Casa dos Contos Eróticos

FESTA A FANTASIA

Autor: J67
Categoria: Heterossexual
Data: 15/04/2015 21:32:38
Nota 10.00
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Este relato não é de minha autoria. Eu o encontrei na net e foi escrito por uma anônima, espero que gostem e que caso a pessoa que escreveu este conto o ler, gostaria que entrasse em contato comigo pelo e-mail: j.chita67@gmail.com. Boa leitura, espero que gostem porque eu adorei o texto.

Olá a todos. Sou a Laura, tenho 40 anos, casada há 15 anos com o Carlos (50 anos). Moramos em uma pequena cidade do interior do Rio Grande do Sul, de aproximadamente 60 mil habitantes. Até dois anos atrás não tínhamos filhos. Carlos não pode ter. Em 2011 adotamos uma linda menina de cabelos negros cacheados, olhos castanhos e pele parda. Julia chegou a nossa vida com dois anos e três meses de idade; veio para alegrar os nossos corações.

Esta mudança em nossa vida não solucionou um problema que já vinha se prolongando a um ano antes da adoção de Julia; a quase falta de sexo em nosso relacionamento. Há aproximadamente três anos não fazemos amor de forma espontânea. Sempre tem que ser eu a tomar a iniciativa, algo para mim difícil, pois fui criada em uma família extremamente católica em que o sexo como dizia meu pai: “…filha o sexo não é para o prazer e sim para a procriação”. E ainda nestas ocasiões, apesar de minha produção (lingeries novas e sensuais), muitas vezes meu marido negou fogo. Nunca fui uma mulher muito fogosa, mas a falta quase que total de sexo estava me perturbando.

Sempre falo para o Carlos que um dos motivos para a sua falta de interesse pelo sexo vem de outro aspecto que me incomoda, que é a vida sedentária que leva meu marido. Carlos não faz nenhum tipo de esporte, desde jovem era assim; e em seu trabalho como Assistente Social, da Secretaria Municipal de Assistência Social de nosso município, passa quase todo o tempo sentado em frente ao computador. Eu já sou o oposto; sou professora de Educação Física em uma escola estadual e minha carga horária é de 40 horas. São poucos os períodos que não estou no pátio com os alunos e ainda vou, fora do horário de trabalho, no mínimo três vezes por semana a academia de ginástica para manter a forma.

Vou me descrever um pouco: loira, olhos azuis, pele sedosa e douradinha pela exposição ao sol, cabelos lisos um pouco abaixo dos ombros, corpo em forma, 1m60cm de altura, 51 kg, seios médios durinhos, bunda durinha e um pouquinho arrebitada, mas não grande; como diria meu marido nos seus bons tempos: “…do tamanho ideal.” Por não ter gerado filhos, ter um rostinho de menina e me manter sempre em forma não aparento a idade que tenho. Minhas colegas de escola e amigas dizem que eu sou uma mistura da modelo americana Kate Upton, da gaúcha Fernanda Schonardie e da filha de Monique Evans a Bárbara Evans (se tiverem curiosidade para imaginarem como sou pesquisem no Google Imagens).

O que vou narrar a partir de agora aconteceu há quatro meses. Na escola em que trabalho os professores e o grupo diretivo, estão acostumados a realizarem, duas vezes ao ano, algum tipo de confraternização. Neste ano resolvemos inovar. Em vez das costumeiras jantas, resolvemos fazer uma festa a fantasia. Por um mês, na sala dos professores, ficamos discutindo qual seria o tema da festa. Depois de vários debates ficou combinado que o motivo das fantasias deveria ser “profissões”. Todos os tipos. Seriamos democráticos, desde médicos, operários, palhaços, jogadores de futebol, prostitutas, cafetões, professores, enfermeiras, etc… Combinamos de que faríamos um sorteio de qual profissão cada um pegaria e de, quem pegasse o que, teríamos que aceitar ir o mais fielmente possível caracterizado e incorporar o papel na festa.

Uma semana depois foi feito o sorteio, caindo para mim o papel de prostituta. A princípio quis recusar, mas o grupo de colegas presentes, principalmente os homens, falaram que não era possível, que já havíamos combinado de que teríamos que aceitar os papéis sorteados. Quem mais insistia era José, o professor de matemática, que seria o “cafetão”. José tem 60 anos e é asqueroso, não só fisicamente (alto, careca e barrigudo de cerveja) mas também no comportamento. José é conhecido na escola por se envolver com alunas do noturno, e todos brincam que para ele “agüentar” deve usar Viagra. José é pegajoso, é daqueles homens que parecem despir você com os olhos e de que quando estão conversando vem sempre tentar botar a mão na perna da gente, no braço ou em qualquer outro local do corpo… quer sempre estar tocando na gente. Comigo ele sempre tentava agir assim e eu sempre me desviando e mostrando, através do olhar, a minha contrariedade.

Ainda não havíamos decidido o local da festa, que seria realizada em uma sexta-feira. A associação de professores para o dia em que queríamos já estava ocupada. José então sugeriu ser na casa dele. Sua esposa estaria nesta data viajando e sua casa possui no pátio uma grande área coberta ao lado da piscina; com churrasqueira, e tudo o mais que é necessário para uma boa festa. O grupo topou.

Chegando em casa falei para o meu marido Carlos sobre a festa a fantasia e de que o tema seria profissões e que eu havia sido sorteada com a de prostituta. Falei também para Carlos, que neste ano tínhamos decidido que as festas seriam somente para o grupo de funcionários da escola e não poderíamos levar nem maridos e nem esposas. Perguntei se ele não teria ciúmes de eu ir vestida de prostituta. Carlos riu e falou que confiava em mim e que não haveria problema nenhum em eu ir. Fiquei um pouco frustrada, pois imaginava e que meu marido ficaria com um pouco de ciúmes.

Faltando uma semana para a festa eu ainda não sabia como iria vestida. Liguei para uma colega, minha melhor amiga, e falei que não tinha nem idéia de como me produzir como “prostituta” e de que já estava até pensando em nem ir à festa. Flávia me falou …“nem pensar… você tem que ir sim”… e me convidou para ir no outro dia à tardinha em sua casa para escolhermos um “modelito”, pois poderíamos ficar bem a vontade porque seu marido estaria em uma reunião.

