A foda com o papai urso - Tocudo

Um conto erótico de Roludo João
Categoria: Homossexual
Contém 1873 palavras
Data: 03/05/2015 11:57:00

Meu nome é João e tenho 26 anos. Vivo em Cotia (SP) com meu pai, muito conhecido como Tocudo. Toda minha vida e para muitas pessoas esse apelido apareceu quando ele ainda era adolescente, que mesmo estando sol, chuva ou frio vivia com uma toca do seu time do coração: Cotiano.

Papai hoje tem 60 anos, mas quando essa história aconteceu ele tinha 50 e eu, consequentemente, 16. Ele é bem ursão, aquela barriga levemente grande, peluda, aquela barba castanha, o rosto branquinho um pouco queimado do sol.

Eu já sou magro, não puxei papai, sou branco e tenho 1,77 de altura. Minha rola mede 18cm e na época que ocorreu isso, já tinha essa medida.

Sempre admirei papai, em suas atitudes mas nos últimos dias tinha começado a admira-lo de forma diferente. Adorava olhar no meio de suas pernas aquele volume maravilhoso que formava.

Geralmente íamos para Caucaia do Alto, bairro de Cotia, onde papai tem uma chácara pequena que fica em um lugar bem afastado e sem muita vizinhança. Lá é o refugio do papai. Ele adora o cheiro de mato... diz que não vê a hora de aposentar para ir viver de vez nesse lugar.

Certo dia, papai disse que ia para a chácara e minha mãe não estava muito afim de ir. Então pediu para papai me levar... Embora não gostasse muito desse lugar, acabei aceitando, pois lá seria minha chance de ficar olhando para a rola dele, sem ninguém perceber.

Na sexta-feira, a noite, arrumamos as coisas e quando deu as 21:00h saímos de casa. O bairro é relativamente perto, coisa de 25/30 minutos. A estrada é tranquila, porem perto da chácara não tem iluminação, a estrada é de terra e com muita mata ao arredor.

Durante toda a viagem olhava de lado para o pica do papai, que cada vez parecia mais cheia de carne. Ficava imaginando se sua rola era como a minha ou se a minha fosse ficar como a sua.

Chegando na chácara, fomos descarregar o porta mala do carro com as coisas que levamos. Depois que tudo estava guardado, papai perguntou se eu queria tomar banho e eu disse que ele poderia ir primeiro.

Papai aceitou e se dirigiu ao banheiro... eu queria muito ver aquela rola, mas fiquei tranquilo, esperando e planejando uma forma de saber o que ele escondia ou tentava esconder no meio das pernas. Quando ele saiu do banheiro, só de cueca, meus olhos ate brilharam. Ele estava meio molhado, com uma cueca branca, bem cavada e que marcava muito toda aquela rola... Meu pau que já estava meio duro pelo que eu pensava, logo ficou como pedra ao ver aquela cena. Fiquei sem graça imaginando que ele tivesse percebido. Corri pro banheiro para tomar banho. Enquanto me duchava, acariciava minha rola, que não tinha tantos pelos então aumentava ainda mais a sensibilidade, imaginando meu papai de cueca. Já não aguentando mais comecei a bater punheta e não me contendo, enfiei o dedinho no cú.

De repente, meu pai abriu a porta do banheiro e disse: Filhote, esqueceu de pegar sua toalha.

Eu fiquei tão sem graça, com muita vergonha. Papai parou na porta e ficou me admirando. Disse pra eu continuar, pois já teve aquela idade e sabia da minha necessidade... ele levou de forma bem natural.

Desliguei o chuveiro e nem gozei. Sai com muita vergonha do banheiro e papai nem tocou no assunto. Sentamos para assistir TV e começou a chover bastante. Por ser uma região de muita mata, acaba a energia elétrica facilmente e foi o que aconteceu.

Não tendo muito pra fazer, fomos dormir. Meu pai disse que se eu quisesse poderia dormir na cama de casal com ele, pois só tinha uma vela na casa. Aceitei e fomos pra cama.

