Casa dos Contos Eróticos

O Filho da Empregada - Capitulo Unico

Categoria: Homossexual
Data: 27/05/2015 11:55:18
Última revisão: 27/05/2015 12:02:19
Nota 10.00
Assuntos: Homossexual, Gay
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Mamãe não parava com funcionário nenhum, a cada uma semana ela mandava uma empregada embora, acho que o problema de ter tudo é isso, você nunca se contenta com nada, pelo menos minha mãe não, eu voltava da escola quando eu o vi cortando a grama, meu pau chegou latejar na calça.

- Mamãe quem é o boy lá fora? – perguntei sentando ao seu lado.

- é o filho da nova empregada Vinicius – disse ela.

- Bonitinho né – disse eu.

- Nossa filho você não perde tempo em, se mexeu você quer comer – disse ele me olhando sério.

- Que horror mãe não é assim também, você se mexe e eu não quero te comer – disse eu olhando pra ela.

- Me respeite menino – disse ela rindo.

Fiquei papeando com a minha mãe até ele entrar no meu campo de visão novamente, tive que cruzar as pernas e colocar uma almofada por cima.

- Dona Marina já terminei, tem algo a mais que eu possa fazer – disse ele.

- Não querido pode ir descansar – disse minha mãe.

- Obrigado – disse ele.

- A Felipe esse é meu filho Vinicius – disse ele.

- Prazer Felipe – disse ele estendendo a mão.

- Igualmente – disse apertando sua mão.

Ele se retirou e eu também fui pro meu quarto, liguei pra minha melhor amiga e a convidei pra vir a minha casa tomar um sol na piscina.

- Maaaaaaãe e Bia está vindo se comporte pelo amor de Deus – disse gritando do quarto.

Mamãe não podia ver um amigo meu que fazia a linha CSI e começava a investigar minha vida, dei um tempo no meu quarto, até escutar a voz da Bia vindo em direção ao meu quarto, já fui logo colocando uma sunga preta bem justa e pegando meu bronzeador.

- Vinicius ainda bem que você me ligou pra eu vir pra cá, estava me remoendo de tédio em casa – disse Bia.

- Que isso vamos pra lá, porque quero sair da piscina só quando não tiver mais espaço pra queimar – disse rindo.

Sentamos na piscina e ali fiquei Bia ficava entrando e saindo da água toda hora e aquilo já estava me irritando eu estava de costas e decidi que era hora de queimar na frente, estou eu com os olhos fechados quando aquela voz suou nos meus ouvidos.

- Senhor Vinicius, sua mãe pediu que eu trouxesse esse suco para vocês – disse Felipe.

- Obrigado Felipe, posso te pedir uma coisa só – disse eu.

- Sim claro – disse ele.

- Não me chame nem de Doutor e nem de Senhor, por favor, não sou nem melhor nem pior que você para você ficar me chamando assim – disse eu.

- Ok – disse ele saindo.

- Amigo essa coca é fanta e uva por sinal – disse ela.

- Porque esta me dizendo isso Bia – perguntei.

- Vini ele secou no seu volume no ultimo e não disfarçou 1 minuto sequer – disse ela.

- Será amiga que o Boy curte mesmo – disse eu.

- Se ele não for eu não me chamo Ana Beatriz Medeiros – disse ela.

Tomei um ducha pra tirar o bronzeador e pulei na piscina com a Bia, as vezes ela conseguia ser legal, as vezes, a convidei para jantar mais preferiu ir embora, fui pro meu quarto, tomei um banho digno coloquei umas pijamas daqueles bem largos deitei na cama e capotei, não ouvi mais nada, mamãe no outro dia disse que quase arrebentou a porta no peito pra me chamar, na hora que eu estava indo pro colégio vi Felipe sair também, ele estava com uma bolsa toda surrada, um uniforme horrível, fiz o motorista parar.

- Felipe aonde você estuda – perguntei.

- Escola Estadual Pio XX – Respondeu.

- Pertinho do meu colégio entra ai que nós te deixamos lá, não é muito perto pra ir de a pé – disse eu.

- Sei não eim Doutor, Dona Marina não vai gostar muito, eu vou a pé mesmo – disse ele.