Flávia é minha amiga de infância. Tivemos, neste caminho até nos tornarmos as “melhores amigas”, que aparar algumas arestas e diferenças. Hoje Flávia está casada e tem duas filhas, Joana de 7 anos e Mariana de 17 anos. A filha Mariana, Flávia teve ainda solteira. Flávia na adolescência, pelo menos para os amigos, nunca escondeu sua predileção por meninas. Esta foi uma das dificuldades que tivemos que vencer, pois Flávia sempre teve uma queda por mim, e sempre que tinha alguma oportunidade tentava tirar uma casquinha. Tive que me posicionar e deixar bem claro para ela que o meu negócio era homens.

Antes de ir para a casa de Flávia, selecionei várias peças que achei que poderiam servir. Levei lingeries, corpetes e outras peças que durante os últimos três anos havia comprado com o propósito de seduzir meu marido e que em poucas oportunidades surtiu o efeito esperado. Com uma sacola cheia de roupas me dirigi para a casa de Flávia.

Chegando lá Flávia já foi me dirigindo para o seu quarto. Fiquei ali tirando as roupas da sacola e pondo sobre a cama enquanto ela foi buscar uma garrafa de vinho. Em posse de nossas taças começamos a beber e a conversar. Flávia havia sido sorteada para o papel de enfermeira. Já tinha sua fantasia pronta. Tirando a roupa, Flávia colocou uma saia branca um palmo acima dos joelhos, uma blusa branca e um jaleco branco por cima e para complementar foi buscar no quarto da filha menor um estetoscópio de brinquedo que colocou no pescoço.

Rimos muito quando Flávia me falou que antes havia escolhido uma roupa muito mais sensual para ir à festa a fantasia, mas de que quando a vestiu e seu marido perguntou aonde ela iria com aquela roupa, imediatamente a proibiu de ir vestida daquele jeito, mas de que aquilo, pelo menos, havia rendido uma boa noite de sexo. Flávia foi então me mostrar à roupa “proibida” por Marcos (seu marido). Tirando novamente a roupa pude perceber como o corpo de Flávia continuava bonito apesar de já ter duas filhas. Flávia é morena, cabelos negros brilhosos que vão até um pouco abaixo do meio das costas, 1m65cm de altura, pele bem branca, seios de médios para grandes, e bunda saliente. Flávia vestiu uma meia branca rendada transparente que ia até um pouco acima do joelho, uma lingerie vermelha, minissaia branca com detalhes em vermelho, uma blusa branca bem transparente, o jaleco branco que faria parte de sua fantasia e o estetoscópio de brinquedo de sua filha. Olhando para Flávia vi porque seu marido não havia concordado em ela ir vestida daquela forma. Estava muito sexy. Nossos colegas homens, e algumas mulheres, se ela fosse daquela maneira iriam babar.

Já havíamos tomado uma garrafa de vinho. Flávia foi buscar outra garrafa e voltou falando: “… agora vamos ver como é que você vai à festa…”. Despi-me na frente de Flávia vendo seu olhar passear por meu corpo com um sorriso de aprovação. Comecei a experimentar variadas combinações de roupas, nunca parecendo uma prostituta. Continuávamos tomando vinho e rindo.

Flávia até então havia achado minhas escolhas de roupas muito comportadas. Rindo me dizia: “… Laura você acha que uma prostituta se vestiria deste modo?…”. Coloquei então uma meia rendada, calcinha minúscula, cinta liga e corpete, todas as peças cor de rosa. O corpete era justo e decotado o que deixava meus seios quase saltando para fora. Vi os olhos de Flávia brilhar na medida em que vestia as peças. Senti que agora ela estava aprovando o meu “modelito”. Flávia entusiasmada disse “… agora sim está ficando mais parecida com uma prostituta…”. Falei para ela que não iria com aquelas roupas… Ela rindo saiu do quarto e logo voltou com uma minissaia amarela super curta de sua filha adolescente. Se tivesse um palmo e meio de comprimento era muito.

Flávia veio por trás de mim e me ajudou a colocar a minissaia me segurando pela cintura. Sua mão em minha pele me causou um pequeno arrepio. A minissaia mal cobria minha bunda. A qualquer movimento as polpas de minha bundinha e quase toda ela ficavam expostas. De salto alto desfilei pelo quarto. Flávia assobiava e aplaudia me chamando de linda e gostosa…. Rimos muito. Mas eu tinha certeza de que não teria coragem de ir assim vestida para a festa e muito menos de que meu marido deixaria.

Tomamos mais um pouco de vinho e estávamos vestidas ainda com as roupas que experimentamos quando Marcos, chegando do trabalho, entrou no quarto. Fiquei toda sem jeito… constrangida… Flávia já sobre o efeito do vinho chegou rindo junto a Marcos (seu marido) e o beijando o convidou para sentar na cama e ver: “… um desfile da enfermeira e da prostituta mais sensuais do pedaço…”. Eu envergonhada estava colocando o casaco, com que havia vindo por cima, quando Flávia falou: “… não… não… não… você tem que ter uma opinião masculina se está parecendo uma prostituta. O Marcos vai dizer se você está dentro do papel ou não.” Flávia chegou atrás de mim e eu sem reagir deixei que tirasse meu casaco. Flávia colocou uma música no som do quarto e me pegando pela mão e me puxando começamos a desfilar. Senti o olhar de Marcos me despindo… Ele olhava para nós e sorria. Flávia já havia largado a minha mão e começou a dançar na frente de seu marido. Eu, já excitada, também dançava sentindo em seu olhar prazer e desejo, algo que eu não via há muito tempo no olhar de meu marido. Eu dançava e sentia que a minissaia não tapava quase nada. Minha bunda e bucetinha a cada movimento ficavam expostas para Marcos. Eu estava super excitada, sentia minha calcinha molhadinha. O corpete de tão decotado e justo deixava meus seios quase a mostra.