Ao chegar ficamos conversando sobre quando eu era criança e dormia no meio do meu pai e da minha mãe toda vez que íamos para aquela casa. Papai também contou que uma vez alisou minha bunda, na madrugada, imaginando que era minha mãe. Enquanto ele ria, eu sentia muito tesão, mas não me lembrava disso.

Ele disse que quando era solteiro vinha muito para a chácara para meter bastante.

Eu: Pai, você trazia muitas menininhas pra cá?

Pai: Sim filho! Mas não só meninas... o importante é fuder.

Eu: Como assim?

Pai: Qualquer um, eu traço. Tendo um buraco, eu meto mesmo a rola.

Eu: Pai, então você era o comedor da região... o garanhão?

Pai: Sim. E ainda sou.

Eu: Mas você ainda dá no couro pai?

Pai: Sim filhinho... Já tive sua idade só da punheta... mas é muito bom meter a rola numa bucetinha ou num cuzinho.

Você já comeu alguém filhinho ou é virgem?

Eu: Pai, tenho vergonha de falar disso.

Pai: Pode se abrir comigo... sou seu pai. Já tive sua idade e preciso te ajudar. Me fala o que eu posso fazer para você. Eu tenho que tirar suas dúvidas.

Na hora minha vontade era de dizer que tinha curiosidade pela sua rola, mas me controlei.

Disse que não tinha comido ninguém, mas que já tinha batido punheta.

Pai: Eu só não entendi o porque você estava com o dedinho no cú, meu filho. Gosta de sentir tesão no cú?

Eu fiquei vermelho... sentia meu roto queimar e meu cú também. Papai, passou a mão na minha cabeça e disse: se abre pra mim filho. No que estava pensando, hoje no banheiro?

Eu: Paizinho, sei que pode brigar comigo, mas estava pensando no senhor. Eu te acho muito bonito e tenho muita vontade de te ver pelado.

Pai: Filho, é verdade isso? Nunca viu um homem pelado? Tem vontade de sentir tesão com seu pai?

Eu: Sim papai... Olho para o senhor e sinto muito tesão... muita curiosidade em seu corpo.

Pai: Filho, podemos fazer o seguinte: Não tem energia, apagamos a vela e como você está com vergonha, sente meu corpo no escuro, até se sentir mais a vontade. Pode fazer o que quiser com o papai.

Eu: Serio, papai?

Pai: Sim filho. Sou seu papai... Quero ver você feliz e satisfeito.

Apagamos a vela e eu comecei a alisar aquele urso parrudo. Ele respirava ofegante e minhas mãos tremiam. Passei a mão nele todo, mas na rola ainda não tinha tocado. Tirei as mãos dele e agradeci.

Pai: João, você me tocou todo, mas não sentiu a minha rola. Pega nela, filhinho. Sente o caralho de um homem adulto.

Passei a mão por cima da cueca e seu cacete tava bem duro e melado, que chegou a molhar sua cueca. Era um pinto enorme e grosso.

Pai: Viu só filhinho como ele ficou? Ele gostou muito de você.

Eu: Papai, ele é muito grande e grosso.

Pai: Sim João... Por isso tenho esse apelido. Todo mundo que eu já comi costumava me chamar de Tocudo, devido o tamanho ta tora que tenho no meio das pernas... além disso, meu bebe, minha tora é bem peluda. Enfia a mão na minha cueca, meu filhinho.

Ouvindo o papai falar assim, não me contive. comecei a passar a mão nele com uma vontade tão grande que arranquei sua cueca. Não podia acreditar... ele estava completamente pelado, na cama, comigo.

Papai fez o mesmo comigo. Quando demos por conta estávamos nus na cama, nos alisando, punhetando.

A chuva já tinha passado e de repente voltou a luz. Quando olhei aquele papai urso na cama, pelado, com a rola muito dura... fui a loucura. Na hora subi nele e dei um beijo na sua boca. Papai me retribuiu e disse que agora começaria nossa brincadeira.

Ele veio pra cima de mim com toda sua força de macho e disse que ia me mostrar como é um homem de verdade.