- Felipe eu já te pedi pra não me chamar de doutor tenho nome Vinicius, e segundo eu estou te chamando pra ir comigo, entra logo que vou me atrasar – disse sério.

Ele entrou meio cabisbaixo e ficou durinho com Deus do meu lado, o menino nem respirava.

- Então Felipe de onde você veio – perguntei.

Ele me olhou sério.

- Morro da Santinha, meu pai foi assassinado durante uma assalto ai a partir daí minha mãe começou a trabalhar como domestica até que viemos parar na sua casa – disse ele.

- Nossa me perdoe por tocar em assunto tão dolorido como esse – disse eu.

- Imagine que isso, já passou agora o que me resta é saudade e a vontade de querer ser o que ele não pode – disse ele dando um sorriso amarelo.

Deixamos ele em sua escola que por sinal era péssima e fomos pro meu colégio, eu não conseguia me concentrar em mais nada, eu conversava bem pouco com meu pai desde que tinha me assumido, ele meio que se fechou, mais mesmo assim acho que eu morreria quando soubesse que meu pai morreu afinal ele é meu pai, assim que cheguei ao colégio mamãe queria falar comigo, dei um chega pra lá nela porque não estava disposto, tomei um banho pra tirar aquela preguiça pós almoço, peguei um livro e fui pra sala ler um pouco, mamãe estava sentada atoa sem fazer nada “como sempre”, eu já estava no ápice da leitura quando ela começou a falar e me perdi na leitura.

- Vinicius o Oswaldo me falou que vocês levaram o Felipe pra escola hoje – disse ela.

- Sim e? – perguntei.

- E que não gostei disse – disse ela seca.

- Mamãe você não tem que gostar de nada, quem banca essa casa é meu pai, você não levanta essa sua bunda pra nada, então acho que você não deve interferir naquilo que não lhe desrespeita – disse mais seco ainda.

- Eu vou ter uma conversa muito séria com ele, não vai dar certo esse menino aqui – disse ela.

- Mamãe eu tomaria mais cuidado com sua atitudes, afinal toda ação tem uma reação, quem sabe meu pai não descobre das suas fugidinhas com o motorista – disse piscando pra ela.

Fechei meu livro e fui à direção da cozinha, Felipe estava sentando á mesa estudando alguma coisa e sua mãe no fogão.

- Boa Tarde – disse eu

- Tarde meu “fio”, precisa de algo – disse Fátima.

- Sim meu amor, que alguém mate minha mãe e suma com o corpo – disse eu sorrindo.

- Credo menino – disse ela rindo também

- Posso ficar aqui com vocês, minha mãe não me da paz e quero terminar de ler – disse sorrindo.

- Meu “fio” acho que você não precisava nem pedir, afinal a casa é sua – disse ela sorrindo.

- Obrigado – disse me sentando-se à mesa junto com Felipe.

Voltei a focar na minha leitura que até me esqueci onde eu estava, quando dei por mim, Felipe já tinha saído do meu lado e Fátima estava indo embora pra sua casa que ficava nos fundos de casa, fui à sala e meu pai já tinha chego.

- Papai hoje eu dei carona pro Felipe filho da Fátima, porque o colégio dele é caminho do meu e fica longe pra ele ir a pé a e a partir de amanha ele vai comigo todos os dias – disse pra ele.

- Okay Vinicius – disse ele.

Olhei pra minha mãe que me olhava com aquela cara de bosta pela minha ousadia, dei uma piscada pra ela e fui pro meu quarto, eu não tinha estomago pra jantar depois dessa tempestade com a minha mãe, liguei pra Ana e ficamos conversando um tempão até eu decidir dormir, no outro dia cedo pedi para Oswaldo ir chamar o Felipe.

- Oswaldo já esta conversado com meu pai, a partir de hoje você leva e busca Felipe na escola a e Oswaldo cuidado viu, passarinho que acompanha morcego acaba acordando de cabeça pra baixo – disse sério.

Abri meu livro e só fechei quando estava na porta do meu colégio, eu ficava contando os minutos pra acabar aquelas aulas logo, já era sexta feira eu queria muito curtir meu fim de semana, assim que sai do colégio Oswaldo já estava me esperando com Felipe dentro.