Estávamos ali dançando, Flavia atrás de mim, agarrada em minha cintura, quando meu telefone celular tocou. Era meu marido que perguntou onde eu estava. Desligando falei que teria que voltar para casa. Flávia me pegando pela mão e fazendo eu dar uma voltinha na frente de seu marido perguntou: “…Marcos ela não está uma legítima prostituta para ir para a festa?…”. Marcos me olhando nos olhos falou: “…muito …muito …daquelas que dão o maior tesão …pagaria qualquer coisa…”. Fiquei vermelha. Flávia rindo pegou o marido pela mão e dizendo…, “seu tarado… vamos deixar a Laura se vestir a vontade”, se dirigiu para a porta. Depois de me vestir, já na sala Marcos mais uma vez falou que eu estava muito bem e disse que tinha certeza que Carlos não me deixaria ir vestida daquela forma em uma festa em que haveria outros homens, como ele não havia deixado Flávia ir vestida com uma roupa muito provocante.

Dois dias antes da festa ainda não sabia se iria ou não. Marquei, por via das dúvidas, uma depilação completa. Não queria, se eu tivesse coragem de usar aquelas roupas, que pêlos indesejáveis ficassem a mostra.

Na sexta-feira dia da festa a fantasia, cheguei a minha casa na tardinha e não encontrando minha filha, perguntei para meu marido (que teria que pegar ela na escola) onde estava a Julia. Carlos me falou que havia deixado Julia para dormir na casa de sua mãe. Que iria aproveitar que eu estaria na festa da escola e iria ver alguns filmes e ver um jogo de basquete da NBA. Tomamos vários chimarrões conversando amenidades.

Ainda não sabia se ia à festa que começava as 09h00min e já estava quase no horário. Estava sem coragem de ir com aquelas roupas. Resolvi tomar um banho. Em nossa suíte há uma gostosa banheira. Liguei a torneira para enchê-la, tirei a roupa e fui à sala peladinha e me servi de um copo de uísque para relaxar. Meu marido só me olhou e voltou a prestar atenção ao Jornal Nacional. Na banheira, tomando o uísque fui relaxando, depois de um dia cansativo de trabalho, e adormeci. Acordei com o celular, que estava ao lado, tocando. Era a Flávia perguntando se havia acontecido alguma coisa, pois eu estava atrasada para a festa. Olhei o relógio e já eram 10h15min.

Vesti-me, maquiei-me, coloquei um sapato de salto alto e olhando-me no espelho estava realmente parecendo uma prostituta. Fui para a sala e Carlos estava vendo o jogo da NBA. Desfilei na frente dele e perguntei se ele ia mesmo me deixar ir à festa vestida daquele jeito sendo que haveria vários colegas homens. Ele me olhou e disse que sim, que confiava em mim e não havia nenhum problema. Sentei no seu colo; o beijando e colocando sua não entre minhas pernas… sussurrando em seu ouvido propus que aproveitássemos que estávamos sozinhos em casa para namorar. Olhando em seus olhos falei: “…querido, hoje libero tudo… tudo… serei a sua prostituta…”. Carlos me olhou e falou que a Flávia e meus demais colegas estavam me esperando e iriam se decepcionar se não fosse e que ele já havia se programado para ver aquele jogo e uns filmes mais tarde.

Louca de raiva sai de seu colo e chegando ao quarto chorei por uns dez minutos. Fui ao banheiro lavei o rosto… pintei-me novamente, me perfumei com um perfume francês e coloquei uma capa preta por cima, pois não queria me expor com aquelas roupas para os vizinhos do prédio. Passando pela sala, falei para o Carlos: “… Não me espere acordado …não sei que horas voltarei”.

Chegando a festa e tocando a campainha aguardei. Quem veio abrir a porta foi o José, o dono da casa. José sorrindo me falou: “… que bom que veio, estava achando que não vinha mais.” E me olhando perguntou: “… e a fantasia?…”. Em um impulso abri a capa e a tirando dei uma voltinha me mostrando para aquele homem que achava asqueroso. José sorrindo com um olhar de satisfação falou: “… que bom … o que seria do “cafetão” sem a prostituta?…”. José apenas virou-se de lado deixando pouco espaço para eu passar. Passando a mão no copo de uísque que José tinha nas mãos segui na sua frente indo em direção as vozes que vinham do fundo da casa. José atrás de mim, e eu imaginando a visão que ele tinha, comentou com a voz um pouco arrastada de quem já tinha bebido muito: “… Laura você está um show … que tesão…”.

Flávia me vendo veio correndo em minha direção. Abraçou-me e falou: “…achei que não vinha mais… muita gente não veio…”. Pude sentir que também já estava bebadazinha. Olhando nos meus olhos e logo vendo que eu havia chorado, Flávia falou: “… Aproveite a festa, você está linda…”. Sussurrando no meu ouvido disse: “… Você está um arraso… veja como te comem com os olhos…”. Olhando em volta vi que estava sendo observada por todos. Não podia ser diferente… Nem eu acreditava na coragem que tive de vir com aqueles trajes. Meia rendada, cinta-liga, calcinha minúscula enfiadinha na bundinha, corpete decotado e justo que deixavam meus seios quase que expostos (saltando para fora)… tudo isto cor de rosa. Para completar uma minissaia curtíssima, que deixava a polpa da bundinha e quase tudo a mostra da cor amarela, e salto alto. Fui muito elogiada e logo escolhida pelos colegas como a que mais incorporou o papel. No meu caso de prostituta.

Já não havia tantas pessoas, estavam ali umas quinze. Todos estavam dançando com todos no centro da sala. A dose de uísque que havia pegado de José mal havia acabado e ele já estava ao meu lado, solicito, me servindo mais uma. Dançando com os colegas sentia que alguns estavam se aproveitando de meus trajes para tirar uma casquinha. Sentia mãos roçando minha bundinha e olhares nada discretos para minha bunda e seios.