Ele mamava meus peitos e passava suas mãos ásperas em mim. Disse que ficou louco ao me ver com o dedinho no cú, mas meu dedo era muito fino. Quando percebi ele tava com o dedo grosso dele na porta do meu cuzinho. Eu gemia só de imaginar. Ele molhou os dedos e forçou. Senti uma dor, mas estava gostoso.

Ele enfiou um, dois e depois três dedos no meu cuzinho que ate então só tinha sentido meu dedinho.

Papai adorava mamar minha rola, dizia que agora eu sabia de quem tinha puxado a rola tão grande. Ele contou que quando eu era criança ficava olhando pro meu pinto, querendo chupar, mas se controlava.

Papai me colocou de quatro na cama e enfiou aquele tronco de carne no meu rabo. Foi uma dor terrível, mas o tesão em sentir meu pai, urso, peludo, parrudo, pauzudo, cinquentão atolado no meu cu, foi muito maior. Ele metia como um animal. De repente ele anunciou o gozo. Inundou meu cú com seu leite. Eu nem gozei, pois com todo o êxtase nem queria muito isso.

Papai tirou o pau do meu cú e começou a laber meu buraquinho e tomar todo o esperma que escorria lá de dentro. Então trazia na minha boca aquele leite de macho, misturado com o gosto de cú de viadinho. Dormimos assim. Tudo melado de porra e sentindo o cheiro de macho e suor na cama.

No outro dia, acordamos e papai disse que tinha uma surpresa. Entramos no carro e fomos para o meio de uma mata. Chegando lá ele começou a me beijar e tirar minha roupa. Ficamos pelados no meio do mato, quando pra minha surpresa, papai ficou de quatro e disse para o filhote comer o cú do papai urso. Que ele queria tirar meu cabaço ali, no mato onde ele perdeu o cabaço dele.

Papai disse que deu o cu pela primeira vez naquele mato. Ele fodia com o caseiro da chácara. Um macho com pinta de caipira que tinha uma rola bem grande e bem peluda.

Comecei, meio sem jeito, a penetrar papai... ele gemia como uma vadia pedindo pra eu meter cada vez mais forte. Ele disse que adorava uma rola grande no rabo. Gozei bastante naquele cuzinho velho. Ele levantou e disse que eu era muito fraquinho, que ele ia me ensinar como comer um cuzinho, bem gostoso... pelo jeito não tinha aprendido a lição na noite passada. Ele metia com tanta força eu gritava... ele tampava minha boca e me chamava de viadinho do papai.

Papai gozou muito dentro de mim, parecia mijo, pela quantidade que saia. Quando tirou o pau, e obrigou a deixar ele limpinho. Tinham vestígios de sangue, misturado com porra e um gosto de cú.

Voltamos pra casa, em todo o caminho fui mamando a rola dele. Chegando lá, ele disse que queria mais e que passaríamos o fim de semana todo assim: METENDO.

Assim foi. Metemos muito nesse fim de semana e sempre que estávamos em casa sozinhos, papai pedia pra eu chupar a rola dele.

Eu hoje estou casado, mas sempre combino de ir com ele para a chácara em Caucaia do Alto, para relembrar os velhos tempos. Mesmo hoje ele com 60 anos, continua metendo como um animal. Volto pra casa, vou meter com minha esposa e sinto meu cu todo rasgado pela rola do papai Tocudo.

Quem estiver a fim de passear na chácara da família, deixem seus contatos.

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Comentários

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Sempre tive tesão por incesto uma vez meu irmão ficou de Pau duro no banho entrei pra escovar os dentes, mais eu era muito novo tinha medo de pedir pra chupar a rola dele ele tinha 22 e eu 15. Nunca realizei minha tara por incesto somente com um primo mais pra mim não conta queria mesmo era dar pro meu irmão ou meu Pai. gostaria muito de satisfazer Pai e filho, se o convite estiver de pé ainda adoraria ir ai para realizar essa minha tara, moro em São Paulo ZN tenho

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Adoraria um passeio com vcs, servir pai e filho como putinha.E mail : danadoem69@yahoo.com.br bjos nas rolas....

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