- Boa tarde – disse-me entrando.

- Boa tarde – falaram em coro

- Felipe você tem compromisso esse fim de semana – perguntei-o

- Não senhor, por quê? – respondeu

- Não estou a fim de ver a cara dos meus amigos, topa ficar comigo esse fim de semana pra eu não ficar sozinho – perguntei.

- Se minha mãe permitir – disse ele.

- Okay – respondi.

Mal desci do carro e fui procurar Fátima, ela concordou desde que não desse problema pro lado deles, Avisei pra Felipe arrumar uma mala de roupas e me encontrar dentro de 25m, eu mal tinha fechado minhas malas ele bateu em minha porta.

- Licença, posso entrar – disse ele timidamente.

- Claro estou terminando aqui senta ai – disse sorrindo.

Eu vi que ele ficou muito quieto resolvi tentar interagir

- Então Fee já andou de avião – perguntei

- Nunca senhor, por quê? – pergunto-me

- Já te disse e vou repetir pela ultima vez, não me chame de senhor, doutor, nada do tipo, Vini a partir de agora ok – disse eu.

- Sim Vini, nunca andei não – disse ele sorrindo.

- ótimo você com toda a certeza vai amar – disse sorrindo.

Quando estávamos saindo, demos de cara com a minha mãe.

- Eu posso saber aonde a lindeza vai – perguntou-me

- Não fofa se fosse pra você saber eu já teria te contado, pergunte pro Oswaldo ele vai me deixou no local, vocês não são cheios de segredinhos – disse dando as costas.

Pedi para Oswaldo nos deixar na firma do papai que eu ainda tinha umas coisas pra resolver.

- Fee me espera nessa salinha aqui é 3 minutos estourando estou de volta. – disse eu.

Ele apenas acenou com a cabeça e se sentou no sofá, entrei na sala do papai que estava louco mexendo com uns papeis.

- Pai desculpe ter vindo sem avisar, mais eu gostaria de usar o Jato da empresa pra ir a uma festa de um amigo em outro estado, teria como o senhor liberar pra mim, não pedi para mamãe porque não estamos se bicando muito – disse eu.

- Vinicius você sabe muito bem que eu não gosto que você fique andando por ai sozinho, quem mais vai – perguntou.

- Eu, Bia e Felipe – disse sorrindo.

- Vinicius domingo eu quero você de volta, e, por favor, não vá aprontar algo que possa se arrepender depois – disse ele.

Fui em direção a ele e dei um abraço.

- Obrigado pai – disse sorrindo.

- Não por isso filho juízo em – dando um beijo na testa.

Eu tinha outro problemão na mão pra resolver eu não tinha chamado Bia então teria que arrastar ela comigo mesmo na querendo sua presença, liguei pra ela assim que saímos do escritório do papai e mandei-a voar pra arrumar suas coisas, passamos e a pegamos e fomos pro Aeroporto, já estávamos embarcados quando papai mandou uma mensagem confirmando que tinha transferido mais dinheiro pra minha conta, como se eu precisasse de tanto, o Jato começou a Andar e eu adoro ver a cara de medo das pessoas, Aninha estava grudada no banco durinha com Deus, Felipe estava pior ainda acho que uma tremidinha que o avião desse ele se cagava todo, quando estávamos planeados coloquei minha mascara de dormir meu fone e capotei, acordei quando estávamos descendo porque pegou uma turbulência monstra e tremeu tudo.

- ai meu Deus, ai meu Deus, ai meu Deus – Felipe ficava repedindo.

Peguei em sua mão e apartei, ele estava verde devia estar bem enjoado, quando o avião já estava no chão ele foi voltando a sua cor normal e aquilo me deu uma relaxada.

Seguimos direto pro Hotel, Ana não parava de reclamar um minuto, agora você entendem porque eu não queria meus amigos junto comigo e peguei um quarto com uma casal de casal e uma de solteira, e um Aninha em outro andar bem distante.

- Seus pais deixam você sair pra outro estado assim, na maior naturalidade – perguntou ele.

- Meu pai sim, minha mãe já é mais cri cri só que desde de pequeno não dou muita bola pro que ela fala, se você ser fica louco em 10m – disse rindo.