Flávia e José eram os que mais ficavam a minha volta, parecia que estavam até competindo pela minha atenção. José assumindo seu papel de “cafetão”, nunca deixando meu copo de uísque vazio, dizia: “…minha putinha não pode ficar sem bebida…”. Não sei se por estar já bem passadinha na bebida… ou por todas as passadas de mão que havia acontecido durante a noite… ou dançar na frente de todos com roupas que a qualquer movimento deixavam minha bunda, com uma calcinha enterradinha, a mostra… mas ser chamada de putinha por aquele homem escroto me excitou.

As 03h15min da manhã estávamos somente eu; Flávia; José; Paulo “Cometa”, professor de educação física (35 anos, mulato, alto, malhado e lindo), vestido como jogador de futebol; Arthur, professor de contabilidade (45 anos, ruivo, gordinho e muito simpático), vestido como um chefe de obras (capacete e tudo); um garçom que havia sido contratado para servir as bebidas e frios e dois alunos do noturno que estavam botando o som.

Flávia falou que seu marido logo estaria ali para buscá-la e convidou-me para ir ao banheiro. Chegando lá e fechando a porta ela falou que eu estava linda e que ela estava louca vendo aqueles homens tirando casquinha de mim e me tocando. Flávia então, pegando-me de surpresa, me deu um beijo na boca. A principio aceitei, mas logo me afastei e falei para ela que ali não era o momento para falarmos sobre os seus impulsos. José batendo na porta avisou que o Marcos, marido de Flávia, havia chegado. Flávia me convidou para ir para sua casa, para dormir lá.

Acompanhando-a até a porta, falei que não estava a fim de ir embora ainda. Eu havia falado para meu marido que voltaria tarde e voltaria mesmo… “questão de honra…”. Ela preocupada disse que eu estaria ali agora só com homens. Falei para ela não se preocupar que eram colegas.

Voltando para o local da festa encontrei José, Cometa e Arthur dispensando os meninos do som e o garçom. Assim que eles saíram José abriu mais uma garrafa de uísque e me serviu um copo. Cometa assumindo a condição de DJ colocou um disco bem dançante. Havia muito tempo que não dançava. Sempre gostei de dançar e por sinal danço muito bem, mas meu marido nunca me acompanhou e, quando tentou, nunca dançou bem. Adoro dançar com quem sabe.

Dancei por um tempo no meio deles que só se mexiam e me observavam, não sabendo como proceder. Eu dançava sensualmente. Cada movimento deixando a mostra minha bundinha. Sentia o desejo estampado no olhar de meus colegas. Mas eles não sabendo até onde ir … e nem eu sabendo… não saiamos daquele impasse. Até aquele momento eu só queria era dançar e chegar muito tarde em casa. Queria deixar meu marido preocupado. Vendo meu copo quase vazio, José “meu cafetão” veio mais uma vez calibrá-lo. Já estava (quase?)… rsrsrs… muito bebadazinha…

“Cometa” colocou então um novo CD… agora de lambada. Adoro e a muito não escutava. Ao som da lambada, não resisti, e comecei a dançar com José que era o que estava mais próximo de mim. José me pegando pela cintura começou a demonstrar sua qualidade de dançarino. O danado dançava bem; deslizávamos pela sala dançando. Aproveitando que a dança de lambada exige estar bem agarradinho José percorria com a mão do meio de minhas costas até a minha bunda. Com a minha mão livre tirava a sua mão de minha bunda e a dirigia novamente para a minha cintura… mas continuava dançando. Colocando sua perna entre as minhas (movimento característico da lambada) muitas vezes sentia o roçar dela em minha bucetinha; o que tirava de mim arrepios de prazer. José não desistia e colocava a mão em minha bunda novamente sentindo minha calcinha enfiada na bunda. Eu já demorava mais tempo para tirá-la.

Com os movimentos da dança a minha já “curtérrima” minissaia estava lá em cima, deixando minha bunda a mostra do olhar de Arthur e Cometa. Eu sentia a calcinha completamente enfiada em minha bunda. Eu estava ali para aqueles homens, meus colegas, completamente exposta. Os dois estavam sentados e alisando “discretamente” seus paus por cima das roupas.

Parei de dançar com José e fui tirar Arthur para dançar, que assustado, tirou a mão do pau já duro, o que dava para perceber pelo volume nas calças. Sorrindo para ele e o pegando pela mão o puxei para o meio da sala. Arthur o mais tímido dos três não tomava a iniciativa. Peguei a sua mão e a coloquei em minha cintura. Começando a dançar, Arthur aos poucos se soltou, mostrando-se um bom dançarino. Colocando sua perna entre as minhas, senti o seu pau duro. Com as danças minha calcinha já estava enfiadinha, tanto na bundinha como em minha xaninha. Sentia os lábios vaginais divididos e com o roçar de sua perna ela já estava completamente molhadinha. Ainda dançando com Arthur eu observava que Cometa e José estavam conversando e olhando para mim com a mão alisando seus paus. Eu ainda não sabia até onde iria, mas sentia que já estava perdendo o controle da situação.

Arthur, já com mais coragem, falava em meu ouvido que eu estava linda… que era a mulher mais gostosa que ele conhecia… que está noite eu estava uma verdadeira prostituta … “nota dez para a fantasia”. Tudo isto e mais a sua mão passeando pelas minhas costas e descendo em direção a minha bundinha me deixou super excitada. Já com a mão em minha bunda Arthur olhava diretamente para o decote de meu corpete, que também pelo movimento da dança estava deixando meus seios com parte dos mamilos expostos. Tirei sua mão de minha bunda e parando de dançar, fui tomar mais um pouco de uísque.

Queria um tempo para pensar. Peguei o copo e minha bolsa e fui para o banheiro. Olhando para o relógio vi que já eram 03h50min. Neste horário eu achava que o propósito de deixar meu marido preocupado já havia se cumprido. Não sabia ainda o que queria desta noite. Lavei o rosto, me pintei novamente, coloquei um pouquinho de perfume, arrumei a roupa e olhando-me no espelho de corpo inteiro do banheiro percebi o “escândalo” que eu estava. Um pouco de lucidez passou pela minha cabeça. O que eu estava fazendo? Como havia tido coragem de vir vestida daquela forma? A maneira como dancei com eles, deixando que colocassem a mão em minha bunda. O que meus colegas estariam pensando? Resolvi que estava na hora de ir para casa. Tomei em um grande gole o resto do uísque do copo e sai do banheiro com o propósito de me despedir e ir embora, pois já estava me sentindo bêbada e apesar de excitada, estava também um pouco assustada com o que poderia acontecer.

