Casa dos Contos Eróticos

Corno instável parte IV- agora eu sou caubói

Autor: Navonte
Categoria: Heterossexual
Data: 21/04/2015 20:18:24
Nota 9.20
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Já era dezembro quando aconteceu o encontro como o Mike.

Na semana seguinte viajaríamos para à cidade dos meus avós para passar o natal e, em seguida, já no dia 26, seguiríamos para um camping na região de Brotas para passar o reveillon.

As coisas seguiam do mesmo jeito, eu estava ciumento e possessivo. A Renata se satisfazia sexualmente, dizia que estava gostando de se sentir dominada, mas reclamava do meu comportamento fora da cama. Dizia que meu tina me tornado demasiadamente machista, o que a deixava em estado constante de apreensão. Apesar das reclamações não mudei minha atitude. Estava agindo de maneira natural. Apenas duas coisas me faziam questionar se a adoção dessa nova atitude valia a pena: O aumento de minha agressividade e o brilho nos olhos de Renata que tinha se apagado dado lugar a um ar de passividade e submissão.

A questão da agressividade tornou-se preocupante em um episódio em que eu andava pela rua com a Renata ,Desde os acontecimentos anteriores eu sempre andava com ela a tira-colo, mas nesse dia eu entrei no banco para sacar dinheiro e ela disse que ia olhar uma vitrine do outro lado da rua. Quando estava saindo do banco vi um cara mexendo com ela. Instintivamente atravessei a rua correndo, segurei o cara pelo pescoço e o encostei contra a parede da loja, meti o dedo na cara dele e falei em tom ameaçador: "Mexe de novo com a minha mulher pra ver o que te acontece, seu filho da puta !" O povo já se aglomerou. O cara ficou com cara de assustado, se tremendo todo. Só me toquei do que estava fazendo quando a Renata puxou o meu braço e eu olhei em volta e vi a aglomeração. Saímos andando, ela me passou aquele sermão, mas ficou por isso mesmo.

Saímos de viagem. Na cidade dos meus avós tudo normal, festa de família, aquele filme que todo mundo conhece Então partimos para o camping no dia 26 bem cedo.

Chegamos em Brotas na hora do almoço, almoçamos na cidade e seguimos para o camping que ficava a uns 10 km por uma via secundária.

Por volta das 14:00 a barraca estava montada num lugar privilegiado, com muitas árvores, perto do estacionamento, a uma distância boa dos banheiros e das pias para lavar louça e, ainda, com um quiosque com churrasqueira à nossa disposição. O camping ainda estava bem vazio com umas barracas dispersas. O camping ficava em um morro cortado em três níveis, nós estávamos no patamar mais abaixo.

As crianças já estavam desbravando o local e se enturmaram com os filhos de outros dois casais que estavam acampados no patamar acima do nosso, logo depois dos banheiros. Acabamos fazendo amizade com eles.

Também no patamar acima do nosso, mas antes dos banheiros, haviam duas barracas juntas, eram de um grupo de quatro mulheres que representava bem a diversidade étnica brasileira. No grupo tinha uma loira meio cheinha, uma mulata, uma mestiça e uma morena clara, as três magras. Nenhuma beldade, mas também não eram de se jogar fora. Reparei no grupo, mas não dei importância. Pensei que estavam ali para dar umas aprontadas, mas não ia ser fácil já que os demais campistas estavam em família ou em casal.

À noite ficamos conversando um pouco com os dois casais pais dos amigos dos nossos filhos e fomos dormir cedo, por causa do cansaço da viagem.

Não esperava, mas acabei me dando bem com a falta de solteiros no camping.

No segundo dia, depois do café da manhã, estava indo tranquilamente em direção à lanchonete para comprar gelo. De sunga (habito que adquiri morando no Rio de Janeiro), e com um chapéu de praia desses de palha em formato de chapéu de caubói, que nem sei porque estava na minha cabeça, ouço em coro: "O caubói vai te pegar.... O caubói vai te pegar...". Percebi que a cantoria vinha da barraca das meninas, então vi que elas estavam olhando para mim e sorrindo. Pus a mão na cabeça e só então me dei conta do que tava rolando. Entrei na brincadeira e fiz um cumprimento daqueles estilo caubói de filme, que parece mais que o cara tá dando só uma ajeitada no boné. Elas riram e eu segui em frente.

Agora todas as vezes que eu passava pela barraca delas rolava a musiquinha e eu acenava (quando dava). Eu tinha que passar por ali para ir para lanchonete, para a piscina ou para as pias de louça.

À noite fizemos um churrasco com os dois casais e ficamos batendo papo até tarde, as mulheres se recolheram com as crianças e eu fiquei lá com os maridos mais um tempo. Lá pela 1 da manhã decidimos nos recolher para irmos no dia seguinte fazer a trilha para as cachoeiras.