- eu percebi mesmo, ela tem algum tipo de distúrbio bipolar né – perguntou-me.

- não, ela é louco mesmo – disse eu rindo.

Caímos os dois no riso e assim ficamos.

- Você é louco Vini olha as coisas que você fala da sua própria mãe – disse ele.

- Se fosse alguma mentira eu até ficaria quieto mais é verdade eu vou fazer o que – disse rindo.

Até estava curtindo o clima com o Fee quando o meu maldito celular começou a tocar.

- Oi Mamãe – disse eu.

- Vinicius que história é essa de festa em outro estado, seu pai só poder ser louco de deixar você sair assim – disse ela.

Joguei o celular na cama e deixei-a falando sozinha, chamei Felipe pra dar uma volta na cidade, mais tudo que é bom dura pouco né, quando estávamos saindo Aninha tocou nossa campainha.

- Vini sua mãe me ligou agora, falou falou e falou e por fim mandou eu ficar de olho em vocês e não desgrudar 1 minuto – disse ela sorrindo.

- Aninha claro que você não vai acatar essa ordem né, uma porque você não é empregada dela e outra que se eu tiver que voltar porque amigo ta estragando meu fim de semana a coisa vai ficar feia – disse eu seco.

- Ok já entendi, to subindo pro meu quarto, tem um bofe lindo querendo ficar comigo e já estou armando um esquema com ele – disse ela.

Ela sumiu da minha vista e nós fomos andar, fomos à orla e ficamos ali olhando aquele monte de água sem fim.

- Vini posso te contar uma coisa – perguntou ele.

- Claro fala ai – disse eu.

- Você promete que não vai me julgar? – perguntou-me

- E quem sou eu pra julgar alguém nessa terra Felipe – disse eu.

- Minha mãe não queria que eu falasse mais vou ver assim mesmo, eu sou Gay Vinicius então decidi contar com a minha boca antes que você descobrisse por outros e se afastasse de mim por isso, estou gostando da sua amizade – disse ele.

- Era isso? Hahahahaha, eu também sou Felipe – disse rindo.

Ele ficou me olhando com uma cara séria e começou a rir também, decidimos ir embora, pois no outro dia cedo eu queria ir andar na cidade, chegamos no Hotel tinha 410 chamadas da minha mãe e umas 2,000 mensagens, vocês juram que eu li né, e tomei um banho e capotei nem lembrei que tinha o Felipe no quarto também, acordei de madrugada com Felipe me cutucando.

- Vini acorda, acorda – dizia ele.

Quando eu abri o olho e foquei Felipe me beijou no susto eu não retribui, mais logo a mão boba dele foi andando pelo corpo até chegar no meu pau, ele deu um apertada e eu abri a boca pra gemer, ele me beijou com mais vontade ainda, meu pau foi endurecendo em sua mão e eu comecei a retribuir seu beijo, roupas foram voando pelo quarto, quando eu dei por mim Felipe engolia meu pau, se tem uma coisa que me faz gozar logo são minhas bolas colocou na boca não da nem tempo de segurar, Felipe começou a subir com a língua e me beijou de novo, ele passou cuspe no próprio cu e foi sentando em meu pau, ele ia me beijando e cavalgando ao mesmo tempo.

- Vai fode com força e sem dó – dizia ele.

Trocamos a possível ele ficou de 4 e comecei a bombar, estava bombando tão forte que com o impacto de minhas bolas na sua bunda já estava doendo, quando eu ia avisar que já estava gozando senti seu cu contraindo e gozamos juntos, eu cai encima dele.

- Meu Deus o que foi isso – disse ofegante.

- Perfeito – disse ele respirando fundo.

Fomos no banheiro se limpar e voltamos pro quarto, Felipe se aconchegou nos meus braço e dormiu fiquei pensando no que tinha acabado de acontecer e dormi também, acordei no outro dia bem tardinho já, Felipe não estava no quarto, fui no banheiro tomar banho e desci pra comer algo, Felipe estava no Hall com a Aninha.

- O que estão fazendo aqui – perguntei.

- è que temos um probleminha pra resolver – disse Aninha

- E que problema é esse que eu não fiquei sabendo – disse eu.