Quando voltei os três estavam conversando. Falei para eles que estava na minha hora, que meu marido estava me esperando em casa. Estava pegando a capa para me cobrir quando “Cometa” segurou meu braço com força e falou que faltava ele dançar comigo. Quis argumentar novamente que tinha que ir embora, mas ele já me puxando para o meio da sala pediu para José colocar novamente o CD de lambada. Cometa é professor de educação física e várias colegas que já dançaram com ele, em outras festas, disseram que é um exímio dançarino.

“Cometa”, que estava somente de calção e camiseta, pois sua fantasia era de jogador de futebol, me pegando pela cintura começou a dançar. Já nos primeiros passos deu para perceber que realmente aquele mulato lindo, malhado e alto era um ótimo dançarino. Resolvi aproveitar… Adoro dançar, principalmente com quem sabe, e com meu marido as oportunidades são poucas e, como já falei ainda por cima ele dança mal. “Cometa”, como José e Arthur, queria também se aproveitar da coleguinha que estava ali em roupas escandalosamente pequenas. No movimento natural da dança, colocando sua perna no meio das minhas, senti um arrepio… sentia sua pele desnuda raspando em minha xaninha dividida pela calcinha. Logo estava molhadinha novamente.

Pelo efeito da bebida em minha mente e pela falta de sexo com meu marido, eu estava carente e necessitando me sentir bonita e sexy para alguém. Sentia no olhar de meus colegas desejo por mim e isto estava mexendo com meu juízo.

Sentia a mão de “Cometa” passeando pelas minhas costas e descendo para a minha bundinha. Colocando sua mão espalmada em minha bunda cometa me puxou para mais perto de si. Sussurrando em meu ouvido falou: “…estou te sentindo molhadinha putinha…” e já beijando e chupando minha orelha disse: “…está gostando de nos provocar né?… então vai ter o que tu quer…”. Eu ainda tentando ser um pouco racional dizia baixinho “…pare, pare… eu tenho que ir embora…”.

“Cometa” olhando-me bem nos olhos falou em um tom que os outros escutaram: “…você só sai daqui quando nós quisermos sua puta. Hoje você é a nossa prostituta…”. chupava meu pescoço… mordia minha orelha… até chegar em minha boca. No inicio tentei resistir afastando minha boca da sua. Mas logo estava correspondendo ao beijo, um beijo que a muito eu não sabia o que era… um beijo de homem que quer comer de verdade uma mulher. Beijo de macho. Ainda me beijando sua não foi descendo por minha barriga até chegar em minha minissaia que a esta altura já estava levantada. Arredando a calcinha para o lado começou a dedilhar meu clitóris. Eu a está altura gemia baixinho….

Senti então uma boca em minha bunda… Olhando para trás vi que era o José “meu cafetão”. José, ajoelhado no chão, beijava minhas nádegas, dava pequenos tapas e voltava a beijar e chupar. Abrindo minhas nádegas com as mãos e afastando a calcinha para o lado, José começou a enfiar sua língua em meu cuzinho. Era a primeira vez que alguém me chupava o cuzinho. Gemi alto. Com o dedilhar do meu clitóris e a língua em meu cuzinho eu tremia, tinha espasmos pelo corpo. Meu cuzinho piscava na língua de José… minha bucetinha estava encharcada nos dedos de “Cometa”. Gemendo alto gozei. Só não cai no chão porque estava amparada.

Senti minha calcinha ser baixada por José. “Cometa”, com sua compleição física avantajada, facilmente me ergueu do chão facilitando o trabalho de seu amigo para retirar minha calcinha. Fui carregada no colo para um sofá. Quando gozo quase desfaleço e fico mole sem reação. Sentindo o que iria acontecer a seguir tentei reagir dizendo: “… parem … parem … sou casada … estou bêbada …”. Arthur que sempre pareceu tão tímido foi quem respondeu: “… vem para a festa vestida deste jeito … passa a noite nos provocando e na escola quer dar de santinha… Laura! …hoje você não sai daqui sem levar vara de nós três…”.

Terminando de falar isto Arthur me empurrando para trás no sofá ajoelhou-se a minha frente, tirando minha cinta liga, meia e minissaia… abrindo minhas pernas caiu de boca em minha xaninha dizendo “…delicia … depiladinha”. Eu ainda dizia “… parem … parem…” José, ajoelhando-se ao meu lado no sofá, começou a passar o seu pau já semi ereto em meu rosto. Eu tentava afastá-lo… Chamando-me de puta e segurando minha cabeça, José forçou seu pau em minha boca… sem ter o que fazer comecei a chupar e lamber a cabeça de seu pau…. José dizia “… isso Laura puta… isso que delicia…”. A língua de Arthur, circulando em volta de meu clitóris, fazia com que eu involuntariamente erguesse minha xaninha em direção a sua boca. Já descontrolada segurava a sua cabeça para que não parasse de me dar prazer. Sentindo o pau de José ficando completamente duro com minhas lambidas e chupadas, fui me excitando em estar dando prazer para outro homem…

Estava eu ali sentada no meio do sofá com Arthur de joelhos no chão com a boca em minha xana… José do meu lado esquerdo colocando seu pau em minha boca… quando “Cometa” posiciona-se do meu lado direito e rasgando meu corpete e o jogando ao chão cai de boca em meus seios… Estava então peladinha no meio de meus colegas… Não tinha mais como retroceder… E nem queria mais… Nunca em minha vida havia sentido tanto prazer com o sexo… E estava só começando. Sabendo que não tinha volta pedi para eles pelo menos usarem camisinha. José rindo falou que eu estava na mão deles e que pelo menos ele não iria usar camisinha.