Despretenciosamente, no caminho para a minha barraca, decidi dar a volta por trás dos banheiros, passando pelas pias de louça, saindo direito na barraca das moças. Cheguei encontrei três delas conversando (a morena clara já estava dormindo). A mestiça, que se chama Júlia que e a mulata, Carla, estavam sentadas em um banco do quiosque delas e a loira em uma cadeira. Estava tudo quieto no camping, apenas algumas luzes acesas em quisosques mais adiante. Continuei no esquema da brincadeira, fiz um sotaque caipira e disse. "Boas noites, moças"! A mestiça, entrou na brincadeira: " Boa noite caubói, o que vem fazer por essas bandas?" As outras duas riram.

Me sentei no banco entre a Júlia e a Carla, já pensando em pegar a Júlia que se mostrou mais receptiva e não deu outra. Comecei a beijá-la. Ouvi a loira se despedindo e enquanto ela caminhava para a barraca a Carla chamaou: "Jú ? Jú ?. Achei que era para que a loira a esperasse, mas para minha enorme alegria. não. Eu estava atracado com a Júlia e senti as mãos de carla passando pelas minhas costas e coxa. O tesão foi lá no alto, Vierei para beijar a Carla enquanto a Júliia ficou beijando meu pescoço.

Eu ainda estava beijando a Carla quando senti a Júlia me puxando pelo braço para que fossemos para a barraca.

O chão da barraca estava forrado por quatro colchonetes, me sentei bem no meio e as duas se posicionaram uma do lado da outra e de frente pra mim. As duas eram muito carinhosas. Se revezavam nos beijos enquanto passavam a mão pelo meu corpo. A Júlia se adiantou, abriu a minha bermuda de chegou até meu pau, enquanto isso aproveitei para tirar a blusa da Carla, comecei a chupar os peitinhos pequenos dela. A Júlia puxou minha bermuda e eu a saia e a calcinha da Carla. Comecei a dedilhar a bocetinha dela, que era bem pequenininha, enquanto a outra começou a chupar meu pau carinhosamente massageando de leve as bolas com uma mão e punhetando devagarinho com a outra. Me deitei e a Carla acompanhou o movimento trazendo a bocetinha para minha boca. Comecei com lambidas leves, depois comecei a chupar quase como se estivesse beijando uma boca. A Carla gemia baixinho. Se não existe um manual de boquete, definitivamente a Júlia é a pessoa certa para escrever um. A expressão "boca de veludo" nunca fez tanto sentido para mim. A boca quente umedecia a cabeça do meu pau sem exagero, as mãos dela envolviam o corpo com a força certa e se moviam na cadência exata. Ela fazia aquilo com uma dedicação quase religiosa. Foi definitivamente o melhor boquete que tive na vida.

A Júlia se esticou para pegar uma camisinha na mochila e vestiu-a com a boca, com mesma habilidade com que executava a chupeta. Se posicionou para deixar meu pau entrar lentamente na sua boceta. Tudo era suave e extremamente erótico. Quase explodi em gozo quando a Carla deu um 180 º na minha língua e se esticou para beijar a Júlia. Ficamos nessa posição por um tempo, até que a Júlia foi aumentando devagar a velocidade dos movimentos e começou a dar uns gritinhos enquanto gozava. Ela cedeu a rola para a Carla, que preferiu ficar de quatro. Eu enfiei o pau devagar e comecei a bombar lentamente. A bocetinha estava bem lubrificada mas era tão pequena que eu sentia meu pau comprimido lá dentro. Ela rebolava em pequenos círculos, era muito sexy. Ela começou a gozar. Não resisti e gozei junto.

Ficamos ali sentado, conversamos um pouco. A Júlia acendeu um baseado. Fazia muito tempo que eu não fumava, mas não recusei. Fiquei ali um tempo batendo um papo. As meninas eram muito legais, mas achei bom quando elas disseram que partiriam pela manhã pelo motivo que eu desconfiava, falta de homens solteiros.

Saí, dei uma olhadinha para sacar o movimento e fui para minha barraca. Todos dormiam. Me acomodei e adormeci feliz.

Continua...

Comentários

08/05/2015 15:20:51
Acho que na verdade era a esposa que tava com outros elé na barracá dormindo.
28/04/2015 13:16:05
gostei, apesar de concordar um pouco com o Jordano, mas, o seu conto é bem escrito e acho que vôce tem boas ideias. minha nota é 10.
21/04/2015 21:34:01
Acho que você pisou na bola, põe freio na esposa e via trepar com outra é uma atitude bem machista.

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