- Olhe para trás – disse Felipe

- Mamãe, o que você esta fazendo aqui? – perguntei.

- Vim acabar com essa farra, Francamente em Vinicius trazer filho de empregada em um hotel como esse – disse ela.

- Opa lá, olha lá como você fala no meu namorado – disse eu nervoso.

- O que? Namorado? Que balela é essa Vinicius – disse ela elevando a voz.

- Abaixe a voz, por favor, aqui não é casa da mãe Joana, e qual o problema do Felipe ser meu namorado? – perguntei

- Vinicius uma coisa é você comer esses viado, outra é eu aceitar que você namore com eles – disse ela.

- Fofa você não tem que aceitar nada, agora se você me der licença eu tenho um sábado pra curtir porque amanha eu tenho que voltar por ordens do meu pai, vamos amor – disse eu chamando Felipe.

Peguei em sua mão e saímos Aninha nos acompanhou quando saímos do Hotel eu soltei o ar que eu estava segurando.

- Felipe desculpe ter te colocado nessa historia toda – disse olhando pra ele.

- Imagine Vini, você fez pra me defender, será que ela vai falar alguma coisa pra minha mãe – disse ele.

Liguei pro meu pai e contei o acontecido, ele já estava sabendo mais outra versão, pedi para que ele não mandasse Fátima embora, pois ela não tinha culpa de nada, Ficou um climão chato e ninguém tinha mais pique pra curtir, decidimos ir embora pra casa, voltamos ao hotel pegamos nossas coisas e fomos pro aeroporto só que o Jato do papai estava sendo usado pela fofa da minha mãe, então tive que comprar nossas passagens com Vôo comercial mesmo, a volta foi tranqüila, cheguei em casa cuspindo fogo, deixei minhas malas no quarto e fui á sala onde meus pais estavam.

- Papai eu já conversei com a minha avó e estou amanha mesmo indo embora daqui – disse firme.

- Vinicius, por favor, por causa de um filhinho de empregada – disse minha mãe.

- Você quieta, por favor, não quero ouvir mais sua voz por hoje – disse eu seco.

- Filho não haverá necessidade para tal ato, já conversei com Fátima, sua mãe tomou uma atitude sem pensar, não vamos atormentar seus avós com mais isso – disse papai.

- Papai eu quero ser livre e essa daí não me deixa, disse que me amava e me apoiaria e quando descobre que estou namorando com uma pessoa que não tem dinheiro faz uma dessas, então seria mais fácil falar, olha eu te aceito desde que namore com caras ricos – disse eu nervoso.

Sai daquela sala e fui ao Jardim respirar, Felipe estava lá também sentado.

- você sabe que agora teremos que fingir uma namoro né – disse eu sorrindo.

- você quer só fingir mesmo – disse ele me olhando.

- Fee eu te conheço há muito pouco tempo 3 dias na verdade, não tem como eu dizer que te amo e que quero viver minha vida com você – disse eu.

Felipe pegou em minhas mãos e deitamos na grama, nosso falso namoro foi assim, semanas meses até completar 1 ano, vamos dizer que tínhamos uma amizade colorida por trás, nós ficávamos e tudo mais sem aquele negocio de amor, até que um dia eu sai primeiro do colégio e fomos buscar ele, Estou esperando no portão quando ele sai abraçado com uma menina, só deu tempo dele me ver e eu sair andando pro carro.

- Vini é só uma amiga – disse ele.

- Ok – disse eu.

- Que isso agora – disse ele.

- Nada ué – disse eu.

- esta com ciúmes Vinicius – disse ele.

- Aff, claro que não de onde tirou isso Felipe – disse eu.

Ele soltou um sorriso e me beijou.

- eu te amo – sussurrou entre os dentes.

- eu também – disse eu.

Ele sorriu mais ainda, nós chegamos e fomos direto pro quarto, minha cama quase quebrou a noite eu pedi sua mão em namoro oficialmente pra sua mão que ficou feliz, nós estávamos sentados no jardim, ele deitado em meu ombro quando meu pai apareceu.

- Meninos eu queria dar uma palavrinha com vocês tem como? Perguntou papai.

- Claro que sim – disse eu.