José com seu pau já duro levantou-se e puxando uma cadeira para perto do sofá e sentando-se olhou para mim e disse… “Puta… vem aqui e senta na minha vara…”. Eu não me reconhecendo me levantei e bem obediente, como uma verdadeira puta deve ser, fui sentando bem devagarzinho… sentindo seu pau, que devia medir uns 18 cm, ir entrando em minha bucetinha a muito tempo sedenta.

Cometa… afastando-se de nós falou: “…isto merece registro”. Eu subia e descia enlouquecida naquele pau… tendo meus peitos mamados pelo meu “cafetão”. Cometa aproximando-se com uma máquina filmadora falou: “…sorria para a câmera Laura…”. Eu braba e desesperada falei para ele desligar… e implorando disse: “…façam o que quiserem comigo, mas por favor não registrem nada…”. Arthur agora cheio de coragem dizia: “…vamos fazer tudo que quisermos com você mesmo… capaz que vamos perder esta oportunidade de filmar uma colega puta levando vara…”.

Com raiva, mas excitada, comecei a gemer quando José, dando risada, dava tapas em minha bunda e com as duas mãos erguia minhas nádegas e com o pau quase saindo de minha bucetinha… só com a cabecinha para dentro… cravava novamente seu pau até o fundo… Então José disse: “…Cometa enquadre bem a imagem de meu pau entrando e saindo dessa linda, gostosa e depilada bucetinha…”.

Depois de vários minutos de cavalgada… José erguendo-se da cadeira me carregou de cavalinho, cravada em seu pau, até o sofá. Sentando-se nele e me puxando em direção ao seu corpo, beijando minha boca e abrindo as minhas nádegas com as mãos, deixou meu cuzinho exposto para os amigos dizendo: “sirvam-se …hoje a Laura é toda nossa… arrombem o cu da puta”. Eu apavorada pedia para que não fizessem isto. Eu só havia dado o cu para meu marido, algumas poucas vezes, e a última tinha sido a mais de dois anos atrás e seu pau é pequeno e fino medindo 14 cm duro.

Arthur que estava se masturbando olhando aquela cena; de pau duro se posicionou atrás de mim. Seu pau devia medir uns 16 cm, menor que o de José, mas mais grosso. Colocando seu pau na portinha de meu cuzinho, começou a forçar… Não entrava… Só a tentativa de entrar já fazia eu reclamar de dor… “aiiii … para … está doendo muito … para”. José falou para “Cometa” pegar no banheiro, que tinha ali perto (no quiosque da festa), um tubo de creme condicionador de cabelo que a sua empregada usava.

“Cometa”, voltando com o tubo, foi ajudar o amigo. Lambuzando seus dedos com o condicionador começou massageando meu anel anal e logo após enfiou um… dois dedos… Comecei a gemer de dor e logo após já de prazer com aqueles dedos brincando dentro de mim. Tirando os dedos de meu cu Cometa falou para Arthur “…mete agora …está lubrificado … arrebenta as pregas desta putinha”. Pegando a filmadora novamente e assumindo a posição de cinegrafista disse para Arthur “…vai agora …vamos registrar a dupla penetração nesta puta…”. Forçando novamente Arthur não parou com os meus protestos de dor… e com força fez entrar a cabeça de seu pau em meu cu… Gritei de dor… lágrimas corriam pelo meu rosto… José mamando meus seios me segurava com força não me deixando sair daquela posição. Arthur rindo disse “…agora que entrou a cabeça vai tudo sua puta…”. De supetão enterrou até o talo seu pau de dezesseis centímetros em mim. Novamente gritei de dor… Os vizinhos da casa ao lado certamente devem ter ouvido meus gritos.

Em um dos terrenos que vizinhava com a casa de José havia um pequeno sobrado de três andares. Algumas janelas davam para o pátio onde o quiosque estava localizado. No outro lado havia um terreno baldio. Fiquei preocupada que outras pessoas poderiam estar vendo eu ali a mercê de meus colegas.

Arthur depois de enfiar todo seu pau em meu cuzinho parou um pouco, com isto dando tempo para que me acostuma-se com a dupla penetração. José parando de chupar os meus seios começou a me beijar. Eu que achava aquele homem intragável e um escroto estava ali correspondendo aquele beijo e começando a rebolar nos dois paus que me preenchiam completamente. A dor havia amenizado e o prazer começava a tomar conta do meu corpo de forma avassaladora.

Quando dei por mim estava cavalgando aqueles dois paus e falando alto entre dentes: “Me fodam…. me fodam…. soquem em mim… me arrebentem… Eu quero pau… quero pauuuu…”. José me ajudava levantando minhas ancas com as mãos. Eu descia desesperada querendo me sentir preenchida por aqueles paus maravilhosos. Meu corpo estremecia. Estava suada. O suor escorria pelo meu corpo….

Cometa só observando e filmando tudo falava: “Show de bola Laura… Que puta maravilhosa….”. Eu olhando para ele pedi para se aproximar. Quando estava ao meu lado comecei a masturbá-lo por cima do calção. Já dava para perceber que seu pau era enorme… Parando um pouco com a “cavalgada” abaixei seu calção e me deparei com um “monstro de filmes pornô”. A meia-boca já media entorno de 21 cm… Inclinando-me aproximei a boca daquele colosso. Comecei a beijar, lamber e chupar a cabeça daquele enorme pau… A medida que crescia não cabia mais em minha boca.

Não reconhecia mais aquela mulher casada e até então recatada. Ali estava eu como uma verdadeira puta ninfomaníaca. Queria sentir prazer, dor… o que fosse para sair por uns momentos do marasmo sexual que a vida com o meu marido Carlos havia se transformado. Parando de chupar o Cometa, voltei a dar atenção para os dois paus que tinha dentro de mim. José voltou à carga bombando fundo em minha xana. Sentia os dois dentro de mim roçando um no outro. Arthur gemendo e me chamando de puta gostosa gozou enchendo meu cuzinho de porra. Puxando meu rosto para trás me deu um longo beijo na boca.

