a boca cheia de pipoca. Não sabia como ele conseguia comer, falar e rir ao mesmo tempo.

Eu estava fora do controle ali. Aqueles dois eram universitários e mais inteligentes do que eu. Estava me sentindo muito inseguro para falar qualquer coisa. Então só esperei que Garlan acabasse de beber sua água. Quando acabou, ele me puxou para a cozinha.

“Ah, por favor, não façam nada de nojento aí” escutei Carlos gritar.

“Não vamos” falei.

Chegando lá, Garlan subiu na mesa e me puxou para um beijo.

“Não vamos, mesmo. Você acha qualquer coisa que faz comigo nojento?”

“Não” a resposta foi automática. Segurei no seu rosto e o beijei. Garlan tinha criado uma obsessão pelo meu cabelo super curto quase careca. Passava a mão, como se gostasse do modo como eles o arranhavam. Já eu tinha uma leve obsessão pelo seu cabelo longo, e geralmente agarra nele como costumava agarrar o de Magali. Parei de pensar nela no mesmo instante, era muito estranho, aqui e agora, fazendo aquilo. “Você é maluco” falei, quando ele abaixou a minha bermuda e começou a roçar o meu pau no seu. Os dois estavam duros. Até se pareciam. As cabeças eram vermelhas e o corpo era grande e cheio de veias. Eu tinha um conforto inato com o pau dele. Já nem parecia ser de outra pessoa. Beijei sua boca enquanto ele nos masturbava. Sua mão agarrava nos dois ao mesmo tempo.

Eu gemia em sua boca.

Garlan sorria e me beijava ao mesmo tempo. Nunca conseguia entender aqueles sorrisos. Se ele estava rindo de prazer ou se estava rindo de mim. Preferia acreditar que eu era bom demais e que o deixava feliz.

“Vai me fazer gozar rapidinho” cochichou ele.

“Goza para mim” falei.

Ele abriu os olhos e me encarou profundamente. “Peça novamente, desse jeito, Tom. E eu gozo na mesma hora.”

Foi a minha vez de sorrir. Eu o abracei, beijando no seu pescoço. Garlan retribuiu o abraço e me deixou brincar com o seu corpo. Assim ele se entregava e eu me sentia mais à vontade, estando no controle. Eu encostei meus lábios no seu ouvido e usei a minha voz mais sedutora, de uma forma máscula e bem rouca.

“Garlan, meu bem. Me deixe ver você gozar para mim. Por favor. Goza pra mim.”

No mesmo momento, Garlan começou a tremer e gemer, enquanto me abraçava o mais forte que podia. Porra, fiquei sem reação. Coloquei os meus braços envolta do seu corpo e senti os jatos de porra indo parar no meio da minha barriga. Eu nunca tinha escutado Garlan gemer daquela forma. O sorriso não saiu do meu rosto durante todo o tempo em que ele estava em êxtase.

“Seu estúpido, você me fez gozar.”

“Foi lindo” falei, olhando no seu rosto. Coloquei seu cabelo por trás da orelha. “Eu quero lhe dar uma carona. Eu preciso dar uma volta com você mais uma vez.”

“De moto?”

“Não, de helicóptero.”

“Ha. Ha. Ha.” Deu-me um tapa na careca. “Continue assim e eu não vou.”

Beijei na sua bochecha.

“Vamos.” E quando ele sorriu, eu soube que tinha dito simGostaria de propor o seguinte. Eu poderia postar com mais frequência, se fosse assim mais curtos. Quando tiver mais tempo, eu postaria um capítulo grande. O que vocês acham? Preferem que eu só poste longos? Se sim, tudo bem.

Esse foi só um teste.

Bjsss! Espero que gostem.

Comentários

11/09/2015 10:33:54
Me pergunto pq eu não li essa sua história antes. Tão foda quanto Caçador Sanguinário. Você manda muito!
12/05/2015 19:27:14
Perfeito
05/05/2015 16:09:58
Eu to amando muito ler, Garlan, fonte da sinceridade, amo ! 💋
02/05/2015 15:19:49
Muito bom...pode postar todos os dias,mesmo ñ sendo grandes rsrsrsrs.
02/05/2015 11:11:05
Muito bom, adoro seu conto
02/05/2015 07:59:05
Bom demais, fica ao seu critério, independente da forma estarei sempre acompanhando.
02/05/2015 07:33:46
Estou acompanhando.
02/05/2015 07:29:05
Bom demais, fica ao seu critério, independente da forma estarei sempre acompanhando.
02/05/2015 03:47:29
Só não pode deixar de postar!
02/05/2015 03:41:27
Só passei para você saber que você tem mais um leitor, que está amando o seu conto... XDPoste todos os dias, independente do tamanho.
02/05/2015 02:03:15
Blz,, só ñ pode deixar de postar pq tá bom di+.. Quero vê esses 2 si entregarem de vez a esse sentimento
02/05/2015 01:56:51
Ah por mim td bem, nem ficou pequeno fico num tamanho normal hahahaha Ansioso pelo próximo :)
02/05/2015 01:46:41
...DesdeQueVcPosteTodosOsDias#MasPrefiroGrande

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