- Bom Vinicius você sabe como foi difícil saber que meu único filho homem é Gay, e sua mãe também vivia fazendo inferninho, mais eu vendo como você esta feliz nos últimos tempo, com mais juízo, mais dedicação às coisas eu resolvi dar a minha benção pra este relacionamento, quero que você e Felipe sejam muito felizes e quero que saibam também que vocês podem contar comigo pra tudo que precisarem – disse papai.

Eu estava com os olhos marejados, levantei e dei uma abraço bem apertado em papai, Dona Fátima estava de longe observando tudo, fiz um aceno pra ela vir junto de nós abraçamos o quarto e ficamos ali curtindo aquele momento felicidade, Eu esqueci de falar, Mamãe se divorciou do Papai para viver com Oswaldo ela pediu uma valor bom em dinheiro para o papai e agora vive disso, eu e ela se passarmos um do lado do outro fingimos que nem nos conhecemos, Papai estava namorando com Andréia uma moça linda que fazia bem mais o perfil do Papai.

- Felipe apresse esse seu namorado, Andréia já esta arrancando os cabelos aqui na Sala – gritou meu pai.

- É mentira Vini – Gritou ela.

E terminamos a noite assim, Sentados em uma cantina de massas brindando com uma taça de vinho.

- Ao nosso amor – Brindou meu pai.

- Ao nosso amor – Respondemos.

FIM.

Gente do céu to vesguinho como que faz, as pontas dos meus dedos estão até doendo de tanto escrever, meu cérebro então não esta nem associando o que e A com B, mais vocês merecem isso, então espero que curtam mais esse, uma boa leitura pra vocês e até o próximo, quem me tiver no Facebook e tiver conta aqui na CDC, deixa uma recadinho. Beeeeeeeeeeeijos :D

Facebook: https://www.facebook.com/ViniciusColombini

Pedrock : Obrigado pela ideias dos contos, você sempre me dando ideias de contos fantásticos :D

Comentários

07/02/2016 11:50:16
A-DOH-REI seu conto!!
28/09/2015 08:43:36
Muito bom
10/09/2015 23:26:58
Amei o conto 👏👏👏
08/08/2015 09:24:42
Estou in love com seus contos, Queridann tu arrasaa!!!!
26/06/2015 17:44:05
Lindos, Ameii.
11/06/2015 00:20:59
Opa Vinii, olha eu aqui. Senti falta de vc lá no meu conto e dos seus comentarios tão fofos. Me mada um email, bora trocar uma ideia. Sucesso pra ti, gatinho.
09/06/2015 01:44:11
Oi vinii amei seus contos... Pq vc não faz um de aluno que se apaixona pelo professor kkkkk... Posta logo mais um... Bjos
01/06/2015 02:27:28
Perfeeito! curti demais, faz como o Digos2 falou, faz um envolvendo soldado tb, amoo soldados!
29/05/2015 15:01:38
Ai meu deus. pena ser capitulo unico. Repete pfpfpf
28/05/2015 13:20:38
amei...
27/05/2015 22:34:05
Quero continuação esta perfeito adoro ler seus contos
27/05/2015 20:26:54
Oi Vini Amei querido. Lindo perfeito, maravilhoso. Esse conto foi bem divertido romantico e nos mostra o quanto o amor nao olha classe social raça cor e credo . Continue assim querido que vc vai longe. Bjos Pri :)
27/05/2015 19:44:59
eu adoreii...! Muito bom querido!
27/05/2015 17:51:51
Amei!
27/05/2015 16:33:00
Menino, nota milhão pra esse conto
27/05/2015 15:46:50
Amei ameinente hehehe adorei ☺☺☺❤❤❤ muito fofos ele
27/05/2015 14:18:33
Vinii parabens! Mais um conto maravilhoso...bjs
27/05/2015 14:16:43
Tá ótimo!! Perfeito 😻😻👌👏💘
27/05/2015 13:48:18
Maravilhoso...parabéns.
27/05/2015 13:42:57
Amei muito, porque não escreve um baseado numa amizade de longo tempo e que termina em amor e tudo 😍 Amo contos assim e continue você é perfeito :)
27/05/2015 13:10:51
Muito bom

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