Já só com José dentro de mim comecei a cavalgá-lo com força novamente. Subindo e descendo de seu pau sentia a porra acumulada em meu cuzinho descendo pelas minhas pernas…. Comecei a gozar novamente. José começando a gemer alto, tirou o pau de minha bucetinha antes de gozar e colocando-me sentada no sofá, posicionando-se na minha frente jorrou jatos de porra em meu rosto e corpo que, ainda sobre o efeito do gozo, estremecia incontrolavelmente.

Cometa chegando a minha frente filmou meu rosto cheio de porra comentando “…olhem …olhem. Nossa linda e gostosa loirinha… colega de trabalho… Laura! …professora de Educação Física, a mais nova e gostosa puta do pedaço… toda cheia de porra… Lindo não?…”

Fiquei ali no sofá, amolecida pelos orgasmos e pela bebida. Escutava de olhos fechados meus colegas rindo e comentando a surpresa que estava sendo esta noite. Abrindo os olhos vi o “Cometa” se aproximando e dizendo: “…ainda falta eu Laura…” e completando “…putinha te quero limpinha …vamos ao banho”. Pegando-me no colo fomos para o banheiro localizado ali no quiosque…

Cometa ligando o chuveiro entrou dentro do Box comigo… Que delicia sentir aquele corpo molhado e malhado colado ao meu… Ele me lavava todinha passando a mão por todo o meu corpo… A água escoria pelos nossos corpos… Cometa olhando-me nos olhos pediu… “chupa putinha …chupa”. Comecei a chupar aquele pau lindo o sentindo crescer… Quando duro mal cabia a cabeça em minha boca…

Cometa, já de pau duro, me ergueu do chão e me colocou de cavalinho a sua frente. Encostando-me na parede do Box começou a socar aquele pau de 25 cm e grosso em minha xaninha com brutalidade. Após alguns minutos… A posição era desconfortável… Cometa me carregando gravada em seu pau saiu do Box e me levou para o sofá do quiosque. Tudo isto sendo filmado por Arthur. Sentado disse… “cavalgue sua puta…”. Eu enlouquecida com aquele pauzão todinho dentro, me sentindo completamente preenchida… completamente mulher… subia e descia… sentindo toda minha bucetinha sendo roçada por aquele colosso. Gozei várias vezes beijando os lábios carnudos de “Cometa”.

José que ainda não havia comido meu cuzinho aproximou-se por trás. Eu percebendo sua intenção deitando-me no peito de “Cometa” olhei para ele e disse: “…faça o que quiser comigo meu cafetão …sou tua”! José me puxando pelo cabelo falou… “pede o que tu tá querendo puta”.. “pede…”. Arthur filmando tudo se aproximou. Eu completamente incorporada na puta que era o meu papel na festa a fantasia… olhando para a filmadora falei… “mete no meu cu… quero teu pau todinho dentro…”. Fui atendida no mesmo instante. José cuspindo em meu cu meteu sem dó. Depois de colocar a cabeça, em uma estocada meteu até a metade… Gritei de dor… Sem nem dar tempo de me acostumar com o invasor… em outra estocada senti tudo dentro de mim… Gozei e gozei… Amolecida pelos orgasmos sentia os dois bombando dentro de mim… Minha bucetinha e meu cu estavam lacerados…

Paulo “Cometa” falou para José “não goze… quero terminar de arrombar este cu sem porra… Guarde para no fim darmos um banho de porra nesta puta…”. Eu estava quase desfalecida em cima de Paulo. Tanto pelos orgasmos sucessivos quanto pela bebida. Fui empurrada para o lado. Fiquei ali estirada no sofá. “Cometa” levantando-se ainda de pau duro sentou em uma cadeira ao lado do sofá a falou para Arthur e José… “Tragam a Laura… Vou empalar o cu dessa puta…”. Eu ouvia aquelas vozes como se estivessem longe… e vi quando Arthur puxou uma pequena mesa para perto da cadeira para por a filmadora a fim de não perder nenhum enquadre.

Arthur e José então me pegaram colocando os meus braços em seus ombros a me ergueram pelas pernas. Era como se eu estivesse em uma cadeira… mesmo entorpecida fiquei assustada. O pau de “Cometa” era enorme iria me fazer um estrago e iria doer muito. Falei para eles… “por favor não façam isto… estou esgotada… vai me machucar…”. Todos riram e nem me deram bola… Paulo ria e aguardava. Foram me baixando em direção aquele pau monstruoso… Paulo ao contato com meu cu ajeitou seu pau… Arthur e José iam me empurrando em direção aquele pau… não queria entrar. Paulo com as mãos ia abrindo minhas nádegas para ajudar na penetração. Quando entrou a cabeça… Gritei… Gritei… Senti meu cuzinho rasgando uma ardência insuportável. Aquele pau descomunal além de grande era muito grosso… Sem dó os dois foram me empurrando para baixo e eu sentindo aquele pau aos poucos ir me arrombando… Lágrimas incontrolavelmente escorriam por meu rosto suado… Quando estava pela metade Arthur e José me soltaram sem dar tempo de meus pés firmarem-se no chão… O restante o pau de “Cometa” enterrou-se em meu cu agora totalmente lacerado… senti os seus pentelhos tocarem em minha pele macia… Estava sentada no colo de Paulo totalmente preenchida por aquele pau… Apesar da dor insuportável… Excitada comecei a beijar e a chupar seu pescoço… até chegar em sua boca… O beijava enlouquecida… Meu cu começou a piscar em volta de seu pau… meu cu mordia aquele pau como se quisesse vingança… rsrsrs…

Arthur e José ao nosso lado se masturbavam e foram se aproximando um de cada lado para darem seus paus para eu chupar… Eu mamava com prazer… sentindo eles cada vez mais duros em minha boca…

“Cometa” começou então a me erguer pelas nádegas e quando seu pau estava quase saindo o cravava novamente em mim. A dor que sentia começou a dar lugar ao prazer… muito prazer… Meu ex-cuzinho piscava cada vez mais entorno daquele pau maravilhoso… Já não precisava mais que Paulo me levanta-se para cavalgá-lo… Enlouquecida de prazer comecei a pular em cima daquele pau… Eu o sentia alargando cada vez mais o meu cu… O prazer era imenso… Orgasmos sucessivos percorriam meu corpo como uma incrível corrente elétrica… Eu tremia… meu corpo estava em espasmo… Paulo me beijou com ardor e perguntou se eu queria que ele gozasse em meu cu… Eu falei que sim… Paulo rindo disse “puta não deseja nada…” Tirando-me de seu colo me colocou ajoelhada no chão e falou… “Agora puta você vai ganhar um banho de porra…”.

Paulo “Cometa” foi o primeiro. Daquele pau começou a sair uma quantidade enorme de porra… Jatos atingiam meu rosto… pescoço… seios… Espasmos ainda percorriam meu corpo… Pequenos orgasmos faziam meu corpo tremer… Excitada esparramava o sêmen por todo o meu corpo… Apertava meus seios e mamilos completamente rijos. Arthur aproximando-se de mim deu seu pau para eu chupar… Com apenas poucas chupadas anunciou seu gozo… Tirando o pau de minha boca gozou em meu rosto e seios… José, meu cafetão foi o próximo. Dando seu pau para eu chupar falou… “chupa gostoso puta… vou gozar em sua boca…”. Aquilo me deixou super excitada… Nunca havia tomado porra de ninguém, nem de meu marido… Sempre achei aquilo nojento. Mas naquele momento eu era a puta de meu cafetão e queria lhe dar todo prazer… Chupei caprichado escutando José gemer cada vez mais. Segurando-me pelo cabelo José socava fundo em minha boca… Em alguns momentos cheguei a sentir náuseas. José então anunciou seu gozo… e forçando seu pau fundo em minha garganta começou a gozar… Jatos e jatos de porra invadiam minha boca… Engoli tudo o que podia, mas era muita porra… Ela escorria pelo canto de minha boca… Descendo pelo meu queixo… José tirou o pau de minha boca e o batia em meu rosto… “Cometa” filmando tudo deu um bom close de meu rosto todo lambuzado de porra…

Eu estava completamente esgotada… A lembrança de minha casa, meu marido e minha filha voltou a minha mente… Sentando-me no sofá e me recostando para recuperar o fôlego perguntei as horas para José. Já eram 05:30 logo amanheceria… “Cometa” e Arthur que tinham vindo juntos de carro foram embora… Eu também tinha que ir para casa…

José “meu cafetão” me pegou no colo e me levou para o Box… Abriu o chuveiro e entrou comigo embaixo daquela água fresca e gostosa… Por tudo que havia acontecido nesta noite um banho era muito bem vindo… José o homem e colega de escola que sempre considerei um escroto estava ali me tratando com carinho e me lavando… passava a mão pelo meu corpo… me ensaboava… Chegando com sua mão em minha vagina… começou a acarinhá-la e a tocar meu clitóris que estava inchado… comecei a sentir novamente prazer a e retribuí-lo nas caricias lavando seu pau com carinho… José falava que nunca em sua mais fértil fantasia imaginava que tudo isto iria acontecer nesta noite… José sentou-se no chão do Box e falou com carinho alisando a minha bunda… “Venha Laura… minha putinha… senta no meu pau…”. Eu excitada fui sentando e passando As pernas em volta de sua cintura. Nesta posição seu pau entrava fundo em minha xaninha… Eu cavalgava aquele homem que até boa parte desta noite achava um ser asqueroso… barrigudo… feio… Mas neste momento eu era a sua puta… cavalgando em seu pau… o beijando na boca… e sentindo muito prazer… Gozei mais uma vez na noite interminável…. José falou que queria gozar em minha boca… E foi o que fez… Levantando-se ficou na minha frente e deu seu pau para eu chupar… Mamei com prazer aquele pau que havia feito eu gozar… José por incrível que pareça ainda tinha muita porra para encher a minha boca… Engoli tudo sem sentir nenhuma repulsa… Quando fui lavar a boca José não deixou dizendo… “vá assim para casa puta… e beije o corno de seu marido com o gosto de meu pau em sua boca…”.

Me recompus como pude… meu corpete havia sido rasgado pelo “Cometa”. Coloquei a calcinha as meias rendadas, a mini saia e por cima o casaco que havia trazido. Entrando no carro observei que já eram 06:30 horas. Chegando em casa, passando pelo porteiro fui observada com curiosidade… Faziam anos que não chegava neste horário em casa… e sempre havia sido em companhia de meu marido. Carlos estava na cama vendo na televisão o programa Bom Dia Rio Grande. Olhando para mim falou… “isto são horas de chegar?”… Eu sorrindo respondi “…eu te disse para não me esperar acordado…”. Pegando um Baby Doll bem sensual e confortável fui para o banheiro. Me troquei e guardei as roupas da festa no armário. Quando estava pegando a escova de dentes me lembrei de José falando para eu beijar meu marido com o gosto de seu pau na boca. Fui o que fiz… chegando para o seu lado na cama de forma bem sensual o beijei com ardor e fui correspondida como a muito meu marido não me beijava. Carlos colocando as mãos em meus seios começou a apertar meus mamilos… Eu já estava louca para continuar com aquilo mas por vingança de ele não ter aceitado a proposta de eu não ir na festa e ser a sua prostituta e sua putinha por uma noite… falei: “…estou muito cansada querido …vou dormir…”.

Gostaram de minha história?… Após esta noite aconteceram várias coisas que mudaram a minha vida…

Comentários

16/07/2017 17:16:54
Demais!!!
22/03/2016 13:22:04
Show de conto, magnífico mesmo. Não só pela escrita, mas, principalmente pelo enredo excitante que nos envolve na história. A coisa vai crescendo, com a Laura se liberando até o ápice, a sua libertação como mulher plena no sexo. Parabéns! Agradecida pela leitura do meu conto. Bjs, Val.
03/07/2015 08:22:14
Parabéns! Continue nos presenteando com bons textos excitantes!
16/04/2015 17:44:13
Delicia de conto, estou toda molhada
16/04/2015 12:52:43
AMEI.
16/04/2015 07:19:29
Muitoooooooooooooooo bom Apenas longo demais.

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